Operação extra para recolhimento do lixo em algumas áreas
da sede do município,cuja coleta ficou atrazada com a paralisação
de alguns garis no dia de ontem.
Hoje, coleta em toda Guarús,ocorre dentro da normalidade.
Ressalto, que os garis do turno noturno,trabalharam até as 6 h. da manhã de hoje(recebem hora extra por este trabalho),mas o volume da segunda-feira é o maior da semana,cuja média bate até 350 mil quilos,e não foi possível coletar TUDO.
REPRODUÇÃO DE NOTÍCIAS COTIDIANA, QUALIFICADA SOBRE PROCONS,DIREITO DO CONSUMIDOR E VIDA DIGITAL .
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Parlamentares de subcomissões da Rio+20 dizem temer ‘fracasso’
Parlamentares de subcomissões do Congresso criadas para acompanhar a
organização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável,
a Rio+20, dizem temer o fracasso do encontro devido, segundo eles, à
possibilidade de ausência dos principais líderes mundiais. A conferência está
prevista para o período entre 20 e 22 de junho, no Rio de Janeiro.
Para esses senadores e deputados, o foco da agenda internacional estará
voltado para a crise econômica e para as eleições em países como Estados Unidos
e França, o que dificultaria a presença de líderes mundiais em um evento
internacional voltado para o desenvolvimento sustentável.
“Creio que o encontro caminha para ser um grande fracasso. Não está havendo
interesse dos grandes países em enviar os grandes líderes mundiais. Estou em
contato com muitas pessoas no exterior e percebo que a reunião não está sendo
levada a sério”, disse o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que preside duas
subcomissões no Senado sobre a conferência.
Para o senador, “o governo está trabalhando bem nas instalações [da Rio+20],
mas não vejo envolvimento e esforço do governo brasileiro para trazer os líderes
estrangeiros – me parece que o governo não se atentou para esta situação”.
O deputado Sarney Filho (PV-MA), que preside na Câmara uma subcomissão
destinada a acompanhar os trabalhos da Rio+20, disse que “tem procedência essa
preocupação” do senador Cristovam Buarque. “Enfraquece muito se os líderes não
vierem”, afirmou.
Para o deputado, 2012 é um ano “difícil”, com uma conjuntura internacional
complicada por causa da crise europeia e das eleições nos Estados Unidos.
Segundo ele, esses fatores podem tirar o foco da Rio+20.
“Falta visão do governo brasileiro de mostrar que este é o grande encontro
para discutir uma nova forma de desenvolvimento para o mundo”, disse Sarney
Filho.
Para evitar o esvaziamento da conferência, o deputado disse esperar que a
presidente Dilma Rousseff faça um “corpo-a-corpo” para trazer os líderes
internacionais.
De acordo com o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), relator da Subcomissão
Especial Rio+20 na Câmara, “a grande dúvida é se haverá a presença dos grandes
líderes mundiais e isso depende de um trabalho pessoal da presidente Dilma”.
Segundo ele, “a crise econômica mundial acaba tendo um peso” em relação à
presença de líderes internacionais no Brasil durante a conferência.
Expectativa – Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, a
preocupação dos parlamentares é prematura. A assessoria afirma que a presidente
Dilma tem feito convites a líderes estrangeiros, reiterado a importância do
evento durante as viagens ao exterior e que por isso não faz sentido afirmar que
o governo não está empenhado em trazer líderes estrangeiros para a cúpula.
De acordo com a assessoria, a expectativa do governo brasileiro é alta e
espera-se um grande número de chefes de Estado na Rio+20, embora no momento
ainda não seja possível determinar esse número. A assessoria afirma que é do
maior interesse da presidente que os líderes estrangeiros compareçam.
O Ministério de Relações Exteriores conta com a presença de 100 a 120 chefes
de Estado para a Rio+20.
“Não sabemos se virão, mas estamos nos preparando para recebê-los”, disse o
secretário José Solla, do Itamaraty, que trabalha na logística da reunião sobre
desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. Ele deu a declaração durante a
Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 17), em Durban, na África do
Sul, em dezembro de 2011.
Comparação – O deputado federal Alfredo Sirkis (PV-RJ), que
preside a Subcomissão Especial Rio+20, disse que o encontro não terá a mesma
relevância da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o
Desenvolvimento, a Eco 92, também realizada no Rio há 20 anos.
“De fato existe o recall da Eco 92, que foi um evento espetacular. Estiveram
presentes o [presidente dos Estados Unidos] George Bush, o Mikhail Gorbatchev, o
[então presidente de Cuba] Fidel Castro. Os olhos do mundo estavam voltados para
o Rio. Foi um evento global. Hoje, a situação é diferente. É um desafio fazer
com que a Rio+20 faça jus ao legado da Eco 92”, afirmou Sirkis.
Sirkis destacou a provável ausência do presidente dos Estados Unidos na
Rio+20. “O Barack Obama não vem. É ano eleitoral nos Estados Unidos e qualquer
coisa que ele faça por aqui será utilizada pelos republicanos. E os líderes na
Europa estão voltados para a crise”, disse Sirkis.
“Há a possibilidade de ser um evento significativo, mas vai depender da
capacidade do governo”, afirmou. Para Sirkis, os avanços obtidos na conferência
devem ser limitados. “Não vai ter nada de muito espetacular, pode ser um sucesso
como fator de mobilização”, afirmou.
Sirkis disse que está em estudo a criação de eventos paralelos à conferência,
com a presença de personalidades internacionais para dar uma “turbinada” na
Rio+20. Entre as opções, está a proposta de um evento com a presença de Gilberto
Gil, Sting e Bono Vox, entre outros artistas.
Código Florestal – Os parlamentares que acompanham a
organização da Rio+20 também consideram a aprovação do Código Florestal um sinal
negativo para o mundo meses antes da realização da conferência.
“O que o Senado aprovou, com pequenas modificações, foi um retrocesso. Se a
presidente Dilma não vetar determinados artigos, vai comprometer a posição de
liderança do Brasil [na Rio+20]“, disse Sarney Filho.
A votação do Código Florestal na Câmara está marcada para 6 e 7 de março. O
relatório do ex-deputado e atual ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB-SP),
foi aprovado na Casa e sofreu alterações no Senado. Por isso, a proposta voltará
a ser apreciada pelos deputados, que já anunciaram a intenção de fazer “pequenas
alterações” no texto.
O deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), relator de uma das subcomissões
de acompanhamento da Rio+20, afirmou que a aprovação do Código Florestal
compromete a posição brasileira na conferência. “[O Brasil] vai para uma
conferência onde os países vão cobrar isso”, disse. “Isso é uma cobrança certa”,
completou.
Em relação ao eventual êxito da conferência, Tripoli disse que o veto da
presidente a alguns pontos do Código Florestal “ajudaria bastante” a melhorar a
posição brasileira no encontro.
Segundo Cristovam Buarque, a “aprovação do Código Florestal é um sinal
negativo para o mundo. Ficamos muito atrás do que era necessário ao tentar
conciliar interesses. O texto é um Frankenstein que buscou atender a todos e não
atende a ninguém”.
Para Eduardo Azeredo, o Código Florestal não prejudica a imagem do Brasil.
“Não chega a esse ponto. Não é uma polêmica que vai atrapalhar a participação do
Brasil”, afirmou.
(Fonte: Sandro Lima/ G1)
Fernando de Noronha exporta lixo
Material não tratado no arquipélago tem que seguir para o continente, mas a quantidade retirada foi menor nos últimos três anos
Sem aterro
sanitário, todo o lixo não tratado de Fernando de Noronha (PE) segue sempre o
mesmo rumo: o do continente. Só que nos últimos três anos, essa transferência
tem sido menor que a quantidade produzida por turistas e moradores do
arquipélago. Resultado: uma operação de emergência teve que ser montada para
retirar esse acúmulo.
Todo ano cerca de 700 turistas se juntam aos 3,4 mil moradores e produzem
sete toneladas de lixo por dia. Apenas um barco pequeno fazia a retirada mensal
dos resíduos e sempre sobrava lixo no local. “Estou aqui há 25 anos, e nunca vi
tanto lixo acumulado nesse território”, conta Airton Rodrigues, presidente da
Associação de Moradores.
Toneladas de lixo
começaram a ser descarregadas ontem no Porto de Suape, no litoral Sul de
Pernambuco. A operação – que custará ao governo do Estado R$ 2,2 milhões – vai
durar três dias. Um alívio para quem vive na ilha. “Eu acho que em breve a gente
vai estar descarregado do lixo de anos passados”, diz o engenheiro de pesca
Leonardo Veras.
É tanto lixo que a pequena usina local de compostagem e tratamento não deu
conta do volume. A sujeira invadiu a estrada e, a céu aberto, contrastava com as
belezas do arquipélago, considerado patrimônio natural da humanidade.
A partir de fevereiro, dois barcos devem fazer o transporte dos resíduos, uma
vez por mês, ao custo de R$ 90 mil. Mas a solução definitiva deve vir com a
contratação de uma empresa transportadora. A licitação já foi feita, mas ainda
está sendo analisada pelo Tribunal de Contas de Pernambuco.
Também está previsto um programa de educação ambiental para que moradores e
turistas ajudem a preservar um dos locais mais belos do planeta.
*Fonte: Terra da Gente, com info G1/ JN
Ih, sujou! Limpeza Pública atrasa coleta e secretário foi ao Programa
Ururau
A polícia chegou a ser acionada para controlar a manifestação
Você teve problemas para que retirassem seu lixo das ruas nesta segunda-feira (13/02)? Pois é, muitos tiveram. É que funcionários da empresa Vital Engenharia Ambiental, que executam a coleta de lixo, limpeza e capina de ruas, em Campos, fizeram uma manifestação em frente à sede da empresa na manhã desta segunda-feira (13/02), ameaçando paralisar os serviços caso suas reivindicações por melhores salários e condições de trabalho não fossem atendidas.
Recebemos em nossos estúdios o Secretário de limpeza pública, Zacarias Albuquerque, que explicou o que houve e se existe alguma possibilidade de parada total ou não das atividades de coleta de lixo em Campos.
Dentre as reivindicações, os trabalhadores pedem aumento de 60% no salário que atualmente é de R$ 642; salário família, aumento no vale-alimentação que atualmente é de R$ 5,50 por dia, regularização das horas extras, dentre outras questões como o abastecimento de água para o pessoal que faz a capina nas ruas que, segundo os manifestantes, receberiam um galão de cinco litros, para dividir entre cerca de 20 pessoas.
O gerente da empresa, Alexandre Pereira, disse que a manifestação dos trabalhadores é ilegal já que a data base deles seria a partir de julho, e que somente então os trabalhadores poderiam reivindicar direitos salariais, bem como horas extras e vale-alimentação e que ele teria se comprometido a atender questões referentes a condições de trabalho.
“Eu fique sabendo dessa manifestação nesta manhã, e ela é totalmente ilegal, por que a data base deles é a partir de junho, então eles só podem reivindicar alguma coisa, com a representação deles. O sindicato já esteve aqui, conversou com eles, mas eles preferiram não ouvir o conselho do sindicato em paralisar imediatamente o movimento. Eu já conversei com eles, o que eles reivindicaram eu já prontifiquei a atender, mas infelizmente, nós vamos ter que esperar para ver se eles vão continuar com a posição deles para tomarmos as atitudes cabíveis,” esclareceu o gerente.
VEJA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA
A polícia chegou a ser acionada para controlar a manifestação.
O secretário de limpeza pública, Zacarias Albuquerque, disse que mutirões de limpeza que seriam realizados em alguns bairros de Guarus foram comprometidos, assim como o sérvio de coleta de lixo.
“Foi meio dia de serviços, como mutirões de limpeza no Novo Eldorado, Parque Nova Campos, Jardim Ceasa, Rua Hipólito Sardinha e Francisco Lamego, entre outros, que foi perdido pela manhã e terá que ser feito à tarde, além da coleta de lixo que vai ficar atrasada.” Lamentou o secretário.
*Fonte: Informativo De Olho na Cidade -Site Ururau
Londrina oferece local para descarte de eletrodomésticos
A partir desta segunda-feira (23), os londrinenses poderão descartar
materiais industrializados da linha branca e produtos eletrônicos diretamente na
Central de Logística Reversa, localizada na Avenida Fernando César Coimbra, s/n,
no Parque Industrial Cacique, zona oeste da cidade.
A central vai atender a população das 12h às 18h. Os interessados em oferecer
o destino correto, por exemplo, às geladeiras, microondas, fogões, rádios e
computadores deverão ir pessoalmente à Central de Logística Reversa.
É mais uma ação para retirar lixo nas vias públicas e evitar ambientes para o
desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue. Anteriormente, a
Central só recebia o material coletado pela CMTU nos ecopontos.
De acordo com o diretor de operações da CMTU, Luciano Borrozzino, é dever dos
fabricantes recolher os produtos que os clientes não estão mais usando e querem
se desfazer. "A lei 12.305/2010 institui a Política Nacional de Resíduos
Sólidos, onde ficam os fabricantes responsáveis pelo descarte correto de seus
produtos. Londrina saiu na frente porque é a primeira cidade do Brasil a
instalar uma central pública de resíduos sólidos", disse Borrozzino.
Com
a abertura da central ao público, a CMTU pretende minimizar o descarte irregular
de equipamentos eletrônicos e da linha branca e dar o destino correto aos
produtos. O barracão de armazenagem é totalmente coberto, o que assegura a não
exposição dos materiais as mudanças do tempo, como as chuvas.
A Central
foi implantada dia 11 de novembro de 2011 e está instalada no antigo barracão do
Instituto Brasileiro do Café (IBC), doado ao Município. O local conta com 28 mil
metros quadrados, onde são catalogados e armazenados os resíduos recolhidos.
Depois de classificados por fabricante, a central entra em contato com as
associações de fabricantes que ficam encarregadas de recolher seus produtos e
dar a destinação correta.
Para aqueles que quiserem se
desfazer de restos de materiais de construção civil podem entregar até um metro
cúbico nos Ecopontos espalhados pela cidade. Neles, a população pode fazer
também o descarte correto de móveis de madeira, sofás e restos de podas de
árvores e grama. Os pneus poderão ser entregues na Avenida Leste/Oeste, 1.605,
onde serão encaminhados á reciclagem.
*Fonte:http://londrina.odiario.com/londrina/noticia/534384/londrina-oferece-local-para-descarte-de-eletrodomesticos/
Lixo acumulado por vários pontos da cidade
Depois de uma manhã inteira de braços cruzados os
trabalhadores da Vital Engenharia Ambiental, responsável pela coleta de lixo em
Campos, deixaram o lixo se acumular em vários bairros e localidades. No maior
condomínio da cidade, o Recanto das Palmeiras, o lixo de mais de três mil
pessoas estão amontoados e causando transtornos como mau cheiro.
Na manhã desta terça-feira, a equipe da Folha
da Manhã esteve no Parque Aurora, no prolongamento da avenida Nossa Senhora do
Carmo, onde os lixos acumulados em vários pontos da mesma rua, causam mau cheiro
e indignação nos moradores. Para a dona de casa Cláudia Nábias, o local está
ficando insuportável devido a grande quantidade de lixo ao longo da rua. “Nesse
local, em frente à pracinha e ao supermercado, acho que é uma das piores
condições. Eu não vejo um gari aqui por perto para poder nos ajudar.”, disse
Cláudia.
14/02/2012 - 9h12
*Fonte: Folha da Manhã
NOTA DO SECRETÁRIO: A coleta noturna foi finalizada as 6 h da manhã de hoje e algumas rotas não teve o lixo coletado.Mas durante dia de hoje a concessionária comprometeu-se em enviar alguns caminhões da reserva técnica.
Hoje a coleta é realizada em todos os bairros de Guarús até a Grande Travessão ,sem problemas de atrazo.
NOTA DO SECRETÁRIO: A coleta noturna foi finalizada as 6 h da manhã de hoje e algumas rotas não teve o lixo coletado.Mas durante dia de hoje a concessionária comprometeu-se em enviar alguns caminhões da reserva técnica.
Hoje a coleta é realizada em todos os bairros de Guarús até a Grande Travessão ,sem problemas de atrazo.
Funcionários da Vital Engenharia cruzam os braços pela manhã em Campos
13/02/2012
Fotos: Carlos Grevi
Empresa é responsável pela limpeza pública e capina das ruas de Campos
Funcionários da empresa Vital Engenharia Ambiental, que executam a coleta de lixo, limpeza e capina de ruas, em Campos, fizeram uma manifestação em frente à sede da empresa na manhã desta segunda-feira (13/02), ameaçando paralisar os serviços caso suas reivindicações por melhores salários e condições de trabalho não fossem atendidas.
Dentre as reivindicações, os trabalhadores pedem aumento de 60% no salário que atualmente é de R$ 642; salário família, aumento no vale-alimentação que atualmente é de R$ 5,50 por dia, regularização das horas extras, dentre outras questões como o abastecimento de água para o pessoal que faz a capina nas ruas que, segundo os manifestantes, receberiam um galão de cinco litros, para dividir entre cerca de 20 pessoas.
O gerente da empresa, Alexandre Pereira, disse que a manifestação dos trabalhadores é ilegal já que a data base deles seria a partir de julho, e que somente então os trabalhadores poderiam reivindicar direitos salariais, bem como horas extras e vale-alimentação e que ele teria se comprometido a atender questões referentes a condições de trabalho.
“Eu fique sabendo dessa manifestação hoje pela manhã, e ela é totalmente ilegal, por que a data base deles é a partir de junho, então eles só podem reivindicar alguma coisa, com a representação deles. O sindicato já esteve aqui, conversou com eles, mas eles preferiram não ouvir o conselho do sindicato em paralisar imediatamente o movimento. Eu já conversei com eles, o que eles reivindicaram eu já prontifiquei a atender, mas infelizmente, nós vamos ter que esperar para ver se eles vão continuar com a posição deles para tomarmos as atitudes cabíveis,” esclareceu o gerente.
A polícia chegou a ser acionada para controlar a manifestação.
O secretário de limpeza pública, Zacarias Albuquerque, disse que mutirões de limpeza que seriam realizados em alguns bairros de Guarus foram comprometidos, assim como o sérvio de coleta de lixo.
“Foi meio dia de serviços, como mutirões de limpeza no Novo Eldorado, Parque Nova Campos, Jardim Ceasa, Rua Hipólito Sardinha e Francisco Lamego, entre outros, que foi perdido pela manhã e terá que ser feito à tarde, além da coleta de lixo que vai ficar atrasada.” Lamentou o secretário.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Adidas lança programa Pegada Sustentável, em São Paulo
A Adidas, indústria de artigos esportivos,
lançou ontem, (24/01/2012), o programa voluntário Pegada Sustentável. A ideia do
programa, segundo a empresa, pioneiro no Brasil, é minimizar os impactos
ambientais a partir do descarte consciente e da reciclagem de calçados
esportivos usados. Os calçados doados serão desmontados e os resíduos
provenientes deles irão se transformar em combustível para alimentar fornos de
cimento – o processo seguirá as normas da legislação ambiental
brasileira.
Inicialmente, o descarte será realizado nas 7 lojas e 11 outlets da Adidas na Grande São Paulo, mas deve ser ampliado até o restante do país a partir de março. Para participar, basta levar seu calçado usado – de qualquer marca – até uma das lojas incluídas no programa e assinar um termo de doação do calçado para fins de reciclagem. Os que doarem seus calçados ganharão um brinde da Adidas. O Pegada Sustentável é apenas o começo, diz Fernando Basualdo, diretor-geral da Adidas no Brasil: “Não vamos parar por aí, estamos desenvolvendo um programa mais abrangente visando a Copa 2014.”
Inicialmente, o descarte será realizado nas 7 lojas e 11 outlets da Adidas na Grande São Paulo, mas deve ser ampliado até o restante do país a partir de março. Para participar, basta levar seu calçado usado – de qualquer marca – até uma das lojas incluídas no programa e assinar um termo de doação do calçado para fins de reciclagem. Os que doarem seus calçados ganharão um brinde da Adidas. O Pegada Sustentável é apenas o começo, diz Fernando Basualdo, diretor-geral da Adidas no Brasil: “Não vamos parar por aí, estamos desenvolvendo um programa mais abrangente visando a Copa 2014.”
Licitação verde
A estratégia de promover pregões eletrônicos para a compra compartilhada de
produtos com critérios ambientais ganha escala na administração pública, levando
o mercado a adaptar-se a novos padrões nas licitações. Após experiência pioneira
no ano passado, um grupo com mais de dez instituições federais do Rio de Janeiro
prepara atualmente um novo leilão on-line destinado à aquisição coletiva de no
mínimo 48 itens - do papel reciclado aos cartuchos de impressoras e copos de
cafezinho mais amigáveis ao meio ambiente. "O desafio é conciliar preço e
qualidade, além de garantir o abastecimento e a abrangência na competitividade",
diz Jorge Peçanha, da Fundação Oswaldo Cruz, que coordena o grupo.
"Queremos derrubar o mito de que o produto sustentável é
necessariamente mais caro que o convencional", completa Renato Cader, um dos
idealizadores do sistema compartilhado quando dirigia o setor de compras do
Jardim Botânico do Rio. "Devido ao maior poder de compra do trabalho conjunto, o
primeiro leilão gerou em média uma economia de 50% em relação aos preços
identificados na pesquisa prévia de mercado", informa Cader. Ele hoje dirige a
Agência Nacional do Cinema, membro de uma rede de 38 instituições públicas que
se articulam para a adoção dos novos critérios nas licitações.
O
trabalho, diz, envolve romper barreiras legais, técnicas e até culturais. E há
questões complexas a resolver, como a especificação dos produtos e a maior
adesão dos fornecedores. No pregão anterior metade dos itens não foi atendida -
situação que, segundo Cader, pode ser vencida com uma política mais efetiva e a
maior escala de compras públicas.
"O projeto é estender a
licitação compartilhada para a administração federal em Brasília neste ano",
revela Delfino Natal de Souza, secretário de logística e tecnologia de
informação do Ministério do Planejamento (MP), lembrando que já existe
instrumento legal para que as licitações não se restrinjam ao critério do menor
preço. A Instrução Normativa 01, do MP, de janeiro de 2010, abre essa
possibilidade para 216 órgãos federais em todo o país. "A tendência é a cultura
de compra sustentável chegar também às estatais, que têm legislação própria",
afirma Souza.
O Acórdão 1152/2011 do Tribunal de Contas da União
prevê a questão ambiental como uma vantagem nas licitações para além da
isonomia. Isso significa, segundo analistas, que órgãos públicos estão sujeitos
a autorias e punição no caso de descuido com a sustentabilidade.
Nos últimos dois anos, foram realizados mais de 2,1 mil
processos licitatórios com quesitos de sustentabilidade no setor federal,
somando R$ 21 milhões na aquisição de bens e serviços. "Em 2012, a expectativa é
atingir o dobro a partir da maior conscientização e capacitação dos gestores
públicos", prevê o secretário. No total, as compras públicas representam entre
10% e 15% do PIB, algo em torno de R$ 360 bilhões ao ano, o que demonstra o
expressivo poder de influência ainda a ser explorado para induzir o mercado a
práticas sustentáveis.
"Para mudar a escala dos números e vencer
a última resistência dos gestores públicos é necessário consolidar o suporte
jurídico, transformando a instrução normativa em lei", analisa Samyra Crespo,
secretária de articulação institucional do Ministério do Meio Ambiente. Uma das
medidas, segundo ela, será mexer na Lei 8.666, das licitações, que permite
diferentes interpretações e tornam as compras coletivas do governo sujeitas à
impugnação.
"Sem clareza na legislação, muitos órgãos públicos
preferem fazer o tradicional para não correr o risco de paralisar projetos e
obras", explica Samyra. Ela informa que outro desafio é fazer a agenda de
sustentabilidade da administração pública sair do papel, como é o caso do
programa Esplanada Sustentável, que hoje tem a adesão formal de apenas 16 dos 37
ministérios. Até 2016, o plano é capacitar mil servidores por ano para a adoção
de critérios ambientais nas licitações.
Diante do desafio
ambiental, funcionários públicos começam a lidar com questões novas, como
emissões de carbono e ciclo de vida dos produtos - desde a matéria-prima até o
descarte. "O cenário atual é bastante positivo, em função da política nacional
sobre mudanças climáticas e da nova legislação sobre resíduos, que têm as
licitações sustentáveis como ferramenta", analisa Luciana Betiol, da Fundação
Getúlio Vargas.
O poder de compra dos governos é chave também no
debate internacional, porque a adoção de normas ambientais envolve questões de
competitividade e pode servir como barreira comercial. No documento nacional
preparatório para a Rio+20, a reunião sobre economia verde que a ONU realizará
em junho no Rio de Janeiro, o Brasil mostrou-se disposto a apoiar um pacto
global para compras governamentais.
Nas transações
internacionais, o mecanismo pode induzir a redução de poluição nos países
exportadores. O tema é abordado em recente estudo da pesquisadora Adriana de
Moura, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ela cita que, na
média, as compras públicas sustentáveis reduzem em 25% as emissões de carbono
nos países europeus do grupo Green-7 (Áustria, Dinamarca, Finlândia, Alemanha,
Holanda, Suécia e Reino Unido).
Em São Paulo, o governo estadual
criou um selo verde para diferenciar produtos no catálogo de compras públicas.
No total de 124 mil itens, 500 têm o emblema ambiental e correspondem a 5% do
consumo total, que soma R$ 25 bilhões ao ano. "A adesão dos setores do governo é
crescente e já impacta o mercado", avalia Denize Cavalcanti, da Secretaria do
Meio Ambiente.
Ao seguir a política estadual, a Sabesp
substituiu veículos por frota bi-combustível e passou a comprar equipamentos de
baixo consumo energético e sem metais tóxicos como chumbo, cádmio e mercúrio. A
empresa, responsável por gastos de R$ 2 bilhões em obras, começou a utilizar
entulho reciclado na construção de adutoras. "Como efeito cascata o mercado está
aderindo à tecnologia", revela Marcelo Morgado, assessor de meio ambiente.
As federações de indústrias do Rio de Janeiro e São Paulo e a iniciativa
privada vão financiar um megaprojeto para promover projetos sustentáveis de
cidades do mundo todo durante a Conferência das Nações Unidas para o
Desenvolvimento Sustentável, Rio +20, que acontece em junho na capital
fluminense. A ideia é que representantes municipais do planeta apresentem suas
inovações tecnológicas e troquem experiências para alavancar um desenvolvimento
que respeite o meio ambiente.
A reunião para tratar dos últimos detalhes da iniciativa foi fechada para a
imprensa e ocorreu no Palácio do Itamaraty, Centro, na presença do ministro das
Relações Exteriores, Antonio Patriota, com representantes da prefeitura do Rio,
da Fundação Roberto Marinho e dos presidentes da Federação das Indústrias do Rio
e de São Paulo (Firjan e Fiesp), Paulo Skaf e Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira.
De acordo com Patriota, o local servirá de convergência para os diferentes
setores da sociedade debaterem formas de conciliar o desenvolvimento social, com
o econômico e o ambiental.
“Nosso lema é desenvolver, incluir e conservar, e o Brasil tem muito a
oferecer nessas três áreas. E esse espaço pode ser um local privilegiado para
ilustrarmos o que está sendo feito, levantarmos questões para o futuro, além de
ser uma construção provisória que coloca em evidência a beleza do Rio de
Janeiro”, declarou o ministro.
O Forte de Copacabana foi o local escolhido para abrigar o projeto que está
sendo mantido em sigilo até seu lançamento em março. A maquete do enorme
edifício que foi apresentada no encontro deve começar a sair do papel em meados
de março.
O presidente da Firjan explicou que a contribuição das indústrias para o
evento será a de demonstrar ao mundo a competência brasileira de pensar o
futuro.
“Precisamos trabalhar para o desenvolvimento sustentável e isso não é
incompatível com a produção. É preciso estimular práticas de produção antenadas
com o novo mundo”, declarou Eduardo Eugenio.
Após a reunião, o ministro Patriota viajou para a Suíça onde participará do
Fórum Econômico Mundial, iniciado na quarta-feira (25), em Davos. De acordo com
o ministro, a Rio+20 será o tema central a ser abordado pelo Brasil no
Fórum.
A Rio+20 está marcada para ocorrer em junho, na capital fluminense, e deve
reunir mais de 150 chefes de Estado para discutir formas de promover o
desenvolvimento sustentável. A reunião acontece exatamente 20 anos depois da
conferência Eco92, também promovida pela ONU, no Rio, para debater meios de
desenvolvimento sem degradar o meio ambiente.
(Fonte: Flávia Villela/
Agência Brasil)
Tratamento térmico faz resíduos de biomassa gerarem mais energia
Tema:Ecologia
Autor: Agência USP
Data: 30/1/2012
Resíduos de eucalipto e de cana-de-açúcar, após passarem por um tratamento
térmico que degrada o material, aumentam sua concentração energética. De acordo
com um estudo realizado pela engenheira Juliana Rodrigues Siviéro dos Santos, o
material bruto pode ser usado para gerar energia. Porém, após o tratamento, ele
apresenta, além da maior concentração energética, maior durabilidade e menor
umidade que o material bruto. O resíduo tratado também é mais fácil de ser
transportado.
“O tratamento é uma alternativa para a destinação de
resíduos florestais e agroindustriais”, afirma a engenheira, que pesquisou o
tema em sua dissertação de mestrado apresentada em dezembro na Escola Superior
de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, sob orientação do
professor José Otávio Brito.
As biomassas passaram por quatro tipos de
tratamento: um com 250 graus Celsius (250°C) por 30 minutos; o segundo com 250°C
por duas horas; outro com 280°C por 30 minutos e ainda um de 280°C por duas
horas. Tanto os resíduos de eucalipto quanto de cana-de-açúcar possuem poder
calorífico semelhante, com pequena vantagem para o eucalipto. “O poder
calorífico, que é a quantidade de energia liberada por uma unidade de massa do
material, era maior depois do tratamento térmico. E quanto maior a temperatura
do tratamento, maior era também o poder calorífico”, explica a engenheira. O
poder calorífico é medido em quilocalorias por quilograma
(kcal/kg).
Segundo Juliana, a agregação energética do tratamento térmico
para o eucalipto foi maior que para o bagaço. “O maior valor encontrado foi para
o eucalipto tratado a 280°C por duas horas, com 25,7% de aumento no poder
calorífico. O bagaço de cana teve um ganho de até 10,2%”, conta.
Os
resíduos de eucalipto, da espécie Eucalyptus grandis, e de cana-de-açúcar foram
escolhidos por representarem dois tipos diferentes de biomassa. “O eucalipto é
um resíduo florestal, enquanto o bagaço de cana é um resíduo agroindustrial”,
explica a pesquisadora. Ela também diz que o bagaço de cana bruto já é utilizado
em algumas usinas para geração de energia.
Os resíduos eram coletados “in
natura”, isto é, em estado bruto, e eram deixados em uma estufa comum até que
atingissem massa constante. Após esse período de armazenamento, eram colocados
em uma estufa com sistema de aquecimento, onde era realizado o tratamento
térmico com 250°C ou 280°C por 30 minutos ou duas
horas.
Friabilidade
Outra análise feita no trabalho foi o
teste de friabilidade dos resíduos. Segundo Juliana, a friabilidade é a
capacidade de a partícula diminuir seu tamanho médio, de virar pó. “É uma
análise interessante pois existem técnicas de uso energético com o material
pulverizado”, explica.
Foram feitas classificações granulométricas, para
medir o tamanho das partículas dos resíduos antes e depois do tratamento
térmico. “Após o tratamento as partículas diminuíam de tamanho médio e
apresentavam uma queda da resistência. Ou seja, elas apresentam bons resultados
para serem utilizadas pulverizadas”, conta a pesquisadora.
O trabalho foi
desenvolvido dentro de um convênio da Esalq com o Laboratório de Estudos e
Pesquisas em Material Madeira (Lermab, sigla em francês), em Nancy (França). Com
isso, algumas das análises, que necessitavam equipamentos que a Esalq não
possui, foram realizadas na França.
*Fonte: http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=33004&action=news
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Cena suja : Lixo nas ruas!
Lamentável este velho hábito de jogar lixo nas ruas.
A coleta de lixo é regular com 3 frequências por semana.
Muitos bairros e distritos possuem serviço de varrição,que não deveria ser para "varrer lixo" mas areia,terra, folhas .
Temos o serviço do NOVO DISQUE ENTULHO e também 4 entulhódromos para fluxo dos pequenos geradores.
Temos o mutirão de limpeza para roçar vegetação,raspar terra, areia ,pintar meio-fio e limpar bueiros, em todos as comunidades.
Site especializado em reciclagem cria aplicativo para Iphone
O
site Rota da Reciclagem, que mostra em um mapa a localização de pontos de coleta
seletiva em todo o Brasil, espera tornar-se ainda mais acessível com a criação
de um aplicativo para Iphones e Ipads, que pode ser baixado gratuitamente.
Lançado pela Tetra Pak - empresa
de embalagens - , o Rota da Reciclagem já recebe cerca de 16 mil visitas por mês.
Ele mostra pontos de coleta de embalagens e outros recicláveis divididos nas
categorias PEV (Pontos de Entrega Voluntária), Cooperativas de coleta e triagem
de material reciclável e Comércios (locais que compram
recicláveis).
Parte do sucesso do site, é resultado da colaboração dos
internautas que fornecem informações e mantém o site atualizado e completo. Com
quase quatro anos de vida, o site ganhou versão em espanhol, e
já disponibiliza os principais pontos de coleta seletiva na Argentina. A
previsão é de crescer para toda a América do Sul em breve.
*Fonte:http://www.oeco.com.br
*Município de Campos,através de articulação SSP, foi incluída com alguns endereços.
VEJA O SITE
VEJA O SITE
Projeto compara degradação de quatro diferentes materiais aplicados em embalagens de supermercados
Um teste comparativo que começou a ser realizado em outubro de 2011 pelo Laboratório de Embalagem
e Acondicionamento (LEA), do Centro de
Integridade de Estruturas e Equipamentos (Cinteq), do Instituto de Pesquisas
Tecnológicas (IPT), vai permitir a comparação, em igualdade de condições pelo
prazo de um ano, do processo de degradação de quatro tipos de sacolas de
supermercados.
| Unidades de sacolas enfrentam as intempéries na cobertura de prédio no campus do IPT: reprodução das condições de abandono nas cidades |
“A
sociedade precisa saber o que acontece depois do descarte”, diz a pesquisadora
Mara Lúcia Siqueira Dantas ao explicar as motivações do projeto. Com exposição
ao tempo, serão comparados os seguintes materiais: polietileno comum (sacola
tradicional de plástico), polietileno com aditivo para degradação, papel e TNT
(sacola retornável, feita de tecido-não-tecido, com base em
polipropileno).
O estudo simula a condição de abandono das sacolas no
meio urbano, já que essa é a situação que boa parte desse material encontra. O
prazo do teste foi definido para que os exemplares possam enfrentar as quatro
estações do ano e todo o tipo de intempérie.
O IPT fez uma parceria com o
Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da USP, para
receber informações meteorológicas do período de vigência dos testes. Assim, a
degradação das sacolas será considerada diante das variáveis reais do clima,
como temperatura, umidade relativa do ar, precipitações pluviométricas,
insolação e direção e velocidade dos ventos. O teste vai permitir a comparação
direta dos materiais: todas as sacolas estarão expostas simultaneamente às
mesmas condições, sem vantagem ou desvantagem para nenhum material, o que é uma
situação realista, pois não será simulada nenhuma condição específica,
reproduzindo o descarte possível.
De acordo com a metodologia do
projeto, 40 sacolas foram alocadas na cobertura de um dos prédios do campus do
IPT, divididas em grupos de dez unidades. Cada um desses grupos é retirado
conforme cada etapa é cumprida. Assim, as sacolas são retiradas com um mês, três
meses, seis meses e 12 meses.
Ao deixarem a exposição, as unidades voltam
para o laboratório e passam por ensaios de resistência mecânica, perda de massa
e perda de cor. No total são realizados sete testes, e os dados são comparados
com os testes das sacolas novas, apurados antes do início da exposição ao
tempo.
Segundo o pesquisador Rogério Parra, os principais agentes de
degradação são os raios ultravioleta (UV), a ação mecânica das chuvas e o ataque
químico da poluição. “As sacolas perdem massa, bem como a cor e suas qualidades
mecânicas”, afirma o pesquisador, explicando que a tendência é que o material
venha a se esfarelar com a ação do tempo.
A pesquisadora Mara afirma que
esse trabalho poderá ser um passo para uma pesquisa mais profunda, com base em
Análise de Ciclo de Vida (ACV) focada em condições brasileiras, já que os dados
disponíveis na literatura são experiências realizadas com embalagens na Europa.
As análises de ACV representam um campo relativamente novo do
conhecimento tecnológico e uma competência que está em desenvolvimento no IPT,
abrangendo todas as áreas de pesquisa. Seu principal objetivo é fazer
inventários das etapas de vida e de descarte de um produto, medindo assim os
reais impactos ambientais. Há relativamente pouca informação sobre os impactos
de toda a vida de produtos no meio ambiente em condições tipicamente brasileiras
– interpretações baseadas em dados importados podem levar a conclusões
equivocadas.
Com os resultados da pesquisa, a discussão sobre esses
materiais e seus impactos poderá transcorrer com mais propriedade. Segundo Mara,
uma das questões que será respondida é quanto à eficiência, ou não, dos aditivos
para tornar o polietileno degradável. “Não há consenso sobre a vantagem da
adição dessa substância ao plástico”, afirma. Ela acredita que o trabalho poderá
contribuir para a educação da sociedade, com a conscientização do impacto do
descarte desses materiais no meio ambiente.
*Fonte: http://www.ipt.br/noticia/468-sacolas_e_meio_ambiente.htm
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Mais recolha nos electrões
4 de Fevereiro, 2012por Maria
Francisca Seabra
Europa tem novas regras para a reciclagem de
lixo eléctrico e electrónico. Portugal chegou às 40 mil toneladas em 2011.
A União Europeia pretende reduzir a exportação ilegal dos equipamentos
eléctricos e electrónicos em fim de vida para países como o Gana, a Nigéria ou a
China, com a nova directiva que estipula o aumento da recolha e reciclagem
destes resíduos. «Sabemos que muito lixo ilegal está a ser enviado para a África
Ocidental e a Ásia, mas também para outros destinos. Esperamos que as novas
regras contribuam para reduzir este problema», revela ao SOL fonte do Parlamento
Europeu (PE) para as questões do ambiente.
Na semana passada, o PE decidiu que, a partir de 2016, a maioria dos
Estados-Membros terá de recolher 45 toneladas de equipamentos eléctricos e
electrónicos – como frigoríficos, aspiradores, torradeiras, computadores,
telemóveis ou brinquedos – por cada cem toneladas destes resíduos colocadas no
mercado três anos antes.
Até agora, as orientações definiam a recolha mínima de quatro quilos deste
tipo de lixo por habitante e os portugueses, durante anos, fizeram parte dos
europeus que menos electrodomésticos separavam em casa ou no trabalho.
Portugal não atingia a meta dos quatro quilos/habitante nos dados mais
recentes apresentados pelo Eurostat e que se referem a 2008 – naquele ano, cada
português separou correctamente apenas 3,9 quilos de resíduos eléctricos,
enquanto os suecos, por exemplo, chegaram aos 14,8 quilos, os dinamarqueses aos
13,9 e os noruegueses aos 10,5 quilos.
No entanto, todos os anos tem-se verificado um aumento na recolha deste lixo.
De acordo com a Amb3E – Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de
Equipamentos Eléctricos e Electrónicos – responsável por 75% do material – o
acréscimo de 2009 para 2010 foi de 2,85%, sendo o valor mais recente animador:
em 2011, a associação «recolheu e deu seguimento a mais de 40 mil toneladas», o
que significa um aumento de 12,5% na recolha feita nos pontos electrão e o
cumprimento da meta dos quatro quilos por habitante.
No entanto, com a nova directiva, a contabilidade será feita de forma
diferente – «os novos resultados vão ser baseados no consumo de bens
electrónicos e no lixo que é criado, e não apenas num valor fixo igual para
todos os países», revela fonte do PE.
O objectivo é «contribuir para uma produção e um consumo sustentáveis», lê-se
no documento, mas também para a «valorização» dos resíduos, «de modo a reduzir a
quantidade a eliminar e a contribuir para a utilização eficiente dos recursos e
a recuperação de matérias-primas secundárias valiosas».
Acresce ainda o facto de muitos electrodomésticos, equipamentos informáticos
e aparelhos médicos serem compostos por substâncias «perigosas» – como mercúrio,
cádmio, chumbo ou crómio – sujeitas a «um tratamento inadequado e que são
ilegalmente exportadas». No futuro, quem exportar deverá ter documentos a provar
que os bens serão reparados ou reciclados no novo destino.
*Fonte: http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=40639
SP: Fim das sacolas plásticas aumenta lixo
De acordo com o secretário, quantidade
de lixo jogado sem proteção nos contêineres de coleta e na areia das praias
aumentou
A suspensão da distribuição gratuita de sacolinhas de plástico nos
supermercados do Estado de São Paulo gerou reflexos em Ubatuba, no litoral
norte.
Em entrevista ao programa Ciranda da Cidade, da Rádio
Bandeirantes, o secretário municipal de Obras da cidade, José Roberto Júnior,
afirmou que a população precisa ser mais bem orientada.
Segundo ele,
desde a semana passada, muito lixo tem sido jogado sem proteção nos contêineres
usados para a coleta e na areia das praias.
O secretário alerotu para a
produção de lixo na cidade, que aumenta de 80 para 300 toneladas por dia durante
o verão.
OPINIÃO: A polêmica sobre o tema é enorme e intensa.No entanto SEJA PRÁTICO , use SACOS E SACOLAS RETORNÁVEIS e ajude a tirar o PLANETA DO SUFOCO.
Gaia Viverá.
por
Lúcia Chayb e René Capriles, da Eco21
Já está circulando a revista ECO 21 de janeiro de 2012.
Uma das principais publicações sobre meio ambiente e sustentabilidade no Brasil,
a ECO 21 deste mês traz excelentes textos. Veja abaixo do editorial o índice da
edição.
Editorial
O Segundo Encontro Intersessional da Conferência das Nações Unidas sobre
Desenvolvimento Sustentável (UNCSD) culminou com o lançamento do chamado
“Rascunho Zero” (Zero Draft) que poderá se transformar no Documento Final da
RIO+20. Esse rascunho denominado “O Futuro que Queremos”, é o resumo das 6 mil
páginas enviadas pelos 192 países-membros da ONU – e por diversas instituições
tanto oficiais quanto da sociedade civil – combina sugestões, ideias e
comentários das 643 propostas enviadas por esses países e instituições e será o
principal texto a ser discutido pelos líderes mundiais na Conferência para,
segundo Sha Zukang, Secretário-Geral da Conferência, “garantir um compromisso
político renovado para o desenvolvimento sustentável”. O “Rascunho Zero”
analisado pela antropóloga Iara Pietricovsky, “ficou limitado a 19 páginas no
qual se contam 133 repetições da palavra sustentável e 39 do adjetivo verde”.
Para Aron Belinky “É uma peça de grande importância, que focalizará as
negociações nos próximos meses e que, após aprovada, deverá se tornar – para bem
ou mal – uma referência para as políticas e práticas de sustentabilidade nos
próximos anos”. Ambos foram representantes do Comitê Facilitador da Sociedade
Civil Brasileira para a RIO+20, presentes ao evento. Organizado por movimentos
sociais e organizações da sociedade civil, o Fórum Social Temático (FST) deverá
ser palco de discussões sobre a crise financeira e do atual modelo de
desenvolvimento econômico em contraponto a alternativas de crescimento mais
sustentável. O foco do FST será a RIO+20, e terá como objetivo influenciar os
resultados da Conferência, com a apresentação de propostas alternativas para
serem encaminhadas pelos Governos. “Nossa preocupação é que a chamada Economia
Verde seja apenas um novo rótulo para o mesmo modelo de desenvolvimento com
concentração de riqueza, centrado no consumo, sem distribuição renda. Debater a
RIO+20 é debater a crise capitalista”, afirma Mauri Cruz, Coordenador do Comitê
Organizador do FST. Já o diplomata Laudemar Aguiar, Secretário-Geral do Comitê
Nacional de Organização da RIO+20 afirma que esta será “a maior Conferência da
história da ONU”, com um orçamento de R$ 430 milhões. Segundo Sha Zukang,
Secretário-Geral da Conferência, a RIO+20 deve integrar os três pilares do
desenvolvimento sustentável: social, ambiental e econômico. “Uma das lições mais
importantes aprendidas desde a RIO-92 é que o progresso não será sustentável se
for apoiado em apenas um desses pilares”. Em resumo, o “Rascunho Zero” da RIO+20
revela que a manutenção do atual modelo de produção e de consumo tornará o
futuro inviável.
Gaia Viverá.
*Fonte:http://envolverde.com.br
Prefeitura planeja unidade de compostagem na Ceasa de Maringá
Uma unidade de compostagem deve ser construída na Ceasa de Maringá. O anúncio
foi feito na manhã desta segunda-feira (30) pelo secretário municipal de
Saneamento Básico, Leopoldo Fiewski, durante a apresentação do Plano Municipal
de Saneamento Básico, no Auditório Hélio Moreira.
A unidade será instalada na Ceasa e terá capacidade inicial para até 20
toneladas de "resíduos verdes", como restos de legumes, frutas e verduras. Na
primeira fase, o local vai receber apenas os resíduos produzidos pela Ceasa, mas
a intenção é que receba também material de restaurantes, hotéis, supermercados e
feiras livres. A proposta é que a unidade funcione em uma estrutura coberta
porque ficará próxima ao aeroporto.
"O sítio aeroportuário proíbe qualquer atividade que leve poluentes e atraia
animais. Por isso, estamos propondo um circuito totalmente selado. A compostagem
clássica, feita a céu aberto, tem cheiro e atrai animais e não pode ser
instalada em locais próximos a aeroportos", explica o secretário.
Um "grande liquidificador", na definição do secretário, vai triturar os
resíduos e a mistura será levada para tanques de fermentação para acelerar o
processo de decomposição.
Parte do material vai gerar gás e produzirá
energia para abastecer a Ceasa. Outra parte será transformada em biofertilizante
e doada a agricultores.
Segundo Fiewski, uma reunião entre equipes da
Ceasa, Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e do Instituto de Tecnologia do
Paraná (Tecpar) – que desenvolveu tecnologia para dar destinação aos resíduos
verdes – será agendada para discutir o projeto e o licenciamento da área. Ainda
não há estimativa de custos para implantação da unidade.
*Fonte:http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/537519/prefeitura-planeja-unidade-de-compostagem-na-ceasa/
Secretário catador?
Não é o Secretário catador é um Secretário indignado com a loja que jogou esta caixa com lâmpadas fluorescentes na via pública. A mesma deveria estar armazenada na loja e posteriormente ser encaminhada para o importador ou fabricante.
Mesmo com todo calor do dia de hoje dei uma de detetive e encontrei o endereço da loja, que está localizada na Av. Alberto Torres e prontamente chamei o fiscal da limpeza, que exigiu a retirada imediata por parte da loja.
Detalhe curioso é que esta semana eu ouvi da gerência de uma grande empresa da cidade, que tem responsabilidade com a gestão ambiental dos resíduos, que recolhe as lâmpadas da sua empresa e entrega nesta loja, na qual o Secretário descobriu o fato divulgado.
Esta cena ocorreu na Av. Alberto Torres, ao lado da Igreja Nossa Senhora Boa Morte.
Que a luz - não desta lâmpada, mas a divina, possa iluminar este comerciante irresponsável e mentiroso.
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