quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Brasil tem 202 milhões de habitantes

Brasil tem 202 milhões de habitantes, diz IBGE

O Estado mais populoso é São Paulo, com 44.035.304 de moradores

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O Brasil tem 202.768.562 habitantes, aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dados específicos sobre cada município foram divulgados nesta quinta-feira, 28, e estão presentes em resolução publicada no Diário Oficial da União. Os números são aplicados nos cálculos de repasses de recursos aos municípios e são utilizados também pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A posição reflete a população no começo de julho deste ano.
O Estado mais populoso é São Paulo, com 44.035.304 habitantes. Roraima tem a menor população: 496.936 habitantes. Minas Gerais fica em segundo lugar, com 20.734.097 habitantes. O Estado do Rio de Janeiro tem a terceira maior população do País, com 16.461.173 habitantes.
O município de São Paulo é citado com 11.895.893 habitantes; o município do Rio de Janeiro, com 6.453.682 habitantes; Belo Horizonte, com 2.491.109 habitantes; Porto Alegre, com 1.472.482 habitantes; Recife, com 1.608.488 habitantes; e Manaus, com 2.020.301 habitantes. As tabelas apresentadas hoje mostram, também, que o País tem municípios com pequena população, como Borá, em São Paulo, com 835 pessoas. A localidade fica a cerca de 500 quilômetros da capital paulista.
O IBGE explica que as "Estimativas da População para Estados e Municípios", com data de referência em 1º de julho de 2014, atende exigências estabelecidas pela Lei nº 8.443/1992 e pela Lei complementar nº 143/2013. Essas leis estabelecem que a "entidade competente do poder executivo federal fará publicar no Diário Oficial da União, até o dia 31 de agosto de cada ano, a relação das populações dos municípios, e até 31 de dezembro, a relação das populações dos Estados e do Distrito Federal, para os fins previstos na Lei nº 8.443".

terça-feira, 14 de outubro de 2014


Seca no sudeste: por que só atacar o bolso do consumidor é estupidez

A piada é sobre a seca na Califórnia mas poderia ser sobre a nossa.
 
10.10.2014 07h00m

Irene conta: “São Paulo está tão seco que alguém roubou minha garrafa d’água e deixou de lado o meu iphone”. Mas não tem nada de engraçado nisso pois a seca no sudeste não esvazia só os reservatórios paulistas. A Agência Nacional de Águas revelou que o estado das principais bacias hidrográficas brasileiras ameaça cerca de 40 milhões de pessoas.
Há uma percepção de que a escassez de água é reflexo de questões quase inevitáveis como o Aquecimento Global, o crescimento populacional e o consequente aumento da demanda de água na produção de alimentos e para os usos doméstico, industrial e municipal. Muita gente coça a cabeça e conclui que não há nada a fazer. Mas a “crise da agua” poderia ser mitigada pela forma como este recurso é gerido e utilizado. Por exemplo, melhorar o abastecimento inclui aumentar o acesso aos Recursos Hídricosconvencionais, a reutilização da água de drenagem e esgoto, as transferências inter-bacias, a dessalinização e o controle daPoluição e da saúde das margens e mananciais. E ainda: equilibrar as medidas de alocação, de fornecimento e do uso desse recurso visto a variação dos ciclos hidrológicos.


“Mas tem políticos e gestores dizendo que o controle do uso da agua se resume a mexer no bolso do consumidor. Vai lá...aumenta o preço! Cobra mais imposto! Faz uma lei! Cobra uma multa! Ou seja, o de sempre... Ninguém fala em como educar e incentivar o uso responsável da água”, Irene se exalta. E exemplifica: “o que dizer daqueles que varrem o chão com a mangueira ou mantem o carro impecavelmente lavado?”. Eu também acho que qualquer um se surpreenderia ao saber que manter nosso consumo médio de café diário envolve cerca de 130 litros de água. De fato, quase ninguém, mesmo os business men, tem ideia de quanta água vai na fabricação de nossos favoritos produtos de consumo.


E aí entra a ciência, mais uma vez. Muitos estudos têm proporcionado formas de medir a “pegada de água” de diferentes países e produtos específicos. Introduzida por Arjen Hoekstra em 2003, a “pegada de água” é um indicador do uso direto e indireto de água. Exemplo: a produção de carne e produtos agrícolas detém uma alta “pegada de água”. Daí a pressão sobre os Recursos Hídricos nos países produtores como o Brasil, um grande celeiro mundial. A coisa se complica pela crescente afluência da população mundial que demanda cada vez mais alimentos além de optar por dietas contendo mais carne e lacticínios.


A Water Footprint Network já propôs padrões globais para que as empresas calculem sua “pegada de água”: um paradigma que, em tese, seria aplicável a qualquer produto desde uma caixa de fósforos até artigos eletrônicos. A “pegada de água” confronta produtores e consumidores sobre o impacto de seus comportamentos em relação a esse valioso recurso.

Daí vem a ideia de agregar aos rótulos dos produtos suas respectivas pegadas hídricas, tal como já se faz para o conteúdo nutricional e calórico dos alimentos. Em tese, isso despertaria a consciência dos consumidores os incentivando a resistir produtos intensivos no uso de agua, e os fabricantes teriam motivos para reduzir o desperdício. Afinal, os padrões propostos para a “pegada de água” tornaram relativamente fácil quantificar o consumo e o desperdício deste recurso em ambientes de fábrica.


Algumas empresas têm assumido a liderança. Em 2006, a Coca-Cola revelou que usou 80 bilhões de galões de água para produzir suas bebidas. E mais: prometeu substituir cada gota usada (como eu não sei...). Em um artigo publicado no Relatório do Institute for Water Education da Unesco-IHE a brasileiríssima Natura mostrou ser a primeira empresa a quantificar a “pegada de água” total da empresa, considerando todo o ciclo de vida de seus produtos: desde a etapa de suprimento de matérias-primas, de produção, de distribuição até o uso pelo consumidor final. Sua iniciativa foi/é venerável visto que outras empresas se limitaram a quantificar a “pegada de água” na esfera operacional (fábrica).


Mas ainda temos desafios: onde se traçaria o limite de responsabilidade pelo uso da água ao longo da cadeia produtiva? Imagine que as matérias-primas necessárias sejam entregues por um caminhão. A empresa em questão deveria adicionar a “pegada de água” do caminhão ou do diesel usado pelo veículo? Será que um fabricante de bebidas deveria contabilizar a água usada para cultivar o açúcar que é usado em seus produtos? Ou esses dados deveriam ser parte da “pegada de água” do fornecedor? Sem um consenso sobre essas e outras questões será difícil equipar os consumidores com informações comparáveis e úteis.

De qualquer forma, medir a “pegada de água” na fabricação de um produto ou na oferta de um serviço por empresas ou governos geraria uma melhor compreensão sobre o impacto nos Recursos Hídricos locais e os ajudaria a alcançar decisões apoiando a sustentabilidade desse recurso nos âmbitos local e global.

Educar e equipar consumidores, governos e empresas seria uma das iniciativas necessárias para evitar crises futuras. Mas...simplesmente mexer no bolso do consumidor é uma saída estúpida, como tantas outras “soluções” aplicadas aos problemas do nosso país!

O passado remoto do rio Amazonas

O passado remoto do rio Amazonas

Erosão nos Andes pode ter unido antigas bacias hidrográficas e formado o Amazonas

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Wikimedia Commons
O debate sobre a origem do rio Amazonas continua tão vasto quanto o próprio rio, o maior do mundo, com 7 mil km de extensão e 20 km de largura na altura de Manaus.

Depois de uma equipe do Rio de Janeiro ter concluído, com base em fósseis de peixes, que há 2,5 milhões de anos um esboço do rio Amazonas corria para oeste e desaguava em uma área hoje árida do Caribe, um geofísico de São Paulo apresenta uma nova possível explicação para a formação do rio e da bacia Amazônica, sugerindo que suas águas já fluíam para leste há muito mais tempo, há cerca de 10 milhões de anos.

De acordo com essa proposta, obtida por meio de uma simulação matemática da evolução do terreno e do depósito de sedimentos na região, o rio Amazonas teria tomado seu sentido atual, de oeste para leste, não só em consequência de alterações no interior da Terra que desencadearam um soerguimento da porção oeste da Amazônia, de acordo com a abordagem tradicional, mas também como resultado da movimentação da própria superfície terrestre. Um aumento na erosão das cordilheiras andinas pelas intempéries teria criado o declive que se estende dos Andes à Ilha de Marajó e por onde hoje escorre um quinto das águas fluviais do planeta.

"Mostrei que a própria dinâmica da erosão e sedimentação teria sido capaz de modificar a drenagem da região", afirma o geofísico Victor Sacek, professor da Universidade de São Paulo (USP), que detalhou essa hipótese em um artigo publicado on-line em julho na revista Earth and Planetary Science Letters. Suas conclusões convergem com as do geólogo Paulo Roberto Martini, cuja equipe estabeleceu em 2008 o rio Amazonas como o mais extenso do mundo.

"A rapidez com que os Andes crescem e a erosão que o Amazonas provoca na cordilheira são monumentais", diz Martini. "O rio transporta para o mar o equivalente a mais de um Pão de Açúcar inteiro de sedimentos por mês."

Para entender essa hipótese, é preciso rever a evolução da paisagem na região. Há 24 milhões de anos, no início do período geológico conhecido como Mioceno, as nascentes dos rios do norte da América do Sul não ficavam nos Andes, como hoje, mas em relevos bem menos expressivos a oeste, que dividiam as águas da região em duas bacias hidrográficas distintas.

A leste do divisor de águas, os rios desciam em direção à atual foz do Amazonas. A oeste, os rios seguiam na direção oposta, rumo a bacias aos pés dos Andes, e alimentavam imensos lagos e pântanos, que formavam uma área alagada 20 vezes maior que o atual pantanal mato-grossense, conhecido como Sistema Pebas.

A geóloga Carina Hoorn, da Universidade de Amsterdã (Holanda), com base em rochas e fósseis colhidos à margem de rios, argumenta que as bacias separadas pelo Arco Purus teriam começado a se fundir há 16 milhões de anos. Desse modo, o rio Amazonas e sua bacia teriam ganho sua extensão atual durante os 6 milhões de anos seguintes, quando a inclinação do relevo do norte do continente fez a água dos lagos entre os Andes e o Arco Purus começar a fluir por rios preferencialmente para leste.

A equipe do geólogo Jorge de Jesus Figueiredo, da Petrobras, depois de coletar e analisar amostras de rochas em poços de sondagem no fundo do mar próximo à foz do Amazonas, chegou a conclusões que reforçaram a hipótese de Carina.

Metas de Aichi podem não ser alcançadas, alerta relatório divulgado na abertura da COP 12

Metas de Aichi podem não ser alcançadas, alerta relatório divulgado na abertura da COP12Suzana Camargo - 10/2014 

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O documento Global Biodiversity Outlook* foi divulgado hoje.......durante a cerimônia de abertura da 12ª Conferência da Convenção das Partes sobre Diversidade Biológica (COP12), na cidade de Pyeongchang, na Coreia do Sul.
Segundo o relatório, dificilmente muitas das Metas de Aichi (criadas em 2010 para garantir a conservação da biodiversidade do planeta durante o encontro de Nagoya, no Japão) serão alcançadas, entre elas reduzir pela metade a perda de habitats, diminuir a poluição e a sobrepesca, e desacelerar drasticamente a extinção de animais até 2020.
Recentemente o estudo Living Planet 2014, publicado pela organização WWF, afirmou que 52% das espécies animais do planeta foram extintas desde 1970.
Praticamente cinco anos após o lançamento do Plano Estratégico para a Biodiversidade 2011-2020, e justamente na Década da Biodiversidade das Nações Unidas, o Global Biodiversity Outlook aponta que houve progressos, mas não suficientes. “Precisamos ampliar estes esforços”, disse Braulio Ferreira de Souza Dias, secretário executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica 
​Para especialistas, as Metas de Aichi só conseguirão ser atingidas se houver um esforço internacional que inclua mudanças no uso eficiente do solo, água, energia e outros recursos naturais, além de uma transformação radical no sistema de produção de alimentos e nos hábitos de consumo da nossa sociedade.

Philips transfere atividades para escritório sustentável e implementa jeito inovador de trabalhar

Philips transfere atividades para escritório sustentável e implementa jeito inovador de trabalhar

A Philips oferece em seu portifólio produtos nas áreas de iluminação, cuidados com a saúde e consumo e estilo de vida, que visam proporcionar saúde e bem-estar às pessoas. Em linha com o objetivo de ser líder em saúde e bem-estar, a Philips do Brasil apresenta sua maneira inovadora de trabalhar dentro do conceito Workplace Innovation (WPI). O objetivo desse conceito é tornar o ambiente de trabalho um local onde as pessoas tenham todas as condições de trabalhar de maneira inteligente, eficiente, sustentável e ao mesmo tempo com mais qualidade de vida.
Fonte: Google Imagens
Por meio do design e de uma nova filosofia de gestão a Philips revoluciona a sua forma de trabalhar, proporcionando equilíbrio entre a vida pessoal e profisisonal. Tudo para alinhar ainda mais o seu dia-a-dia á sua missão de ser a empresa líder em saúde e bem-estar. Não ter mais estação de trabalho fixa, interagir com as diversas áreas da empresa, conscientizar-se para o uso do squeeze em vez do copinho plástico, usufruir de espaços diferenciados para as atividades diárias, contar com tecnologia de ponta para a comunicação, imprimir menos papel, horários flexíveis  e  home office como opção de trabalho,  escolher a escada em vez do elevador. Essas são algumas das características da nova realidade de trabalho da Philips. Um conceito global desenvolvido especialmente para a empresa, que estimula seus funcionários a transformar, por completo, a forma de executar as atividades e a viver a sustentabilidade todos os dias. Essa mudança acontece mundialmente  e o Brasil é um dos 7 países, único da América Latina, que já adotou o WPI. Os outros países que já o adotaram são: EUA, Turquia, Holanda, China, Índia e Suécia. Outros 36 projetos estão em desenvolvimento em todo o mundo, seguindo guidelines de sustentabilidade, inovação e mobilidade.
O projeto brasileiro proporciona uma estrutura moderna que contempla um novo escritório – modelo único na América Latina –  tecnologias que permitem integração total entre todas as equipes, tanto do Brasil quanto do exterior, e critérios de sustentabilidade que visam à certificação da Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), da US Green Building Council, na categoria escritório verde. Todo o trabalho de implementação do WPI busca o equilíbrio de três pilares fundamentais: Pessoas, Ambiente e Tecnologia, ingredientes fundamentais para uma receita equilibrada de produtividade e qualidade de vida.
“O WPI é um dos principais pilares para nos ajudar a atingir a meta de nos tornarmos uma empresa líder em saúde e bem-estar. A Philips adotou novos conceitos que reforçam o foco em sustentabilidade, inovação e mobilidade e tem como principal expectativa a prática desses princípios. Nosso maior desejo é proporcionar bem-estar aos nossos funcionários, clientes e parceiros, estimular a consciência e a responsabilidade socioambiental, mostrar que é possível atuar no mercado de trabalho com muita competitividade, porém com respeito aos nossos valores.  Queremos que cada um faça sua parte dentro e fora da empresa, contribuindo para um planeta melhor e mais sustentável”, afirma o presidente da Philips do Brasil, Marcos Bicudo.
Na prática, as mudanças foram incorporadas meses antes da mudança, com treinamentos e preparação dos funcionários para a nova realidade, limpeza geral do escritório antigo – reciclando toneladas de papel – e construção do escritório em si, uma obra limpa, onde tudo foi feito de maneira adequada, visando a economia de recursos e descarte adequado de materiais.  Os cuidados com cada detalhe foram minuciosos, 35 espaços foram analisados antes da escolha final. Fatores como a localização, o suporte de tecnologias e as rotas para o transporte ajudaram a determinar a escolha do novo escritório, que agora está no Castelo Branco Office Park, em Barueri (SP).
São oito mil m2 distribuídos por quatro andares. Não há mais diferenciação estrutural hierárquica e poucas pessoas têm estações de trabalho fixas, o que permitirá ao funcionário integração com todas as equipes e flexibilidade de trabalhar no espaço que melhor lhe for útil para determinada atividade, inclusive em casa, se for necessário. Um dos andares é dedicado aos serviços, como agência bancária, ambulatório, Espaço Mais Vida (relaxamento e massagem), salas de treinamentos e lanchonete.
Os projetos de arquitetura, iluminação e tecnologia foram as principais ferramentas que permitiram a implementação do conceito WPI da Philips. O novo espaço foi desenvolvido com foco  na necessidade dos usuários. Os ambientes de trabalho foram dimensionados, iluminados e mobiliados de acordo com a atividade que será realizada naquele local. O projeto de iluminação contempla o que há de mais moderno no portfólio mundial da Philips. Os recursos têm iluminação com LEDs, sensores de presença e sistemas de luz dinâmica que permitem uma ambientação personalizada capaz de simular diversas variações de luminosidade. As luminárias aplicadas são de design futurista, algumas inéditas no Brasil, e permitem, além da sensação de bem-estar para o trabalho, a economia eficiente de energia.
Para garantir os princípios de mobilidade, flexibilidade e produtividade, a Philips disponibiliza aos funcionários uma série de recursos tecnológicos. Há um sistema de conexão completa (seja por e-mail,  compartilhamento de dados, comunicador interno, webmeetings (Connect Meeting e Connect Webmeeting) e conexões para chamadas telefônicas. Assim, fica ainda mais fácil localizar todos da empresa. Há ainda internet sem fio em todos os andares, acesso ao prédio simplificado com cartão inteligente, telefone celular, aplicações para chamadas VoIP gratuitas para chamadas de PC para PC e reuniões virtuais. Além disso, a empresa possui sistema de impressão e digitalização de arquivos central, que estimulará a redução de impressões de uma forma geral, economizando o uso de papel e estimulando uma rotina sustentável.
O novo ambiente de trabalho, além de ser um show case da empresa, reforças um valor essencial da Philips que é depender um dos outros. A liberdade , a responsabilidade e busca por resultados excelentes fazem parte do conceito do novo escritório da organização.
Fonte: Google Imagens
Sobre a Philips do Brasil
A Philips do Brasil é uma subsidiária da Royal Philips Electronics da Holanda e atua no País há 86 anos. Líder dos mercados locais de eletroeletrônicos, eletrodomésticos portáteis, produtos para cuidados pessoais, lâmpadas, aparelhos de raio X e sistemas de monitoramento de pacientes. Outras informações para a imprensa estão disponíveis no site da Philips do Brasil.
Sobre a Royal Philips Electronics
A Royal Philips Electronics da Holanda (NYSE: PHG, AEX: PHI) é uma empresa diversificada de saúde e bem-estar, com foco em melhorar a vida das pessoas por meio de inovações oportunas.  Líder global em cuidados com a saúde, estilo de vida e iluminação, a Philips integra tecnologia e design ao prover soluções para as pessoas, baseadas fundamentalmente em pesquisas com consumidores e na promessa de marca “sense and simplicity”. Com sede na Holanda, a Philips emprega aproximadamente 116 mil funcionários em mais de 60 países. Com um volume de vendas de 23 bilhões de euros em 2009, a empresa é líder de mercado em soluções para cuidados cardíacos, cuidados com a saúde em casa, soluções eficientes em iluminação e novas aplicações de iluminação, bem como em produtos de consumo e estilo de vida para o bem-estar pessoal, com forte posicionamento em flat TV, barbeadores elétricos, entretenimento portátil e saúde bucal.
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Nota: Sempre abri as portas do VivoVerde para empresas que sabem trabalhar com o verdadeiro conceito de meio ambiente, fugindo dos paradigmas de “sustentabilidade”. Novas ações podem servir de estímulo para grandes, médias e pequenas empresas que queiram implementar estas ideias (de baixo susto até) em seu dia-a-dia. O VivoVerde apoia!
Esta matéria não é publicitária.
Recebida via e-mail: contato@vivoverde.com.br
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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

ANA abre inscrições para cursos gratuitos à distância sobre água

ANA abre inscrições para cursos gratuitos à distância sobre água
13 de Outubro de 2014 •


Estão abertas as inscrições para cinco mil vagas em cursos gratuitos à distância, oferecidos pela Agência Nacional de Águas (ANA), sobre temas da área de recursos hídricos, como monitoramento da qualidade da água e comitês de bacias hidrográficas. As matrículas podem ser realizadas através da página de cursos a distância da ANA. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição e cada aluno poderá se inscrever em até dois cursos.
Já no período entre os dias 13 e 19, acontecerá o curso Sala de Situação: Fique por Dentro, que ensina sobre a Sala de Situação da ANA, que monitora eventos críticos, como cheias e secas. Esta capacitação tem quatro horas de carga e é aberta a todos os interessados no tema. Neste caso, todas as pessoas que se inscreverem poderão participar, sem limite de vagas. Após as inscrições, os alunos terão 24 horas para receberem por e-mail as orientações para realização da capacitação.
Três cursos terão atividades de 21 de outubro a 16 de novembro. Com carga de 40 horas, o cursoCaminho das Águas visa a promover a educação e a conscientização da sociedade, a partir de conceitos e práticas sustentáveis relacionadas aos recursos hídricos
O curso Comitê de Bacia: o que É e o que Faz? tem como público membros de comitês, agentes gestores e demais interessados. Com 20 horas de carga, a capacitação aborda as atribuições e responsabilidades destes colegiados – que são parlamentos da água nas bacias – e incentiva a participação da sociedade na gestão de recursos hídricos. No caso da capacitação o curso deMonitoramento da Qualidade da Água, as atividades têm uma carga de 40 horas.
Para o curso Medindo as Águas do Brasil: Noções de Plu e Fluviometria estão previstas duas turmas, sendo que a primeira terá atividades entre 21 de outubro a dois de novembro e a segunda irá de três a 16 de novembro. Com carga de dez horas, a capacitação tem o objetivo de ensinar conceitos sobre as medições das águas da chuva (pluviometria) e dos rios (fluviometria). O curso também aborda o gerenciamento, uso e importância das informações coletadas; a automação na coleta de dados; e a Rede Hidrometeorológica Nacional.
Os alunos que atingirem a partir de 60% de aproveitamento nas avaliações receberão certificado digital. O tempo de duração pode ser menor que o previsto, conforme o desempenho de cada participante. Para facilitar a aprendizagem, as atividades estão estruturadas através de uma navegação sequencial entre módulos e o material está disponível em formato PDF.


Prefeituras decretam multa para quem desperdiçar água

Os problemas causados pela falta de chuva em Minas estão obrigando prefeitos a adotar medidas drásticas para evitar o desperdício de água.
 
Apenas campanhas educativas e rodízio não estão sendo suficientes para conscientizar a população.

Quem for flagrado desperdiçando água em Formiga (Centro-Oeste), como lavar a calçada e o carro com mangueira, poderá ser multado em até R$ 180, conforme decreto do Executivo. “Chegamos a fazer rodízio, mas não resolveu. Muitas pessoas continuam usando água inadequadamente”, justificou o diretor-geral do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Ney Araújo.

Na primeira vez que os fiscais abordarem o morador, ele será orientado sobre a necessidade de economizar água. Na segunda, a multa será aplicada. Havendo uma terceira incidência, o fornecimento do serviço será cortado.

Apenas na semana passada foram expedidas 500 notificações. Ney explicou que a vazão do rio Formiga é, normalmente, de 187 litros por segundo. Porém, nessa quinta-feira (9), atingiu menos da metade: 90 litros por segundo. “A situação é crítica. A água que captamos vem da cabeceira do rio. O restante é só esgoto”.

A punição também foi a alternativa encontrada pela Prefeitura de Itapecerica (Centro-Oeste) para evitar que a situação se agrave. O morador que desperdiçar água terá que pagar R$ 120.

Já Igarapé, na Grande BH, estuda implementar medida semelhante. “Aguardamos a aprovação da Copasa sobre quanto tempo o sistema rio Manso conseguirá fornecer água para a cidade”, disse o secretário municipal de Administração, Leandro Pereira.

Sem Aulas

Em Oliveira (Centro-Oeste), as aulas na rede pública foram suspensas há uma semana, afetando cerca de 7 mil alunos, e só devem ser retomadas em 20 de outubro. A medida, segundo o prefeito João da Madalena, foi necessária porque há risco de não ter água suficiente para a limpeza das escolas. “Questão de saúde pública. Essa é uma das piores captações de água da história”, disse.

O racionamento também motivou o cancelamento de um evento no início da semana na Universidade Federal de Viçosa (UFV), na Zona da Mata, com 20 mil participantes. A direção da instituição determinou a redução em 25% do volume de água captado na represa da universidade.

Plano de Segurança

O Instituto Mineiro de Gestão de Águas (Igam) planeja instituir um plano de segurança hídrica para 2015. O objetivo é fazer um diagnóstico com ações preventivas para as situações em todos os períodos – seca e chuva – no Estado. “No momento, todas as bacias mineiras estão com o nível baixo. No entanto, quando o período chuvoso atingir seu ápice, o problema da seca termina e começa o das enchentes”, explicou a diretora-geral do Igam, Marília de Melo.

Medida paliativa tem resultado positivo

Com a estiagem prolongada, medidas adotadas pelos municípios para serem paliativas acabaram se tornando alternativas eficazes para evitar o desabastecimento. É o caso das pequenas barragens formadas com sacos de areia para aumentar a captação no rio e das manobras para direcionar e controlar a água para os bairros, garantindo que moradores sejam abastecidos por certo tempo num mesmo dia e evitando o racionamento.

São os casos de Manhuaçu e Governador Valadares, dois dos 228 municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Doce – 26 capixabas e 202 mineiros – que figuram entre os mais atingidos pela estiagem. Em Valadares, o nível do rio chegou a 29 centímetros negativos há duas semanas.

De acordo com a direção do SAAE, o abastecimento é garantido por causa das manobras, da dragagem e a construção de uma barragem com sacos de areia no principal ponto de captação de água. Uma bomba submersível também foi instalada no rio.

Em Manhuaçu, manobras são feitas para levar água para os bairros. Segundo o diretor do SAAE, Jorge Aguiar, as pequenas barragens têm ajudado a garantir o abastecimento. “Estamos fazendo manobras diárias, revezando para não racionar. Esperamos vencer essa estiagem com elas”. Aguiar disse ainda que as campanhas de conscientização apresentam resultados positivos.

Vazão na represa de Três Marias é reduzida

A vazão da represa de Três Marias (região Central de Minas) foi reduzida de 150 metros cúbicos para 140 metros cúbicos. A medida foi autorizada nessa quinta-feira (9) pela Agência Nacional de Águas (ANA), em reunião com o Operador Nacional do Sistema (ONS) e o Comitê da Bacia do Rio São Francisco. Por causa da seca prolongada, a situação do Velho Chico é a pior em 83 anos, desde que as vazões começaram a ser medidas, em 1931.

O nível da represa está em apenas 4,4% (551 metros). Um cronograma para novas reduções foi agendado até o fim do ano. Segundo o presidente do comitê, Anivaldo Miranda, a medida pretende frear a queda do nível do reservatório e chegar até o fim de novembro com 2% do volume útil.

Anivaldo disse que, com a forte estiagem, os prejuízos financeiros e ambientais ao longo do rio superam milhões de reais. “Um cenário drástico pode se transformar em catastrófico”, ressaltou.

Uma nova reunião sobre a situação do Velho Chico será realizada no fim do mês, e a Cemig levará dados de testes feitos com turbinas para avaliar a produção de energia com a vazão menor.

Caminhada na Praça da Liberdade

No próximo domingo, a Praça da Liberdade será o ponto de partida da Caminhada pela Água, realizada pela Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (Abas). A concentração está marcada para as 8h. O espaço público também receberá, a partir deste sábado (11), uma exposição interativa
sobre o tema.

A mostra “Venha conhecer o fundo do poço – de onde vem a água que você bebe” será aberta às 9h30. Além de falar sobre economia e desperdício da água, os trabalhos ressaltam a importância do líquido para a vida e história dos povos e mostra de onde vem a água que bebemos. O público poderá visitar a exposição até o dia 19 de outubro.

FONTE :HOJE EM DIA

Mais de 30 pássaros silvestres apreendidos em residência de SFI

Mais de 30 pássaros silvestres apreendidos em residência de SFI

Ação se deu através de uma denúncia anônima aos agentes
 Reprodução / Blog Show Francisco

Ação se deu através de uma denúncia anônima aos agentes

Uma ação conjunta da Secretaria de Meio Ambiente e a Unidade de Policiamento Ambiental (UPAm) do Desengano apreendeu vários pássaros silvestres na tarde desta quinta-feira (02/10), na localidade de Ponta da Ilha, no município de São Francisco de Itabapoana.
Segundo informações do secretário de Meio Ambiente, Cláudio Henri, o objetivo das constantes ações é coibir os crimes contra a fauna. A ação se deu através de uma denúncia anônima e ao chegarem ao local, uma residência foram encontrados 10 pássaros da espécie Tiziu, 18 coleiros, sete sanhaço e um coleiro do brejo, totalizando 36 pássaros.
O proprietário da casa, identificado com as iniciais C.A.A.M, de aproximadamente 40 anos teria confessado que capturava os animais e os mantinha em cárcere.
Também na tarde desta quinta-feira, durante uma denúncia anônima, os agentes estiveram em uma área de taboa, na localidade de Amontado, em SFI, onde estava sendo praticada queimada. No local nenhum suspeito foi localizado.
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Reprodução da Folha de S. Paulo online
Reprodução da Folha de S. Paulo online


Em seu depoimento à Justiça Federal, o ex-diretor da PETROBRAS Paulo Roberto Costa além de mostrar as entranhas da corrupção na estatal revelou um fato que pode causar muita polêmica no Rio de Janeiro. Disse que organizou este ano reuniões para um candidato a governador, inclusive para arrecadar fundos e montar programa de governo na área de energia. Até as paredes da CEDAE sabem quem organizou a reunião. Afinal quem na CEDAE foi funcionário de carreira na PETROBRAS junto com Paulo Roberto Costa? E "Paulinho", como o homem da CEDAE o chama, estava empenhadíssimo, haviam inclusive prometido a ele um cargo de secretário no próximo governo. 

FONTE BLOG DO GAROTINHO

domingo, 12 de outubro de 2014

Poluição plástica nos mares: problemas para a fauna e para o ser humano

Poluição plástica nos mares: problemas para a fauna e para o ser humano

Medidas estão sendo tomadas, mas impacto ambiental continua grande

Pesquisadores da The University of Western Australia e da CSIRO Wealth from Oceans Flagship fizeram um estudo, ao fim de 2013, em que puderam apurar que a cada quilômetro quadrado de água da superfície do mar australiano está contaminado por cerca de quatro mil pequenos fragmentos de plástico. Essa pesquisa permitiu o primeiro mapeamento de plásticos flutuantes marinhos no litoral australiano. O professor Charitha Pattiaratchi afirmou que, em hotspots ("pontos quentes" - regiões de grande biodiversidade), plásticos foram encontrados no mar perto de áreas densamente povoadas, em regiões em que as correntes oceânicas convergem. Mas esse problema está muito mais próximo do que podemos imaginar.
No litoral brasileiro, a maior parte de lixo marinho é plástico. Fatores como o descarte incorreto dos banhistas, de embarcações e falta de coleta seletiva em determinadas regiões faz com que esse resíduo sólido entre em contato no ambiente marinho e acarrete diversos tipos de problemas para o ecossistema.
No país, o aumento de consumo de peixe aumentou 196% entre 2002 e 2010, conforme último levantamento feito pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Isso tem gerado preocupações, uma vez que existe o problema com relação à toxicidade do plástico em animais marinhos. Pesquisas realizadas no Brasil comprovaram que alguns peixes apresentam alto índice de toxinas pesadas em seu organismo e isto está diretamente ligado à poluição de rios e oceanos.
O professor Alexander Turra do Laboratório de Manejo, Ecologia e Conservação Marinha do Instituto Oceanográfico, criado no ano de 2012, quer coletar e monitorar o lixo marinho com o objetivo de compreender a fonte do resíduo, identificar características como: tipos, materiais, porcentagem, número e peso. O projeto monitora seis praias do litoral de São Paulo e está em expansão para abranger um maior número de praias.
Consequências e envolvimentos
Problemas como formação de ilhas de plásticos nos oceanos, asfixia, ingestão e envenenamento em animais marinhos, são resultantes do lixo humano nos mares. Estudos realizados no atum destinado ao consumo humano detectaram microplásticos em seu estômago, o que significa que também estamos expostos a esse problema. “Há cada vez mais evidências de que animais marinhos, que vão desde o plâncton às baleias, ingerem grandes quantidades de plásticos carregados de poluentes, que possa então ser incorporado na cadeia alimentar”, explica Doutor Reisser, PHD do UWA Oceans Institute.
Os plásticos têm altos índices de absorção de poluentes e substâncias tóxicas e podem sofrer alteração com a exposição aos raios ultra violetas e a água salgada, juntando-se ao plâncton. Logo, um peixe ou qualquer tipo de animal marinho que se alimente desses materiais corre o risco de contaminação.
Há investimentos em tecnologias que podem ajudar nesse controle do lixo humano, como o desenvolvimento do "robô aquático" que navega pelos oceanos coletando plásticos e do "filtro auto-sustentável marinho", que filtra o resíduo de diversos tamanhos. E também há o processamento do plástico encontrado no oceano para utilizar na produção de embalagens como a "garrafa feita de plástico do oceano". Essas iniciativas junto com outras podem contribuir na redução desse material nos oceanos, mas ainda são muito iniciais.
Se você tem dúvidas de onde descartar aquele material que você não utiliza mais, clique aqui para ver locais onde você possa descartar corretamente e evite contribuir para aumentar a poluição marinha.

Sinalização de trilha reúne 600 voluntários no Rio

Sinalização de trilha reúne 600 voluntários no Rio















Foi um enorme sucesso a ação voluntária para sinalizar 100km da Trilha Transcarioca, o maior caminho ecológico carioca, ligando Grumari ao Pão de Açúcar. Nada menos do que 600 voluntários participaram do mutirão que sinalizou 34 trechos da trilha, no domingo. A ação conjunta envolveu 23 organizações, entre instâncias públicas das três esferas, organizações do terceiro setor e grupos de excursionistas. A Transcarioca deverá estar 100% implementada em 2016.

fonte: JORNAL O GLOBO

bope e Datafolha: Aécio tem 46%, e Dilma, 44%

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (9) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Aécio Neves (PSDB): 46%
- Dilma Rousseff (PT): 44%
- Branco/nulo/nenhum: 6%
- Não sabe: 4%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente. É o primeiro levantamento divulgado pelo instituto no segundo turno da eleição presidencial.
Votos válidos
Se forem excluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição, os índices são:
Aécio – 51%
Dilma – 49%
Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.
O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 205 municípios de 7 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01071/014.
1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (9) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Aécio Neves (PSDB): 46%
- Dilma Rousseff (PT): 44%
- Branco/nulo: 4%
- Não sabe/não respondeu: 6%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente. É o primeiro levantamento divulgado pelo instituto no segundo turno da eleição presidencial.
Votos válidos
Se forem excluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição, os índices são:
Aécio – 51%
Dilma – 49%
Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente. O Datafolha ouviu 2.879 eleitores nos dias 8 e 9 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01068/2014.
1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).
Fonte: G1

sábado, 11 de outubro de 2014

O Gol do plástico na Copa do Mundo

O Gol do plástico na Copa do Mundo
30/06/2014
Ao longo dos anos, com a evolução tecnológica, o plástico se tornou um dos materiais mais utilizados em todo o mundo, considerado um recurso que facilita e dinamiza muitas atividades do dia-a-dia. Dos utensílios domésticos aos veículos de transporte, da logística à agricultura, até a aplicação em estádios e equipamentos esportivos, são inúmeras as soluções plásticas desenvolvidas pela indústria química.
Com as atenções voltadas à Copa do Mundo deste ano, realizada no Brasil, os estádios podem ser vistos como um dos principais campos de aplicação do plástico e seus derivados: cadeiras, pintura, traves do gol, estruturas de suspensão, copos descartáveis, tampas e rótulos de bebidas, tudo isso contém elementos como polietileno, polipropileno ou PVC.
A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, é uma das empresas responsáveis por vários destes produtos, como o xileno. O composto faz parte das tintas e solventes aplicados nas traves, nos postes de iluminação e nos suportes dos refletores nos estádios, garantindo maior durabilidade e proteção anticorrosiva às superfícies.
Os assentos das cadeiras também contêm elementos plásticos em sua composição. Nos estádios Arena Fonte Nova (BA), Mané Garrincha (DF) e Itaquerão (SP), o polipropileno produzido pela Braskem serve como a matéria prima para os assentos. No caso do estádio do Morumbi, em São Paulo, os assentos utilizaram polietileno verde, polímero desenvolvido a partir da cana de açúcar, matéria-prima renovável, e produzido em larga escala exclusivamente pela Braskem.
No Maracanã, que sediará a grande final da Copa do Mundo, um dos componentes que reveste a cobertura do estádio é a Unilene, resina hidrocarbônica de petróleo de baixo peso molecular, que auxilia na resistência à ação da luz e do tempo e na performance de características isolantes.
O plástico se tornou ainda uma opção atraente para a confecção de produtos esportivos, como chuteiras, luvas de goleiro e bolas. Devido ao baixo custo de produção, o couro sintético, feito a partir de resinas termoplásticas PVC, é cada vez mais utilizado pela indústria esportiva. Para as roupas dos jogadores, e na rede do gol, os principais compostos são o paraxileno e o cumeno, presentes nas fibras sintéticas de poliéster e nylon.
Além de couro sintético, os solados das chuteiras também utilizam como matéria prima o butadieno, composto presente no revestimento interior das bolas. O plástico é visível até mesmo no gramado dos estádios: o polietileno é um dos compostos usados para a produção da grama sintética aplicada no campo.
O público que assiste aos jogos é outro grande usuário dos referidos itens. Dentro dos estádios, a maioria das cornetas, dos apitos, dos chapéus e de outros acessórios utilizados pela torcida é feita com compostos químicos. Além deles, os produtos comercializados dentro e fora de campo, como saquinhos de salgadinhos, copos descartáveis, tampas e rótulos de bebidas, compõem a variedade de itens que utilizam plástico e derivados em sua composição.

Fonte: ABC do ABC

Racionamento de água chega a 2,8 milhões de pessoas em SP

Racionamento de água chega a 2,8 milhões de pessoas em SP

Redação - VEJA.com - 10/2014
jonrawlinson/Creative Commons



O racionamento oficial de água de São Paulo já atinge 2,77 milhões de pessoas em 25 municípios do Estado. De acordo com levantamento feito pelo jornal Folha de S. Paulo, o número de habitantes afetados pelo rodízio é 32% maior do que em agosto, quando 2,1 milhões de pessoas viviam sob essa condição. O racionamento ocorre em cidades onde o abastecimento de água e o tratamento de esgoto são feitos pelos governos municipais.

O maior município com racionamento é Guarulhos, onde 87% da água é comprada da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A prefeitura diz que estuda a captação de novos mananciais e a Sabesp informou que reduziu a vazão para a cidade por exigência da Agência Nacional de Águas (ANA), que solicitou a diminuição da captação do sistema Cantareira.

CRISE HÍDRICA Desde fevereiro, a Sabesp tem adotado um conjunto de ações para diminuir a retirada de água do sistema, que antes da crise era de 31 mil litros por segundo. Além do desconto na conta para quem economizar água, a concessionária remanejou os recursos hídricos de outros sistemas para bairros atendidos pelo Cantareira e reduziu a pressão da água na rede de distribuição à noite - medida que levou a queixas de falta d’água. Mesmo com essas medidas, a empresa teve de captar água do volume morto do sistema que ainda abastece 6,5 milhões de pessoas só na Grande São Paulo.

Pelos cálculos, a primeira cota do volume morto deve durar até a primeira quinzena de novembro. Para garantir o abastecimento da Grande São Paulo até março de 2015 sem decretar racionamento oficial, a Sabesp pretende usar uma segunda cota da reserva, de 106 bilhões de litros.

A Agência Nacional de Águas (ANA), um dos órgãos reguladores, condicionou a autorização de uso da água à apresentação de um plano de contingência pela companhia, que prometeu entregar uma versão final nesta segunda-feira.

(Com Estadão Conteúdo)