segunda-feira, 12 de agosto de 2013

CONFERENCIA DE MEIO AMBIENTE:PROGRAMAÇÃO

Programação da Conferência

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13/08 – terça-feira
Manhã
Das 8h às 9h – Recepção e credenciamento
9h – Sessão Solene de Abertura
10h – Apresentação e aprovação do regimento interno da Conferência
10h30 – Apresentação das linhas gerais dos temas da Conferência, como subsídios para as discussões nos grupos de trabalho
11h- Apresentação:Politica Nacional de Resíduos Sólidos-FIRJAN
Politica  Municipal de  Resíduos Sólidos:JORGE RANGEL
12h – Intervalo
Tarde
13h30 – Instalação e início das discussões dos grupos de trabalho de acordo com os eixos propostos:
Tema – Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos:
I. produção e consumo sustentáveis;
II. redução dos impactos ambientais;
III. geração de emprego e renda;
IV. educação ambiental.
18h – Encerramento do primeiro dia

14/08 – quarta-feira
Manhã
9h – Continuidade dos trabalhos em grupo/elaboração dos relatórios
12h – Intervalo
Tarde
13h30 – Sessão plenária
I. Apresentação e aprovação dos relatórios dos grupos de trabalho
II. Eleição dos delegados para a Conferência Estadual
18h – Sessão de Encerramento
Resultados esperados para cada etapa Municipal/Regional
5 Ações estratégicas por eixo temático – total 20

Eleição de 6 delegados
Última atualização em Qua, 07 de Agosto de 2013 

FONTE:SITE DA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE 

Como o joão-de-barro: a história de uma casa sustentável

Como o joão-de-barro: a história de uma casa sustentável

Dá para sentir na pele o conforto proporcionado pelas paredes de terra que ajudei a construir Giuliana Capello Arquitetura & Construção - 29/07/2013


Giuliana Capello é jornalista especializada em sustentabilidade e blogueira do Gaiatos e Gaianos,que integra o movimento Planeta Sustentável, da Editora Abril. No fim deste mês, ela lança o livro Meio Ambiente Ecovilas (Senac São Paulo)
Dez anos atrás, ouvi falar de ecovilas e fiquei fascinada com a ideia de morar numa comunidade sustentável. Tempos depois, comprei um terreno na Clareando, em Piracaia, interior de São Paulo. Foi então que, com a ajuda da amiga e arquiteta Lara Freitas, me lancei na aventura de construir minha casa. Mas como ela seria? Eu passava por uma fase de intensa revisão de conceitos, hábitos de consumorelação com a natureza, e queria que o projeto refletisse tudo isso. Ouvia de amigos sobre a morada ser nossa terceira pele (as roupas representariam a segunda) e imaginava que tipo de "pele habitável" eu poderia ter. 


De que forma ela comporia um todo orgânico, coerente, harmonioso? Participei ativamente de cada fase da construção, que se tornou um mosaico de técnicas típicas da bioconstrução. Ajudei a erguer paredes feitas de vários materiais: pau a pique (com trama de bambu e reboco de terra), adobe (os tijolos foram feitos em fôrmas, com barro cru), garrafas de vidro, madeira reflorestada que sobrou da estrutura. Na maior parte do tempo, não havia pedreiros. Apenas eu, meu companheiro na época e os amigos que chegavam para ajudar. 




Juntos brincamos de joão-de-barro, e sentimos na primeira pele que as paredes naturais respiram de verdade e tornam o interior mais salubre e agradável. Descobri o valor do sol para os ambientes, a importância de armazenar a água da chuva e tratar o esgoto criando jardins funcionais. Percebi que um telhado verde realmente oferece o tal do conforto térmico, e que vidros, portas e janelas usados merecem a chance de uma vida mais longa, recondicionada. 



No caminho, aprendi a pintar as paredes com a argila do meu próprio terreno. Hoje, quando recebo a lua cheia em minha sala graças aos enormes painéis de vidro reaproveitado, quando sinto a casa fresca no verão e acolhedora no inverno, ou, ainda, quando trabalho no escritório até o anoitecer sem precisar de luz artificial, vejo que conquistei o que desejava: uma casa mais leve para o planeta, saudável para mim, inspiradora para os que vêm me visitar. Toda vez que contemplo algum cantinho, descubro que cada escolha teve uma razão de ser. Todas elas, agora, se traduzem em histórias, lembranças e lições impressas em tijolos, barro e madeira.

Apetite global por energia subirá 56% até 2040

Apetite global por energia subirá 56% até 2040

Apesar do aumento das fontes renováveis, relatório da AIE - Agência Internacional de Energia prevê que os combustíveis fósseis continuarão a garantir quase 80% da demanda Vanessa Barbosa Exame.com - 25/07/2013


Spreng Ben/Creative Commons

O consumo mundial de energia vai crescer 56% até 2040, prevê um novo relatório AIE - Agência Internacional de Energia, divulgado nesta quinta-feira. A maior parte desse incremento virá de países de fora da OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, onde oapetite energético é estimulado pelo rápido crescimento econômico, como China, Índia, Brasil e África do Sul.


Apesar das energias renováveis e nuclear serem as fontes que mais crescem no mundo, com expansão de 2,5% por ano, o documento IEO2013 - International Energy Outlook 2013 estima que os combustíveis fósseis continuarão a fornecer cerca de 80% da demanda mundial nos próximos trinta anos.



Nessa seara, o gás natural é o combustível fóssil que mais cresce, a uma taxa de 1,7% ao ano. Segundo a agência, o aumento da oferta de gás natural, incluindo de xisto (veja as maires reservas de gás de xisto), ajudarão a atender a alta da demanda.



Para o carvão, o relatório prevê crescimento maior do que o de petróleo e outros combustíveis líquidos, pelo menos até 2030, principalmente devido ao aumento no consumo da China. O setor industrial continuará a representar a maior fatia do consumo de energia, recebendo metade da energia total entregue em 2040.



DISPARADA NAS EMISSÕES
O crescimento econômico das nações em desenvolvimento, alimentado por uma dependência contínua de combustíveis fósseis, será responsável por um salto relevante nas emissões de gases efeito estufa.



Levando em conta as políticas e normas vigentes que regem o uso de combustíveis fósseis, as emissões de carbono associadas à geração e consumo de energia em todo o mundo deverão aumentar em 46% nos próximos 30 anos, em relação às emissões de 2010.



Como o mundo ainda se recupera dos efeitos da recessão global de 2008-2009, a AIE sublinha que muitas das questões econômicas ainda não resolvidas acrescentam um fator de incerteza à avaliação de longo prazo dos mercados energéticos mundiais.

Trabalho em movimento

Notebooks, tablets, smartphones e o acesso à rede wi-fi permitem trabalhar em qualquer ambiente da casa. Não é mais preciso passar o dia trancado no escritório Luciana JardimCasa Claudia -


Jeff Croft/Creative Commons


A dupla mesa e cadeira não desapareceu. Se você trabalha em casa, ainda precisará dela a maior parte do tempo. A novidade é que dá para sair do escritório e espairecer na poltrona ou no quintal sem tirar o olho de seus afazeres. “Meu home office é na edícula de casa. Mas também trabalho na sala e no jardim, respondendo a e-mails, postando imagens na internet. Dessa forma, fico mais perto de meus três filhos”, conta a empresária Leslie Markus, sócia do A Compota, selo que vende fotografias brasileiras. 



“Estamos num momento de transição do trabalho tradicional para o flexível. Nas casas, isso se reflete em ambientes integrados, que servem tanto para reunir a família como receber colegas de profissão e clientes”, diz Sabina Deweik, do instituto de pesquisa Future Concept Lab



TUDO PORTÁTIL 
Nesses tempos de mobilidade, em que você carrega o tablet e o smartphone por aí, a necessidade de ter um lugar fixo para trabalhar merece mesmo ser questionada. “Com a miniaturização da tecnologia e o acesso à rede wi-fi, as estações de trabalho podem estar em qualquer ambiente: na sala, no quarto, na cozinha”, afirma o arquiteto Guto Requena, um estudioso das mudanças de comportamento ligadas ao morar. 



Agora, aquela pausa para dar uma esticadinha na cama com o laptop no colo não é preguiça – é tendência. Até o mobiliário para trabalhar em casa passa por uma revisão. Ainda que o ideal seja privilegiar a cadeira ergonômica, outras peças podem funcionar em curtos períodos de uso. “Sofás e poltronas confortáveis, com braços de tecidos resistentes, como couro e camurça sintética, servem tanto ao trabalho como ao descanso”, diz o arquiteto Ricardo Miura



ESPAÇOS FLEXÍVEIS 
Aos móveis que você já tem, é possível adicionar acessórios que ajudam a ter confortona hora de usar os eletrônicos. “As mesinhas chamadas de laptables apoiam notebooks e tablets quando você está na cama ou no sofá”, afirma Miura. Se vamos trabalhar de um jeito mais flexível, o ideal é que as peças que nos cercam também sigam esse princípio. “A mobilidade precisa se estender ao mobiliário, em itens com rodízios e que assumem diversas funções”, afirma Guto Requena. 



Além de organizar o espaço, gerenciar bem o tempo é fundamental. Afinal, o mundo digital é cheio de distrações. “Não tenho uma rotina rígida”, diz Leslie Markus. “Mas, em geral, cuido do site pela manhã. Depois almoço com os meninos e os levo à escola. À tarde, volto para o escritório ou faço reuniões fora de casa.”



OLHA A POSTURA
Quando você sai do escritório para trabalhar em outros pontos da casa, precisa ter o cuidado de não adotar uma postura inadequada, que pode resultar em dores e até mesmo lesões. A fisioterapeuta e ergonomista Claudia Nammour Rossi indica o que fazer. “Mantenha os braços retos e os ombros neutros. Apoie os antebraços em almofadas, de modo que eles formem um ângulo de 90 graus com os braços. Use uma almofada para acomodar a coluna lombar. Deixe os pés bem apoiados no chão.

Açaí sustentável no Pará

Açaí sustentável no Pará

    Paulo de Araújo/MMAAlmeida, extrativista: é preciso manter a floresta em péAlmeida, extrativista: é preciso manter a floresta em pé
    Produtores familiares dão exemplo de como podem sobreviver sem ameaçar o meio ambiente

    SOPHIA GEBRIM (*)

    O Pará é o maior produtor de açaí no Brasil, segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Grande parte dessa produção é familiar, onde pequenos produtores participam de todas as etapas da cadeia, que vai desde a colheita até o armazenamento ou então a comercialização da fruta in natura. Na Reserva Extrativista Terra Grande Pracuúba, que recentemente recebeu a visita do Mutirão Bolsa Verde, mais de 50% dos extrativistas e ribeirinhos também vivem da renda do açaí, produzido a partir de técnicas sustentáveis e manejo adequado do solo. 

    O pequeno produtor José Almeida, que vive na Resex Terra Grande Pracuúba, localizada no perímetro do município paraense de São Sebastião da Boa Vista, detalha como é o processo produtivo do açaí na comunidade. “O inverno é, para nós, a época da colheita, daí vamos para o mato, subimos no açaizal e colhemos os cachos da fruta”, explica. Depois, a fruta é lavada e armazenada em grandes cestas, produzidas pelas mulheres que moram na comunidade, ou então é feita a polpa para posterior comercialização. Porém, grande parte da produção da Resex é escoada mesmo in natura, para grandes compradores em Santarém e Belém, e de lá é congelada e enviada para outras cidades brasileiras e exterior.

    POSITIVO

    Destino Belém: açaí in natura é levado de barco para os grandes centos 
    Destino Belém: açaí in natura é levado de barco para os grandes centros
     Reserva Extrativista Terra Grande Pracuúba: comunidade se sustenta com o que retira da floresta 
    Reserva Extrativista Terra Grande Pracuúba: comunidade se sustenta com o que retira da floresta

    José Almeida, beneficiário do Programa Bolsa Família e que vive da produção sustentável do açaí, foi localizado pelo Mutirão Bolsa Verde para também tronar-se beneficiário da iniciativa, que remunera com R$ 300, pago a cada três meses, famílias que vivem em áreas de conservação ambiental. O pequeno produtor tem consciência que produzir para preservar gera bons frutos para a comunidade e para o meio ambiente. “Todos aqui na nossa comunidade sabem que não podemos derrubar a floresta, assim de uma vez, temos que explorar tudo de positivo que nos é oferecido de forma sustentável”. Para ele, “manter a floresta em pé” garantirá frutos de açaí por gerações.

    José Cordeiro, outro pequeno produtor de açaí também localizado pelo Mutirão Bolsa Verde na Resex Terra Grande Pracuúba explica quais podem ser os benefícios de aderir ao Programa Bolsa Verde. “No verão, quando não temos safra de açaí, precisamos achar outras alternativas de renda, pois é o período que os pés de açaí estão em desenvolvimento”. Para ele, o benefício será um diferencial para esse período, onde grande parte dos pequenos produtores exploram a roça para plantio de mandioca e outras raízes e legumes, para subsistência. “Tenho um pequeno pedaço de terra que também é minha sobrevivência, além do açaí”. 

    MUTIRÃO

    O Mutirão Bolsa Verde no Pará é uma iniciativa liderada pelos Ministérios do Meio Ambiente (MMA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e pretende ampliar a cobertura do Programa Bolsa Verde na Amazônia. A expectativa é incluir mais de 30 mil famílias por meio do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), mecanismo que busca beneficiários de programas sociais diretamente em suas comunidades.

    O Bolsa Verde remunera com R$ 300, pago a cada três meses, famílias que vivem em áreas de preservação ambiental, como Unidades de Conservação de Uso Sustentável geridas pelo (ICMBio), Projetos de Assentamento Federais geridos pelo (Incra) e áreas ocupadas por comunidades ribeirinhas sob a gestão da Secretaria do Patrimônio da União do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (SPU/MPA). 

    O mutirão, já em andamento desde 17 de julho, prevê a saída simultânea de vários barcos que partirão em busca das comunidades paraenses, em diferentes etapas, para atender os municípios da região de Santarém, Marajó, Salgado Paraense, Porto de Moz, Gurupá, Afuá, Baixo Tocantins e Soure. Durante as visitas às comunidades, a equipe do governo esclarecerá dúvidas e orientará para o ingresso de beneficiários em potencial ao Programa Bolsa Verde, por meio da inclusão da família no CadÚnico. Também serão oferecidos serviços de emissão de documentos de identidade, CPF e carteira de trabalho pelo Programa Nacional de Documentação do Trabalhador Rural. 

    BOLSA VERDE

    O Programa Bolsa Verde foi lançado em setembro de 2011 e já beneficiou, até hoje, 41.999 famílias extrativistas, assim distribuídas:
    * 26.049 de Assentamentos da Reforma Agrária (62,02%)
    * 13.611 famílias de Unidades de Conservação de Uso Sustentável (32,40%)
    * 2.339 de áreas de ribeirinhos reconhecidas pela Secretaria de Patrimônio da União (5,58%)

    Desse total, 23.179 famílias estão localizadas no Estado do Pará, 4.913 no Amazonas, 3.992 na Bahia, 1.839 em Minas Gerais, 1.443 no Acre, 1.419 em Tocantins, 1.230 no Maranhão, 336 no Amapá, 743 em Goiás, 444 na Paraíba, 425 em Alagoas, 408 no Paraná, 324 em Pernambuco, 324 no Piauí, 127 no Ceará, 99 em Rondônia, 91 em Sergipe, 59 no Espírito Santo, 36 no Rio de Janeiro, nove no Distrito Federal, sete em São Paulo, uma em Roraima e uma em Santa Catarina. 

    (*) Com Paulo de Araújo

    domingo, 11 de agosto de 2013

    Publique
    o selo
    no seu blog

    Doe livros para uma biblioteca

    Karen Tada -


    Colorido, informativo e envolvente, o quinto Manual de Etiqueta do Planeta Sustentável traz dez listas com 99 ideias simples e práticas para um dia a dia sustentável
    O novo Manual de Etiqueta do Planeta Sustentável guia anual de dicas para o bem-estar seu e do planeta – é um caderno de ilustrações-informações, didático, divertido e útil.
    Nesta nova e quinta edição, a aposta é em listas, simples e práticas, para você consultar e ter um dia a dia mais sustentável. Traz, por exemplo: 14 coisas que não devem ser jogados na privada; 11 coisas boas de colocar no carrinho do mercado; 7 atitudes para conviver melhor com o vizinho. Por que um Manual em forma de listas? Elas são divertidas. São fáceis de ler. Ajudam na organização. Não são definitivas. Muito pelo contrário: é provável que você se lembre de algo que faltou. O que é bom.
    Ações para a sustentabilidade precisam ser multiplicadas, espalhadas, ganhar contornos locais, atender a demandas específicas, levar o global em conta – e isso reverte para o bem comum. Então, você pode se informar com as listas desteManual e depois completá-las com sua própria seleção de atitudes e ideias para enfrentar os desafios sociais e ambientais da atualidade, rumo a um mundo melhor.
    A publicação, encartada em Veja (exemplares de bancas e assinantes), National Geographic Brasil (só para assinantes) e Nova Escola (bancas e, em algumas regiões, para assinantes), tem tiragem de 1,44 milhão de exemplares. Também está disponível, gratuitamente, no site do Planeta Sustentável. Baixe o seu!
    PEQUENO NOTÁVEL
    Já que o assunto são listas, aqui vai uma que explica, em 6 itens, porque o Manual de Etiqueta do Planeta Sustentável é um pequeno notável: fisicamente, tem o tamanho de um gibi, mas coleciona números e “causos” de grande estatura:

    - Desde a primeira edição (esta é a quinta), foram publicados quase 11 milhões de exemplares. Algumas edições bateram recorde de tiragem na Abril…
    - … sem contar que já houve versões do Manual em inglês e espanhol. Essas e todas as edições estão no site, para download gratuito. – Em 2008, ganhou o Prêmio Abril de Jornalismo.
    - Já virou até substituto de pena criminal. Em 2008, em Caldas Novas, Goiás, foi determinado que autores de crimes ambientais poderiam imprimir e distribuir o Manual como alternativa às penas. E isso aconteceu mesmo!
    - Em um certo dia de 2011, um executivo de uma multinacional pegou um táxi em São Paulo e nele viu um Manual, ali colocado por meio de uma parceria com empresas do setor. Leu, gostou, solicitou mil exemplares e distribuiu na companhia.
    - Solicitou? Sim, o Manual é doado para escolas, universidades, hospitais, secretarias de educação e de meio ambiente, associações, comunidades, parques… A doação vai até o fim do “estoque”.
    AÇÃO CONJUNTA
    Tantas ações e exemplares são produzidos graças à colaboração de leitores, jornalistas, a equipe do Planeta Sustentável, os conselheiros do Planeta, especialistas e empresas que participam desse grande debate da sustentabilidade. O Manual é mais uma frente para disseminar o conhecimento e incentivar as pessoas a também tomar parte dessa discussão. A quinta edição do Manual de Etiqueta não é diferente.

    Além daqueles que contribuíram com ideias e informações, ele é uma iniciativa tornada possível graças às empresas realizadoras do Planeta – Abril, CPFL Energia, Bunge, Petrobras e Caixa – e o apoio da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), da empresa de tintas Flint, das fabricantes de papel e celulose StoraEnso e Suzano e da Abril Gráfica. Agora, faça uma lista de pessoas bacanas você também, e compartilhe este Manual!

    Jardim projetado para contemplar a natureza

    Jardim projetado para contemplar a natureza

    Em uma área de 800 m², a paisagista Paula Magaldi criou locais especialmente projetados para a moradora contemplar a natureza

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    Divulgação


    Acima, a jabuticabeira (Myrciaria cauliflora) (1) foi contornada por um banco de cumaru e por vasos de minirromãs (Punica granatum nana) (2). Ao fundo, a cerca-viva é de murta (Myrtus L.) (3). Desse local, parte o caminho de pedra-goiás, que leva a outro cantinho gostoso de ficar. Nele, vasos com patas-de-elefante (Beaucarnea recurvata) (4) ladeiam o banco. Blocos de viburno (Viburnum tinus L.) (5) bem aparados estão entre as atrações do trajeto. "Essa planta precisa de cortes constantes para manter a forma. Já as frutíferas pedem sol e água em abundância", explica a paisagista.Ter seus momentos de contemplação no jardim era um dos sonhos da moradora desta casa, no bairro do Alto de Pinheiros, na capital paulista. O projeto da paisagista Paula Magaldi, São Paulo, criou dois pontos convidativos na área de 800 m².


    Divulgação

    De onde vem a comida?

    De onde vem a comida?

    ONG analisa políticas ambientais e sociais de empresas de alimentos e descobre que a maioria não sabe como seus produtos são feitos Bárbara Lopes   Vida Simples


    George Osodi/Divulgação

    Quando falamos em consumo consciente, não se trata apenas de matérias-primas que não agridem o meio ambiente. É preciso se preocupar, também, com as condições de trabalho das pessoas que fazem os produtos. 


    Com essa ideia em mente, a ONG Oxfam lançou a campanha Por trás das marcas*, que analisa políticas das dez maiores empresas de alimentos do mundo em relação à transparência e à responsabilidade social ambiental



    O objetivo é conscientizar os consumidores para pressionar as empresas, começando pela Nestlé, Mars (que faz M&M’s e Twix) e Mondelez (dona da Lacta), devido à desigualdade entre homens e mulheres na produção de chocolate.



    O relatório mostra que as grandes empresas fazem pouco para conhecer a fundo e melhorar as condições em suas cadeias produtivas. As mais bem colocadas foram a Nestlé, com média de 5,4, e a Unilever, com 4,9. Na lanterna, estão a Kellogg e a Associated British Foods, das marcas Fleishmann e Ovomaltine. No site da campanha é possível ver o ranking completo.