sábado, 17 de março de 2012

Mercado de energia limpa: U$246 bilhões em 2011


José Eduardo Mendonça - 16/03/2012 às 10:26
Faturamento e instalações têm altas recordes
Para aqueles que se perguntam se a economia de energia limpa vai mesmo decolar, há alguma luz renovável no fim do túnel.
Um relatório da Cleand Edge, “Tendências de Energia Limpa 2012,” diz que os mercados de energia solar fotovoltaica, eólica e de biocombustíveis cresceram 31 por cento no conjunto no ano passado, chegando a U$ 246.1 bilhões.
Um número interessante, mas ainda nada para se comparar com os lucros agregados do pessoal do combustível fóssil: na última década, as cinco maiores empresas de petróleo e gás informaram lucros de mais de U$ 1 trilhão, e outros U$ 71 biilhões durante a primeira metade de 2011. Além disso, os setores de petróleo, gás e carvão recebem enormes subsídios, cerca de seis vezes mais que a indústria global de energia limpa, de acordo com o relatório.
O mercado global de solar fotovoltaico passou de U$ 71,2 bilhões em 2010 para U$ 91.6 bilhões em 2011. As receitas do mercado total subiram 29 por cento, e as instalações em mais de 69 por cento, com 15.6 gigawatts em 2010 e mais de 26GW no ano passado, como consequência de uma rápida queda nos preços de equipamentos.
No ano passado, as instalações de energia eólica foram de 41.6GW, um recorde. O mercado chegou a U$ 71.5 bilhões em 2011, um aumento de 18 por cento em relação ao ano anterior. e a projeção é de que chegue a U$ 116.3 bilhões em 2021.
Os biocombustíveis chegaram a um recorde de U$ 83 bilhões em 2011, em relação a U$ 56.4 bilhões no ano anterior. O aumento se deve em grande parte à elevação dos preços de etanol e biodiesel, resultado do custo maior de matérias-primas, diz o Triple Pundit.

Lixão de Gramacho vai ser fechado e catadores vão receber Bolsa Família, casa, treinamento e indenização


Por: Da Agência Brasil
Publicado em 10/03/2012, 08:47

Rio de Janeiro – Os catadores de lixo do Aterro Sanitário de Gramacho, na Baixada Fluminense, serão indenizados pelo tempo que trabalharam no local e vão receber capacitação para atuar em reciclagem. Também serão incorporados ao Programa Bolsa Família, após o fechamento do aterro, marcado para o dia 5 de junho, quando se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente.
Para definir essas ações, uma equipe do Ministério do Desenvolvimento Social e da Secretaria-Geral da Presidência da República se reuniu ontem (9) com representantes do governo do Rio de Janeiro, da prefeitura de Duque de Caxias e com catadores do lixão de Gramacho. O encontro teve como objetivo acelerar o processo de implementação das ações federais que estão previstas para o lixão.
Segundo o chefe de gabinete da Secretaria-Geral da Presidência, Diogo de Santana, os catadores serão beneficiados com investimentos do governo federal em programas sociais e de habitação. Além disso, vão receber pelo tempo de serviço prestado no aterro, um benefício que será pago com recursos do Fundo de Apoio ao Catador. Em princípio, os benefícios seriam pagos em 15 parcelas anuais, mas um acordo firmado entre a Companhia de Limpeza Urbana do Rio (Comlurb) e a Caixa Econômica Federal antecipou o pagamento, em cota única, para este ano.O valor, cerca de R$ 14 milhões, será divididos por todos os catadores.
Para o presidente da Associação dos Catadores de Gramacho, Sebastião Carlos dos Santos, o fechamento do lixão pode trazer outros benefícios aos moradores do local, como investimentos em saneamento e construção de creches e escolas. “A gente conseguiu, pela primeira vez, algo histórico, reunindo as três esferas de governo discutindo uma única coisa, o benefício social para a categoria dos catadores de matérias recicláveis”, explicou.
O Aterro de Gramacho é o maior da América Latina e recebe, por dia, dezenas de toneladas de lixo dos municípios da Baixada Fluminense e, também, da cidade do Rio de Janeiro. Lá trabalham mais de 1,8 mil pessoas.


Garotinho e a CPI da CBF são destaque na imprensa


*Fonte: Blog do Garotinho
Reprodução do site do jornalista Claudio Humberto
Reprodução do site do jornalista Claudio Humberto




sexta-feira, 16 de março de 2012

Rosinha prorroga pagamento de IPTU para 30 de março



Por Liliane Barreto

A Prefeita Rosinha Garotinho prorrogou o prazo para o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), em cota única, com 10% de desconto para o dia 30 de março Foto: Antônio Leudo

A Prefeita Rosinha Garotinho prorrogou o prazo para o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), em cota única, com 10% de desconto para o dia 30 de março. Nesta data, também, poderá ser paga a primeira parcela para quem optar por dividir o imposto, que também poderá ser pago em 10 vezes. 

Segundo o secretário, Benilson Paravidino, a medida foi necessária para atender aos contribuintes já que houve greve dos rodoviários, na semana passada e, nesta semana, foi iniciada a greve dos vigilantes, impossibilitando o funcionamento das agências bancárias. “A prefeita foi sensível a toda esta situação, por isso, prorrogou o prazo para o pagamento do imposto com desconto”, informou.
Benilson ressalta que 120 mil carnês foram entregues, em domicílio, aos contribuintes, através dos Correios. Já os 31 mil contribuintes, proprietários de terrenos, não receberam os carnês em casa, portanto, tem que procurar a Secretaria de Finanças ou acessar o site da prefeitura, através do endereço eletrônico www.campos.rj.gov.br. “Durante a entrega dos carnês, algumas residências estavam fechadas e os carteiros tiveram que levar de volta os carnês, portanto, estes contribuintes não receberam os carnês e podem procurar a secretaria ou a agência dos Correios”. 

*Fonte: Site da PMCG


Programação Semanal da Limpeza Pública



Limpar Portugal volta a «atacar» o lixo no chão


Iniciativa está marcada para dia 24 de Março

A promoção da edição deste ano da iniciativa Limpar Portugal está a cargo de cada concelho, que irá organizar autonomamente várias atividades de sensibilização ambiental junto da população e das entidades locais no próximo dia 24, noticia a agência Lusa.


Paulo Torres, coordenador da iniciativa criada para erradicar lixeiras ilegais das florestas com a participação de voluntários, explicou à Lusa que a responsabilidade de participar na iniciativa foi dada aos concelhos porque «as juntas e os municípios já sabem como proceder à recolha do lixo e a ações de sensibilização».

Entre as atividades previstas estão a prática de BTT, em que os ciclistas vão passar por locais onde é habitual haver deposição de resíduos, caminhadas e feiras no centro das cidades.

Assim, os concelhos vão poder promover a educação ambiental e chamar a atenção dos cidadãos para a problemática do lixo, tendo como principal objetivo remover o lixo depositado indevidamente em espaços verdes. 

*Fonte:http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/limpar-portugal-lixo-tvi24/1332126-4071.html

quinta-feira, 15 de março de 2012

Materiais recicláveis são revertidos em cestas básicas



Por Thábata Ferreira

Pensar que o lixo diário reciclado pode se transformar em cestas básicas para entidades assistenciais no município, pode impulsionar ainda mais as pessoas para o segmento. Esta ação já é realidade no município, que em parceria com a Ong Sociedade de Apoio à Criança e ao Idoso (Saci), doa cerca de uma tonelada de alimentos às entidades do município cadastradas, através do material reciclado recolhido. 

Cada vez mais a Secretaria de Serviços Públicos, através da Divisão de Coleta Seletiva, vem recolhendo, com o projeto de Coleta Seletiva, materiais reciclados. O chefe da Divisão de Coleta Seletiva, Eduardo Parente, explica que em 2009, foram recolhidas 600 toneladas de materiais reciclados. Em 2010, foram cerca de 660 toneladas, e em 2011, 840 toneladas, havendo um crescimento de 20% ao ano, com a implantação novos projetos de recolhimento destes materiais.

Após serem recolhidos, os materiais reciclados passam por uma triagem, pelo processo de prensa e são comercializados, com a renda revertida em alimentos, que são encaminhados às entidades cadastradas. “A lei municipal 8.202, que obriga condomínios com mais de 50 unidades, órgão públicos, escolas, creches e unidades de saúde a efetuarem a coleta seletiva ajudou muito para o aumento do recolhimento dos materiais reciclados. Nestes locais podemos encontrar as bags, que são grandes depósitos de lixo seco, colocados no local”, ressalta Eduardo.

Formas de recolhimento - Postos de coleta no Jardim São Benedito, Parque Guarus, sede da Secretaria de Serviços Públicos, além dos entulhódromos na Avenida Zuza Mota, Parque Presidente Vargas; e na Avenida Teresópolis, também recebem os materiais reciclados em troca de adubo orgânico. Além disso, há quatro caminhões percorrendo o município, fazendo o trabalho de coleta de recicláveis em 38 bairros diferentes e 624 ruas. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, de 8h às 16h. 

*Fonte: Site da PMCG





Está na hora da CPI da CBF


14/03/2012 15:20

Garotinho vai colher novas assinaturas para a CPI da CBF (Foto de Leonardo Prado - Agência Câmara)
Garotinho vai colher novas assinaturas para a CPI da CBF (Foto de Leonardo Prado - Agência Câmara)


Quero anunciar aqui no blog que vou apresentar novo pedido de abertura da CPI da CBF. Como todos vocês sabem no ano passado cheguei a conseguir 141 assinaturas das 171 necessárias, mas o então capo da CBF, Ricardo Teixeira foi para a Câmara distribuir presentes e fazer oferecimentos, a fim de convencer a “bancada da bola” a retirar suas assinaturas.

A renúncia de Teixeira não pode significar uma pá de cal em cima do mar de lama que tomou conta da CBF. Por esse motivo vou recomeçar o trabalho de coleta de assinaturas para a abertura da CPI da CBF. Esta é uma boa hora para abrir a caixa-preta dos negócios sujos da entidade. Ricardo Teixeira fugiu para a Flórida, nos Estados Unidos, mas deixou seus aliados no comando e sua filha mais velha Joana Havelange continua como diretora-executiva do COL (Comitê Organizador Local), responsável pelos contratos.

Está na hora de sabermos quem está do lado dos torcedores brasileiros e quer fazer uma limpeza na CBF. Agora é a hora. Vou à luta mais uma vez para abrir a CPI da CBF. 

*Fonte: Blog do Garotinho

Campanha reúne cinco toneladas de lixo eletrônico no Recife

Estima-se que mais de 600 cidadãos colaboraram com a mobilização

Publicado em 09/03/2012, às 09h07

Do JC Online

 / Foto: Arquivo

Foto: Arquivo

Entre os dias 5 e 14 de fevereiro, 5.500 produtos eletroeletrônicos inutilizados foram recolhidos pela Campanha de Recebimento e Doação de Equipamentos de Informática e Telecomunicação, gerando cinco toneladas de lixo tecnológico. Esta foi a segunda edição da iniciativa, que foi criada pelo Porto Digital para conscientizar a população sobre o descarte de lixo eletrônico.


Estima-se que mais de 600 cidadãos colaboraram com a mobilização. Nos quatro pontos de coleta espalhados pela Região Metropolitana do Recife receberam 1.280 estabilizadores, 650 impressores, 500 impressoras, 2.600 CPUs, 300 celulares e outros 400 aparelhos, entre eles, carregadores, pilhas, teclados e mouses.


Além do Porto Digital, a Campanha de Recebimento e Doação de Equipamentos Tecnológicos conta com o apoio do Paço Alfândega, da Prefeitura da Cidade do Recife (PCR), através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), da Pernambuco Verde Reverso e do Centro de Recondicionamento de Computadores do Recife (CRC/Recife).

Direito de resposta



Direito de resposta
Está na pauta da CCJ do Senado desta semana projeto apresentado por Roberto Requião que pretende controlar o livre exercício do jornalismo no país. O texto obriga veículos de comunicação a publicar direitos de resposta de eventuais “ofendidos”. Registra o texto:
- Ao ofendido em matéria divulgada, publicada ou transmitida por veículo de comunicação social fica assegurado o direito de resposta ou retificação, gratuito e proporcional ao agravo.
Segundo o texto, o veículo de comunicação será obrigado a publicar direito de resposta quando veicular uma informação que atente, “ainda que por equívoco de informação, contra a honra, a intimidade, a reputação, o conceito, o nome, a marca ou a imagem de pessoa física ou jurídica identificada ou passível de identificação”.
Por Lauro Jardim

quarta-feira, 14 de março de 2012

Quais são os objetos mais jogados no esgoto?



Fernando Lemos

LIXO

Nada de xixi e cocô. Estamos falando de bonecas, cápsulas de droga, cuecas, chinelos e otras cositas más

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Faltam latas de lixo nas residências brasileiras? Pelo menos é o que parece, olhando para o levantamento inédito da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (a Sabesp), que recolheu e examinou os restos encontrados nos esgotos. 
Como os sistemas de coleta de água são separados - o que vem da rua e o que vem das residências não se misturam -, é possível determinar quais são os detritos jogados nas privadas e nas pias das casas. 
É tanto lixo que entre janeiro de 2007 e janeiro de 2011, o sistema sofreu em média 3 paralisações por mês. 


Fonte: Pesquisa feita na Estação de Tratamento do ABC, que cuida do ABC paulista, e de Higienópolis e Sacomã, em São Paulo, durante o período de um mês.

Logística Reversa de telefones celulares e suas baterias



No Brasil são 224 milhões de usuários de telefones celulares, colocando o país entre os campeões de uso da telefonia celular. No Estado do Rio de Janeiro, Campos, proporcionalmente, tem o maior número de usuários. Conforme pesquisa da ANATEL são 130 usuários para acada grupo de 100, o que significa que milhares de campistas usam dua linhas.

O aparelho que é um bem quando perde a utilidade deixa de ser bem e se transforma em resíduo (lixo). O que fazer com esse tipo de lixo que quando jogado no ambiente (rios, lixões etc) é extremamente nocivo, pois possui componentes químicos altamente poluentes?

FAÇA A COISA CERTA! ENTREGUE SEU CELULAR OU BATERIA EM UM DOS ENDEREÇOS, SEGUINTES:
    • CONCELL - Rua Gesteira Passos, 34 - Centro - Telefone: 3211-4107/2735-1804
    • CELL CENTER - Av. Alberto Torres, 17 - Centro - Telefone: 2733-4107
    • VIVO - Av. Rui Barbosa, 1001 - Centro e Parque Centro Shopping
    • CLARO - Rua Sladanha Marinho, 416, loja 103 - Centro - Telefone: 3052-9836
    • OI - Rua Tenente Coronel Cardoso, 445, lojas 1 e 2 - Centro - Telefone: 2723-0000 (próximo ao prédio da antiga Telemar)
Faça a diferença para a limpeza e o ambiente da sua cidade!
Se você gostou desta orientação de responsabilidade socioambiental, replique no seu e-mail!

Logística Reversa de Pilhas Alcalinas e Outras Inservíveis em Campos



Foi-se o tempo que  todo tipo de residuo que tinhamos em casa ou na empresa podia-se descartar tudo em um saco de lixo comum.Pela nova legislação ,alguns residuos obrigatoriamente devem retornar ao comerciante,fabricante e importador,e que denomina-se LOGÍSTICA REVERSA.E o caso das pilhas e baterias alcalinas.No exercicio da cidadania ,cada munÍcipe deve fazer a devolução na loja onde comprou .Em Campos ,a SSP identificou os seguintes estabelecimentos que após receber estes residuos,posteriormente destinam para as indústrias de ,que destinam para a cadeia da reciclagem em São Paulo.
  • Eletrônica Real - Rua Boa Morte esquina com Rua Gil de Góis - telefone (22) 27240260
  • Eletrônica São Salvador - Rua Dr. Gesteira Passos, nº 38, Centro - telefone (22) 27330576
  • Agência Correios Campos dos Goytacazes - Praça Santíssimo Salvador, nº 53 - Centro - telefone (22) 27331641
  • Banco Santander - todas as agências de Campos dos Goytacazes
  • Supermercardo Wal-Mart.Av. Nilo Peçanha,s/nº
  • Agência da AMPLA-Rua Gov. Teotônio ferreira de Araújo,Centro.
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Lâmpadas Fluorescentes



Sr. (a) Munícipe,

A Prefeitura de Campos tem o dever de coletar o seu lixo doméstico. No entanto, nem todo o lixo da nossa casa ou empresa é resíduo domiciliar. Pilhas, baterias de equipamentos eletrônicos, inclusive bateria de telefone celular e o próprio telefone celular, pneus e também, lâmpadas fluorescentes são classificados como lixo especial.
            No caso das lâmpadas fluorescentes, você munícipe, que tem a preocupação com o meio ambiente e a responsabilidade na gestão deste tipo de resíduo, deve adotar as seguintes atitudes, de acordo com a Lei Estadual 5.131/2007, Decreto Regulamentar 41.752/2009 e Lei Federal 12.305/2010:

1 - Deverá se dirigir com sua lâmpada inservível e entregar na loja onde foi adquirida;

2 - Nas lojas que comercializam lâmpadas fluorescentes, em geral, a mesmas, por força de lei deverão ter caixas para armazená-las. Caso haja dificuldade ou recusa da loja em receber as lâmpadas, manter contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que é o órgão responsável pela fiscalização ou com a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, através do Disque Limpeza (22-2726 4809).

A Secretaria Municipal de Serviços Públicos informa também, que com base na lei, lâmpadas fluorescentes que forem disponibilizadas para coleta terão sua coleta recusada e posterior adoção de medidas por parte do órgão público.
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Relacionamento:Saiba mais sobre a limpeza pública


Saiba mais sobre o universo da limpeza em Campos dos Goytacazes,no Brasil e no mundo.

VEJA:
Siga o TWITTER:@zacaalbuquerque
Site da Secretaria:smsp.campos.rj.gov.br
Veja vídeos interessantes sobre limpeza, campanhas e etc.:http://www.youtube.com/limpezapublicacampos

E-mail do Secretário Zacarias Albuquerque: zacaalbuquerque@gmail.com ou zacariasalbuquerque@campos.rj.gov.br
E-mail do Diretor de Fiscalização de Serviços Concedidos, Jamil Barreto: jamilbarretossp@gmail.com
E-mail do Diretor de Parques e Jardins, Rubenildo Barcellos:  rubenildobarcellos@yahoo.com.br


Novo Disque Entulho: Saiba o que é e o que fazer com seu entulho e outros resíduos




Pelo telefone do Disque Limpeza (2726 4809) você solicita o serviço de coleta de PEQUENOS VOLUMES de entulhos e demais resíduos de sua residência OU APARTAMENTO..

A - ENTULHO de pequenas obras residenciais: deverão estar obrigatoriamente acondicionados em sacos plásticos de até 20 litros e serão removidos no máximo 150 (cento e cinquenta) sacos por residência.

B - GALHADAS de pequenas podas: deverão ser formados conjuntos de galhos, de comprimento máximo de 1,5 metros, amarrados através de barbantes ou outro material (para facilitar o manuseio pelo gari) e serão removidos no máximo 12 conjuntos de amarrados por residência.

C - TELHAS (pequenas) ou TIJOLOS: unidades inteiras (unidades quebradas devem ser consideradas como entulho) deverão estar agrupadas de forma a facilitar o carregamento e serão removidos no máximo 150 unidades de telhas e/ou de tijolos por residência.

D - BENS INSERVÍVEIS: somente serão removidos no máximo 6 itens por residência com suas respectivas quantidades, exceto para os bens de grande peso ou volume (geladeira, freezer, cofre, sofá, armário, etc), que a remoção fica limitada a 2 itens por residência. 

Em caso de necessidade de nova solicitação de serviço, o mesmo só poderá ser realizado 15 (quinze) dias após o serviço.

Caso o cidadão não queira aguardar este prazo ou ainda, se o material a ser removido estiver fora das condições estabelecidas nesta Portaria, o serviço deverá ser contratado junto a carroceiro, que deverá transportar e destinar a carga de resíduos (entulho, terra, galhada e etc.) para um dos ENTULHÓDROMOS existentes. Em caso de contratação de caminhoneiro avulso e/ou empresas privadas, o mesmo deverá transportar e destinar a carga de resíduos (entulho, terra, galhada e etc) para o aterro de inertes localizado na Av. Santo Amaro, s/nº, no Distrito Industrial da CODIN, subdistrito de Guarus.

Todo entulho e demais resíduos só será coletado se estiver armazenado dentro da residência E/OU GARAGEM OU ÁREA DE SERVIÇO DO PRÉDIO.

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email: zacaalbuquerque@gmail.com
twiter:@zacariasalbuquerque

Programação Semanal de Varrição e Lavagem



Associação defende importância de governos locais para desenvolvimento sustentável


A associação internacional Governos Locais pela Sustentabilidade (Iclei) pretende levar à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho próximo no Rio pelo menos 600 autoridades locais que assumiram compromisso com o desenvolvimento sustentável



Esse é também o número de representantes de governos locais que deverão participar do 2º Congresso Mundial do Iclei, que ocorre a cada três anos e que será realizado pela primeira vez na América Latina - em Belo Horizonte - entre os dias 14 e 17 de junho. Com o apoio do governo federal, o encontro é preparatório às reuniões de alto nível da Rio+20, programada para o período de 20 a 22 desse mês. 
A diretora do Iclei Brasil, Florence Laloe, disse à Agência Brasil que o congresso será um momento de mobilização dos governos e autoridades locais, de discussão e construção de uma mensagem específica desse segmento para a Rio+20. 
O Iclei é um dos nove grupos parceiros da Rio+20. Ele lidera a organização das autoridades locais na conferência oficial. A meta, disse Florence, é que as autoridades locais, municipais, possam mostrar soluções. 
"A gente está preparando um Global Town Hall, espaço destinado às autoridades locais dentro da conferência, para que esses governos do mundo todo possam mostrar soluções, o que vêm fazendo e avançando em termos de sustentabilidade. O por quê dessas autoridades locais serem tão importantes na implementação de acordos internacionais". 
A experiência dos governos locais no campo do desenvolvimento sustentável afeta diretamente os cidadãos do mundo inteiro, acrescentou Florence Laloe. "O governo local é um nível de governança mais próximo do cidadão. É onde a implantação dessas ações, desses acordos internacionais, ocorre de fato". 
Ele destacou que dois grandes temas serão discutidos durante a Rio+20: Economia Verde e Erradicação da Pobreza e Governança para o Desenvolvimento Sustentável Global. Estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que mais de dois terços da população mundial vão ser urbanas até 2030. "No Brasil, isso já é fato. Nós somos mais de 85% de população urbana", disse. 
De acordo com definição do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), economia verde é a "que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente os riscos ambientais e a escassez ecológica". 
O estudo da ONU diz que mais de 75% da energia são consumidos hoje em centros urbanos e que o Produto Interno Bruto (PIB), a soma dos bens e serviços produzidos em um país, está concentrado em nível local. No caso dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), 83% do PIB estão concentrados em áreas urbanas. 
"Não dá para falar em economia verde e erradicação da pobreza sem pensar em economia urbana verde". A questão da urbanização e os impactos dela decorrentes constituem o grande desafio do século. Com isso, as cidades se tornam o ponto central para fazer com que a economia verde se transforme em realidade, declarou. 
A diretora do Iclei disse que a expectativa é que assim como foram estabelecidos pela ONU osObjetivos do Desenvolvimento do Milênio, a serem cumpridos por todos os países do mundo, a Rio+20 resulte também em objetivos concretos para o desenvolvimento sustentável. 
"Se forem adotados de fato objetivos claros e quantificáveis de desenvolvimento sustentável em que os governos locais e as cidades sustentáveis sejam mencionados, nós estaríamos relativamente felizes. Porque, havendo objetivos claros e o reconhecimento do poder local, as chances de uma implementação efetiva nas próximas décadas fica maior". 
O mais importante, segundo Florence, é o que vai ser adotado pelos países a partir da Rio+20. Mesmo no momento atual de crise econômica nos países desenvolvidos, ele disse que "quanto mais objetivo for o resultado da conferência, melhor". Ele se tornará mais efetivo se houver reconhecimento da importância das autoridades locais, sustentou. O crescimento urbano, a construção de infraestrutura nas próximas décadas reforçam a questão das cidades sustentáveis como um dos pontos essenciais da economia verde, acrescentou. 
No próximo mês, o Iclei divulgará estudo sobre os avanços obtidos nos últimos 20 anos em âmbito local e o que falta para os próximos 20 ou 30 anos em termos de sustentabilidade. 
No Brasil, as principais capitais são associadas ao Iclei, além de estados como São Paulo e Minas Gerais e cidades de porte médio e pequeno. Mais de 1.200 cidades, condados e estados de todo o mundo são filiados à entidade, que desenvolve o papel de agência ambiental e de desenvolvimento sustentável internacional.

Alana Gandra - Edição: Graça Adjuto

Reciclagem de CPU(motor de computador) e impressora


 

As velhas atitudes em relação ao lixo, que provocam degradação do ambiente, compulsoriamente deverão ser mudadas. Foi-se o tempo que bastava depositar todo tipo de lixo em saco plástico, colocar no horário em frente da casa para coleta e a partir daí o problema seria da concessionária da coleta de lixo ou da prefeitura.

Com a Lei da Política nacional de Resíduos Sólidos a responsabilidade pela correta destinação dos diversos tipos de resíduos (lixo) é responsabilidade compartilhada entre as empresas, coletividade e poderes públicos. Os resíduos eletrônicos (TV, microondas, DVD, celular etc.) não podem ser destinados para a coleta de lixo, nem tão pouco descartados nas vias públicas ou áreas particulares, pois se constitui infração à legislação ambiental e de postura.
Em Campos dos Goytacazes, a Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Serviços Públicos viabilizou parceria com empresa de reciclagem e a partir do dia 19/08/2011, estamos recebendo, na sede desta Secretaria, TÃO SOMENTE CPU E IMPRESSORAS INSERVÍVEIS de pessoas físicas. Eventual descarte, em grande quantidade, de empresas deverá ser feito contato com a Secretaria Municipal de Serviços Públicos.
Em relação à telefones e baterias de celulares, o usuário final deve entregá-lo nas lojas das concessionárias (VIVO, TIM, OI, CLARO, NEXTEL). Outros bens que compõem o chamado lixo eletrônico orientamos guardá-los em casa até definição que será dada pelo Ministério do Meio Ambiente até março de 2012.

*Mais informações sobre o mundo da limpeza e outros:

Twitter: zacaalbuquerque@live.com

Em caso de Reclamações e sugestões, ligue para o Disque limpeza da Secretaria de Serviços Públicos - tel. 2726-4809.

terça-feira, 13 de março de 2012

Rio+20 quer deixar legado social e ambiental, diz organizador



Mais do que discutir os rumos do desenvolvimento sustentável no mundo para os próximos anos, a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável que ocorrerá em junho no Rio de Janeiro, quer deixar um legado para o Brasil na área social e ambiental, fazendo com que as questões levantadas tornem-se parte do dia a dia da população.
Este é um dos desejos do secretário nacional do comitê de organização do evento, Laudemar Gonçalves de Aguiar, responsável pelo planejamento e pela execução das medidas necessárias à realização das atividades como, por exemplo, administração de material, obras, transportes, hospedagem, recursos humanos e segurança.
Em entrevista ao Terra, Aguiar destacou que a Rio+20 será um momento para que o mundo veja o que já está sendo feito no Brasil, e que espera que durante os três dias do evento (20 a 22 de junho) a cidade do Rio de Janeiro esteja inteiramente voltada para as atividades da conferência. “Em relação a outras conferências, esta é a primeira vez que se é oferecido tantos espaços para a sociedade civil”, relata, lembrando que representantes de diversos setores sociais terão, além do espaço reservado dentro do Riocentro, onde ocorrerá a agenda intergovernamental, o Autódromo de Jacarepaguá (local de concentração e exposições), a Arena da Barra (onde haverá atividades da sociedade civil e será ponto de retransmissão de atividades do Riocentro e dos outros espaços), e o Espaço Vivo Rio (destinado a eventos debates). “O evento será o mais aberto ao público possível”, afirmou.
Logística – Ainda faltam cerca de três meses para o começo da Rio+20, mas há muito que ser feito. O processo de organização já está em andamento há quase dois anos, com o planejamento da logística de transporte, segurança e espaços para sediar o evento. Aguiar informa que neste momento está sendo providenciada a hospedagem para as delegações oficiais. De acordo com ele, nem todos os países confirmaram presença, mas entre 5 mil e 6 mil pedidos já foram oficializados.
“Esperamos que até 50 mil pessoas se credenciem na Rio+20 e mais de 100 chefes de Estado participem dos debates”, aponta o secretário. “Se a gente faz Carnaval e Réveillon no Rio, vamos garantir também um evento deste porte. Todos os órgãos de segurança estarão presentes sob o comando do Ministério da Defesa. Nosso esquema de segurança pode ser comparado ao que foi feito na época da Eco-92″, completa.
Para proporcionar a locomoção dos participantes em todos os espaços do evento, que incluem ainda o Museu de Arte Moderna (MAM), o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, o Pier Mauá, o Galpão da Cidadania, o Parque dos Atletas e a Quinta da Boa Vista, haverá criação de linhas de ônibus e de metrô específicas, que facilitem a circulação pela cidade carioca. O secretário também contou que está em desenvolvimento o RioCard, um cartão intermodal que reduziria o tempo de filas na locomoção entre os espaços que integram a Rio+20.
Legado – Após a conferência, não haverá prédios, pistas ou obras decorrentes da realização do evento. “O legado será imaterial”, destaca Aguiar. Conforme o secretário, a Rio+20 não é um evento apenas sobre meio ambiente, mas sobre desenvolvimento sustentável, destacando o aspecto social.
Um dos carros-chefes do encontro, segundo ele, será a questão da acessibilidade – para se ter uma conferência inclusiva, que possibilite a maior participação possível de cidadãos. Assim, a perspectiva é que as ações visando ao acesso a cadeirantes e portadores de deficiências auditivas e visuais sejam parte de uma campanha a favor da inclusão, que se estenderá após o término da Rio+20.
Além disso, a redução do número de papel, usando ao máximo às novas tecnologias, servirá de exemplo para a população que participará e acompanhará a discussão. 

(Fonte: Portal Terra)

Iluminação econômica


Sistema de iluminação com garrafas PET pode reduzir em até 40% os custos com energia elétrica no canteiro durante as obras

Reportagem: Romário Ferreira

Para diminuir os custos com energia elétrica nas instalações de apoio de sua obra, a construtora paulista MGBigucci implantou um sistema de iluminação natural com garrafas PET que pode reduzir em até 40% os custos com eletricidade durante toda a construção. O sistema foi colocado no telhado de banheiros, do almoxarifado, do escritório e do refeitório do canteiro de obras do Condomínio Nova Santo André II.

Em cada telhado de 40 m² (10 m x 4 m), construído com telhas de fibrocimento, foram instaladas oito garrafas PET incolores, com capacidade de 2 l, cheias de água limpa e algumas gotas de cloro. Para que o sistema funcione, 40% do corpo da garrafa deve ser instalado acima do telhado, exposto à incidência da iluminação solar; e 60% da garrafa fica abaixo do telhado, no interior da construção. Assim, a incidência dos raios solares na garrafa reflete e difunde a luminosidade para a parte abaixo do telhado.

Fotos: divulgação MBigucci
Para telhados com 40 m², por exemplo, a instalação de oito garrafas já é o suficiente para garantir boa luminosidade.


Fotos: divulgação MBigucci
O custo, segundo o diretor técnico Milton Bigucci Júnior, é praticamente zero, pois são utilizados, além das garrafas com água, apenas arame para fixação, pedaços de ferro que sobram da própria obra, e silicone para a vedação. O sistema substitui a iluminação elétrica durante o período diurno, quando está claro. Por isso, os pontos com lâmpadas fluorescentes foram mantidos para dias chuvosos e escuros, além do período noturno.
Para certificar a capacidade de iluminação das garrafas, a construtora contratou uma consultoria para comparar o nível médio de iluminamento (lux). O teste foi feito nos locais com portas e janelas fechadas, entre 9h30 e 13h50, e em dias com períodos de sol, sol entre nuvens e nublado. O resultado apontou que o sistema com garrafas é mais eficiente que as lâmpadas fluorescentes, especialmente em dias ensolarados. A luminosidade média, com o sistema, é de cerca de 200 lux, nível mais alto do que os 150 lux exigidos na norma técnica NBR 5413 - Iluminância de Interiores.





INSTALAÇÃO DO SISTEMA
Veja como são as etapas de execução do sistema de iluminação natural com garrafas PET, que tem custo praticamente zero de instalação.

Fotos: divulgação MBigucci
1. Primeiro, marque onde serão instaladas as garrafas PET. Em seguida, utilize a própria garrafa para medir o diâmetro do furo a ser feito no telhado de fibrocimento.
2. Execute o furo com uma serra-copo. Para que haja o encaixe, o buraco deve ser do mesmo tamanho do diâmetro da garrafa. Recomenda-se que 40% do corpo da garrafa fique acima do telhado.


Fotos: divulgação MBigucci
3. Após encaixar a garrafa, amarre um arame em sua tampa. Esse arame será fixado na estrutura de ferro que será presa no telhado.
4. A vedação da garrafa, para evitar infiltrações, deve ser feita com silicone. A construtora relata que esse tipo de vedação é eficiente e que nunca enfrentou problemas de vazamentos.

Fotos: divulgação MBigucci
5.
A fixação da garrafa é feita por uma espécie de gaiola, que pode ser produzida com sobras de ferro da própria obra. Essa estrutura é parafusada no telhado e, em seguida, a garrafa é presa nela com arame.

*Fonte: http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/45/artigo251120-2.asp