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terça-feira, 29 de junho de 2010

LIMPEZA DE BUEIROS NOTURNA NA ÁREA CENTRAL DE CAMPOS

Planejamento de limpeza noturna de bueiros na área central
(QUINTA E SEXTA A PARTIR DAS 18:00)

1 RUA MARECHAL FLORIANO - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO.
2 RUA DOS ANDRADAS - RUA - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO
3 RUA CARLOS DE LACERDA - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO

4 RUA GOV. TEOTÔNIO FERREIRA DE ARAÚJO - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO

5 RUA SANTOS DUMONT.

6 PRAÇA SÃO SALVADOR.

7 RUA DR. LACERDA SOBRINHO - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO.

8 RUA BARÃO AMAZONAS - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO

9 RUA BOA MORTE

10 PRAÇA AZEREDO COUTINHO

11 AV. JOSÉ ALVES DE AZEVEDO - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO

12 RUA BARÃO DE MIRACEMA - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO

13 RUA VOLUNTÁRIOS DA PATRIA - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO.

14 RUA CONSELHEIRO JOSÉ FERNADES - RUA TEN. CEL. CARDOSO À AV. 15 DE NOVEMBRO

15 RUA BENTA PEREIRA - RUA CONSELHEIRO JOSÉ FERNADES À AV. JOSÉ ALVES DE AZEVEDO.

16 RUA SALVADOR CORRÊA - RUA CONSELHEIRO JOSÉ FERNADES À AV. JOSÉ ALVES DE AZEVEDO.

17 RUA GIL DE GOIS - RUA CONSELHEIRO JOSÉ FERNADES À RUA BOA MORTE

18 AV. DR. ALBERTO TORRES - RUA CONSELHEIRO JOSÉ FERNADES À PRAÇA SÃO SALVADOR.

19 RUA BALTAZAR CARNEIRO.

20 RUA CONSELHEIRO TOMÁS COELHO - RUA CONSELHEIRO JOSÉ FERNADES À RUA VOLUNTÁRIO DA PATRIA

21 RUA TEN. CEL. CARDOSO - RUA CONSELHEIRO JOSÉ FERNADES À RUA MAL. FLORIANO.

22 AV. 15 DE NOVEMBRO - RUA CONSELHEIRO JOSÉ FERNADES À RUA MAL. FLORIANO.

23 RUA JOAQUIM NABUCO.

24 RUA 21 DE ABRIL - RUA MARECHAL FLORIANO À PRAÇA SÃO SALVADOR.

25 AV. 7 DE SETEMBRO - RUA MARECHAL FLORIANO À RUA GOV. TEOTÔNIO FERREIRA DE ARAÚJO.

26 RUA JOÃO PESSOA - RUA MARECHA FLORIANO À AV. JOSÉ ALVES DE AZEVEDO.

27 RUA CDOR. JOSÉ FRANCISCO SANGUEDO - RUA MAL. FLORIANO À RUA CARLOS LACERDA.

28 RUA SANTA EFIGÊNIA - RUA MARECHAL FLORIANO À RUA DOS ANDRADAS.

29 RUA DR. OLIVEIRA BOTELHO - RUA MARECHAL FLORIANO À RUA 13 DE MAIO.

30 RUA 13 DE MAIO - RUA TEN. CORONE CARDOSO À PRAÇA SÃO SALVADOR.

31 TRAVESSA CARLOS GOMES.

32 RUA ROTARY.

33 RUA DR. INÁCIO MOURA.

34 RUA VIGÁRIO JOÃO CARLOS.

35 RUA JOÃQUIM TÁVORA.
*Serviço executada em média a cada 60 dias.No verão é executado em média a cada 15 dias.
*Na ocorrência de chuvas  intermitente, o trabalho  é executado na filosofia:choveu,sujou,limpou.
*è importante divulgar ,digo criar a visibilidade,pois o munícipe,o comerciante, e  o comerciário não vê esse  serviço realizado a noite.

Prefeitura mantém mutirões de limpeza e melhora aspecto da cidade

Por Jualmir Delfino   22/06/2010

                                                  
A qualidade dos serviços de limpeza pública em Campos deu um salto a partir da criação dos Mutirões de Limpeza nos Bairros, implementado pela Secretaria de Serviços Públicos. São 350 homens destacados em equipes para atuar especificamente nos bairros para os serviços que mudam o aspecto e melhoram a auto-estima de moradores dos bairros.

O Mutirão de Limpeza atua nas ruas e praças de cerca de 25 comunidades por semana, com serviços de capina, varrição, raspagem de sarjetas, roçada de vegetação das margens das calçadas, limpeza de bueiros, pintura de meio-fios, de base de postos, remoção de lixo vegetal e entulhos despejados clandestinamente nas vias públicas.

- Neste período de jogos da Seleção Brasileira de Futebol em partidas da Copa do Mundo, nos dias de jogo da nossa seleção, estamos atuando com esquema especial de limpeza, conforme um plenejamento preparado para os locais de grande concentração da torcida, como é o caso da Avenida Pelinca e Rua Doutor Beda - informou o secretário de Serviços Públicos, Zacarias de Albuquerque.

*fonte: site da Prefeitura de Campos











PROGRAMAÇÃO SEMANAL DA LIMPEZA PÚBLICA

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Brasil briga pelo nono título mundial consecutivo

O país do futebol também é o país da reciclagem das latinhas. Desde 2001, o Brasil mantém-se no primeiro lugar no ranking mundial de reaproveitamento de latas de alumínio. A última pesquisa feita pela Abal (Associação Brasileira de Alumínio), referente a 2008, mostra um reaproveitamento de 91,5% das 13 bilhões de latas consumidas no país. Em números totais, isso corresponde a 12,3 bilhões de unidades ou 165,8 mil toneladas da sucata.
O grande responsável pelo alto índice é a política de reciclagem geradora de um lucrativo mercado. Os valores anuais batem R$ 1,6 bilhão. Isso levando-se em conta apenas a área de coleta e compra de latas usadas. Os principais beneficiados são trabalhadores de mão de obra desqualificada.
Através da atividade de reciclagem, muitos complementam sua renda ou até mesmo fazem da atividade seu ganha-pão. Segundo dados da ONG Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), uma rede de 130 mil sucateiros e catadores é responsável por 50% do suprimento de alumínio à indústria. A outra metade viria de supermercados, escolas, empresas e entidades filantrópicas.
Os benefícios ambientais são claros. No processo gasta-se somente 5% de energia do que seria usado na produção tradicional. Isso significa uma economia igual a três horas de televisão ligada ou a uma lâmpada de 100 watts acesa por 20 horas para cada lata individual. Em termos ecológicos, são cinco quilos de bauxita (mineral de onde o alumínio é extraído) preservados na natureza para cada quilo produzido, e 95% de gás carbônico a menos emitido no ar.

fonte:site Terra.com.br -Andrés Bruzzone Comunicação
*Por este motivo é raro encontrar  latinhas na coleta seletiva executada pelo município.Igualmente nos eventos públicos ,não se encontra nas vias, latas de alumínio, pois os catadores coletam tudo durante o  evento.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

NOVIDADE TECNOLÓGICA


Apresentação e teste da varredeira motorizada ,que será utilizada na varrição do centro.Teste inicial  sinaliza bom rendimento  na limpeza de terra e micro-lixo das canaletas do calçadão do Centro.Um dos pilares da regulação e fiscalização dos serviços de  limpeza é   introdução de novos equipamentos de base tecnológica.

CENA LIMPA !


Morador descartando seu lixo vegetal no Entulhódromo do Parque Zuza Mota-Sub-distrito de Guarus.Bom exemplo de  cidadania e cooperação PARA MANTER  CIDADE LIMPA .

PROGRAMAÇÃO SEMANAL DA LIMPEZA PÚBLICA

*eventualmente pode ocorrer atraso na execução ou até mesmo adiantamento
*para sugestão e reclamações ligue para DISQUE LIMPEZA DA SSP(Secretaria de Serviços Publico)tel 2726-489  ou ALÕ LIMPEZA da concessionária Vtal-0800-2822695

quinta-feira, 17 de junho de 2010

CENA SUJA

Praça de S. Salvador no dia 29 de maio entre 10 e 14 h..Dezenas de crianças,jovens e adultos trocam figurinhas do álbum da Copa do Mundo.As embalagens(centenas) são todas descartadas no piso da praça, começa ventar e quase este micro-lixo entra na igreja do Santíssimo. O lamentável é que na Praça estão instaladas 10 papeleiras e não foram usadas pelos cidadãos desatentos que ignoraram a lei da Postura Municipal e o bom costume.CIDADE LIMPA É A QUE MENOS SUJAMOS !

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Secretaria faz doação de adubo orgânico

14/05/2010  Por Telmo Filho
A Secretaria Municipal de Serviços Públicos está disponibilizando à comunidade, adubo orgânico produzido na Usina de Triagem, localizada no distrito de Santo Amaro. Trata-se do projeto Vale Reciclagem, cujas pessoas interessadas poderão trocar um saco de material reciclável por um de adubo, em quatro pontos espalhados pela cidade: Jardim São Benedito, Parque Guarus, sede da secretaria e no Centro, nos entulhódromos nas Avenidas Zuza Mota, Parque Presidente Vargas e Teresópolis.

A dona de casa, Maria Angela Santos, 52 anos, foi uma das que realizou a troca. “Se todos nós fizermos a nossa parte, teremos uma cidade mais limpa e o meio ambiente agradece, pois se recolhemos lixos de forma incorreta, os mosquitos e ratos se proliferarão, sem contar o mal cheiro”, orientou a dona de casa.

O diretor de coleta seletiva, Eduardo Parente, explica que o adubo orgânico é produzido na usina, depois de separado o material reciclável (lata, vidro, plástico, papel e papelão) do lixo orgânico, que é transformado em adubo orgânico. Parente informou, ainda, que caso a pessoa queira maior quantidade de adubo, terá que ligar para os números 2726-4343 e/ou 2726-4809 para que seja autorizada a retirada. O adubo pode ser utilizado na fertilização de plantio agrícola em jardins e pomares.

Coletas - No mês passado, através de coletas seletiva, foram recolhidas, aproximadamente, 50 toneladas de lixo reciclável. Eduardo disse que todo esse material é doado à Sociedade de Apoio à Criança e ao Idoso (SACI), localizada em Donana. A coleta que é efetuada de Goitacazes ao Farol de São Thomé vai para a unidade José Antônio Ferreira, em Santo Amaro.
*fonte: site da Prefeitura de Campos

Limpeza em bueiros é um trabalho permanente no município

17/05/2010  Por Telmo Filho
Doze garis e dois caminhões modelo vac-aal fazem trabalho pemanente de limpeza em 2.300 bueiros espalhados em todo o município, com número maior centrado na margem direita do rio Paraíba do Sul. Segundo o secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, os serviços são executados pela prefeitura, através da Concessionária Vital Ambiental, diariamente, durante o dia e a noite.

Para o comerciante Joilson Machado Gonçalves, 47 anos, o serviço é visto com importância, já que a cidade, segundo ele, antes do Governo Rosinha Garotinho, sofria com as enchentes. “Sem contar que quando os bueiros fecham, o esgoto começa a vazar pelos ralos de nossas casas”, disse.

De acordo com a dona de casa, Ilma da Silva, 66, as pessoas têm que ter mais consciência e não jogar lixos nas ruas. “Forte chuva é sinônimo de alagamentos nas ruas. Mas com esse trabalho que a prefeitura está executando, não corremos riscos de ver as nossas casas sendo invadidas pelas águas”, afirmou.

A mesma opinião tem a dona de casa, Marizete Silva de Souza, 66. “Eu, por exemplo, não deixo lixo espalhado na frente da minha casa. Até folhas de árvores no quintal eu varro e coloco em uma lixeira. Mas, os garis e a prefeitura, estão de parabéns, pois reconheço o trabalho que vem sendo executado em toda cidade”, ressaltou.

A limpeza em bueiros é sinônimo de cidade limpa, de acordo com o comerciante Carlos Augusto Gomes de Abreu, 48. “A população não aguentava mais sofrer com as enchentes, e, com os bueiros limpos, as águas das chuvas vão escoar normalmente”.
*fonte: site da Prefeitura de Campos

Garis distribuirão sacolas veiculares na quinta-feira

11/05/2010  Por Telmo Filho
Na próxima quinta-feira (13), um mutirão composto por 200 garis da Concessionária Vital Ambiental, além de equipes da secretaria de Serviços Públicos, estará distribuindo sacolas de lixo veiculares, no trecho da Avenida José Aves de Azevedo, entre as ruas Saldanha Marinho e rua Conselheiro Otaviano, no Centro. A finalidade é fazer referência ao gari, que terá seu dia comemorado no domingo (16), além de tentar sensibilizar para evitar o descarte de qualquer tipo de resíduo nas vias públicas.

O gari Leandro dos Santos da Silva, 23 anos, encara a iniciativa como das mais importantes. Segundo ele, a Concessionária já distribuiu pequenos cartões à população, orientando a não jogar lixo nas ruas. “O que não pode acontecer é a pessoa achar que vamos sempre estar varrendo o lixo jogado nas ruas. Tem que haver consciência”, comentou.

Para o gari Autemir da Silva Pessanha, 27, quanto mais se joga lixo nas ruas, mais problemas aparecem, como por exemplo, entupimentos de bueiros, entre outros. “Nós fazemos o trabalho que deve ser feito, mas as pessoas têm que saber também que se elas jogam lixo nas ruas, todos nós sairemos prejudicados”, disse.

O secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, informou que nenhum batalhão de garis irá garantir a limpeza total da cidade se cada cidadão não fizer sua parte. “Esse é um programa de sensibilização para com o cidadão que, caso jogue o lixo em vias públicas, será penalizado pela Postura e pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) com multa e perda de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH)”, comentou o secretário.

Zacarias afirma que a preocupação este ano foi com o fato de serem adquiridas sacolas não prejudiciais ao meio ambiente. “A sacola oxibiodegradável, adquirida este ano, tem um tempo de duração de seis meses, muito diferente das comuns, que demoram mais de 100 anos para serem deterioradas pela natureza. Nosso trabalho este ano foi totalmente voltado para a preservação do meio ambiente”, explicou..
*fonte: site da Prefeitura de Campos


terça-feira, 15 de junho de 2010

ATO PÚBLICO PELA PREFEITA ROSINHA GAROTINHO

Querem cassar a Prefeita Rosinha e impedir Garotinho de ser candidato a governador,APENAS POR UMA ENTREVISTA DE RÁDIO.
Vamos reagir,a este absurdo!COMPAREÇA!
ATO PÚBLICO :QUARTA- FEIRA DIA 16 DE JULHO, A PARTIR DAS 16H
CONCENTRAÇÃO:RUA SATURNINO BRAGA

CASSAÇÃO DA PREFEITA ROSINHA GAROTINHO

A Constituição Federal mais uma vez foi vilipendiada,com a cassação da Prefeita Rosinha Garotinho.Conseguiram-os juízes do TRE- transformar uma singela entrevista em programa radiofônico no período pré-eleitoral em ABUSO DE PODER ECONÔMICO e assim cassaram-lhe.É um fato inédito,pois nunca ví uma cassação com esta motivação.
Na mesma sentença, a Prefeita teve cassado seus direitos políticos ,em outro atropelo da CF, ao ignorar o art. 16, que estabelece as condicionantes para aplicação da inelegibilidade .Com tanto atropelo assim ,espera-se que o TRE, possa corrigir estes equívocos,caso contrário vamos ter que apelar a Deusa da Justiça Têmis.

Micro-Lixo aqui e em Tóquio

Aqui em Campos, muito gente  comporta-se jogando seu micro-lixo(papel de bala,picolé,latinhas de refrigerante,água e etc.)nas ruas e calçadões e se interpelado,defende-se dizendo que o gari,está ali para limpar:Eu pago imposto e posso sujar.È um equívoco, pois a varrição a rigor seria das folhas ,terra e areia.Já em Tóquio(ou Tokyo)não existe papeleiras e todo lixo gerado pelo pedestre ,motoristas e passageiros são guardados na bolsa e descartados na lixeira  da casa.NÃO QUERO ISSO TUDO PARA CAMPOS, mas que  cada cidadão mantenha a cidade limpa, utilizando as papeleiras instaladas especialmente na área central da cidade. 
CIDADE LIMPA, É A QUE MENOS SUJAMOS !

Unidade de tratamento de lixo hospitalar é inaugurada

08/06/2010  Por Telmo Filho
O vice-Prefeito Doutor Chicão, junto com o Secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, e o responsável pelo Contrato da Vital Engenharia Ambiental, Castriciano Coelho Neto, inaugurou nesta terça-feira (08), a Unidade de Tratamento de Resíduos dos Serviços de Saúde. Com tecnologia autoclave, instalada em uma área total de 1.470m2, na Codin, em Guarus, a unidade é a terceira do Estado do Rio, que tem a finalidade de dar o tratamento adequado e correto ao lixo hospitalar.

Segundo Doutor Chicão, as concessionárias e contratadas pela prefeitura estão atendendo a um momento real da aplicação dos royalties. “Estou muito feliz como médico, pois a preocupação do nosso governo é com a saúde da nossa população, tanto que Campos foi o primeiro município do país a adquirir a vacina Prevenar e cada criança que nasce no município, nasce com saúde”, comentou.

De acordo com Zacarias, a unidade tem capacidade de tratar três toneladas de lixo hospitalar por ciclo e 5,5 toneladas ao dia. “Trata-se de unidade com capacidade operacional de atender a demanda de Campos por muitos anos. E pequenos municípios da região poderão ser atendidos com a tecnologia Autoclave”, disse o secretário, informando que Campos passou a fazer parte do seleto e pequeno grupo a tratar lixo hospitalar.
- Em breve teremos ao lado da unidade a Usina de Reciclagem, com capacidade de processar mais de 100 toneladas de lixo por dia - disse Zacarias.

Para Castriciano Coelho, a unidade é mais um presente para o meio ambiente. “Campos está fazendo inveja na Região Norte Fluminense, por fazer parte de menos de cinco por cento dos municípios do Brasil a oferecer este tipo de tratamento, sem falar que a maioria está concentrada em São Paulo”, pontuou.
*fonte: site da Prefeitura de Campos

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Unidade de tratamento de lixo hospitalar inaugurada na Codin

Por Telmo Filho

A Unidade de Tratamento de Resíduos dos Serviços de Saúde, com tecnologia denominada Autoclave, irá funcionar em uma área total de 1.470 metros quadrados na Rua Santo Amaro, na Codin, em Guarus, e será inaugurada na próxima terça-feira (08), às 9h. Segundo o secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, a finalidade é dar o tratamento adequado e correto ao lixo hospitalar, sem provocar qualquer impacto ambiental negativo, já que o mesmo representa um risco à saúde pública e ao meio ambiente. Ele informou que a coleta dos resíduos é diária em, aproximadamente, 149 unidades geradoras.

De acordo com Zacarias, a partir do funcionamento da unidade, Campos estará se adequando aos padrões exigidos pela Legislação Sanitária e Ambiental. O secretário explicou que quatro equipamentos serão aplicados na unidade. “O Tanque GLP é o combustível para a caldeira; o Compressor de Ar e Caldeira gerador de vapor, ambos para insumo necessário à operação do Autoclave; e o Autoclave que é o tratamento de desinfecção e inertização de resíduos de serviços de saúde com capacidade para 2.700 litros por ciclo”.

Zacarias esclareceu que a operação do descarte do lixo hospitalar custa cerca de seis vezes mais do que a praticada em relação ao lixo comum. O secretário adiantou, ainda, que a autoclavagem é um tratamento térmico que consiste em manter o material contaminado sob pressão à temperatura elevada, através do contato com o vapor d'água, durante um período de 40 minutos para destruir todos os agentes patogênicos.

Após a carga da Autoclave, o secretário informou iniciar o ciclo de esterilização. A primeira é a Fase de acondicionamento/Pré-vácuo que constitui um pulso de vácuo para a retirada da câmara. Este pulso de vácuo é realizado pelo acionamento da bomba de vácuo. Eliminando o excesso de ar na câmara, inicia-se a fase de CamUp, onde é realizado aumento de temperatura da câmara e sua homogeneização na temperatura escolhida para o ciclo. No final, todo o lixo é aterrado.
fonte:site da Prefeitura
Postado por: Natanael Santos - 03/06/2010 12:42:00

DIA DA LIMPEZA URBANA


Secretário conscientizou as pessoas sobre a importância de manter a cidade limpa

O Dia de Limpeza Urbana em Campos tem muitos motivos para ser comemorado, segundo o secretário municipal de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, que nesta quinta-feira (27), está com uma equipe na Praça do Santíssimo Salvador, no Centro, distribuindo panfletos e informando a população sobre a importância de manter a cidade limpa. Para ajudar no trabalho de conscientização, pequenas quantidades de entulhos estarão expostas no local.

Pela manhã, moradores do bairro Jardim Carioca receberam a visita do Mutirão de Limpeza Especial, que se difere das visitas regulares realizadas no município por incluir o Cata-Treco e o Vale Reciclagem Volante, duas novas vertentes do Programa de Coleta Seletiva. Cerca de 500 sacolas veiculares, além de panfletos foram distribuídos durante o trabalho, que contou ainda com a limpeza geral das ruas, pintura de meio-fio e base de poste, remoção de lixo e de entulho clandestino, raspagem e remoção de terra e folhas das sarjetas, e limpeza de caixas de bueiros.

- A população tem participado ativamente das nossas propostas. Hoje tivemos praticamente um caminhão cheio de bens inservíveis, como máquinas de lavar, restos de guarda-roupa, sofá velho e outros mobiliários e eletrodomésticos inutilizados que, em vez de ir para terrenos baldios ou calçadas, foram entregues pela população do Jardim Carioca ao Cata-Treco - destacou Zacarias, ressaltando que o objetivo do cata-treco é estimular as pessoas a evitarem o acúmulo de lixo em áreas públicas, realizando a entrega em algum dos entulhódromos em funcionamento no município ou aguardando a visita do Cata-Treco.

Saldo positivo - A participação da população é só um dos saldos positivos no trabalho de manutenção da limpeza no município. Para Zacarias, iniciativas como as construções, já em fase final, de um moderno aterro sanitário com início de atividade prevista para o próximo mês e de uma usina de reciclagem e compostagem que deve entrar em funcionamento até dezembro; a realização de limpezas regulares em bairros, distritos e localidades do município; funcionamento de sete entulhódromos; abertura de três postos de troca de vale reciclagem e realização de mutirões especiais demonstram que, apesar dos casos de acúmulo de lixo em vias públicas ou terrenos baldios ainda encontrados pelo município, a população pode contabilizar avanço na área de limpeza pública.

- Nós temos o objetivo de ter no município 15 entulhódromos funcionando, inclusive, em distritos. Já reduzimos pela metade o intervalo dos mutirões de limpeza nos bairros. Antes a equipe trabalhava em cada bairro a cada 90 dias e hoje, até em 30 dias, ela está retornando. ? importante lembrar que cidade limpa não é um compromisso só do governante, mas também um comprometimento da sociedade - ressaltou o secretário.

Papeleiras - E o comprometimento da sociedade pode começar, de acordo com Zacarias, no uso das cerca de 300 novas papeleiras distribuídas pelas ruas centrais da cidade. Apesar de destinada para pequenos lixos, como papéis de biscoitos e balas, palitos de picolé, latas de refrigerante e garrafas d'água, as papeleiras muitas vezes são esquecidas pelos pedestres que preferem lançar o resto do que consumiram na rua. "Nós disponibilizamos o mobiliário urbano necessário, mas precisamos de melhor atitude das pessoas. Muitas pessoas acreditam que o serviço do gari seja recolher aquilo que deveria estar nas papeleiras. Mas é um erro, porque o varredor existe para uma ação clássica de limpeza, como a varredura de poeira e folhas de árvores", pontuou Zacarias.
fonte:site da PMCG
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NOVA YORK: CAPITAL MUNDIAL DO LIXO



A Big Apple produz 11 mil toneladas diárias de lixo, que a cidade, com 8 milhões de habitantes, está exportando até para outros estados. Um pesadelo ambiental.


Por Lester Brown.

A questão sobre o que fazer com as 11.000 toneladas de lixo produzidas diariamente pela cidade de Nova York vem novamente à tona, desta vez no orçamento do Prefeito Michael Bloomberg que propõe, como medida de economia, acabar com a reciclagem de metais, vidros e plásticos. Infelizmente, isto significa aumentar, ao invés de diminuir, o volume do lixo.O problema do lixo de Nova York tem três facetas. É um problema econômico, um desafio ambiental e um pesadelo potencial de relações públicas. Quando o aterro sanitário de Fresh Kills, o local de destinação final do lixo de Nova York, foi desativado permanentemente em março de 2001, a cidade teve que transportar o lixo para aterros distantes em Nova Jersey, Pensilvânia e Virginia – alguns a quase 500 quilômetros de distância.Tomando por base uma carga de 20 toneladas para cada uma das caçambas-reboque utilizadas para transporte a longa distância, são necessários cerca de 550 reboques para transportar o lixo de Nova York, diariamente. Estes reboques formam um comboio de 14 quilômetros de extensão, congestionando o trânsito, poluindo o ar e elevando as emissões de carbono. Este comboio diário levou o Vice-Prefeito Joseph J. Lhota, que supervisionou a desativação de Fresh Kills, a declarar que a eliminação do lixo urbano, hoje, “é como uma operação militar cotidiana.”Ao invés de reduzir rapidamente o volume de lixo gerado enquanto Fresh Kills se enchia, a decisão foi simplesmente levá-lo para outro lugar. Comunidades locais em outros estados, carentes de recursos, se prontificam a aceitar o lixo de Nova York – se forem bem remunerados. Alguns o consideram uma benesse. Entretanto, para os governos estaduais sobrecarregados com os custos crescentes de manutenção de rodovias, este esquema não é muito atraente. Além disso, têm que lidar com congestionamentos, ruídos, aumento da poluição e reclamações das comunidades vizinhas.O Governador de Virginia, Jim Gilmore, protestou ao Prefeito Rudy Giuliani, em 2001, contra o uso do estado como depósito de lixo. “Compreendo o problema que Nova York enfrenta,” observou ele. “Mas o estado natal de Washington, Jefferson e Madison não tem a menor intenção de se tornar o lixão de Nova York.”No início de abril de 2001, o novo Governador de Virginia, Mark Warner, propôs um imposto de US$ 5 por tonelada sobre todos os resíduos sólidos despejados em Virginia. Isto deverá gerar um fluxo de caixa anual de US$ 76 milhões para o tesouro estadual, mas não ajudará a resolver os problemas econômicos de Nova York.Na Pensilvânia, a Assembléia Geral está considerando promulgar legislação que restrinja a importação de lixo de outros estados. À medida que os aterros dos estados vizinhos começam a encher haverá menos locais para levar o lixo de Nova York, aumentando ainda mais os custos de sua destinação final.O lixo de aterros consome terra. Para cada 40.000 toneladas de lixo adicionado a um aterro, perde-se pelo menos um acre de terra para uso futuro. Também se perde uma grande área do seu entorno, pois o aterro, com resíduos potencialmente tóxicos, deve ficar isolado das áreas residenciais.A administração municipal de Bloomberg propôs a incineração como solução. Porém a queima diária de 11.000 toneladas de lixo apenas aumentará a poluição atmosférica, agravando ainda mais o ar já insalubre. Da mesma forma que o transporte do lixo para locais distantes, a incineração trata os sintomas e não as causas da montanha de lixo de Nova York.O volume de lixo produzido na cidade é a manifestação de um problema mais fundamental – a evolução da economia mundial do descarte. Produtos descartáveis, facilitados pelo apelo da conveniência e o custo artificialmente baixo de energia, são responsáveis por grande parte do lixo que produzimos.É fácil esquecer quantos produtos descartáveis existem até que comecemos, efetivamente, a listá-los. Substituímos os lenços, toalhas de mão e guardanapos de pano pelos de papel, e as garrafas de vidro, reutilizáveis, por latas e garrafas plásticas. Talvez, como o último dos insultos, os próprios sacos de compras que são utilizados para transportar os produtos descartáveis são, eles próprios, descartáveis, somando-se ao fluxo do lixo. A pergunta no caixa do supermercado, “Papel ou plástico?” deveria ser substituída por, “Você trouxe sua sacola?”O desafio que enfrentamos, hoje, é substituir a economia do descarte pela economia da redução/reutilização/reciclagem. A Terra não pode mais tolerar poluição, uso de energia, perturbação da mineração e desmatamento exigidos pela economia do descarte. Para cidades como Nova York o desafio é, em primeiro lugar, menos o que fazer com o lixo e mais como evitar sua produção.Nova York recicla apenas 18 porcento dos seus resíduos municipais. Los Angeles recicla 44 porcento e Chicago, 47 porcento. Seattle e Minneapolis têm, ambos, taxas de reciclagem em torno de 60 porcento. Mas, até mesmo eles estão longe de explorar o potencial pleno da reciclagem do lixo. Há muitas formas de reduzir a montanha diária de lixo. Uma delas é, simplesmente, proibir o uso de recipientes “one-way” para bebidas, o que foi feito na Dinamarca e Finlândia. A Dinamarca, por exemplo, proibiu recipientes “one-way” para refrigerantes em 1977 e cerveja em 1981. Se o Prefeito Bloomberg quiser um exemplo mais perto de casa, é só visitar a Ilha Prince Edward, no Canadá, que também adotou uma proibição semelhante para recipientes “one-way.”Há outros ganhos na reutilização de recipientes de bebidas. Uma vez que são transportados de volta para as engarrafadoras nos mesmos caminhões que fazem a entrega, reduzem não apenas o lixo mas também o congestionamento do trânsito, o uso de energia e a poluição atmosférica.Temos a tecnologia para reciclar praticamente todos os componentes do lixo. Por exemplo, a Alemanha, hoje, obtém 72 porcento do seu papel de fibras recicladas. Com vidro, alumínio e plásticos, as taxas potenciais de reciclagem são até maiores.Os nutrientes do lixo também podem ser reciclados pela compostagem de materiais orgânicos, inclusive resíduos da capinação de parques e jardins, restos de alimentação e de produtos de supermercados. Anualmente, o mundo minera 139 milhões de toneladas de rocha fosfatada e 20 milhões de toneladas de potassa, a fim de obter o fósforo e potássio necessário para substituir os nutrientes que as lavouras removem do solo. A compostagem urbana que devolveria os nutrientes ao solo poderia reduzir enormemente estes gastos em nutrientes e a perturbação causada por sua mineração.Uma outra medida para redução do lixo, nesta situação de estresse fiscal, seria aplicar um imposto sobre todos os produtos descartáveis (efetivamente um imposto do lixão) para que aqueles que utilizam produtos descartáveis suportem diretamente o custo de sua destinação final. Isto aumentaria receitas reduzindo, ao mesmo tempo. os gastos para a destinação do lixo, e ajudando a reduzir o déficit fiscal da cidade.Existem inúmeras soluções de ganho economicamente atraentes e ambientalmente desejáveis, que ajudarão a evitar a débâcle emergente de relações públicas criada pela imagem de Nova York como a capital mundial do lixo. Uma resposta a esta situação que trate as causas, ao invés dos sintomas da geração do lixo, poderá ser extremamente proveitosa para a cidade.

*Lester Brown é fundador do WWI-Worldwatch Institute e do EPI-Earth Policy InstituteTodos os direitos reservados. EPI-Earth Policy Institute / UMA-Universidade Livre da Mata Atlântica. Autorizada a reprodução citando fonte e site http://www.wwiuma.org.br/ (Envolverde/WWI-Worldwatch Institute) / http://www.resol.com.br/

Finlandês vence torneio de arremesso de celular.

SAVONLINNA, Finlândia (Reuters) - Qualquer um que queira atirar para longe seu celular pode fazer isso com estilo e até ganhar uma medalha por isso no Campeonato Mundial de Arremesso de Celular, a mais recente contribuição finlandesa ao atletismo internacional.


Realizado nesta pequena cidade perto da fronteira com a Rússia, a sétima edição anual da competição atraiu no sábado 100 atletas de lugares distantes como o Canadá e Bélgica.

A criadora do torneio, Christine Lund, descreve o evento como uma boa fonte de exercício leve aliado a um movimento ecológico. "Há muitos celulares no mercado de segunda-mão e nós estamos reciclando eles (antes que virem lixo tóxico)", disse ela.

O gênio esportivo finlandês deu ao mundo o Campeonato Mundial de Sauna e o Torneio de Carregamento de Esposa antes dessa nova modalidade que criou uma nova maneira de deixar os telefones ainda mais móveis.

A medalha de ouro deste ano foi para Lassi Etelatalo, da Finlândia, que arremessou um celular Nokia aposentado a 89 metros de distância. "Eu me preparei com arremesso de dardo. Eu realmente não tinha me preparado com celulares", disse Etelatalo à Reuters.

Na modalidade estilo livre, o celular do holandês Elie Rugthoven caiu fora da área designada, mas ele ainda conseguiu a prata graças a uma performance no arremesso que impressionou os juízes.

Lund disse que os competidores têm todos sua marca favorita de celular para arremessar. "As pessoas escolhem por tamanho, cor ou como ele fica na mão ... Alguns acreditam que um modelo pesado permite um arremesso longe, alguns preferem um mais leve."

Por Anna Ringstrom, da Reuters.

* http://www.resol.com.br/

Conheça a casa de plástico reciclado

Duas empresas cearenses se uniram para comercializar um tipo de casa que se propõe a ser uma alternativa na briga pela redução do déficit habitacional brasileiro, além de ajudar a preservar o meio ambiente. A casa em questão é feita de plástico reciclado e foi desenvolvida com a intenção de ter um custo de montagem 30% menor que o da alvenaria convencional. Os responsáveis pelo projeto ainda não fecharam um preço para o imóvel, mas arriscam falar em R$ 11 mil para uma habitação popular de cerca de 43 metros quadrados, com dois quartos, banheiro, cozinha e sala de estar.Um modelo do projeto foi apresentado no Centro de Convenções dentro da feira Embala Nordeste. “As paredes são montadas com polietileno de alta densidade. No caso desta casa, foram usadas caixas de cerveja recicladas”, informou um dos sócios do projeto, o engenheiro Ary Albuquerque, da Indústria Brasileira de Artefatos Plásticos (Ibap). A outra empresa que integra a idéia da casa de plástico é a Impacto Protensão, especializada em projetos estruturais e de lajes de concreto, que tem diversas parcerias na construção civil local.“Para protegê-la das intempéries, a casa é revestida com concreto e dentro da placa de plástico há isopor para isolante térmico. São necessários três dias para montar uma habitação como esta, com estrutura que suporta um segundo pavimento. Além disso, não é necessária mão-de-obra especializada, basta um profissional que saiba ler plantas arquitetônicas”, salientou Joaquim Caracas, da Impacto Protensão.Os dois profissionais explicam que a Universidade Federal do Ceará vai certificar todos os itens da casa para viabilizar vôos mais altos, comercialmente falando. “Nosso objetivo é atingir o mercado nacional e atender as classes menos beneficiadas, principais vítimas do déficit de 7 milhões de moradias no Brasil”, considerou Albuquerque.A casa de plástico é uma nova aplicação de uma invenção dos dois empresários. Eles afirmam que criaram para a construção civil um sistema novo que substitui os maderites que servem de apoio na aplicação de concreto em lajes. A inovação foi batizada de plasterite. “Este sistema dá mais agilidade à obra, pois a carpintaria é um trabalho artesanal”, disse Caracas.

Aterro sanitário com obras em ritmo acelerado.



O acesso ao aterro sanitário já está sendo construído


O aterro sanitário que está sendo construído no distrito de Conselheiro Josino, em Campos, está com as obras em ritmo acelerado e deverá ser concluído em outubro, dentro do cronograma da Vital Engenheira Ambiental, empresa responsável pela obra. De acordo com o secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, a empresa está atuando em várias frentes de trabalho para entregar a obra dentro do prazo. Com o aterro sanitário, que já está 70% concluído, o município terá uma série de benefícios. O projeto está avaliado em R$ 10 milhões, sendo R$ 4 milhões para esta primeira fase e deve entrar em operação em dezembro.

Zacarias informa que mantas já foram colocadas na primeira célula, onde será depositado o lixo, e no tanque de chorume, resíduos líquidos que saem do lixo. Além disso, também estão em construção a parte de engenharia da balança de pesagem, a sede da administração do aterro, incluindo refeitório e vestiário; o Centro de Educação Ambiental e 1.500 metros do acesso ao local. "Este item é muito importante para o licenciamento ambiental, porque representa uma chegada segura ao local", informou o secretário.

Segundo Zacarias, um bosque com aproximadamente 200 árvores também está sendo preparado na entrada do aterro. O Centro de Educação Ambiental terá um auditório com capacidade para 40 pessoas. "Vai ser um espaço para debates sobre meio ambiente e mobilização", informou o secretário, ressaltando que esta obra está gerando cerca de 30 empregos, nesta fase.

- A obra está dentro das expectativas do que foi planejado e coloca o município em posição de destaque no cenário de tratamento de resíduos sólidos. Todo o trabalho está sendo executado pela concessionária dentro do rigor do licenciamento ambiental. A gente espera que o tempo de uso seja superior a 30 anos porque o futuro aponta para a ampliação das políticas de reciclagem, o que não exclui a necessidade do aterro sanitário, devido aos resíduos inertes - destaca o secretário.

Além das questões sociais e ambientais, o município poderá melhorar sua posição no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e estará habilitado a participar do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS-Verde). A perspectiva é que em cinco anos o gás metano, que é o subproduto do lixo, poderá ser transformado em energia. O aterro sanitário está sendo instalado em uma área de 900 mil metros quadrados e segue as mais altas tecnologias utilizadas no mundo.A Licença de Instalação (L.I.), que permitiu o início da obra, foi conquistada em abril e a previsão é que sejam processadas 300 toneladas de lixo por dia. O aterro é composto de uma obra de engenharia, que tem como objetivo isolar o lixo do meio ambiente. É feito através de aplicação de mantas de polietileno de alta densidade (Pead) de dois milímetros de espessura que vão evitar a contaminação do lençol freático.

LIMPEZA NO FERIADÃO DE 12 DE OUTUBRO

Feriado nacional na segunda-feira com alguns setores municipais em funcionamento e na terça-feira escolas fechadas por conta do Dia do Professor

Por: Frânio Abreu

Foto: Antônio Leudo



Em função do feriado nacional na segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, somente alguns setores da prefeitura estarão funcionando, entre eles, os hospitais e postos de saúde 24h, além da limpeza pública. Já na terça-feira (13), as escolas da rede municipal também não funcionarão em função do feriado do Dia do Professor, na quinta-feira (15), que foi antecipado pela categoria. O decreto com o feriado dos professores foi publicado nesta sexta-feira (09), no Diário Oficial do Município, nº 306/2009.

Saúde - Funcionarão os postos de saúde 24 horas de Tocos, Baixa Grande, Farol de São Tomé, Morro do Coco e Sapucaia. Funcionam também os PUs de Guarus e da Saldanha Marinho e os Hospitais Ferreira Machado e Hospital Geral de Guarus. As unidades hospitalares de Santo Eduardo, Travessão, Ururaí e São José, em Goitacazes, também funcionarão normalmente durante o feriado de segunda feira.


Limpeza Pública - Assim, na segunda-feira, a coleta de lixo domiciliar na margem direita do rio Paraíba, do parque Nova Brasília ao distrito de Donana, será normal, das 7 às 23h. No mesmo dia, haverá coleta de resíduo de saúde, mas somente nos hospitais públicos (Hospital Ferreira Machado (HFM) e Hospital Geral de Guarus (HGG). A varrição de rua acontecerá, mas também somente na área central da cidade.



*Fonte: www.campos.rj.gov.br/noticia

LIXO ORGÂNICO E BATERIAS SÃO PROBLEMAS NOS ATERROS SANITÁRIOS

Material orgânico e baterias são os maiores problemas para o meio ambiente, se considerados apenas os detritos residenciais levados aos aterros por caminhões de lixo. "Todo lixo é contaminante, inclusive a matéria orgânica. O material putrefato forma um líquido altamente contaminante para o subsolo, o chorume", explica o gerente de usinas do Sistema de Limpeza Urbana do Distrito Federal, Pedro Luiz Rennor.Ele afirma que esses compostos orgânicos devem ser reciclados rapidamente. "Se não foi feito um trabalho de compactação de lixo, a contaminação é rápida. Aqui em Brasília a gente transforma 20% do lixo orgânico em adubo". Segundo ele, também que as pilhas e baterias são grandes poluentes dos solos e lençóis freáticos, por causa dos metais pesados.A cidade que mais produz lixo no Brasil é São Paulo (SP). De acordo com o diretor de operações Afranes Zucon, que trabalha em uma das duas concessionária de limpeza urbana do município, são 12 toneladas de lixo por dia e 60% desse total é só de lixo orgânico."Uma das coisas que são inadequadas são baterias e pilhas, por exemplo, que podem contaminar os solos. Precisaria haver uma divulgação maior para dizer que isso não deve ser feito e também é necessário que haja mais pontos de recolhimento desse material que o encaminha para fábricas de reciclagem".Mesmo assim, não se deve esquecer o material reciclável, pois ele demoram até séculos para se decompor. "Se na cidade não houver coleta seletiva, a pessoa pode procurar algum ponto coletivo de entrega voluntária. Assim não estaríamos descartando materiais que estariam levando muitos anos para se decompor", explica Zucon. "Se o cidadão pudesse separar todo seu lixo seria o ideal. Para que se aproveite o material orgânico nas usinas".Mas, segundo o assessor técnico da Diretoria Indústrial da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) do Rio de Janeiro, José Henrique Penido, se o aterro sanitário for construído de acordo com a legislação, as chances de contaminação diminuem significativamente. "Um aterro, para ser completamente sanitário e evitar contaminações, tem que ter uma impermeabilização, ter a captação de chorume de gases. Isso tudo forma um conjunto que protege solos, rios, lençóis freáticos e a atmosfera"."Nós temos que estar preocupados com o lixão, que é um terreno qualquer para jogar o lixo indiscriminadamente e sem nenhuma proteção anterior. Isso gera problema ambientais graves e a população vai ser exposta a muitas doenças e a explosões", acrescenta Penido.

USINA DE RECICLAGEM DE LIXO DA CODIN ENTRA EM NOVA FASE

A usina de reciclagem e compostagem de lixo que está sendo construída no distrito industrial da Codin, entrou em nova fase. Segundo o secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, agora está sendo feita a cobertura de 2.500 metros quadrados do galpão. Os equipamentos já foram adquiridos pela concessionária Vital Engenharia Ambiental. A previsão é que a usina entre em operação em dezembro, quando também será inaugurado o aterro sanitário que está sendo construído no distrito de Conselheiro Josino, levando o município a dar um salto de qualidade nas questões social e ambiental, conforme determinação da prefeita Rosinha


Zacarias afirma que só em equipamentos, a concessionária investiu cerca de R$ 400 mil. O empreendimento inclui dois fossos de armazenamento, quatro prensas, uma balança de até 200 quilos e três esteiras elétricas. "No local, terá também a parte administrativa, composta de vestiário e banheiro", informa o

A usina vai processar 100 toneladas de lixo por dia, o que representa 33% das 300 toneladas produzidas diariamente no município. Para o funcionamento da usina, serão preenchidas 90 vagas de trabalho por moradores da comunidade, que hoje atuam como catadores de lixo e trabalham em condições

- A usina de reciclagem da Codin e o aterro sanitário fazem parte de uma operação casada. Por isso, entrarão em funcionamento no mesmo período. Será um grande ganho ambiental e social porque, através da usina, estaremos oferecendo trabalho mais digno a estes catadores. Com o aterro sanitário construído dentro das normas de engenharia e ambiental, o município dará um salto de qualidade - ressalta o secretário de Serviços Públicos.



*Fonte: www.campos.rj.gov.br/noticia

Seminário de Resíduos Sólidos discute uso consciente e descarte apropriado de aparelhos eletrônicos

Fonte: Agência Minas


O apelo para adquirir novos aparelhos e equipamentos eletroeletrônicos de última geração não vai diminuir e o consumidor não vai deixar de comprar mesmo se chegar à conclusão, isto se parar para pensar, que a compra de um novo celular, ou um teclado, vai pressionar o meio ambiente, seja pelo uso dos recursos naturais de forma não sustentável, ou pela ausência de destinação correta para o antigo celular e teclado sem uso.

Esta é a avaliação do diretor do Programa de pós-graduação em Planejamento e Gestão Ambiental da Universidade Católica de Brasília (UCB), Genebaldo Freire. “Não tem como barrar a ampliação da oferta de equipamentos e serviços, principalmente de inovação tecnológica. Precisamos desenvolver mecanismos para quem produz. O caminho é este – regulamentar”, analisa Freire.

O educador ambiental está em Belo Horizonte, onde participa do Seminário Internacional sobre Resíduos Eletroeletrônicos, promovido pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), em parceria com o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR)O evento, que teve início no dia 12 e acontece até o dia 14 de agosto, no CMRR, reúne especialistas, pesquisadores, representantes da indústria de eletroeletrônicos e gestores públicos em busca de marcos regulatórios que assegurem a destinação correta do lixo eletrônico.

Na opinião de Genebaldo Freire, Minas Gerais está na vanguarda dessa discussão. O Estado já possui, desde junho deste ano, o Diagnóstico da Geração de Resíduos Eletroeletrônicos de Minas Gerais, implementado pelo governador Aécio Neves. “Esta fase de quantificar e identificar é importante para dimensionar e coordenar uma ação que destine os resíduos corretamente”, avalia Freire.

Também participante do Seminário, o diretor de responsabilidade socioambiental da Associação Brasileira da Indústria de Eletroeletrônicos (Abinee), André Saraiva, quer aproveitar sua presença em Minas Gerais para conhecer o CMRR e o Projeto 3RsPCs, que propõe a formulação de uma política pública e o desenvolvimento de tecnologias relacionadas à gestão dos resíduos eletroeletrônicos (REEs).

Saraiva acredita que é uma iniciativa que pode ser replicada pela Abinee, em outras capitais brasileiras. Saraiva afirma que a premissa básica do setor é a responsabilidade dos produtores desse segmento. Ao admitir a responsabilidade dos produtores, Saraiva aponta para as responsabilidades dos consumidores e dos governos. Os primeiros devem fazer do ato do consumo um exercício de cidadania ao se assegurar da destinação correta no fim da vida útil do equipamento. Para os gestores públicos, se fortalece a exigência de compra sustentável. “Não vale o menor preço, deve ser o melhor preço”, critica o empresário.

Membro do Grupo de Trabalho (GT), instituído pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) em dezembro de 2008, o diretor da Abinee entende que Minas Gerais quer “tropicalizar” a Diretiva Européia. O GT utiliza como base orientadora a Diretiva Européia e o objetivo é entregar ao Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), até o final de 2009, a proposta de regulamentação para esse tipo de resíduos, a fim de que a mesma tenha validade nacional.

A Diretiva 2002/96 do Parlamento Europeu e do Conselho da União Européia, de 27 de janeiro de 2003 estabelece responsabilidades dos produtores, consumidores e governos relativas aos REEs. A política ambiental da Comunidade Européia, que serviu de modelo para a política ambiental de Minas Gerais, se baseia nos princípios da precaução, prevenção e na correção, prioritariamente na fonte, dos danos causados ao meio ambiente e no princípio do poluidor-pagador.

André Saraiva, Genebaldo Freire e o presidente da Fundação Estadual de Meio Ambiente, José Cláudio Junqueira, além de serem palestrantes do Seminário (veja programação no site www.seminarioree.com.br ) participam nesta quinta-feira (13) do Programa Brasil das Gerais, de 19h às 20 h na Rede Minas, onde debatem os desafios sobre a gestão dos REEs.

PAPELADA QUE EMPERRA A COLETA SELETIVA

O caminho entre a lixeira da sua casa e a cooperativa de reciclagem é uma maratona desanimadora. Para proteger o meio ambiente, na cidade do Rio, é preciso ter muito fôlego para enfrentar a burocracia ambiental. Falhas no serviço e muita desinformação emperram a coleta seletiva, que reaproveita apenas 1% do que é recolhido pela Comlurb. O montante reciclado em um mês é muito menor do que o volume retirado das ruas em um dia.Somente 42 dos 160 bairros cariocas contam com o serviço em casa. Estendê-lo para a cidade toda custaria R$ 29 milhões, segundo a Comlurb. Mas mesmo nas regiões já atendidas há buracos: caso de Dona Emy Soares, cuja rua, na Tijuca, nunca viu a seletiva passar — apesar de o site da Comlurb garantir o contrário. “No Brasil é tudo pela metade”, diz.Nos bairros desamparados, a maioria nas zonas Norte e Oeste, resta ao cidadão correr atrás — mas esse percurso é árduo. Em todo o município, só existem cinco cooperativas cadastradas pela Comlurb. “Não há espaço físico para processar o material reciclado que chega dos caminhões. O que sobra vai para aterros clandestinos. O esforço da população vai para o lixo”, afirma Edson Freitas Gomes, presidente da Associação das Empresas Recicladoras do estado.Caminhões erradosEdson vê erros já na coleta da Comlurb. “Não podem usar caminhões compactadores. Ensinam a gente a separar os materiais, mas eles acabam esmagando e misturando tudo. Isso atrasa demais o trabalho na cooperativa. E há o risco de contaminar a carga. Basta rachar uma garrafa com restos de bebida”, cita. O ideal seriam carretas do tipo gaiola, onde o lixo é levado solto, em sacolas.A prática do dia a dia desanima a quem aprende desde cedo a cuidar do planeta. Os irmãos Larissa, 13, e Felipe Marques, 9, sabem direitinho o que fazer com parte do lixo e até o separam. Mas, na Vila da Penha, onde moram, a dedicação é em vão. “Seria bom que toda a cidade tivesse coleta seletiva”, lamenta Larissa.Educadora ambiental do Instituto Aqualung, Verônica Castro faz duras críticas ao governo: “O programa de gestão ambiental do Rio se perdeu no caminho. Não há continuidade nem campanhas maciças em escolas e comunidades”.Na Tijuca, rua de D. Emy tem coleta ‘virtual’Todo dia, a professora aposentada Emy Soares Dias, 70 anos, separa o lixo, em seu apartamento na Tijuca, para a reciclagem. No site da Comlurb, a rua onde ela mora, a João Alfredo, está incluída no roteiro do caminhão da coleta seletiva. Mas, segundo ela, o veículo nunca passou na sua rua. “É uma coleta só para enfeite. Já liguei várias vezes para a Comlurb, pedindo o serviço. Eles dizem que o caminhão passa, mas ele apenas recolhe o lixo em duas ruas depois da minha”, reclama.A saída, encontrada por Dona Emy, foi continuar separando o material e esperar pela chegada dos catadores. “Eles escolhem o que querem e levam, mas deixam um rastro de sujeira em frente ao prédio”, queixa-se.Nem assim ela desanima. Moradora do bairro há 13 anos, a aposentada se preocupa em lavar todo o descarte para chegar limpo às cooperativas. A gordura que fica na panela não vai para o ralo. “Misturo farinha para secar e depois limpo com jornal”, explica. Ela ainda separa jornais e papelão. “Eu faço a minha parte, mas no Brasil infelizmente as coisas não funcionam”, lamenta.


Fonte: site Web resol e Eduardo Pierre e Maria Luisa Barros (O Dia)

EMPRESAS TERÃO QUE SEPARAR O LIXO RECICLÁVEL !

A coleta seletiva de lixo será obrigatória em shoppings centers, edifícios comerciais, indústrias e outros empreendimentos da cidade de São Paulo.A lei que estabelece a nova regra foi publicada no "Diário Oficial da Cidade" e entrará em vigor dentro de poucos meses.A obrigação será apenas para os chamados "grandes geradores de resíduos" - empresas com mais de 200 litros diários de lixo e condomínios mistos ou não residenciais com mais de 1.000 litros diários. Condomínios residenciais não se enquadram na regra.Estima-se que cada pessoa produza, em média, um quilo de lixo por dia, o equivalente a cerca de cinco litros.Os "grandes geradores" já são obrigados hoje a contratar empresas particulares para coletar seu lixo e dar uma destinação final, que pode ser o depósito em aterros sanitários.Com a nova lei, só poderão ser levados para aterros o lixo orgânico e os materiais coletados que não podem ser reciclados, como isopor, espelhos e papel higiênico.A empresa terá de manter documentos que comprovem que ela contratou a empresa para a coleta e que o lixo foi levado para alguma central de triagem de recicláveis.A multa será de R$ 10 mil. Hoje, a multa cobrada pela não destinação adequada do lixo chega a R$ 1.000.A prefeitura não informou qual é o volume de lixo produzido diariamente pelos grandes geradores. No total, a prefeitura recolhe 15 mil toneladas diárias de lixo na cidade, incluindo podas de árvores, restos de feiras, entulho de construção civil, lixo hospitalar e as 9.500 toneladas de lixo domiciliar.A prefeitura estima que 20% do lixo da cidade pode ser reciclado. Desse total, apenas 7% é efetivamente destinado a isso. As cooperativas de catadores coletam 38% do lixo reciclável. O restante é retirado pelas empresas que fazem a coleta domiciliar: Loga e Ecourbis.


Fonte: Folha de S.Paulo esite webresol.com.br

Algarve ganha tecnologia de topo na triagem de plásticos

Algar usa topo da tecnologia, para melhorar reciclagem do lixo. Máquina-prodígio utiliza ar para separar plásticos por tipo.


Basta um sopro e… já está. Os plásticos, que até aqui eram separados manualmente em função da composição, são agora identificados e distribuídos por uma máquina automática, avaliada em 300 mil euros. O equipamento é capaz de identificar qualquer tipo de plástico, através de um processador ultra-rápido que decide de que é feito cada tipo de vasilhame e o encaminha para um destino específico. Tudo isto acontece sem parar, num tapete rolante capaz de separar 2500 quilos de lixo por hora.”A máquina fotografa os resíduos que correm no tapete e através de um raio infravermelho, cada plástico reflecte da sua maneira”, explica Miguel Nunes, director de Actividades Complementares da ALGAR.



A tecnologia, desenvolvida por uma empresa austríaca, permite identificar os plásticos que continuam a rolar no tapete. Com memória ‘fotográfica’, a máquina regista cada embalagem numa base de informação que lhe permite ‘dar ordens’ a cerca de 60 pequenos jactos de ar comprimido, empurrando-os para tapetes diferentes à medida que chega a sua vez, consoante o tipo de embalagem.



Cinco vezes mais rápida do que o Homem, a tecnologia permite poupar 50% da força de trabalho empregue até aqui, mas Hélio Barros, administrador da Algar, garante que nenhum posto de trabalho será suprimido: “Esta tecnologia permitirá a supressão de turnos e permite a redução de pessoal nesta linha. Mas nós vamos criar mais emprego através das novas actividades, como a trituração de resíduos da construção civil, uma nova unidade de óleos usados, uma central de valorização orgânica e uma unidade de desmantelamento de resíduos eléctricos e electrónicos”, afirma.



A nova unidade ficará a funcionar em paralelo com a antiga, mas traz vantagens óbvias para a empresa, multiplicando a produtividade por cinco e outras, menos óbvias, para os trabalhadores: “A nova tecnologia aumenta a higiene e segurança para os operadores da triagem, diminuindo em muito o fluxo de material que têm que separar e acaba por lhes exigir um menor esforço visual, uma vez que tinham que identificar e separar os plásticos num curto espaço de tempo, exigindo muita concentração”, explica Miguel Nunes, director de Actividades Complementares da ALGAR.



A nova linha de triagem permitirá assim aumentar para 23500 toneladas o esforço de reciclagem de embalagens na actual Estação de Transferência de Faro-Loulé-Olhão, num investimento que rondou os 1,6 milhões de euros.



Por outro lado, a Algar está a fazer igual investimento no Barlavento algarvio, no aterro de Porto de Lagos, Portimão, de modo a fornecer esse equipamento com o mesmo tipo de tecnologia.



Segundo a empresa, as novas unidades de triagem automática irão dar resposta ao crescimento de cerca de doze por cento verificado no último ano na recolha selectiva de plásticos e metais no Algarve, valor que só nos meses de Verão atinge os 40 por cento, em regra. Apesar disso, o Algarve mantém-se no segundo lugar em termos de reciclagem per capita, logo atrás dos Açores.

Aterro sanitário com obras em ritmo acelerado.

No intuito de estabelecer destinação para os resíduos da construção civil, provenientes de obras públicas, a Secretaria de Serviços Públicos, junto da secretaria de Obras e Urbanismo e coordenadoria de Posturas, estabeleceu que todos os entulhos gerados a partir daí serão depositados no aterro controlado da Codin. A definição vai ao encontro dos critérios da Resolução 307/2002, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que define procedimentos para o armazenamento de lixo a favor do meio ambiente.


O secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, explica que Campos já realizou inúmeras obras, entre reformas e construções e que todos os resíduos devem ser armazenados de maneira que não prejudique o meio ambiente e, em conseqüência, a população. Segundo Zacarias, todas as empresas de construção civil da prefeitura serão obrigadas a comprovar o destino certo dos entulhos produzidos nas obras.

- Esta é uma forma da prefeitura dar o exemplo em relação a gestão correta no manuseio dos entulhos provenientes de suas obras. As secretarias entraram num entendimento para fazer com que as empresas tenham a obrigatoriedade de armazenamento correto destes resíduos de construção civil. Uma medida tomada por nós, foi a apresentação da guia, emitida pela secretaria de Serviços Públicos, que comprova o depósito do entulho no aterro controlado da Codim, antes do recebimento do pagamento pelas empresas - declara.

Outra medida tomada pela secretaria de Serviços Públicos foi a obrigatoriedade de entulhos nas caçambas metálicas, caso a obra não tenha espaço físico para o depósito provisório. "Para que os entulhos não sejam mais colocados nos passeios, impedindo o livre acesso dos pedestres, providenciamos caçambas metálicas, que promovem mais organização e higiene dos locais", pontua Zacarias, pedindo ainda, que caso as pessoas vejam alguma situação de irregularidade no depósito de resíduos, ligue para o disque limpeza, através do telefone 2726- 4809 ou para a coordenadoria de Posturas, no telefone 2723- 378, para efetuar a denúncia.