terça-feira, 16 de setembro de 2014


Reprodução do site da revista Exame
Reprodução do site da revista Exame


Agradeço o reconhecimento desse levantamento do Atlas Político, divulgado pelo site da revista Exame. Do Rio de Janeiro só apareço eu e mais um deputado. Tenho a consciência tranquila de que não decepcionei os 700 mil votos que o povo do Rio de Janeiro me deu, a maior votação de um parlamentar na história do nosso estado. 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Dupla tempestade solar ruma à Terra e preocupa cientistas

Dupla tempestade solar ruma à Terra e preocupa cientistas

Redação - VEJA.com - 09/2014
Divulgação/Nasa


Uma rara explosão dupla de tempestades solares magneticamente carregadas vai atingir a Terra nesta sexta-feira (12), causando preocupações de que sinais GPS, comunicações por rádio e transmissões de energia possam ser interrompidos, disseram autoridades nesta quinta (11).

Individualmente, as tempestades, conhecidas como ejeções de massa coronal, ou CMEs, não justificariam advertências especiais, mas o curto intervalo atípico e sua rota direta para a Terra levaram o Centro de Previsão Climática dos Estados Unidos (SWPC) a emitir um alerta.

Dado o nível de intensidade geomagnética esperado, essas tempestades "poderão provocar problemas nas comunicações por rádio e sinal de GPS, assim como irregularidades na voltagem da rede de distribuição elétrica", disse Thomas Berger, diretor do centro.

Os efeitos seriam mais sentidos nas regiões próximas aos polos, onde as interações com o campo magnético terrestre são mais fortes. "Nós não esperamos nenhum impacto incontornável à infraestrutura nacional, mas estamos acompanhando de perto", acrescentou Berger.

Sol está atualmente no pico de seu ciclo de 11 anos, embora o nível de atividade esteja menor do que o típico para um pico solar. Tempestades como as que agora rumam para a Terra ocorrem entre 100 e 200 vezes durante um ciclo solar de 11 anos, explicou Berger. Para o cientista, a imprevisibilidade da dupla explosão solar exige uma maior preocupação. "O fato único sobre este evento é que nós tivemos dois em rápida sucessão e as CMEs poderiam estar interagindo em seu caminho para a Terra, na órbita da Terra ou além. Nós simplesmente não sabemos ainda", disse ele. O SWPC estima que os efeitos das tempestades ainda serão sentidos no planeta no sábado (13).

No lado positivo, os eventos solares devem provocar belas auroras nas regiões polares, incluindo o norte dos Estados Unidos e do Canadá.

HISTÓRICO Em 2012, uma forte tempestade solar quase atingiu a Terra, colocando em sério risco todo o sistema de redes elétricas e ameaçando "reenviar a civilização contemporânea ao século XVIII", revelou a Nasa em julho.

A agência espacial americana estima que o impacto de uma tempestade solar como a de 1859 - conhecida como "evento Carrington" - custaria à economia mundial dois trilhões de dólares e provocaria danos sem precedentes em um mundo inteiramente dependente da eletricidade e da eletrônica.
 

Identificados genes que podem ajudar a salvar araucária do risco de extinção

Identificados genes que podem ajudar a salvar araucária do risco de extinção

Formação embrionária do pinhão, semente do pinheiro-brasileiro, é alvo de abordagem molecular inédita capaz de auxiliar na preservação da espécie

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Wikimedia Commons
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP)identificaram 24.181 genes ligados à formação do embrião da araucária (Araucaria angustifolia) - árvore nativa do Brasil também chamada de pinheiro-brasileiro - e de sua semente, o pinhão

A descoberta poderá auxiliar no estabelecimento de um sistema para a propagação in vitro da espécie, que está sob risco crítico de extinção, de acordo com a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), e cuja madeira tem alto valor de mercado.

Com a identificação dos genes, será possível um maior controle sobre o processo de embriogênese somática, ou seja, a formação de um embrião sem que haja fecundação e a partir de células não reprodutivas.

Trata-se de uma das mais promissoras técnicas biotecnológicas de produção de embriões vegetais, que permite a criopreservação (conservação por meio de congelamento) e a clonagem em massa. No caso da araucária, ela é dificultada porque as sementes perdem viabilidade e não sobrevivem por longos períodos de armazenamento.

"Diante dessa dificuldade, é fundamental que se compreenda amplamente o funcionamento desses genes. Somente com o profundo conhecimento dos fatores bioquímicos, fisiológicos e genéticos que controlam o desenvolvimento do embrião zigótico (in vivo) será possível o desenvolvimento embrionário in vitro", explicou Eny Iochevet Segal Floh, coordenadora do Laboratório de Biologia Celular de Plantas (Biocel) do Instituto de Biociências da USP e responsável pela pesquisa Análise da expressão gênica durante o desenvolvimento de embriões somáticos e zigóticos de Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze, realizada com o apoio da FAPESP.

Os trabalhos no Biocel, desenvolvidos em parceria com o Laboratório de Genética Molecular de Plantas, também do IB-USP, e coordenado por Maria Magdalena Rossi, centraram-se na análise do transcriptoma, conjunto dos RNAs mensageiros (RNAm) da célula, com o objetivo de descobrir quais genes participam no processo de formação do embrião da araucária.

O sequenciamento do RNA foi realizado no Laboratório Multiusuários Centralizado em Genômica Funcional Aplicada à Agropecuária e Agroenergia, facility instalada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP com o apoio do Programa Equipamentos Multiusuários (EMU) da FAPESP.

A análise utilizou a tecnologia de sequenciamento em larga escala (RNAseq), que permite explorar a diversidade de RNAm e o perfil dos genes expressos durante o desenvolvimento embrionário.

"O uso desta tecnologia - nova para a maioria dos grupos de pesquisa de biologia molecular no Brasil e ainda pouco utilizada em sistemas vegetais - proporcionou informações importantes sobre a regulação do desenvolvimento embrionário do pinhão", destacou Floh.

Os mais de 24 mil genes identificados permitirão entender e descrever o comportamento do metabolismo durante a formação do embrião. "Além da importância para a biologia vegetal, os dados gerados possibilitarão obter marcadores para o aprimoramento da técnica de micropropagação, que é a produção de milhares de clones a partir de uma única célula ou pedaço de tecido vegetal, utilizando a embriogênese somática", disse Floh.

Os resultados poderão ajudar ainda no estabelecimento de estratégias de conservação para a A. angustifolia, incluindo bancos de germoplasma, o patrimônio genético conservado das plantas, e programas de melhoramento genético que utilizam ferramentas biotecnológicas.

AMEAÇA De acordo com levantamento da IUCN, a araucária já perdeu 97% de sua área original, o que compromete drasticamente sua variabilidade genética e a coloca em risco de extinção. A cobertura dessas árvores correspondia a cerca de 40% da floresta ombrófila mista, um dos tipos de floresta que compõem o bioma da Mata Atlântica.

"A demanda pelo desenvolvimento de programas de manejo sustentável e conservação tem se tornado a cada dia mais urgente, visando à recuperação e à reposição das espécies ameaçadas, além de garantir a manutenção dos recursos que elas representam", defende Floh.

As gimnospermas - plantas terrestres que vivem em ambientes de clima frio ou temperado, grupo do qual a araucária faz parte - representam mais de 50% das reservas florestais do planeta. Além de fornecerem madeira, fibra e energia para a indústria florestal, são importante fonte de biocombustíveis e atenuadores dos efeitos do aquecimento global.

Seu ciclo de vida, contudo, é considerado longo. Uma árvore pode durar séculos, levando em torno de 15 anos até atingir a maturidade reprodutiva. A formação da semente é igualmente demorada, podendo levar até quatro anos - o que, de acordo com a pesquisadora, exige alternativas biotecnológicas ao processo natural de reprodução.

"Diante disso, a clonagem massal in vitro via embriogênese somática, associada à criopreservação e à seleção assistida por marcadores moleculares, vem sendo incorporada aos programas de melhoramento genético e conservação de germoplasma de gimnospermas ameaçadas de extinção", disse.

Os resultados iniciais foram publicados na revista Plant Cell Tissue and Organ Culture e apontam para a viabilização de estratégias biotecnológicas de preservação da espécie. Além de apoio da FAPESP, os estudos também tiveram financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Petrobras.

Segundo ex-diretor, Francisco Dornelles recebeu R$ 1,2 milhão
Reprodução do site da revista IstoÉ
Reprodução do site da revista IstoÉ


A revista IstoÉ revela que o ex-diretor da PETROBRAS Paulo Roberto Costa no seu depoimento à Polícia Federal delatou o senador Francisco Dornelles (PP), vice de Pezão, como beneficiário do esquema de desvios e propinas. Dornelles teria recebido R$ 1,2 milhão de duas empreiteiras. Outro que aparece na lista, e que eu antecipei aqui, é Eduardo Cunha. Ou seja, a chapa de Pezão está atolada na lama do "petrolão", o esquema de desvio de dinheiro da PETROBRAS. Cabral recebia; Pezão recebia através de seu braço-direito, o popular Braguinha; e o vice da chapa, Dornelles, também é acusado de estar na mamata. O povo do Rio de Janeiro não merece uma chapa dessas.


Reprodução do site da revista IstoÉ
Reprodução do site da revista IstoÉ

domingo, 14 de setembro de 2014

David Doubilet: até as profundezas

David Doubilet: até as profundezas

O mais respeitado fotojornalista subaquático de todos os tempos, David Doubilet fala da sua paixão pelo seu trabalho

por David Doubilet
     
Recentemente me indagaram sobre quando ocorreu o meu “momento baleia” – ou seja, quando deixei de ser um mamífero terrestre e me tornei uma criatura anfíbia com uma câmera na mão. A primeira vez em que de fato molhei os pés não resultou de nenhum grande espírito aventureiro, mas do fato de eu ser um menino tímido e curioso com 9 anos de idade. No lago Augur, em Nova York, meus orientadores no acampamento de verão tiveram de lidar com um garoto estranho que sofria de asma e não se misturava com os outros. Por isso, eles me deram uma máscara de mergulho e sugeriram que eu fosse até o lago e retirasse os galhos acumulados sob um cais, lembrando-me de que seria bom se voltasse à superfície de vez em quando para respirar. Mergulhei em um turvo e esverdeado mundo mágico. Vi percas-sóis e lúcios escondidos entre juncos, assim como uma aranha-pescadora gigante que me deixou apavorado. Passei horas ali explorando e até me esqueci de que deveria retirar os tais galhos.
Logo depois, conheci o meu herói, Jacques Cousteau, em Manhattan, por ocasião da estreia de O Mundo do Silêncio, que ganhou o Oscar de melhor documentário. Ao aproveitar os recursos do cinema paramostrar as profundezas do mar, o filme me deixou fascinado. Contei a Cousteau que desejava ser fotógrafo submarino. Ele sorriu e, dando de ombros à maneira francesa, me disse: “Por que não? Vá em frente!”
Minha família tinha duas casas: uma em Manhattan, onde a gente não está longe de um rio, e outra, para as férias, em Elberon, Nova Jersey, perto do mar. Depois daquela primeira incursão subaquática, eu passava os dias de verão a explorar as águas verde-escuras do Atlântico. Quando fiz 12 anos, ganhei uma câmera Brownie Hawkeyede meu pai. Impermeabilizamos a Brownie com um saco de plástico e a prendemos no interior de uma velha máscara de mergulho. Essa foi a minha primeira câmera submarina. Os primeiros resultados foram pavorosos, mas não perdi o entusiasmo.
Ainda adolescente, tornei-me assistente no Laboratório Marinhode Sandy Hook, na costa da Nova Jersey. Junto com os cientistas, mergulhava em um local conhecido como “zona ácida”, onde era lançada boa parte dos rejeitos industriais de Nova York e Nova Jersey. Essa experiência evidenciou que o rigor da ciência não era páreo para minha predileção pela fotografia. Decidi então estudar comunicações na Universidade de Boston, mas também passei boa parte do tempo na outra margem do rio com amigos do Massachusetts Institute of Technology. Um deles era o doutor Harold Edgerton, o lendário inventor do flash estroboscópico. Nossas longas conversas sobre tecnologia se mostraram muito úteis quando comecei a trabalhar para a NATIONAL GEOGRAPHIC. Na minha primeira pauta fui ao lago Ontário documentar um experimento, chamado projeto Sublimnos, que tratava de um hábitat submarino ártico para seres humanos. Logo estava fotografando as mais diversas criaturas, como tubarões, crustáceos e nudibrânquios, permitindo-me mergulhar fundo em paisagens marinhas que pareciam estranhas mas eram de uma beleza excepcional. A primeira vez que me dei conta do esplendor poético dos oceanos foi ao fotografar um campo de enguias-de-jardim. Meu sonho era um novo tipo de imagem que capturasse o delicado balanço dessas enguias, sem qualquer perturbação em seu ambiente. Com muito esforço da equipe, conseguimos isso na costade Eilat, em Israel, com uma câmera oculta na areia controlada a distância e acionada por um cabo comprido que ia até um esconderijo subaquático. Quando a foto foi revelada, sabia que tínhamos afinal um artigo – e também que a fotografia submarina era a minha vocação.
Quanto mais eu mergulhava, mais eu descobria mundos sobre osquais a humanidade pouco sabia e quase nada entendia. A grande “história” da década de 1970 relacionada ao mar foi o filme Tubarão, claro, e a NATIONAL GEOGRAPHIC me enviou em uma viagem ao redor do planeta para fazer uma cobertura mais verdadeira sobre esses animais. Ao lado da doutora Eugenie Clark, observei o universo dos tubarões por um ano e meio, desde a costa do Japão, passando pelo mar Vermelho, até a Austrália. Com a ajuda de vários especialistas, ajudamos a demolir diversos mitos sobre esses animais tão estigmatizados.
Fazer fotos em um ambiente submarino é semelhante a fotografar acidade de Nova York envolta em densa neblina com apenas 50 metros de visibilidade. Além disso, a gente não alcança o nível das ruas, pois só se consegue fotografar de uma altitude de 20 andares e, dependendo das marés e de outros fatores, às vezes temos apenas 15 ou 20 minutos por dia para trabalhar. Também não conseguimos conversar com ninguém, pois não falamos sua língua, e todos se afastam rapidamente, tornando ainda mais difícil obter a imagem de um rosto.
Minha carreira como fotógrafo foi a descoberta de que o mundo sob aquele cais no lago Augur se estende por todo o planeta. Embora agente imagine o mar como um ambiente extraterreno, a maior parte do globo – e grande parte de sua fauna – está, na verdade, sob a superfície da água. Conhecemos tão pouco esse universo oceânico que cada mergulho traz descobertas surpreendentes. Não há como negar que vivemos a Era da Exploração Submarina. Os oceanos, porém, estão sofrendo com a acidificação, a pesca excessiva, a poluição e o aumento na temperatura das águas. A química do planeta está mudando, e os recifes de coral já foram irremediavelmente danificados. Espero que minhas imagens ajudem os leitores a ver o oceano não como uma fronteira remota, mas sim como parte vital do planeta, que deve ser valorizada e preservada para as próximas gerações.

Reprodução do Campos 24 horas (CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)
Reprodução do Campos 24 horas (CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)
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sábado, 13 de setembro de 2014

Veja como fazer uma prateleira com latas de tinta e madeira velha

Veja como fazer uma prateleira com latas de tinta e madeira velha
01 de Agosto de 2014 • Atualizado às 10h17


O designer suíço Jonas Merian reaproveitou latas velhas e tábuas de madeira para criar uma prateleira barata e criativa. Em sua página no Flickr, ele explica que todos os materiais foram encontrados em locais que revendem itens de segunda mão, principalmente que foram retirados de casas demolidas.
A ideia é tão simples que pode ser facilmente replicada, reaproveitando galões de tinta e madeira velha. No caso do suíço, as latas foram utilizadas em sua forma natural, pois já possuem imagens bastante atrativas. No caso das latas de tinta, o ideal é pintá-las com spray da cor desejada, para deixar a prateleira mais elegante.

Foto: Divulgação
A quantidade de latas e madeira encontrada determinará o tamanho da prateleira. Portanto, não se prenda, necessariamente, ao modelo feito por Merian. O importante é que todas as latas tenham o mesmo tamanho. A madeira pode ser disposta de maneira uniforme ou não, conforme o exemplo.

Foto: Divulgação
O designer explica que em seu projeto, ele fixou todas as latas e as madeiras. O ideal é que sejam usados no mínimo dois parafusos em cada parte da estrutura, para deixa-la segura. Outra sugestão é colocar areia dentro das latas para dar peso e estabilidade. Quanto ao tratamento da madeira, ele diz apenas que lixou as bordas. É possível também envernizá-la ou pintar, de acordo com o restante da decoração do ambiente.

Foto: Divulgação
A prateleira pode ser usada para os mais diversos fins.
Redação CicloVivo

Edward Wilson pede devolução de metade da Terra para os animais

Edward Wilson pede devolução de metade da Terra para os animais

Biólogo da Universidade de Harvard e vencedor de dois prêmios Pulitzer, Dr. Edward O. Wilson sugere plano radical de conservação – Half Earth - para enfrentar ″holocausto biológico″ iminente

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Sergiu Bacioiu/Creative Commons/Flickr

Um dos biólogos mais importantes do mundo surpreendeu ao propor à revista do Instituto Smithsoniano uma estratégia de conservação audaciosa, no final de agosto. Segundo Dr. Edward Osborne Wilson, influente cientista de 85 anos da Universidade de Harvard, para prevenir a “extinção em massa de espécies”, precisamos destinar metade do planeta exclusivamente para a proteção dos animais.

Duas vezes vencedor do Prêmio Pulitzer e autor de mais de 25 livros, Dr. Wilson acredita que estamos enfrentando um “holocausto biológico”, causado pelos seres humanos.

De acordo com ele, a sexta extinção em massa será tão devastadora quanto a extinção dos dinossauros, a menos que os humanos compartilhem o mundo com as outras 10 milhões de espécies de uma forma mais igualitária. A tese também é defendida pela jornalista Elizabeth Kolbert no livro The Sixth Extinction, trabalho de fôlego que dá uma perspectiva histórica do papel do ser humano no planeta.

Metade para os animais, metade para nós. O plano de conservação de Wilson, apelidado de “Half Earth”, inclui a criação de cadeias de corredores ininterruptos de vida selvagem, alguns deles grandes o bastante para abrigar “parques nacionais de biodiversidade”, idealizados para impedir o desaparecimento de espécies.

Tais medidas ajudariam os animais a reagir aos efeitos das mudanças climáticas por meio da migração e também evitariam isolamento em ilhas sem conexão com outros habitats, afirmou na entrevista
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Vin Diesel lança desafio: plante uma árvore para Groot

Vin Diesel lança desafio: plante uma árvore para Groot

Marina Maciel - Planeta Sustentável 08/2014
Depois de ser convidado a participar do desafio do balde de gelo por James Gunn, diretor de "Guardiões da Galáxia", o ator Vin Diesel decidiu lançar sua própria campanha. Trata-se do desafio Plante uma Árvore para Groot, em homenagem ao personagem-árvore da Marvel, dublado por ele na adaptação dos quadrinhos para o cinema.

Em vídeo postado no Instagram, Diesel reconhece a importância e aceita o desafio#ALSIceBucketChallenge, que pretende arrecadar fundos para ONG dedicada à pesquisa sobre a esclerose lateral amiotrófica. Mas ele vai além e desafia Gunn a plantar uma árvore.

Engenheiro cria máquina que troca lixo reciclável por dinheiro

Engenheiro cria máquina que troca lixo reciclável por dinheiro
 Agosto de 2014 • 

O engenheiro zambiano Shanker Sahai criou a Greenbean Recycle, uma máquina que devolve dinheiro a quem insere garrafas de plástico, vidro e latinhas de alumínio em seu interior. Cada pessoa que deposita lixo no sistema ganha um perfil online de interação social, por meio do qual confere a quantidade de materiais já reciclados e ainda pode competir com outros usuários.
De acordo com o criador da máquina, a interação com as outras pessoas é um dos fatores que mais incentivam o descarte de resíduos no sistema. “Quando as pessoas conferem seus nomes em um painel de pontuações, ficam mais estimuladas a usar a máquina novamente, continuando a reciclar”, conta Sahai. Por enquanto, existem nove unidades instaladas nas principais universidades dos EUA, dentre elas Harvard, MIT e Brandeis University, mas a meta é levar as máquinas para estádios, aeroportos e outras localidades em que há grande circulação de pessoas.
O engenheiro civil, que se inspirou nas máquinas de venda reversa dos EUA, também explica que espera mudar a opinião das pessoas em relação ao reaproveitamento do lixo. “Reciclar é uma tarefa bem chata, e, às vezes, não sabemos de que forma o nosso esforço faz a diferença. A máquina mostra, em tempo real, que até uma única garrafa ou latinha faz a diferença, incentivando as pessoas a continuarem a reciclar”, declarou o engenheiro ao portal Co.exist.
Além de fazer depósitos instantâneos na conta dos usuários, o dispositivo também dá créditos em um restaurante de comida mexicana e prêmios nas redes sociais. A máquina também  processa os resíduos, eliminando gastos de transporte até as usinas de reciclagem e o armazenamento em contêineres. Até agora, o Greenbean Recycle conseguiu aproveitar mais de 34 toneladas de lixo, gerando uma economia de energia superior a 73 mil kWh. No vídeo abaixo (em inglês), você fica sabendo um pouco mais sobre a máquina