quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

FOLHA DA MANHÃ:Guarus, de novo, com lixo acumulado


A falta de coleta de lixo por conta da secretaria de Serviços Públicos, da Prefeitura de Campos, voltou a causar problemas em Guarus. O Blog da Coluna, hospedado no Folha Online e atualizado pelos jornalistas Murillo Dieguez e Gustavo Matheus, postou três fotos de um container cheio de lixo e uma fileira de entulhos em frente ao Colégio Batholomeu Lysandro, na rua André Luis, no bairro Jardim Carioca, mostrando que a coleta não acontece há dias. Entre o final do ano passado e o início desse ano, moradores de Guarus enfrentaram problemas quanto à falta da coleta do lixo em alguns bairros da área.



No início da tarde de ontem, o Blog da Coluna destacou que "o Colégio Bartholomeu Lysandro vem sofrendo ‘bullyng’ da Prefeitura, mais especificamente da secretária de Serviços Públicos, a cerca de 10 dias. Além de não estarem sendo ‘prestigiados’ pela coleta de lixo a escola abriga em sua calçada um enfileiramento bem longo de entulhos". De acordo com a dona de casa, Martha de Souza, de 62 anos, a coleta de lixo não vem sendo realizada de forma correta pela Prefeitura. Segundo ela, os funcionários passam correndo e por muitas vezes deixa alguns sacos de lixo pela rua. “Quando isso acontece, temos que recolher o lixo e recolocá-lo novamente para a próxima coleta. O serviço está muito fraco. A Prefeitura precisa ter atenção ao problema”.


Nos dias 27 e 28 de dezembro, a Folha publicou matérias que mostravam a situação que os moradores de três bairros, Parque Calabouço, Alvorada e Santo Antônio, passaram logo após o Natal. Os moradores questionaram que no dia 25 não ocorreu a coleta de lixo. Na madrugada do dia 28 de dezembro, a coleta nos três bairros foi realizada. Já no dia 04 de janeiro de 2013, a Folha publicou outra matéria, desta vez, abordando o mesmo problema de coleta de lixo no Parque Cidade Luz. As ruas Rio Grande do Sul e Ceará receberam a coleta, já a São Paulo recebeu a coleta parcialmente e metade da rua continuou com lixo. Em nota, a secretaria de Comunicação informou que, o secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, disse que os serviços de coleta e de varrição de ruas em Campos acontecem, normalmente, em todos os bairros do município. Mesmo assim, o secretário disse vai enviar uma equipe local citado para verificar se houve alguma falha na coleta, já que não houve qualquer reclamação dos moradores do bairro.

Dulcides Netto 17/01/2013 08:21 fonte: Jornal Folha da Manhã

ESCLARECIMENTO DO SECRETÁRIO:Mais uma vez, o jornal Folha da Manhã  não respeita  os seus leitores ao prestar informações improcedentes.Não houve falha de coleta de lixo no Jardim Carioca ,na terça-feira dia 15 de janeiro.O lixo apontado  certamente foi colocado depois da coleta e fora do dia da coleta regular.
O entulho depositado na calçada,antes de mais nada é uma infração ao Código de Postura.Não conseguimos identificar o responsável  e desde ontem(quarta- feira) a noite foi removido pela concessionária. Portanto não há que se falar em falha de serviço.
Repito,a Folha da Manhã está beirando as raias do ridículo, com esta divulgação que não corresponde  a verdade dos fatos.Devia monitorar melhor as matérias a serem publicadas ou há " OUTRAS MOTIVAÇÕES NESTA INSISTENTE PAUTA da coleta de lixo em Guarús.
Quando houve falha de serviço ,o Secretário admitiu ,mas não posso ficar silente com esta divulgação.

Liminar impede faculdades de cobrar por documentos


A Justiça Federal concedeu liminar que impede faculdades e universidades sergipanas de cobrar de taxas na expedição da primeira via de documentos. O juiz Fábio Cordeiro de Lima fixou ainda muita diária de R$ 1 mil por descumprimento da decisão e determinou que as instituições de ensino afixem cópia da decisão judicial em locais de fácil acesso aos estudantes. A decisão é do dia 13 de dezembro de 2012 e cabe recurso.
De acordo com o magistrado, a Constituição Federal prevê a gratuidade do ensino público (artigo 206 da CF), o que abrange qualquer assunto ligado à prestação do serviço educacional, incluindo-se no tema a impossibilidade de cobrança de quaisquer taxas por serviços prestados ou documentos entregues. “No tocante às instituições particulares de ensino superior, salienta-se que as mesmas agem por delegação do poder público, devendo ser regidas pelos princípios constitucionais”, complementa.
O juiz afirma ainda em sua decisão que a expedição e o registro do diploma de curso superior devem ser considerados como ato indissociável, “incluído nos serviços educacionais prestados pela Instituição de Educação Superior, não cabendo a cobrança específica de qualquer valor sobre o referido ato, exceto quando o aluno concluinte solicitar diploma que necessite de recursos gráficos especiais”.
De acordo com a decisão da 1ª Vara Federal de Sergipe — que atendeu a pedido do Ministério Público Federal em Sergipe — as instituições devem suspender a cobrança aos alunos das taxas de 1ª via de diploma; histórico escolar; certidão de notas; declaração de dias de prova; declaração de horário; declaração de estágio; plano de ensino; declaração de disciplinas cursadas; conteúdo programático; ementas de disciplinas; declaração de transferência; certificado para colação de grau; e certificado de conclusão de curso e atestado de vínculo, uma vez que os mesmos se enquadram como serviços educacionais ordinários e diretamente vinculados ao pagamento da mensalidade escolar. Também não poderá ser cobrada a emissão de certidão negativa de débito na biblioteca, considerando que o documento é exigido dos estudantes no ato da matrícula.
A decisão atinge as universidades Federal de Sergipe (UFS), Norte do Paraná (Unopar) e Tiradentes (Unit) e as faculdades Amadeus (Fama), Atlântico (FA), de Administração e Negócios de Sergipe (Fanese), de Aracaju (Facar), de Ciências Educacionais de Sergipe (Face), de Ensino Superior COC (Unicoc), de Estudos Administrativos de Minas Gerais (Fead), de Sergipe (Fase), de Tecnologia e Ciências (FTC), José Augusto Vieira (FJAV), Pio Décimo (FPD), São Luís de França (FSLF), Sergipana (Faser), Serigy (Faserigy), Tobias Barreto (FTB).
Segundo a ação do MPF, assinada pelo procurador Rômulo Almeida, as instituições de ensino limitaram o direito dos estudantes de obter documentos e informações diretamente relacionados à sua vida escolar, direito esse próprio do serviço educacional.
Além dos pedidos liminares, o MPF requereu, em caráter definitivo, que as instituições de ensino superior sejam proibidas de cobrar qualquer valor para emissão, em primeira via, de documentos e serviços relacionados à atividade educacional, o fornecimento dos documentos ainda não entregues por falta de pagamento e a indenização em dobro de todos os valores cobrados indevidamente nos últimos cinco anos. Também foi pedido que a União fiscalize a cobrança de valores para expedição da primeira via de documentos das instituições de ensino superior. Com informações da Assessoria de Imprensa do MPF-SE.
Processo 0006319-96.2012.4.05.8500
Revista Consultor Jurídico, 7 de janeiro de 2013

BB financiou R$ 3,5 bilhões em energia eólica em 2012


BB pretende terminar este ano como um dos principais financiadores das empresas privadas que disputarão as concessões de rodovias, ferrovias e aeroportos

Iuri Dantas, do 
Getty Images
Energia eólica
Uma forte participação do Banco do Brasil em empreendimentos de energia agrada ao governo
Brasília - O Banco do Brasil, maior instituição financeira da América Latina em ativos, fechou 2012 com uma carteira de R$ 3,5 bilhões de projetos de energia eólica e pretende terminar este ano como um dos principais financiadores das empresas privadas que disputarão as concessões de rodovias, ferrovias e aeroportos. A avaliação foi feita pelo vice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Private Bank do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli.
"O BB hoje tem praticamente a conta de 100% das grandes empresas brasileiras, notadamente as envolvidas nesses projetos de infraestrutura. Estamos nos movimentando para ser um grande player nessas concessões que vão acontecer", afirmou Caffarelli. "Criamos áreas para que o banco tenha uma participação totalmente ativa, não queremos ser coadjuvantes, não queremos ser reativos, por isso nossa ideia é efetivamente sair na frente", completou.
Uma forte participação do Banco do Brasil em empreendimentos de energia agrada ao governo porque torna mais confortável a atuação de empresas privadas no momento em que o País passa por constantes apagões e terminou a renegociação dos contratos de concessão do setor elétrico. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
fonte: http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/energia/noticias/bb-financiou-r-3-5-bilhoes-em-energia-eolica-em-2012?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

O complicado mundo dos agrotóxicos e seu pouco controle


Por Assis Ribeiro
Do Valor
Gesmar dos Santos e Ana Cláudia Sant'Anna
Não é novidade que as toxinas entram e saem de nosso corpo no dia a dia por meio da água, ar, terra, aparelhos eletrônicos, automóveis, cigarro ou remédios. Contudo, as toxinas preocupam quando estão em excesso nos alimentos, na forma de defensivos agrícolas. Alguns querem o banimento mas outros defendem o aumento do uso desses defensivos. Diante do impasse, o Estado deve atuar em uma questão-chave: como garantir quantidade e segurança dos alimentos e a saúde dos trabalhadores que lidam com agrotóxicos?
O tema tem agitado a academia, organizações não governamentais, governos e parlamentares. O Brasil é um dos maiores mercados de pesticidas, herbicidas e fungicidas, consumindo cerca de US$ 8,5 bilhões em 2011, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Há a expectativa de que esse mercado vai crescer ainda mais, pois o consumo por área plantada no país, de cerca de 7 quilogramas por hectare (kg/ha), segundo a Embrapa, tendo por base os produtos comerciais, é inferior, ao dos EUA, França, Suíça e Japão, por exemplo, países onde se consome entre 11 kg/ha e 15 kg/ha. A agricultura brasileira paga mais caro pelos agrotóxicos do que esses países, sugerindo que, se os preços se equilibrarem, a tendência é o consumo aumentar.
É preciso aperfeiçoar as medidas de controle, que não têm sido suficientes para garantir consumidor
Apesar de existirem alternativas ao uso de defensivos, elas se limitam apenas a nichos de mercado como a agricultura orgânica e a integração lavoura, pecuária e floresta.
Se a civilização passou milhares de anos sem os agroquímicos, esse quadro mudou radicalmente nos últimos 50 anos. Hoje, para manter o volume produzido e os níveis de produtividade desejados, é necessário o uso de produtos químicos. Isso vale, principalmente, para os vinte principais cultivos do país, entre os quais a soja, milho, algodão, cana-de-açúcar e arroz absorvem mais de 75% dos agrotóxicos consumidos.
Mudar tudo exige, nas condições atuais, mais qualificação profissional, inovações tecnológicas e maior disposição de correr o risco da baixa rentabilidade da agricultura intensiva em mão de obra. Porém, tais questões, que implicariam mudança de paradigmas, continuam fora da pauta central do debate.
Por outro lado, há de se reconhecer que os agroquímicos garantem a quantidade e os padrões exigidos por indústrias e consumidores, os quais se sentem confortáveis com os baixos preços pagos ao agricultor. Por isso, a escolha econômica de adequação do uso não pode ser atribuída somente aos agricultores ou aos fabricantes que atuam no mercado em regime de concorrência. Se o consumidor age com racionalidade econômica, pauta-se pela quantidade, qualidade e preços dos alimentos, do mesmo modo o agricultor, também um agente racional, opta por insumos de produção que maximizem seus lucros. Infelizmente, também no campo, o curto prazo e as contas a pagar determinam atitudes.
Medidas de controle como a obrigatoriedade da receita agronômica na compra de agrotóxicos, bem como a exigência de devolução de embalagens ou as rigorosas regras de registro destes produtos não têm sido suficientes para garantir o bom uso, segundo estudos recentes. Por isso, pode ser oportuno retirar o foco das medidas de mero controle ou punitivas e apostar mais em incentivos. Premiar o bom uso pode vir, por exemplo, com a distribuição subsidiada e até gratuita, mas criteriosa, de agrotóxicos.
É bom deixar claro que essa sugestão não substitui medidas de proteção à saúde humana e ao meio ambiente. Ações como o incentivo ao uso do equipamento de proteção individual (EPI) ou a revisão de licenças de agrotóxicos para reduzir os riscos à saúde, como fazem outros países, são medidas necessárias. Além disso, não se podem ignorar agravantes como: a aplicação de agrotóxico maior do que o recomendado; o uso sem receituário agronômico; os danos ambientais em caso de mau uso; e a existência de produtos ilegais.
A distribuição subsidiada se aplicaria, inicialmente, aos produtos hortifrútis, a um baixo custo relativo para o Estado. E deve ser aliada a um conjunto de medidas que promova o uso correto, o bom monitoramento e uma eficiente compensação de novas práticas.
Somando o incentivo ao controle, o governo pode ainda combinar instrumentos da política agrícola, como o aumento da ajuda (subvenção) ao prêmio do seguro agrícola de produtos como maçã e uva, nos casos de uso correto e confirmado de agrotóxicos. Seria mais garantia de produção com saúde pública e maior renda ao produtor.
Para estar apto a receber a subvenção ao agroquímico, o agricultor precisaria provar conformidade no uso do produto específico para cada cultivo e passar em testes dos produtos em entrepostos de distribuição. Para isso, cadastros já existem, órgãos gestores e técnicas também. Nada disso é, tecnologicamente, estranho ao mercado. São necessários, porém, autorização e acreditação de laboratórios, estruturação descentralizada da análise e disponibilização periódica de informações com divulgação das métricas de monitoramento.
Por fim, o governo, de posse dos dados e resultados, poderia adotar medidas como concessão de vantagem fiscal, redução de taxas de financiamentos à produção e aplicação de preço-prêmio nos casos de não uso ou de uso correto de agrotóxicos, sempre que garantida a qualidade do alimento. Tais ações não implicam incentivo à expansão dos agrotóxicos ou, por outro lado, seu banimento. São alternativas operacionais para o atendimento às leis vigentes, em prol da saúde coletiva e da garantia da lucratividade dos agricultores até que a sociedade decida que caminhos seguir.
Gesmar Rosa dos Santos é técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea.
Ana Cláudia Sant"Anna é pesquisadora bolsista do Ipea. As opiniões emitidas neste artigo são de exclusiva responsabilidade dos autores, não exprimindo, necessariamente, o ponto de vista do Ipea.
fonte:http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-complicado-mundo-dos-agrotoxicos-e-seu-pouco-controle?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Relacionamento:Saiba mais sobre a limpeza pública



Saiba mais sobre o universo da limpeza em Campos dos Goytacazes,no Brasil e no mundo.

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COLETA SELETIVA NA SEXTA-FEIRA






Atenção moradores dos bairros com serviço de coleta seletiva!
Quando você participa da coleta seletiva,está  cooperando para o meio ambiente do planeta,pois o material reciclável que seria aterrado,transforma-se em novo material,economizando matéria -prima e energia.
Você também  a obra social da sociedade de Apoio à criança e o Idoso: 
COLETA SELETIVA NO SEU BAIRRO(PORTA A PORTA) NESTA 6º FEIRA:

MANHÃ:

Parque Tarcísio Miranda
Lapa I e Lapa II
Parque Turf Club I
Parque Corrientes
Parque Julião Nogueira

TARDE:

Parque Residencial Horto
Parque Califórnia
Parque Calabouço
Parque Turf Club II
Ururaí

COLETA DE PONTOS ESPECIAIS

Secretaria Municipal de Serviços Públicos
Secretaria Municipal de Governo
Restaurante Chicre Cheme
Hospital Geral de Guarus
Hospital Santa Casa
Hospital Unimed
Unimed Formosa
Farmácia Isalvo Lima
CEFET
Colégio Eucarístico
CEJA

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Eletroeletrônicos entram na logística reversa

Na mira da Política Nacional de Resíduos Sólidos, computadores, celulares e geladeiras deverão ser coletados e reciclados por fabricantes e importadores.

Eletroeletrônicos entram na logística reversa

Ações pontuais já mostram resultados positivos e podem servir de parâmetro para a implementação da lei
Na mira da Política Nacional de Resíduos Sólidos, computadores, celulares e geladeiras deverão ser coletados e reciclados por fabricantes e importadores.
Por Felipe Datt
O recolhimento e reciclagem dos aparelhos eletroeletrônicos considerados inservíveis são os próximos desafios dos fabricantes nacionais e importadores de eletroeletrônicos, governo e consumidores. A promulgação da Lei 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, obriga que a coleta de bens diversos como computadores, celulares ou geladeiras faça parte de um plano sólido de logística reversa de responsabilidade das corporações e associações setoriais. A expectativa é que o edital de chamamento das empresas para a implementação da logística reversa seja divulgado no final de fevereiro de 2013, segundo informações da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).
A Organização das Nações Unidas (ONU) calcula que o Brasil, com meio quilo per capta, seja o país emergente que mais gera lixo eletrônico por ano. A ONU também aponta a falta de dados e estudos sobre a situação da produção, reaproveitamento e reciclagem desses bens no País. Já o Greenpeace calcula em 1 milhão o número de computadores jogados nos lixos brasileiros anualmente. O objetivo é fazer com que consumidores respeitem as taxas de obsolescência dos aparelhos (três anos para computadores; um ano e meio para celulares, por exemplo), e descartem adequadamente esses itens no momento da compra de um novo.
A boa notícia é que ações pontuais já começam a mostrar resultados positivos e podem servir de parâmetro para a implementação da lei. A Philips apostou em um projeto piloto em Manaus, em 2009, para recolher aparelhos eletroeletrônicos e testar um ciclo de reciclagem. No início de 2010, o plano foi estendido nacionalmente e já foram recolhidas 160 toneladas desse material. “Inicialmente a ação visava eletroeletrônicos. Em novembro passado estendemos para pilhas e baterias e até o fim do ano recolheremos lâmpadas e equipamentos médicos, fechando todo nosso portfólio de produtos”, adianta o diretor de Sustentabilidade da Philips do Brasil, Walter Duran.
Os 40 postos de coleta da empresa, espalhados por 26 cidades, acumulam equipamentos que são recolhidos pela parceira OXIL, que segrega, desmonta e recoloca as matérias-primas novamente no mercado. “Existe receita sobre a venda, mas ainda está longe de cobrir o custo total de reprocessamento”, revela Duran. A Philips planeja atingir sua capacidade instalada de 200 toneladas recicladas este ano, e chegar a 600 toneladas em três ou quatro anos.
Lixo reprocessado
A Itautec trabalha com a perspectiva de reprocessamento de 7 mil toneladas de lixo eletrônico ainda este ano, ante as 4.756 recicladas no último exercício, conta o vice-presidente de Operações, Ricardo Bloj. Segundo Bloj, um dos entraves da logística reversa é o tamanho do País e a dificuldade de recolher materiais nos 33 postos de coleta da empresa e transportá-los até o centro de reciclagem localizado em Jundiaí/SP.
O custo de reprocessamento também obriga a maioria dos fabricantes a exportar, principalmente para a Bélgica, as placas montadas de circuito impresso de computadores para a extração de metais preciosos como ouro, cobre e prata, que posteriormente são recolocados no mercado. “Essa tecnologia não está homologada no Brasil. Requer investimentos altíssimos e é preciso volume para justificar esses aportes”, finaliza.
Engajamento universitário
A Universidade de São Paulo (USP) deu início em dezembro de 2010 ao Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática (Cedir) para recolher computadores, impressoras e outros itens de informática e fazer com que todo lixo eletrônico tenha um destino sustentável. “Já recebemos até máquinas fotográficas”, diz Tereza Cristina Carvalho, coordenadora do projeto. Os números impressionam: o centro foi planejado para receber cinco toneladas por mês de equipamentos, mas já recebe entre 10 e 12 mensalmente. São materiais doados por pessoas físicas (25% do total), gerados na própria universidade (outros 25%) ou nos campi da instituição de ensino espalhados pelo interior (50%).
O Cedir está instalado em um galpão de 400 metros quadrados em que é possível fazer a categorização, triagem e destinação de 500 a 1000 equipamentos por mês. Dos computadores recebidos, a maior parte segue para canais específicos de reciclagem, que separam matérias-primas como plástico e metais ferrosos ou não-ferrosos para serem enviadas para suas respectivas cadeias de valor. As placas de circuito interno, os itens mais valiosos, são enviadas para desmonte no exterior. “Cerca de 10% a 15% dos computadores podem ser recuperados e são enviados a instituições de caridade, que nos devolvem assim que se tornam inservíveis”, expõe.
Outras ações da universidade estão sendo tomadas nessa direção. Uma parceria com a Petrobras, por exemplo, já treinou 113 catadores de lixo eletrônico desde janeiro. Tereza Cristina Carvalho também adianta que foram iniciadas pesquisas no laboratório da Poli com o intuito de otimizar a eficiência energética na área de Tecnologia da Informação (TI).
Fonte: http://asboasnovas.com/biosfera/eletroeletronicos_entram_na_logistica_reversa

EUA podem ter primeira loja que não vende produtos embalados


Um grupo do Texas quer organizar estabelecimento onde o cliente só compra se levar potes, vidros e garrafas retornáveis.


EUA podem ter primeira loja que não vende produtos embalados

Os criadores colocaram o projeto num site de crowdfunding para receber doações e abrir a loja.
Cinco norte-americanos do Texas estão com uma proposta criativa para tornar as compras do mês mais ecológicas: abrir a primeira loja dos Estados Unidos que não vende nada em embalagens, sejam elas plásticas, de vidro ou papel. Carnes, grãos, produtos de limpeza, temperos e até cerveja e vinho serão vendidos a granel ou por litro. Para comprar, os clientes devem levar seus próprios potes, garrafas ou sacos retornáveis.
A loja, que se chamará “In.gredients”, depende agora da colaboração de simpatizantes para que se torne realidade. Os criadores colocaram o projeto num site de crowdfunding e estão recolhendo doações para abrir o estabelecimento até o fim do ano.
Eles afirmam que querem revolucionar o setor de supermercados ao lançar o primeiro lugar que se “preocupa com o meio ambiente e com a saúde das pessoas”. Todos os produtos vendidos serão orgânicos ou de fabricação local para incentivar pequenos produtores. Essa “revolução” é, na verdade, uma retomada da cultura de uma época em que se comprava em mercearias, quando não existiam grandes supermercados e o lixo produzido era consideravelmente menor, porque não existiam tantas embalagens.
Essa preocupação com o meio ambiente surgiu quando eles perceberam que, do lixo que produzem, a maior parte é constituída por embalagens, e que na natureza não existe esse desperdício de material inútil. “Por anos, nós procurávamos viver de forma mais sustentável. Depois de perceber que o lixo era, na verdade, apenas uma invenção dos homens, começamos a fazer um jardim em casa, a compostagem, a reciclagem, e o mais importante, reusar embalagens o máximo que podíamos, acabando com o descarte desnecessario”, afirmam no site Indiegogo.
O grupo de amigos percebeu que era difícil evitar os alimentos embalados. Ao contrário de sacos plásticos que podem ser substituídos por sacolas retornáveis, eles viam com dificuldade uma alternativa para levar para casa os cereais matinais ou produtos de limpeza, que vêem em embalagens difíceis de aproveitar.
Segundo Christian Lane, uma das fundadoras do “In.gredients”, os mercados hoje têm atitudes que não são benéficas para as pessoas e para o meio ambiente. “Além dos alimentos industrializados serem menos saudáveis, quase todos os alimentos que compramos em supermercados é embalado, deixando-nos sem escolha que não continuar comprando comida em embalagens que nem sempre são reutilizáveis ou recicláveis”, diz.
Fonte:http://asboasnovas.com/biosfera/eua_podem_ter_primeira_loja_que_nao_vende_produtos_embalados

COLETA SELETIVA NA QUINTA-FEIRA




Atenção moradores dos bairros com serviço de coleta seletiva!
Quando você participa da coleta seletiva,está  cooperando para o meio ambiente do planeta,pois o material reciclável que seria aterrado,transforma-se em novo material,economizando matéria -prima e energia.
Você também  a obra social da sociedade de Apoio à criança e o Idoso: 
COLETA SELETIVA NO SEU BAIRRO(PORTA A PORTA) NESTA 5º FEIRA:
MANHÃ:
Centro
Parque Prazeres
Penha
Bela Vista
IPS

TARDE:

Centro
Parque São Jorge
Jardim Carioca
Parque Alphaville

COLETA DE PONTOS ESPECIAIS

Secretaria Municipal de Serviços Públicos
Secretaria Municipal de Governo
CTIS
UENF
Clube Saldanha da Gama
Condomínio Springer
Condomínio Vale do Paraíba
Condomínio Tricon
Escola Municipal Francisco de Assis
Condomínio Pecuária
Gráfica Pecuária

Relacionamento:Saiba mais sobre a limpeza pública


Saiba mais sobre o universo da limpeza em Campos dos Goytacazes,no Brasil e no mundo.

VEJA:
Siga o TWITTER:@zacaalbuquerque
Site da Secretaria:www.smsp.campos.rj.gov.br
Veja vídeos interessantes sobre limpeza, campanhas e etc.:http://www.youtube.com/limpezapublicacampos

E-mail do Secretário Zacarias Albuquerque: zacaalbuquerque@gmail.com ou zacariasalbuquerque@campos.rj.gov.br
E-mail do Diretor de Fiscalização de Serviços Concedidos, Jamil Barreto: jamilbarretossp@gmail.com
E-mail do Diretor de Parques e Jardins, Rubenildo Barcellos:  rubenildobarcellos@yahoo.com.br

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Bicicleta é produzida a partir de material reciclado

Com processo de fabricação não agressivo ao meio ambiente, bikes do inventor Juan Muzzi serão comercializadas a partir do mês que vem. 

Bicicleta é produzida a partir de material reciclado

“O projeto amadureceu na mesma medida em que cresceu a importância do uso de bicicleta em centros urbanos”
Começará a ser comercializada no Brasil, a partir de outubro, a Muzzicycle, bicicleta desenvolvida pelo uruguaio Juan Muzzi. Essa bike, ao contrário das tradicionais, não usa alumínio em sua fabricação, mas sim, material reciclado.
Muzzi, radicado no Brasil há 40 anos, teve a primeira ideia para a Muzzicycle em 1999. Mais de uma década se passou até que o veículo se tornasse realidade. “O projeto amadureceu na mesma medida em que cresceu a importância do uso de bicicleta em centros urbanos”, explica o inventor.
A fábrica de Muzzi tem parcerias com cooperativas de reciclagem que fornecem o material, transformado em matéria-prima para a criação de quadros de bicicleta por uma empresa terceirizada. Todo o processo de fabricação procura ser o menos agressivo possível ao meio ambiente. Elas não são soldadas e a sua coloração é feita com pigmentos injetados já no processo de molde, ou seja, não precisam ser pintadas.
Hoje, a Muzzicycle encontra-se em fase de produção. Primeiro serão atendidos os mais de dois mil pedidos feitos pelo site, e depois as bicicletas seguem para as lojas especializadas do país.
Outra intenção é a de entrar em contato com órgãos do governo para integrar o veículo a programas de mobilidade já existentes. A prefeitura de Indaiatuba, município no interior de São Paulo, já demonstrou interesse em disponibilizar as bikes em um de seus parques municipais. Outros países como o Uruguai, terra natal de Muzzi, se mostraram receptivos à iniciativa. Uma organização mexicana pensa em incorporar o projeto em uma região carente e com problemas de transporte.
Fonte: http://asboasnovas.com/biosfera/bicicleta_e_produzida_a_partir_de_material_reciclado

Brasil reciclou 17 bilhões de latinhas de alumínio no ano passado

Número total corresponde a 97,6% de todas as latas produzidas no ano, um aumento de 20,3% em relação à quantidade reciclada em 2009.
A reciclagem de latas no país movimentou cerca de R$ 1,8 bilhão
Brasília – O Brasil reciclou 97,6% das latas de alumínio produzidas para embalagens de bebidas em 2010, um total de 239 mil toneladas de sucata, o equivalente a mais de 17 bilhões de unidades de latas. De acordo com a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas), que divulgaram ontem (27) os resultados, os números de 2010 mostram crescimento de 20,3% na reciclagem e de 21% na produção, na comparação com 2009.
O índice mantém o Brasil na liderança da reciclagem de latas de alumínio para bebidas. No mesmo período, o Japão reciclou 92,6% da produção e a Argentina, 91,1%. Nos Estados Unidos, o índice foi 58,1%, mas o volume de produção é muito maior, cerca de 100 bilhões de latas por ano.
Em 2010, a reciclagem de latas no país movimentou cerca de R$ 1,8 bilhão. Desse total, R$ 555 milhões foram injetados diretamente na coleta. De acordo com o empresariado, o volume de latas de alumínio coletado em 2010 equivale à geração de pelo menos 251 mil empregos no setor.
As entidades também apresentaram os resultados da Greendex 2010, pesquisa feita anualmente pela National Geographic desde 2008 sobre consumo ambientalmente sustentável no mundo. O Brasil ficou em segundo lugar entre 17 nações, atrás apenas da Índia. Segundo o diretor executivo da Abralatas, Renault Castro, deve-se comemorar o resultado, mas com ressalvas.
“Comemoramos porque a base do nosso consumo é mais sustentável do que a de muitos países, mas alguns índices são reflexo do estágio de desenvolvimento econômico do país”, disse Castro, referindo-se a dados da pesquisa como o que mostra que os brasileiros se locomovem mais do que a média mundial por meio de transportes públicos e considerando que essa tendência pode se inverter caso não sejam feitos investimentos governamentais nesse tipo de locomoção.
Para avaliar o consumo sustentável das populações dos 17 países – entre eles a Argentina, Austrália, os Estados Unidos, a China, o México, a Inglaterra, Rússia, o Japão, Suécia e Alemanha – a pesquisa entrevistou 17 mil pessoas sobre itens como moradia, transporte, alimentação, energia e atitudes.
No quesito moradia, os brasileiros conquistaram o primeiro lugar, que considera o número de quartos nas casas, a tendência de ter aquecedores e ar-condicionado e o uso de eletricidade “verde”, principalmente pelo uso de energia hidrelétrica, entre outras fontes renováveis. A pior colocação brasileira foi a do quesito alimentação, com a 16ª colocação, graças ao baixo consumo de frutas e legumes e à ingestão de carne em maior quantidade que outras nacionalidades. No consumo de carnes, o Brasil se iguala à Argentina.
“Essas pesquisas podem ajudar a orientar políticas públicas”, disse Castro. “A atitude do brasileiro mostra uma evolução. Notamos, por exemplo, o aumento da preocupação com as embalagens dos produtos”.
Fonte: Agência Brasil
Reproduzido do site 
http://asboasnovas.com/biosfera/brasil_reciclou_17_bilhoes_de_latinhas_de_aluminio_no_ano_passado

COLETA SELETIVA NA QUARTA-FEIRA





Atenção moradores dos bairros com serviço de coleta seletiva!
Quando você participa da coleta seletiva,está  cooperando para o meio ambiente do planeta,pois o material reciclável que seria aterrado,transforma-se em novo material,economizando matéria -prima e energia.
Você também  a obra social da sociedade de Apoio à criança e o Idoso: 

COLETA SELETIVA NO SEU BAIRRO(PORTA A PORTA):

4º FEIRA:

MANHÃ:

Jockey I
Pelinca
Parque Tamandaré
Parque Dom Bosco

TARDE:

Jockey II
Parque João Maria
Centro

COLETA DE PONTOS ESPECIAIS

Secretaria Municipal de Serviços Públicos
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Petróleo
Hospital Santa Casa
Farmácia Isalvo Lima
Resgate Médico
CEFET
CCAA
Secretaria Municipal de Educação
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PEV DE ENTULHOS em Campos dos Goyatcazes



Ponto de entrega voluntária de pequeno volume de entulhos(PEVE) ,que também recebe bens domésticos inservíveis(cama,guarda-roupa,sofás e etc.),galhada e tábuas.
São 11 PEV´S de entulhos implantados em vários bairros da sede do município.
O munícipe pequeno gerador tem ainda a opção do serviço gratuito do projeto: NOVO DISQUE ENTULHO.Acesse ao serviço pelo telefone 2726-4809.






segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Telhas de PET apresentam vantagem na construção civil

Cobertura de material reciclado resiste à alta temperatura e traz redução de custo para as obras.

Telhas de PET apresentam vantagem na construção civil

Brasil tem segunda maior taxa de recuperação de PET no mundo.
Segundo estudo de um grupo de alunos da Unicamp (Universidade Estadual de Capinas), as telhas fabricadas a partir de PET reciclado (politereftalato de etileno ou o plástico usado em garrafas de refrigerante) apresentam vantagens em relação aos telhados de cerâmica.
A manufatura de telhas a partir do PET é um dos destinos dados ao material após a reciclagem.  Segundo o último censo da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET) o Brasil recolheu cerca de 260 mil quilos toneladas do plástico em 2009, e tem a segunda maior taxa de recuperação de garrafas no mundo, perdendo apenas para o Japão.
O processo de fabricação das telhas de cerâmica exige exploração de área natural para a retirada do barro. Além disso, com o tempo, esse material tem maior probabilidade de formação de mofo e fungos. Como o plástico é sintético, isso não acontece nas telhas de PET.
De acordo com a pesquisa ‘Utilização De Telhas De PET Reciclado Na Construção Civil’, os modelos de plástico são capazes de resistir a temperaturas mais altas do que as de cerâmica. Enquanto os telhados convencionais suportam uma temperatura de até 50°C, a alternativa de PET suporta uma máxima de 85°C.
Apesar das vantagens ambientais das telhas de PET, o custo das de cerâmica ainda é mais baixo. Para uma das autoras do estudo, Maria Franciscon, s preços mais altos dos telhados de plástico é de que ase justificam por conta do custo de produção, que ainda acontece longe dos grandes centros urbanos e usa técnicas novas no processo de transformação do material. No entanto, afirma Maria, “a diminuição nos custos para o construtor será na estrutura necessária para a sustentação das telhas, visto que estas são mais leves comparadas com as de cerâmica”.
Fonte: http://asboasnovas.com/biosfera/telhas_de_pet_apresentam_vantagem_na_construcao_civil

DADOS DA LIMPEZA PÚBLICA: PROJETO ECOAMPLA EM NOVEMBRO.


Projeto de coleta seletiva em parceria com a AMPLA. São dois postos de troca:Jardim Nilo Pessanha no Centro e Praça do J. Aeroporto.
Participante troca lixo reciclável por bônus na conta de energia,fazendo economia e reciclagem.

Cena suja: Obra pública da av. Carmem Carneiro



Morador da área indignado com esta cena,ligou-me falando da chuva que carreou areia , sujando a rua.Empresa responsável pela obra merece título DE SUJISMUNDA. A areia também está sobre canteiro de grama.

Banca pequena se destaca se fizer o que é preciso


Criar e administrar pequenos escritórios de advocacia nunca foi uma tarefa fácil. Mas o fato de os clientes hoje apreciarem mais as boutiques principalmente por causa de sua especialização, o sucesso ficou mais acessível a essas bancas. O advogado americano Erik Pelton revela que qualquer banca de pequeno porte — e até mesmo advogados autônomos — que faz as coisas certas pode se destacar. Basta fazer o que é preciso.
Conheça as dez recomendações para ter êxito, crescimento e lucro:
Marketing

Para se criar uma prática bem-sucedida, é essencial fazer marketing. Sua firma precisa de uma marca. Você deve ter uma visão clara de quem é seu cliente ideal e fazer um plano para colocar a marca na frente dele.

Existem muitas ferramentas de promoção de sua firma. Você pode, por exemplo, criar um website e um blog; fazer palestras; participar de conferências, seminários e cursos; participar de eventos promovidos por seus possíveis clientes; formar redes de relacionamento profissional; utilizar redes sociais; escrever artigos para jornais e revistas; publicar press releases e dar entrevistas a repórteres com a ajuda de uma assessoria de imprensa especializada; produzir boletins da firma etc. Utilize sistematicamente as ferramentas de marketing à sua disposição e descubra com qual delas seu desempenho é bom, muito bom ou excelente. E qual delas lhe garante maior retorno a seu investimento em tempo e dinheiro.
Contratações

A não ser que você seja um lobo solitário, terá um ou mais colaboradores em algum ponto da história da firma. Você pode precisar de uma secretária, de alguém que administre a firma e ajude e fazermarketing. Ao contratar, dê importância às atitudes, ao caráter e à personalidade do candidato, a mesma — ou mais — que dá à experiência e à qualificação. Experiência e qualificação são adquiridas. As outras qualidades, dificilmente. Recompense os funcionários nos quais pode confiar e que trabalham duro. Delegue atribuições, garanta suporte e supervisão, mas dê espaço para crescer e para que problemas sejam resolvidos sem a sua interferência. Mas quando um funcionário não atender às suas expectativas, corte esse custo e vá em frente.

Eficiência

As pequenas firmas têm uma grande vantagem sobre as grandes, segundo Pelton: podem ser mais rápidas. Os escalões de tomada de decisão e a burocracia são muito menores. Os recursos da empresa — como dinheiro, equipamentos de computação, TI e sistemas — são usados com maior eficiência e economia. Todos os serviços auxiliares da prática de advocacia também são realizados com maior eficácia e, muitas vezes, em menos tempo. É uma vantagem que pode ter um peso significativo nas negociações com clientes.

Comunicação

Pequenas firmas podem fornecer mais serviços pessoais. Os advogados podem — e devem — retornar ligações telefônicas em menos de 24 horas. Podem manter seus clientes informados, durante todo o decorrer de um processo, para administrar suas expectativas. Podem saber muito mais sobre seus clientes, seus negócios e suas vidas de forma a poder prestar melhor assessoria e conseguir mais trabalho.

Honorários

Fixar honorários nem sempre é fácil. Seja na remuneração por hora, por serviço prestado ou por qualquer outro arranjo, o cliente deve pagar proporcionalmente ao que recebeu. O valor depende do serviço prestado e do grau de conhecimento, experiência e disponibilidade do advogado. Ao se destacar em sua área de atuação, o advogado se diferencia dos concorrentes. Não deve, portanto, competir com base no preço, apenas. Competir nos honorários não é uma receita de sucesso a longo prazo. A qualquer momento, alguém com menos experiência e menores custos vai cobrar honorários mais baixos.

Gestão de processos

Para ser bem-sucedido, o advogado precisa exercitar um controle rígido de prazos, datas e obrigações. É essencial ter um calendário "mestre" sempre atualizado e que contenha todas as obrigações. Para gerenciar com êxito seu tempo, o advogado tem de ter uma visão abrangente do processo e conhecimento de seus pontos específicos.

Maus clientes

Existem clientes que tentam exaurir toda a energia, tempo e recursos do advogado, mas na hora de quitar a fatura, protelam. Encontre uma maneira de se livrar deles da forma mais rápida e ética possível. 

Trabalho com estagiários

Eles podem dar uma boa contribuição a baixos custos. Sempre é uma experiência interessante, tanto para o estagiário quanto para seu mentor. E uma maneira eficiente de descobrir quem é qualificado para um emprego, depois de passar no Exame da Ordem.

Especialização

Para que o advogado (ou sua firma) possa fixar níveis altos de honorários, é preciso que seja procurado por possíveis clientes por causa de seu alto nível de especialização na área do Direito em que têm problemas. Quando o nome de um advogado é catapultado para o topo, passando a ser considerado o melhor do mercado, isso ocorre por causa de sua alta especialização. É muito difícil que um generalista alcance essa posição.

Seu nome é seu maior capital

Além de se destacar por sua atuação vencedora em alguma área do Direito, o advogado deve lançar mão dos recursos que podem lhe dar visibilidade no mercado jurídico. Fazer palestras, escrever artigos e blogs e dar entrevistas à imprensa são atividades que ajudam o advogado a ganhar reconhecimento público e da comunidade jurídica. Tudo resulta em conquista de novos clientes, referências e honorários compatíveis com a qualidade do serviço. 

João Ozorio de Melo é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.
Revista Consultor Jurídico, 4 de janeiro de 2013

Unidade de Transferência do lixo doméstico de Campos dos Goytacazes.



Todo lixo(resíduos sólido doméstico) coletado nas regiões da Sede do Município,sub-distrito de Guarus,Baixada Campista e Centro Sul.
Excessão para os distritos do Norte(Conselheiro Josino/Santa Maria/Vila Nova e Morro do côco).O lixo coletado nestas áreas são destinados diretamente através dos caminhões compactadores ao aterro Sanitário de Conselheiro Josino.
Na unidade de transferência ,localizado na CODIN,os caminhões compactadores que coletam lixo doméstico e o  lixo da varrição realizam a descarga durante dia e noite.
A descarga vai para carretões  estacionados no transbordo.Após completar carga,segue viajem até o aterro de Conselheiro Josino,com distância média de 26 km.

·        Área do transbordo: 9.800m2
·        Inaugurado em 10 de junho de 2012;
·        Equipamentos:
1 retro escavadeira
5 caminhões equipados com caixas fixas e móveis
·        Geração de empregos durante operação:
3 operadores de retro escavadeira
10 serventes
15 motoristas
1 encarregado





domingo, 13 de janeiro de 2013

COLETA SELETIVA NA SEGUNDA-FEIRA





Atenção moradores dos bairros com serviço público de coleta seletiva!

Quando você participa da coleta seletiva,está cooperando para o meio ambiente do planeta,pois o material reciclável que seria aterrado,transforma-se em novo material,economizando matéria -prima e energia.
Você também a obra social da sociedade de Apoio à criança e o Idoso:
COLETA SELETIVA NO SEU BAIRRO(PORTA A PORTA):
2º FEIRA:
MANHÃ:
Parque Leopoldina
Jardim Carioca
Parque Rosário
TARDE:
Caju
Parque Vicente Dias
Parque Aurora
Parque São Caetano
COLETA DE PONTOS ESPECIAIS
Secretaria Municipal de Serviços Públicos
Chicre Cheme
Hospital Santa Casa
Farmácia Isalvo Lima
IFE
Secretaria Municipal de Trabalho e Renda
Hospital Unimed
Fundação Municipal da Infância e Juventude (Lapa)
Hospital Geral de Guarus
Jardim Aeroporto