terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Aterro clandestino de resíduos de material de construção é fechado em área verde da zona oeste do Rio

Publicado em janeiro 9, 2013 por 


Um aterro clandestino de resíduos de material de construção, localizado em Vargem Grande, na zona oeste da capital fluminense, foi fechado ontem (8) por uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Caminhões descartavam diariamente toneladas de detritos destruindo a vegetação de taboa, típica de brejos.
Na ação, os fiscais encontraram no terreno dois contêineres de lixo e uma máquina que estava sendo usada para espalhar o entulho usado para aterrar a área, localizada no final da Rua do Cascalho, próximo ao Canal de Marapendi.
A denúncia da existência foi feita pelo Projeto de Monitoramento Ambiental Aéreo, do biólogo Mário Moscatelli. Apesar da ação da secretaria, Moscatelli se mostrou pessimista quanto ao fechamento definitivo do aterro. “Eu garanto que daqui a três meses eles voltarão a jogar entulho no local. Isso acontece aqui no Rio de Janeiro, em Duque de Caxias e em todos os municípios, porque falta uma fiscalização efetiva por parte dos órgãos da prefeitura envolvidos com o meio ambiente”.
O biólogo defende uma fiscalização intensa para evitar que os caminhões continuem a usar o aterro e prejudicar o meio ambiente. “Além de contaminar o lençol freático esse aterramento acaba contribuindo para a proliferação de favelas na região”, disse.
Segundo o subprefeito da Barra e Jacarepaguá, Tiago Mohamed, o relatório da fiscalização será usado para ações mais efetivas em áreas de difícil acesso e para abertura de processos administrativo. O documento será encaminhado ao Ministério Público Estadual e à Delegacia de Proteção ao Ambiente para que possam acompanhar e ajudar a impedir a degradação ambiental da região.
“Vamos estabelecer uma rotina de monitoramento, por meio de um relatório visual com base em fotos aéreas que serão feitas a cada dois meses para monitorar a região da Barra, Jacarepaguá e Vargens”.
Reportagem de Douglas Corrêa, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 09/01/2013
fonte: http://www.ecodebate.com.br/2013/01/09/aterro-clandestino-de-residuos-de-material-de-construcao-e-fechado-em-area-verde-da-zona-oeste-do-rio/



Rede Resíduo permite transformar lixo em recursos


Com informações da Agência Fapesp - 09/01/2013
Venda de resíduos
Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabelece que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos em geral deverão criar um sistema de logística que possibilite reciclar os materiais que geram.
Isto agora está sendo viabilizado por um projeto desenvolvido na incubadora do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec).
O sistema permite a empresas, shopping centers ou mesmo municípios pequenos com até 100 mil habitantes, entre outros agentes, atender às exigências da nova legislação e ainda obter receita ou diminuir despesas com a gestão racional de materiais recicláveis.
Denominada "Rede Resíduo", a plataforma conecta pela internet grandes geradores de resíduos com recicladores, transportadores e empresas de tratamento e disposição final.
Para isso, os geradores cadastram no sistema os lotes de resíduos que querem vender, trocar, doar ou destinar, e as empresas que procuram materiais para seus processos ou os recicladores de cada tipo de resíduo manifestam o interesse pelas oportunidades de negócios, em um processo de bolsa de mercadorias e serviços.
"A rede tem o objetivo de facilitar negócios e criar um ecossistema que reúna todos os atores da cadeia de produção e de utilização de materiais recicláveis", disse Francisco Luiz Biazini Filho, um dos idealizadores do projeto.
Comércio eletrônico de resíduos
O projeto surgiu em 2005 como uma plataforma de comércio eletrônico, batizada de "Dr. Resíduo", que intermediava as transações comerciais entre as empresas e atores da cadeia de reciclagem e cobravam um percentual ou uma taxa fixa por esse trabalho.
Em 2011, foi reformulado para Rede Resíduo, com a proposta de ser uma rede personalizada em que as próprias empresas geradoras podem fazer a gestão racional de seus materiais recicláveis.
"Uma empresa geradora de resíduos tem que ter uma rede só para ela, porque os materiais que gera são diferentes dos produzidos por outras", disse Biazini.
Além disso, de acordo com o especialista, pela nova PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), as empresas passam a ser responsáveis pelos resíduos que geram até o final do ciclo de vida deles.
Ao terceirizar a responsabilidade de gestão de resíduos, segundo Biazini, as empresas podem ter que pagar mais caro, além de assumir o risco de uma destinação inadequada, que pela nova legislação representa um crime ambiental inafiançável.
"Cada empresa terá que cuidar dos resíduos que gera com muito cuidado. E isso começa a ficar mais claro, principalmente para as grandes empresas, que passam a montar suas próprias redes de resíduos com uma escala de materiais recicláveis que podem comercializar e que conseguem administrar e acompanhar por meio de um sistema de georreferenciamento que nosso sistema possui", destacou Biazini.
Lixo que vira recurso
Uma das primeiras grandes empresas a implementar o modelo da Sistema Ciclo foi a Camargo Correa. Em agosto de 2011, a construtora iniciou um projeto-piloto para implementação de uma bolsa corporativa de resíduos em três canteiros de obras que administra no país: a usina hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, o Consórcio Ferrosul, em Goiás, e a Refinaria RNest, em Pernambuco.
A partir de março de 2012, a Camargo Correa começou a ampliar o sistema para todos os 32 canteiros de obras que mantém em diversas regiões do Brasil.
Por meio do sistema, em cuja implantação investiu cerca de R$ 250 mil, a construtora comercializou 11,6 mil toneladas de metais, ao preço de R$ 270 a tonelada, 700 toneladas de plástico, ao custo de R$ 686 por tonelada, e 400 toneladas de papel, vendidas a R$ 280 a tonelada.
Quando todos os canteiros de obras que administra estiverem integrados ao sistema, a Camargo Correa estima que deverá obter uma receita em torno de R$ 2,5 milhões com a comercialização de resíduos.
"As empresas têm que se conscientizar que os resíduos que geram não são lixo, mas sim recursos. O que para elas são resíduos, para outras empresas entram como matéria-prima em suas cadeias de produção", disse Biazini.
Queimando dinheiro
De acordo com Biazini, quase 30% dos resíduos gerados na cidade de São Paulo são provenientes da construção civil residencial - o que representa mais de 4,3 mil toneladas de materiais por dia, sem considerar as construções de grande porte que geram cinco a seis vezes mais do que isso. "Consideramos que até 80% destes resíduos são recicláveis, ou pelo menos poderiam ser, e estão sendo enterrados em aterros sanitários", disse.
"No Brasil, são enterrados R$ 11 bilhões por ano em material reciclável, sendo mais de R$ 2,5 milhões correspondentes a resíduos plásticos, que são recicláveis de alguma forma", ressaltou.
Uma das críticas de Biazini e de outros especialistas em gestão ambiental em relação à nova PNRS é que ela criou uma brecha para instalação de usinas de incineração de lixo, em substituição aos aterros sanitários (lixões).
Porém, segundo os especialistas, essas usinas de incineração só podem ser alimentadas após a comprovação da implementação do ciclo completo de gestão dos resíduos que primeiro prevê a redução, o reuso e a reciclagem e somente após esses três processos é possível realizar o tratamento e a disposição final.
"É preciso tomar cuidado em relação a isso, porque podemos começar a queimar o dinheiro que pode ser gerado pela reciclagem de resíduos, e ainda pagar para as usinas de incineração fazerem isso, em vez de enterrá-lo, como acontece hoje", ressalvou.
fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=rede-residuo-transformar-lixo-recursos&id=010175130109

Campos avança no tratamento do lixo



16/jan/2013
  • Aterro em funcionamento em Conselheiro Josino coloca Campos em situação confortável na questão do Meio Ambiente
Aterro em funcionamento em Conselheiro Josino coloca Campos em situação confortável na questão do Meio Ambiente
Nos últimos anos, o município de Campos avançou consideravelmente no que diz respeito ao tratamento que vem sendo dado ao lixo doméstico, se enquadrando cada vez mais na lei número 12.305, de agosto de 2010, que corresponde à Política Nacional de Resíduos.
A lei, que institui diretrizes relativas à gestão integrada de gerenciamento de resíduos sólidos, incluindo os perigosos, desafia os municípios a tomarem medidas as quais torne viável ecologicamente a destinação dos resíduos diários, até agosto de 2014, caso contrário, serão submetidos a sanções penais da lei. Além do lixo doméstico, foram implantadas no município ações que destinam corretamente o lixo hospitalar, além da logística reversa, direcionada a diversos materiais aproveitáveis.
O Aterro Sanitário de Conselheiro Josino se enquadra na Política Nacional de Resíduos e possui estrutura adequada para comportar todos os resíduos que, para lá, são encaminhados. O aterro sanitário funciona desde fevereiro de 2011 e, anteriormente, atendia somente a região norte do município, até que o Aterro Controlado da Codin fosse completamente desativado, em junho de 2012, por decisão do Ministério Público, depois que a Aeronáutica constatou os riscos para a aviação devido à proximidade com o aeroporto Bartholomeu Lizandro. Segundo a Política Nacional, os aterros controlados devem ser extintos pelos municípios, já que mantêm a figura do catador e promovem práticas de agressão ao lençol freático.
Com toda a técnica para a manutenção de práticas adequadas ao Meio Ambiente, o Aterro Sanitário de Conselheiro possui capacidade para comportar os resíduos por mais 30 anos. O espaço possui seis células (corresponde a cada área de utilização), totalizando um espaço de 855 mil m². Para coletar os materiais prejudiciais ao meio ambiente, o local possui como base uma manta com ramais para a captação do chorume (material excretado pelo lixo), que após ser coletado, passa por Estações de Tratamento de Esgoto e é reaproveitado. Os ramais também são responsáveis pela captação do gás metano, que é posteriormente queimado. O lixo coletado pelos caminhões é descarregado na célula de origem, onde é feito espalhamento, compactação e este é coberto com argila.
O aterro sanitário recebe também os lixos hospitalares, que anteriormente passam por um sistema de autoclavagem. A unidade de tratamento de resíduos com tecnologia autoclave foi instalada numa área total de 1.470m² no distrito industrial da Codin, em Guarus, é a terceira do estado do Rio de Janeiro com a finalidade de dar o tratamento adequado ao lixo hospitalar.
A unidade tem capacidade de tratar três toneladas de resíduos por cada ciclo de 40 a 50 minutos em média e 5,5 toneladas ao dia. Seu sistema de esterilização compreende um aquecimento dos materiais recolhidos que chega a 150° C. Além do município de Campos, o autoclave também recebe os resíduos hospitalares de municípios vizinhos ou de empresas particulares que pagam por este serviço, que é único na região.
Convênios e programas melhoram quadro
Outras medidas para que o município se enquadre à Política Nacional de Resíduos se deram através de ações de logística reversa, como por exemplo, através do Eco Ponto Pneus, que recebe cerca de 10 mil pneus já utilizados por mês, impedindo que estes sejam descartados em ambientes públicos e tornem-se criadouros do mosquito da dengue. Além disso, o município lançou no mês de outubro de 2012 dez pontos de recolhimento de celulares e baterias usados em locais públicos no município, uma medida para impedir que sejam jogadas no meio ambiente substâncias causadoras de contaminação.
A secretaria também adotou medidas como o incentivo do recolhimento de embalagens de óleo combustível, através do projeto Jogue Limpo, uma parceria da secretaria de Serviços Públicos com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindcom), que recolhe em um mês, mais de 400 kg de embalagem.
Quando essas embalagens não são recicladas, elas podem gerar agravantes ambientais como, por exemplo, a formação de filmes de óleo não dissolvido na superfície aquática, que, por sua vez, interfere na troca de ar e resulta em diminuição do nível de oxigênio, desequilibrando o sistema natural. Porém, quando passam pelo processo de reciclagem, essas embalagens podem vir a ser sacos de lixo, solados, pisos, mangueiras e muitos outros objetos.
A Prefeitura também estabeleceu parceria com a empresa Reciclagem União para o recolhimento de lixos eletrônicos como CPUs, impressoras, prejudicam o meio ambiente se jogados no meio ambiente. Desde agosto, mais de 300 materiais deste gênero já foram encaminhados à Secretaria de Serviços Públicos e a intenção é que este número aumente ainda mais no próximo ano. Para sanar dúvidas em relação ao descarte de materiais, basta entrar em contato com a Secretaria de Serviços Públicos através do telefone 2724-2158.
Ex catadores - Os ex-catadores do antigo aterro sanitário da Codim, também estão recebendo qualificação em diversos cursos oferecidos na área de construção civil através de uma parceria com a secretaria de Trabalho e Renda do Município. Cerca de 230 ex catadores já foram qualificados e mais 230 estão em fase de aprendizado em cursos como alvenaria, hidráulica, soldas e pintura de pisos e azulejos.
O secretário de Trabalho e Renda do Município, José Alberto Nogueira, informa que todos os cursos oferecidos vai ao encontro do que o mercado de trabalho precisa. “Uma equipe multiprofissional formada por assistente social, psicólogo e pedagogo se encontra na Terra Prometida, avaliando o perfil vocacional de cada um”, acrescenta.
Fonte: http://www.odiariorj.com/campos-avanca-no-tratamento-do-lixo/


Logística Reversa : reciclagem de embalagem de óleo combustível



Atenção empresários do ramo de combustíveis :Faça a destinação correta das embalagens de óleos lubrificantes.
Atenção donos de qualquer tipo de veículos: Não jogue a embalagem do óleo combustível e lubrificantes no lixo da sua casa.

Em Campos você pode fazer a entrega ,na rede de postos que participam  da reciclagem deste tipo de 'lixo' , que é poluente no meio ambiente .

No mês de agosto de 2012 foram  coletados 419 Kg de embalagens de óleo lubrificante, através do Projeto Jogue Limpo, que é coordenado pelo SINDCOM-Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes .
Para maiores informações acessem ao site do Programa
www.programajoguelimpo.com.br  ou pelo telefone 0800 941 62 22





A SSP realiza vistorias monitorando o projeto e estimulando novas adesões.
ENDEREÇOS DOS POSTOS E OUTROS ESTABELECIMENTOS QUE PARTICIPAM DA COLETA:

RAZÃO SOCIAL
ENDEREÇO
1 - SENDAS DISTRIBUIDORA S/A
12 - AV.SILVIO BASTOS TAVARES 254/264-PQ RODOVIARIO
 2 - POSTO DE SERV.SAO SALVADOR LTDA
13 - AV.24 DE OUTUBRO 109-TURF CLUB
 3 - CASTILHO E FILHO LTDA
14 - AV.ALBERTO TORRES 100-CENTRO
 4 - POSTO DE GASOLINA GUERRA 4 LTDA
15 - AV.28 DE MARÇO 458 CENTRO
 5 - POSTO DE GASOLINA RALLY LTDA
16 - AV.28 DE MARÇO 458 SN-CENTRO
 6 - POSTO DA BARONESA LTDA
17 - AV.15 DE NOVEMBRO 353 SN-CENTRO
 7 - ARARA AZUL REDE DE POSTOS LTDA
18 - RUA BRUNO DE AZEVEDO 12-PARQUE TAMANDARE
 8 - ARARA AZUL REDE DE POSTOS LTDA
19 - AV.VINTE OITO DE MARÇO 643-CENTRO
 9 - ARARA FLUMINENSE COM.DE COMB. LTDA
20 - AV.ALBERTO TORRES 100-CENTRO
 10 - ARARA FLUMINENSE COM.DE COMB. LTDA
21 - AVENIDA VINTE OITO DE MARÇO 643-CENTRO
11 - MELO E AIEX COMB.LTDA
22 - RUA BARAO DE MIRACEMA 487-CENTRO

RAZÃO SOCIAL
ENDEREÇO
23 - CAMPOS GAROUPA LTDA/GAROUPA II
34 - AV.15 DE NOVEMBRO 353-CENTRO
24 - POSTO ILHA COMERCIO DE COMB.LTDA
35 - RUA ROCHA LEAO 260/262-PARQUE LEOPOLDINA
25 - CORDEIRO BARROSO PETROLEO LTDA-FILIAL
36 - AV.VINTE E OITO DE MARCO 458-CENTRO
26 - DELLA VIA PNEUS LTDA
37 - AV.DEPUTADO ALAIR FERREIRA 96-PAEQUE TURF CLUB
27 - AUTO POSTO REI DO PRETOLEO LTDA
38 - ROD. BR 101 SN KM 70,3 BR 101
28 - ARA FLUMINENSE COM. DE COM. LTDA
39 - RUA BRUNO DE AZEVEDO 12-PARQUE TAMANDARE
29 - PETROGRAN COMERCIO DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA
40 - AV.24 DE OUTUBRO 347-TURF CLUBE
30 - TRIOMEPE VEICULOS LTDA
41 - RUA TENENTE CORONEL CARDOSO 1031-TAMANDARE
31 - POSTO DE COMB. VILA NOVA DE CAMPOS LTDA ME
42 - ESTRD.VILA NOVA SN-VIGESIMO DISTRITO
32 - LIECI DA SILVA OLIVEIRA
43 - RUA TEOTONIO FERREIRA ARAUJO SN B.ESPIRITO SANTO
33 - JMTS COMERCIO DE COMB.E LUBRIF.LTDA
44 - TRAVESSA BRANSAO 01/05-TRAVESSAO DE CAMPOS


*Mais informações sobre o universo da limpeza e outros:

Twitter: zacaalbuquerque@live.com
Site da Secretaria: www.smsp.campos.rj.gov.br
E-mail: zacaalbuquerque@gmail.com
            zacariasalbuquerque@campos.rj.gov.br

Em caso de Reclamações e sugestões, ligue para o Disque limpeza da Secretaria de Serviços Públicos - tel. 2726-4809.
Se você gostou desta orientação de responsabilidade socioambiental, replique no seu e-mail!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Energia Solar ao alcance de todos



10 jan 2013 - Por  em Ciência e TecnologiaEnergia solar é tema recorrente no discurso de qualquer ambientalista. Uma fonte de energia inesgotável e com produção zero de resíduo. Aqueles que depõem contra ainda vão dizer que a produção das placas e das baterias recarregáveis não é tão limpa assim, produz resíduos ou utiliza material não ecológico e que é cara. Assim se criam os mitos.
Hoje nosso planeta depende de energia elétrica, seja ela produzida pela queima de carvão (muito usada ainda na China), queima de petróleo (comum nos EUA), termonuclear (Japão e França) ou hidrelétrica (matriz no Brasil).
Apesar de baixo impacto no uso direto, a energia elétrica brasileira, vinda de usinas hidrelétricas, instaladas em rios, geram impactos violentos durante sua instalação, alagando florestas, alterando o curso de rios, interferindo no bioma regional ou consumindo uma quantidade nociva de concreto e insumos.Quais as alternativas que temos hoje?

Para cada região do planeta há uma solução mais indicada, dependendo das condições geográficas locais. Qual alternativa energética pode causar menos impacto ambiental e ser viável economicamente? Esta resposta soluciona boa parte das questões do mundo moderno com a sustentabilidade.
O Brasil é um país privilegiado pela incidência solar, o que nos favorece a obtenção de energia gerada pelo sol.
A energia elétrica convertida por placas fotovoltaicas ainda tem um alto custo, mas para mim é uma questão de tempo para seu uso ser popular, minha casa mesmo, a ser construída no próximo ano utilizará este ícone da sustentabilidade, entre outros. Já é possível se obter um kit de placas fotovoltaicas e conversores para um uso limitado de energia residencial. O problema é que estas placas que convertem energia solar em elétrica ainda não são produzidas no Brasil.
Agora, energia solar para se aquecer água é essencial, deveria ser lei federal algo que pode economizar de 40% a 80% da energia elétrica em uma casa brasileira. Na cidade de São Paulo é obrigatório o uso deste recurso em novas edificações. O CDHU, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo já utiliza o recurso em vários projetos. Há vários fabricantes nacionais para esta tecnologia.
O sistema tradicional utiliza placas de vidro para aquecer uma serpentina onde circula água que é reservada em um tambor térmico e o distribui para as torneiras. Ele é eficiente mesmo em um dia nublado.“Um kit completo, que o próprio comprador pode instalar, custa R$ 1.880,00; já um equipamento convencional, que e aquele em que reservatório fica embaixo do telhado, placa coletora em cima do telhado, material hidráulico em cobre e mão de obra qualificada, fica em torno de R$ 4.000,00. Para quem quiser mais conforto, pressão..são instalados acessórios..que podem chegar ao preço final de R$ 8.000,00. Sonho com o dia que isso se tornar algo mais acessível para quem não tem condições. Porque estaremos beneficiando a natureza hoje, infelizmente, solar ainda e visto como luxo e esta chegando a hora de ser visto como necessidade.” Ivanize Souza, dahttp://www.maksolar.com.br/
Há alguns meses conhecemos um fabricante, também brasileiro, a Jamp, que produz um sistema de aquecimento que se mostra bem eficiente, invés de circular em serpentinas como no padrão tradicional, a água circula em tubos de um vidro bastante resistente e se armazena em uma caixa acoplada com a vantagem de chegar a uma temperatura em torno de 70°, o que seria uma eficiência energética substancial. Em custo estaríamos falando de não mais que 15% maior, porém uma eficiência energética muito maior segundo o fabricante. Há também a oferta de serviços de aquecimento de água para indústria, que lembramos consome grande parte de nossa energia elétrica em processos de aquecimento e produção de vapor. http://www.jampbrasil.com.br/energia_limpa.asp

Correndo por fora, há alternativas criativas praticamente gratuitas, ou de baixíssimo custo, com garrafas pet e tubos de PVC, soluções que certamente terão eficiência garantida apenas em dias ensolarados, acredito. http://dicasgratis.org/2010/06/02/aquecedor-solar-caseiro/

A Sociedade do Sol por sua vez oferece cursos e treinamentos para pessoas que se interessam pelo assunto e as capacitam para desenvolver instalações de baixo custo, e ainda oferecem gratuitamente manuais de instalação, guias de materiais para compra de equipamentos. http://www.sociedadedosol.org.br/
A sustentabilidade depende de viabilidade econômica. Novas casas precisam utilizar sistemas mais eficientes melhorar a relação a custo e benefício. Além do mais, nem todos tem disposição para construir seu próprio sistema, para isto existe mercado, prestadores de serviço e produtos brasileiros ambientalmente corretos a sua disposição.
fonte: http://www.coletivoverde.com.br/energia-solar-para-todos/

DADOS DA LIMPEZA PÚBLICA EM CAMPOS: Limpeza Manual de Bueiros-NOVEMBRO

Estatística de limpeza de bueiros em diversos logradouros do município de Campos executados no mês de novembro de 2012.



Falta de limpeza e saúde ruim no Turfe




Problemas de infraestrutura aborrecem moradores do bairro Turfe, em Campos. Os moradores se dizem esquecidos pelo governo. Queixas como saúde precária, alto índice de dengue, ruas alagadas e acúmulo de lixo, falta manutenção na área de lazer para as crianças e, também, uma escola municipal com ensino fraco.
As moradoras reclamam ainda do acúmulo de lixo nas ruas e, também, da facilidade das ruas ficarem alagadas. “Quando as ruas ficam alagadas, é difícil o acesso a minha própria casa", explica a dona de casa Inês Alves. 
As donas de casam ficam indignadas com o ensino da escola municipal Alcino Bessa. De acordo com elas, a escola tem o ensino fraco e as crianças não recebem a atenção que merecem.
Segundo o aposentado José Carlos Ribeiro, de 65 anos, o descuido com o lixo preocupa os moradores, principalmente, no verão.

Sujeira pelas ruas vem atraindo ratos

Na Rua Severino Lessa, duas casas estão abandonadas e causam transtorno aos moradores daquela rua. De acordo com as pessoas, o fato dos matos estarem altos e os quintais estarem sujos, atrai ratos e pode ocasionar doenças. Para o aposentado Demerval Alves Pessanha, de 90 anos, elas já estão abandonadas há mais de anos. "Não tem moradores nas duas casas. Não há limpeza e, além disso, estamos sujeitos a conviver com ratos", comenta. Ainda segundo o aposentado, estas casas sempre acumulam lixo e entulhos. “Antigamente, havia até farra nestas casas e, também, usuários de drogas”.
Em nota oficial, o secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquer-que, informou que a coleta de lixo no bairro é feita regularmente e orientou aos moradores que observem os dias e horários para que efetuem o descarte adequado dos resíduos produzidos por eles. Ele destacou que, apesar da concessionária recolher o lixo dos moradores, algumas pessoas ainda, assim, dispensam o resíduo doméstico na rua.

Marcelle Salerno 17/01/2013 08:49

fonte: Jornal Folha da Manhã
ORIENTAÇÃO DO SECRETÁRIO:A vizinhança pode comunicar tal abandono das 2 casas à Coordenadoria de Postura,que levanta no cadastro imobiliário,informações sobre proprietários e/ou herdeiros e NOTIFICA-O(s) para as providências de limpeza do terreno.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Cola sem solventes é desenvolvida por engenheira química brasileira

09 de Janeiro de 2013 • Atualizado às 16h36



Através de pesquisas foram criados adesivos e selantes isentos de compostos nocivos à saúde e ao meio ambiente. | Foto: Divulgação
Um projeto sustentável de colas sem solventes teve a aprovação do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec). A solução foi desenvolvida pela engenheira química Wang Shu Chen, após ter problemas de saúde pela excessiva exposição a solventes.
A engenheira trabalhou durante muito tempo em uma multinacional do setor químico, até que, através de um exame, ficou sabendo que a exposição a solventes resultou em 30% menos glóbulos brancos no sangue. A partir de então, buscou alternativas de desenvolver uma cola sem substâncias tóxicas.
“Tive acesso aos laboratórios da Universidade de São Paulo, onde realizei pesquisas e testes que resultaram na produção de adesivos e selantes isentos de compostos nocivos à saúde e ao meio ambiente”, afirma a química, que, durante os processos, teve apoio de órgãos públicos, agências de fomento e de investidores.
Wang agora busca desenvolver um produto a partir da nanotecnologia, que será usado para colar placas de blindagem. A nova solução é uma das apostas da Adespec - Adesivos Especiais, empresa criada junto com parceiros para oferecer soluções inovadoras e sustentáveis.
A engenheira dá um exemplo de sucesso profissional, já que conseguiu contornar um problema de saúde recorrente de sua profissão e criar um negócio ecológico, ilustrado no livro Empreendedorismo Inovador, organizado pelo consultor de negócios Nei Grando.
O caso de Wang é usado pelo diretor executivo do Cietec, Sergio Risola, para ilustrar sua resposta à pergunta: “Vale a pena recorrer a uma incubadora?”. O questionamento é tema de um dos 24 capítulos que compõem a publicação. Com informações do Estadão.
Redação CicloVivo

fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/cola-sem-solventes-e-desenvolvida-por-engenheira-quimica-brasileira-

União, Estado do Ceará e Prefeitura de Fortaleza deverão custear remédio a paciente com doença grave


9/1/2013 
Com o medicamento, aumentam as chances de cura ou controle da doença


Áudio da notícia


Após ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal, a Justiça determinou que a União, o Estado do Ceará e o Município de Fortaleza custeiem, individualmente ou em conjunto, a medicação intitulada Rituximabe (Mabthera), necessária à paciente Stephani Karry Coelho Rodrigues, acometida da enfermidade "Púrpura Trombocitopênica Trombótica". A procuradora regional dos direitos do cidadão Nilce Cunha Rodrigues explicou a importância da abordagem terapêutica com imunoquimioterapia ao utilizar um anticorpo monoclonal, isso porque aumentam as chances de cura ou controle da doença, quando associado ao arsenal terapêutico já usado pela paciente.
 Essa decisão judicial foi proferida em regime de plantão da Justiça, ante a urgência do caso. Segundo consta na ação, não poderia interromper a dosagem do medicamento que deveria ser ministrada no dia 3 de janeiro de 2013. Por esse motivo, a Justiça Federal respondeu prontamente. Atualmente, o processo judicial se encontra na 2ª Vara Federal no Ceará, tendo como responsável o juiz Jorge Luís Girão.
 "Segundo o laudo médico, a paciente deverá realizar Mabthera na dosagem de 375mg/m², inicialmente quatro ciclos semanais, podendo ser indicado até oito ciclos, conforme a resposta clínico-laboratorial. Atualmente, a indicação é de quatro ampolas de 500mg e quatro ampolas de 100mg", conforme explica na ação civil pública, que fundamenta em informações técnicas sobre a doença.
Para a procuradora Nilce Cunha Rodrigues, através da ação civil pública busca-se ver assegurado o direito à implementação do mandamento constitucional que assegura o direito fundamental à vida e à saúde. "Poderá proporcionar significativas melhoras na condição de vida da paciente, ou mesmo alcançar a cura, que poderá se mostrar como meio mais eficaz de controlar os sintomas da enfermidade que a acomete, e que vem reduzindo de forma cruel suas possibilidades de viver de forma saudável, como é direito fundamental de todo ser humano", explica a procuradora.
 Doença - A púrpura trombocitopênica trombótica (PTT) é uma doença hematológica grave, de curso clínico fulminante, considerada emergência médica. Ela se caracteriza pela microangiopatia (doença dos pequenos vasos, os capilares) e aumento da agregação plaquetária.

 O diagnóstico clínico baseia-se em anemia hemolítica microangiopática; trombocitopenia acentuada; acometimento neurológico; disfunção renal e febre. Ocorre devido ao aumento da agregação plaquetária, formando trombos, os quais fazem com que os eritrocitos circulantes sejam lisados, ocasionando uma anemia hemolítica. A formação desses trombos faz com que diminua o fluxo sanguíneo, ocasionando problemas neurológicos.
 Assessoria de Comunicação Social
Ministério Público Federal no Ceará
mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_geral/justica-determina-o-custeio-de-medicamento-pela-uniao-estado-do-ceara-e-prefeitura-de-fortaleza-a-paciente-com-doenca-grave

DADOS DA LIMPEZA PÚBLICA EM CAMPOS: Produção do Aterro de Inertes Codin -DEZEMBRO.











Dado da entrada total de inertes(terra,entulhos e outros resíduos da construção) no aterro de inerte em operação na área da CODIN,do mês de dezembro.


Lâmpadas Fluorescentes




   

 

A Prefeitura de Campos tem o dever de coletar o seu lixo doméstico. No entanto, nem todo o lixo da nossa casa ou empresa é resíduo domiciliar.  
            No caso das lâmpadas fluorescentes inservíveis, o usuário deve adotar as seguintes atitudes, de acordo com a Lei Estadual 5.131/2007, Decreto Regulamentar 41.752/2009 e Lei Federal 12.305/2010:

1 - Deverá se dirigir com sua lâmpada inservível e entregar na loja onde foi adquirida;

2 - Nas lojas que comercializam lâmpadas fluorescentes, em geral, as mesmas, por força de lei deverão ter caixas para armazená-las. Caso haja dificuldade ou recusa da loja em receber as lâmpadas, manter contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que é o órgão responsável pela fiscalização ou com a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, através do Disque Limpeza (22-2726 4809).

A Secretaria Municipal de Serviços Públicos informa também, que com base na lei, lâmpadas fluorescentes que forem disponibilizadas para coleta terão sua coleta recusada e posterior adoção de medidas por parte do órgão público.
*Mais informações sobre o universo da limpeza e outros:

Twitter: zacaalbuquerque@live.com
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sábado, 19 de janeiro de 2013

Farol com moral.


Farol 2013

Segundo informações de alguns amigos e conhecidos, o verão em Farol de São Tomé tem sido bem melhor que anos anteriores. Com uma boa programação, decente Segurança, Saúde reforçada, e um repertório bem menor de confusões, a prefeitura mostra que realmente se dedicou ao local este ano. Fui informado também, que a Limpeza Pública anda mandando razoavelmente bem por lá, talvez por isso, estejam esquecendo a excluída Guarús.

Fonte: http://fmanha.com.br/blogs/blogdacoluna/