terça-feira, 13 de março de 2012

Marco regulatório coloca Brasil em patamar aceitável


A Política Nacional de Resíduos Sólidos passou 19 anos na Câmara. Mais de 100 propostas foram analisadas

Brasília. A população brasileira produz diariamente cerca de 190 mil toneladas de lixo. Para diminuir a montanha de problemas ambientais, sociais e de saúde pública que vem junto com todo esse entulho, o país aprovou, depois de anos de negociação no Congresso, marco regulatório para o setor. As informações são da Agência Senado.

A Lei Nacional de Saneamento Básico e a Política Nacional de Resíduos Sólidos visam colocar o país em um patamar ambientalmente adequado e preveem maior controle dos cidadãos sobre os serviços. Mas ainda despertam críticas sobre sua aplicabilidade.

Saneamento

Universalização do acesso é o primeiro princípio fundamental relacionado pela Lei Nacional de Saneamento Básico (LNSB). A ele unem-se outros 11, como a segurança, a qualidade e a regularidade nos serviços prestados, além do controle social - o que coloca o cidadão como foco central da lei.

Junto com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Lei 11.445/07 compõe o marco regulatório para o manejo do lixo. Ela define exatamente quais os serviços que devem ser prestados pelo poder público - no caso, o município - na execução da limpeza urbana.

Também estabelece uma série de garantias para o cidadão controlar a qualidade. Entre elas, acesso a manual de prestação do serviço e a relatório periódico do prestador, além da participação em órgãos colegiados para o controle social.

A Lei Nacional de Saneamento Básico resultou da unificação de vários projetos, como o PLS 155/05, do então senador Gerson Camata. E inovou ao incluir a limpeza urbana e o manejo do lixo entre as ações de saneamento ambiental - como abastecimento d´água, o esgotamento sanitário e a drenagem.

Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a nova legislação veio regular o "vazio institucional" criado nos anos 1980 com a extinção do Banco Nacional da Habitação, que geria os recursos do saneamento no país. Esse vácuo foi ocupado por mais de 20 anos pelas companhias estaduais de saneamento.

Ambiciosas

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) passou 19 anos em discussão na Câmara, onde mais de 100 propostas foram analisadas. De volta ao Senado, foi aprovada em 2010 e sancionada em agosto daquele ano como a Lei 12.305.

Ela traz metas ambiciosas e dúvidas sobre seus prazos. Em agosto de 2012, os 5.565 municípios terão de apresentar planos de gestão integrada de resíduos sólidos. E até 2014 precisam eliminar os lixões. Do contrário, não poderão receber recursos federais para ações nesse setor.

A política estabelece conceitos como a responsabilidade compartilhada entre poder público, fabricantes, comerciantes e consumidores no descarte de produtos. Também há a logística reversa, pela qual fabricantes e comerciantes devem estruturar sistemas para receber do consumidor produtos que ele não usa mais. A coleta seletiva passa a ter papel central. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil jogou no lixo, todo ano, cerca de R$ 8 bilhões por não fazer reciclagem.

País produz 61 mi de toneladas

Brasília. A produção de lixo no Brasil não para de crescer em ritmo mais acelerado do que a população urbana. É o que mostra o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil - 2010, estudo feito pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

Pelo levantamento, os brasileiros geraram em 2010 cerca de 60,9 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU), crescimento de 6,8% sobre 2009. No mesmo período, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população cresceu em torno de 1%. O total de resíduos coletados também aumentou, em 2010, aproximadamente 7,7%.

Segundo a Abrelpe, 54,2 toneladas foram recolhidas pelos serviços de coleta domiciliar. Mesmo assim, esse número corresponde a 89% do lixo gerado.

Ou seja, os outros 11% ficaram espalhados nas ruas, em terrenos baldios ou foram jogados nos rios.

Além disso, do lixo coletado, quase 23 milhões de toneladas, ou 42,4%, foram depositadas em locais inadequados: lixões ou aterros controlados - onde o chorume, líquido originado pela decomposição, não é tratado e pode contaminar os lençóis d´água. A Abrelpe lembra ainda que os municípios ­recolheram 31 milhões de toneladas de resíduos de construção e demolição (RCD) e 228 mil de resíduos de serviços de saúde (RSS) em 2010 - mesmo não sendo responsáveis diretos por esses materiais (veja infográfico abaixo).

Os serviços de coleta custaram R$ 7,16 bilhões aos cofres públicos em 2010. Outros R$ 12,04 bilhões foram gastos nos demais serviços de limpeza pública, como varrição e manutenção de praças.

Agosto conclui prazo para planos

Brasília Agosto de 2012 será uma data decisiva para a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Nesse mês, a Lei 12.305 de 2010 completa dois anos e se encerra o prazo para que estados e municípios apresentem seus planos de gestão dos resíduos. Os que não o fizerem, não poderão receber recursos federais para ações no setor.

"Se produz lei, se dá prazo para cumprir, mas não se diz onde está o dinheiro para aplicá-la", reclama o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.

Segundo ele, até um ano atrás, apenas 300 dos mais de 5.500 municípios já haviam elaborado seus planos, incluindo quatro capitais. O presidente da CNM também alerta para a dificuldade de, até 2014, implantar os programas de coleta seletiva e fechar os lixões. Ele estima que seja preciso construir mais de mil aterros sanitários no país.

O diretor de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Silvano Costa, reconhece o impacto das mudanças sobre os municípios, responsáveis diretos pelo manejo dos resíduos. Afirma, porém, que há um conjunto de instrumentos à disposição das prefeituras.

Ele lembra que em 2011 o MMA abriu edital para que os municípios se candidatassem a receber recursos federais para desenvolver seus planos. Segundo ele, até agora 17 planos estaduais mais o do Distrito Federal e 23 intermunicipais foram contratados pela Caixa Econômica Federal, com repasse de R$ 37 milhões.

Já o Ministério das Cidades tem previsão orçamentária até 2015 de R$ 1,5 bilhão destinado aos resíduos sólidos.

*Fonte:http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1113877

Central da Reciclagem: onde descartar resíduos sólidos


Nova plataforma indica locais de todo o Brasil que recolhem ou compram 37 tipos de materiais recicláveis. Iniciativa é uma ajuda ao cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê a reciclagem de materiais e o final dos lixões até 2014


Separar materiais recicláveis do lixo orgânico exige que o consumidor reorganize sua rotina para encaminhar resíduos sólidos para a reciclagem. Mesmo quem já é acostumado a fazer o descarte correto, às vezes tem dúvida quanto ao destino de alguns resíduos, como coco verde, pneu, chapas de radiografia ou químicos. 
Uma nova plataforma pretende acabar com as dúvidas e eventual falta de disciplina para agir do modo certo. De forma rápida e simples, a Central da Reciclagem* informa os locais onde descartar 37 tipos de resíduos sólidos. Há orientação para estes materiais e, também, aço, borracha, alumínio, pilhas e baterias, móveis, tecidos, diversos plásticos, isopor, remédios, óleo de cozinha, entre outros. 
Basta selecionar o resíduo que deseja reciclar, digitar o endereço e a cidade onde mora e os pontos próximos ao local aparecem em um mapa do Google Maps. São dois tipos de lugares para descarte, os que recebem os materiais e encaminham para reciclagem e os que compram resíduos para enviar a recicladores. Também é possível fazer o cadastro de um ponto de coleta que não esteja no banco de dados. 
O serviço, gratuito, é da rede ambiental Made in Forest*, que também publica textos e vídeos produzidos por parceiros ou recicladores sobre o descarte correto e os detalhes dos produtos. Vale lembrar que, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, até 2014, o país deverá acabar com todos os seus lixões e os aterros sanitários deverão absorver apenas o que não é reutilizável ou reciclável. A Central da Reciclagem ajuda os brasileiros a exercer a responsabilidade de devolver ao lugar certo o lixo produzido. 


*Fonte: Planeta Sustentável

segunda-feira, 12 de março de 2012

DILMA: INEXPERIÊNCIA NO RAMO E CRISE NA BASE ALIADA!
                
(Coluna Dora Kramer - Estado de SP, 09) 1. Não se resume a uma “rebelião na base” destinada a pressionar a presidente ceder nisso ou naquilo, embora seja esse um dos ingredientes. A conturbação tem causa mais profunda. Decorre de uma situação de desequilíbrio político, institucional e comportamental. O Executivo se agigantou, o Legislativo se apequenou, disso já há suficientes registros.
                
2. O elemento novo é o estilo ríspido da presidente. Com sua maneira centralizadora, irritadiça, autossuficiente e impositiva de atuar, Dilma Rousseff acabou por deixar que os defeitos conhecidos da relação Planalto-Parlamento se exacerbassem ao ponto da exaustão. A soberba do poder de longa duração acentuou-se ao ponto da perda de referência sobre as reais circunstâncias do “outro”. No caso, os partidos integrantes da coalizão governamental. Todos eles, inclusive o PT.
                
3. A desigualdade esteve presente nos governos dos dois antecessores de Dilma. Mas Lula e Fernando Henrique – cada qual a seu modo – conseguiam manter a harmonia possível por meio do exercício da política, da composição, da interlocução, da cessão de prestígio. Até para fazer prevalecer suas vontades.
                
4. Por temperamento, inexperiência no ramo, falta de vocação ou tudo isso junto, Dilma diminui os parceiros. Infantiliza a relação e nisso é ajudada pelos conselheiros que à menor contrariedade saem a relatar o quanto ela ficou “irritada” e “furiosa” com essa ou aquela pessoa, esse ou aquele fato. Hoje ela está bem nas pesquisas, forte. Amanhã pode não estar e aí verá como o real valor de afirmação de poder não é a força. É o jeito.


FONTE: BLOG DO CESAR MAIA

QUADRILHA DE SUJEIRA






João joga um palitinho na rua da Teresa
Que joga uma latinha de refrigerante na rua de Raimundo
Que joga um saquinho plástico na rua de Joaquim
Que joga uma garrafinha velha na rua de LIli.

Lili joga um pedacinho de isopor na rua do João
Que joga uma embalagenzinha de não sei o que na rua de Teresa
Que joga um lencinho de papel na rua de Raimundo
Que joga uma tampinha de refrigerante na rua de Joaquim


Que joga um papelzinho de bala na rua de J.Pinto Fernandes
Que ainda nem tinha entrado na história.

Fonte:Revista Nova Escola

Arquiteto cria “árvore marinha” gigante contra poluição



Projeto também serviria de abrigo para vida selvagem no litoral dos centros urbanos



Projeto "Sea Tree", do Waterstudio
São Paulo – O contato com o verde e o ar puro não fazem parte da rotina da maioria dos habitantes dos grandes centros urbanos. Imagine então, como é a vida de pássaros, insetos e outros animais que fazem das áreas verdes o seu hábitat. Complicada, não?
Pensando em solucionar dois problemas de uma vez – o da poluição das metrópoles e o da falta de espaço para a fauna e flora  – o arquiteto alemão Koen Olthuis bolou uma solução curiosa: o edifício "Sea Tree".


Trata-se de uma estrutura de 30 metros de altura projetada para cidades próximas ao mar ou rios, como Londres e Nova York, e capaz de reproduzir todo o ecossistema de uma árvore, servindo de abrigo para os bichos. Por ser dividida  em camadas, a estrutura flutuante poderia hospedar vários tipos de animais, incluindo os que vivem no mar.
Responsável pelo projeto, o Waterstudio sugere que árvore do mar seja construída a partir de tecnologias offshore bastante semelhantes ao das plataformas de petróleo em mar aberto. Em seu site, eles defendem ainda que grandes companhias petrolíferas façam doações de “Sea Tree” para as cidades onde atuam. 
O que parece coisa de ficção-científica pode se tornar realidade, em breve. De acordo com reportagem do jornal britânico Daily Mail, o escritório de arquitetura afirma que “um cliente já manifestou grande interesse” e que o projeto será totalmente realizado no período de dois anos. É esperar para ver.
Vanessa Barbosa/Exame Abril

domingo, 11 de março de 2012

Dia Mundial da Água abordará Segurança Alimentar


Mesmo com a grande pressão exercida sobre os recursos hídricos, o mundo terá que consumir mais água para atender à demanda de alimentos de uma população crescente. Pensando nisso, a ONU escolheu o tema da segurança alimentar para o Dia Mundial da Água de 2012


Estima-se que o consumo diário de água por pessoa seja de dois a quatro litros. Mas a maior quantidade que "bebemos" vem de dentro dos alimentos. A produção de um quilo de trigo, por exemplo, consome 1.500 litros de água, segundo dados da FAO - Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação*. O órgão também aponta que aproximadamente um bilhão de pessoas no mundo sofre de fome crônica, enquanto as pressões sobre os recursos hídricos aumentam. 


Para promover discussões sobre o desafio de garantir o acesso a alimentos nutritivos para a população mundial crescente e ao mesmo tempo racionalizar o consumo da água, a ONU escolheu para o Dia Mundial da Água, comemorado no dia 22 de março, o tema Segurança Alimentar. O vídeo abaixo mostra por que este recurso natural é tão importante para a nossa alimentação, com exemplos da quantidade de água necessária para produzir outros alimentos: 







A campanha da FAO para o Dia Mundial da Água de 2012 procura mostrar que é possível tomar medidas, desde a produção até o consumo final, para conservar a água e garantir o fornecimento de alimentos para todos. Eis algumas recomendações da organização: 

- consumir produtos que façam uso menos intensivo de água; 
- reduzir o grande desperdício de alimentos, já que 30% dos alimentos produzidos em todo o mundo não são consumidos e a água usada para produzi-los se perde; 
- produzir mais alimentos, de melhor qualidade e com menos água, e 
- levar uma alimentação saudável. 

Para celebrar o Dia Mundial da Água serão organizados diversos eventos em todo o mundo. Acompanhe as informações no site da FAO, onde ainda é possível assistir a vídeos sobre o ciclo de água e sobre o reuso deste recurso nas cidades. 

Centro de Eventos Populares será palco de grandes espetáculos



Por Liliane Barreto e Ruan Barros

  
Foto: Roberto Joia
Grandes shows com artistas nacionais e locais vão marcar a inauguração do espaço 

O Centro de Eventos Populares Osório Peixoto será palco de grandes eventos, em Campos, que passa a contar com espaço adequado para shows, desfiles cívicos e apresentações culturais. Além do novo espaço, que será inaugurado pela Prefeita Rosinha Garotinho no dia 28 de março, aniversário da elevação da vila à categoria de cidade, a população também vai ganhar de presente grandes shows com artistas nacionais e locais. Serão quatro dias de festa. O evento começa na quarta-feira (28), às 18h, com o tradicional desfile cívico e cultural, seguido do show do cantor sertanejo Gusttavo Lima, que a partir das 22h, sobe ao maior palco fixo público da América Latina, cantando os seus sucessos.
A festa continua na quinta-feira (29), com o desfile de bandas de fanfarras, a partir das 18h. Em seguida, às 22h, o cantor evangélico Fernandinho sobe ao palco, onde vai cantar sucessos, como “Faz Chover”. Na sexta-feira (30), às 21h, tem micareta com a banda baiana Parangolé, no trio elétrico, que vai percorrer a passarela de 280 metros de extensão. Logo depois, será a vez dos “Pratas da Casa” subirem ao palco para mostrar os talentos da cidade.
No sábado (31), encerrando as comemorações, a Escola de Samba União da Ilha do Governador vai mostrar um pouco do carnaval do Rio de Janeiro. Em seguida, para fechar com chave de ouro a programação de aniversário, Alexandre Pires comanda a festa.  O espaço, que terá um calendário anual recheado de evento, possui uma megaestrutura dotada de acessibilidade, com estacionamento para 520 veículos, banheiros, arquibancadas para 15 mil pessoas sentadas e camarotes. Para os shows, a capacidade é de 40 mil pessoas.
O secretário de Obras e Urbanismo, Edilson Peixoto, afirma que a estrutura já está pronta e que, agora, só falta concluir o palco. “Os trabalhos estão concentrados no palco, que é de grandes dimensões”, informa Edilson, citando também a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), subestação de energia elétrica e um castelo d’água, além de posto médico.
- Com esta obra, a Prefeita Rosinha Garotinho vai deixar um grande legado para a cultura. Na programação de inauguração, a prefeita pensou em todos os públicos. Os artistas locais terão a oportunidade de cantar em uma estrutura que poderá receber artistas internacionais. Tudo está sendo pensado para que a população prestigie os eventos com tranqüilidade e segurança – completa a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro.
Campos Folia 2012 - Entre os dias 27 e 29 de abril, acontecerá o Campos Folia 2012, o Carnaval fora de época do município. "São 178 anos de um dos carnavais mais antigos do país. Este ano, vamos homenagear, com o Campos Folia, a passagem do centenário da Sociedade Carnavalesca Clube Tenentes de Plutão. Mas, o Centro de Eventos Populares vai abrigar, também, desfiles cívicos, festival de quadrilhas e eventos folclóricos", contou o secretário de Cultura, Orávio de Campos.

*Fonte: Site da PMCG

sábado, 10 de março de 2012

Hora do Planeta 2012: apague as luzes em 31/03


CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL


Que tal ficar no escuro por 60 minutos para mostrar que você se preocupa e faz sua parte contra o aquecimento global? Essa é a ideia da campanha Hora do Planeta, que é promovida há cinco anos pela ONG WWF e, em 2012, convida a população mundial a apagar as luzes por uma hora, no dia 31/03, a partir das 20h30. Vai aderir?


Débora Spitzcovsky

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A data para a mobilização mundial Hora do Planeta 2012* já está definida: será no sábado, 31/03, das 20h30 às 21h30. Promovida pelo quinto ano consecutivo pela ONG internacionalWWF, a ação convida pessoas de todos os cantos do planeta a ficar no escuro durante 60 minutos para mostrar que estão preocupadas e dispostas a fazer sua parte para combater o aquecimento global. 

Esta será a quarta vez que o Brasil participará, oficialmente, da Hora do Planeta. Nos outros anos, não só sociedade civil mas também governos e empresas nacionais aderiram à mobilização e símbolos importantes do país - como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e o Auditório do Ibirapuera, em São Paulo - foram apagados durante os sessenta minutos. 

Em 2012, a WWF pretende conseguir ainda mais adeptos para a iniciativa. No ano passado, 1 bilhão de pessoas participou da ação e, agora, a ONG internacional espera a adesão de cerca de 1,8 bilhão de cidadãos, de mais de 5250 cidades de 135 países de todos os cantos do planeta. Que tal aderir também? Apague as luzes da sua casa por uma hora no dia 31/03, a partir das 20h30, e, se possível, desligue também os aparelhos eletrônicos - como TV, computador e micro-ondas

E, claro, adquira o hábito de economizar energia no seu dia a dia e não só na Hora do Planeta. Para se inspirar, assista, abaixo, ao vídeo oficial da iniciativa (em inglês) para o ano de 2012. 



Substitua o copo descartável



COMPRA CONSCIENTE

Algumas garrafas e moringas bacanas para ajudar você a evitar os copinhos de plástico descartáveis
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Esta moringa de porcelana, de 600 ml, foi premiada no iF Product Design Award 2011. Tem várias estampas e sua tampa serve de copo. Custa 99 reais no site www.jodja.com.br
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Uma garrafa de vinho reciclada de 750 ml é transformada nesta moringa. Vendida na loja virtual Revira Ideias por 80 reais. www.reviraideias.com.br
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Equipada com filtro de carvão, que deve ser trocado a cada dois meses, a garrafa plástica Bobble, do designer Karim Rashid, comporta 550 ml de água. Por 44 reais em www.spicy.com.br
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De cerâmica e com interior esmaltado, a moringa Sabor tem capacidade para 1,4 litro. O copo de 200 ml serve de tampa. Encontrada por 29,90 reais na Tok & Stok. www.tokstok.com.br


Fonte renovadora




Muito caprichada, a horta da chef Claudia Mattos tem mais de 250 espécies





BOM HÁBITO

Cultivar as sementes da natureza em nosso lar pode mudar a relação que mantemos com o planeta, com o que comemos e até com os outros

Patricia Bernal/Bons Fluidos - 10/2011


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A vida nas grandes metrópoles é cheia de contrastes, não é mesmo? Se por um lado ganhamos praticidade, conforto e acesso ao que há de mais moderno, por outro acabamos nos desligando de coisas essenciais relacionadas ao nosso bem-estar. Não é à toa que, cada vez mais, sentimos a necessidade de nos reconectar com a natureza. "Por meio dessa ligação, somos capazes de ativar nosso lado mais humano e aprender a lidar melhor com as relações com o outro e com nós mesmas", diz a psicóloga Solange Martins Ferreira, do Hospital Santa Catarina, em São Paulo. Para constatar se os laços "verdes" foram de fato cortados basta observar alguns hábitos do dia a dia que foram se perdendo. 

Ao caminhar em um parque você tira o tênis para sentir o toque fresco da terra? Toca com as mãos a grama ou as árvores? Ao escolher os alimentos, você consegue perceber a diferença de sabor, cor e aroma entre os produtos orgânicos ou com agrotóxico? Sabe a época certa de cada fruto? "O distanciamento cada vez maior com o universo das coisas naturais despertou a necessidade de retomarmos essa conexão há tempos perdida", completa a psicóloga. E por onde começar? 

Um bom caminho é criar um espaço verde dentro de casa. Melhor ainda se for uma horta que, além de bonita, enriqueça o cardápio diário com temperos e verduras sempre fresquinhos. "Além de estimular os sentidos como o olfato, o paladar e até a visão, estabelecemos uma nova sintonia com a natureza", constata Marta Tátini, consultora gastronômica do Centro Cultural Caravansernai, em São Paulo. Isso se traduz, inclusive, em acompanhar o ciclo de vida de cada alimento, hábito desgastado pelo nosso desejo de consumir tudo o que brota da terra durante o ano todo. "A natureza é sábia e por isso oferece o alimento necessário ao corpo em cada estação", diz Marta. Além disso, garante a chef, presenciar o nascimento e o crescimento das sementes nos inspira a ter uma alimentação mais saudável. "Além do sabor inigualável, o alimento produzido por nós mesmas oferece uma energia vital única", afirma a chef Claudia Mattos, que possui no quintal de sua casa, na capital paulista, cerca de 250 espécies de plantas, dentre elas legumes, verduras, temperos, frutas e até flores comestíveis.


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"Quando você nutre a natureza, ela nutre você. Com isso, nos aproximamos dela e aprendemos a respeitá-la." - Marta Tátini, consultora gastronômica

Vale a pena salientar também que durante o plantio ocorrem trocas energéticas entre você e a terra. "Nosso corpo tem duas saídas prontas para descarregá-las, os pés e as mãos. O contato dessas superfícies com o solo é capaz de eliminar a tensão e os excessos de irritabilidade dos órgãos internos", explica Hélio Ferreira Pinto Júnior, terapeuta de medicina natural na clínica Novo Tempo, em Campinas, interior de São Paulo. Segundo o especialista, nas palmas das mãos existe uma série de canais de energia conhecidos como meridianos. Relacionados à acupuntura, eles estão associados ao intestino grosso e ao delgado, ao pulmão, à circulação e ao coração. "O fato de estar cutucando e afofando a terra já estimula o início dessa movimentação", diz Ferreira Pinto. Dentro desse princípio, as energias estagnadas e ruins são eliminadas e, ao mesmo tempo, passam a receber a energia viva e renovadora da natureza. Já os pés possuem pontos que atingem outros órgãos como a vesícula, o estômago, o pâncreas, os rins, a bexiga e o fígado. 

MENTE TRANQUILA 
A inclusão do cultivo no cotidiano pode ser também transformadora no sentido de acalmar nossa mente sempre tão sobrecarregada. "Quando não paramos para relaxar, surge o estresse, a ansiedade e a angústia de não dar conta do recado. Em seguida, podem vir o mau humor e até a depressão", constata a psicóloga Solange Martins. Com isso, acabamos "nos tirando" da agenda e passamos a ser reprodutores desses estados: "É preciso tomar um distanciamento a fim de enxergar as soluções". Para afastar-se dessa turbulência, é necessário buscar práticas que estimulem a calma e a paz interior, como o contato direto com a terra, capaz de gerar um profundo estado de relaxamento. E, mesmo que de imediato você ache que não leva jeito para a coisa e que não dispõe de um lugar adequado em sua moradia, faça um planejamento e se aventure. 

"Só por meio da experimentação saberemos se a atividade é um canal de bem-estar ou de desgaste", observa Solange. "Em um primeiro momento é normal que ocorram dificuldades. Mas com a prática essa situação tende a mudar", afirma a psicóloga. E, caso suas sementes não vinguem, eis uma boa oportunidade de reflexão. "Assim como na vida, as dificuldades e os desacertos nos fazem pensar até encontrarmos as soluções. Por isso, se uma plantinha morrer, pare, observe o que foi feito de errado e refaça", dá a dica. E, em última instância, se a atividade lhe parecer perda de tempo, a psicóloga garante: "Só vivenciando é que passamos a identificar o enorme bem-estar físico e emocional da atividade, e sentimos o desejo de ampliar cada vez mais essa conexão com a natureza e com todos que fazem parte dela", finaliza Solange. 

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HÁBITO CULTIVADO 
Abençoada com alimentos vindos da horta da mãe na época em que moravam juntas em uma casa espaçosa, na cidade de Curitiba, a paisagista Andréa Schrappe levou consigo o hábito do cultivo ao se casar e mudar de Estado. Há 13 anos, vive no 17o andar de um edifício em São Paulo. Desde então, passou a cultivar temperos e plantas ornamentais. "Um dia vi que estava uma bagunça, arranquei todas as ornamentais e passei a plantar apenas as comestíveis ou que dessem algum fruto", explica. Hoje ela tem cerca de 19 vasos, com 30 espécies, espalhados pelo apartamento. "Para mim, sentar e cuidar delas é como uma terapia", diz. E tem mais: "Saber que o alimento foi plantado por mim dá muito orgulho, pois vejo crescer uma nova vida na qual depositei todo o meu carinho e dedicação. Isso, com certeza, vai refletir em uma comida mais saborosa".

Celulares podem ganhar tela com célula solar


Sistema atualmente tem uma eficiência de 11%, produzindo um total de 5 miliwatts (mW) em um dispositivo com tela de 3,7 polegadas

Monica Campi, de 

Smartphone

Um smartphone comum utiliza até centenas de miliwatts e até 68.6 miliwatts em um estado suspenso.

São Paulo – Um pesquisador do Centro de Nanotecnologia de Londres desenvolveu uma solução que poderá resolver o problema da curta vida útil das baterias de celular: embutir células solares na tela dos aparelhos.

Segundo o pesquisador, Arman Ahnood, somente 36% da luz produzida pelos displays OLED é projetada e o restante é desperdiçado. E esta sobra que “vaza” pelas bordas do visor pode ser aproveitada com células solares, embutidas dentro da própria tela.

O sistema desenvolvido pelo pesquisador atualmente tem uma eficiência de 11%, produzindo um total de 5 miliwatts (mW) em um dispositivo com tela de 3,7 polegadas, mas ainda é inferior ao que um smartphone necessita.

Segundo pesquisas, um smartphone comum utiliza até centenas de miliwatts e até 68.6 miliwatts em um estado suspenso. Mas Ahnood afirma que a eficiência pode aumentar significativamente, ao ponto onde o sistema possa ampliar a vida da bateria em algumas horas.

O próximo passo das pesquisas será utilizar novos designs e materiais para que a eficiência energética chegue até 90%, o que já permitiria estender a vida útil da bateria em uma única recarga.

sexta-feira, 9 de março de 2012


03/2012 12:33
Decisão acontece num dia atípico, uma sexta-feira, quando a maioria dos parlamentares já retornou para os seus estados
 
Garotinho em plenário: defesa permanente dos royalties dos contratos do pós-sal já licitados
Garotinho em plenário: defesa permanente dos royalties dos contratos do pós-sal já licitados
será instituída ainda hoje, sexta-feira, dia 9, a Comissão que vai discutir os royalties do petróleo. Numa decisão estranha, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT – RS) não quis instalar a comissão especial criada por ele mesmo no final do ano passado, mas aceitou sob pressão uma comissão paritária com cinco membros dos estados produtores e o mesmo número de representantes dos estados não produtores. Um detalhe merece destaque: como o colegiado não tem prazo definido para apresentar relatório, ele pode ter o seu trabalho encerrado a qualquer momento.


O que se diz nos corredores da Câmara é que Marco Mai vai votar o projeto dos royalties, no máximo até a segunda quinzena de abril e que a grande pressão sobre ele é do presidente do Senado, José Sarney, pois com o novo critério da lei do senador Vital do Rêgo, o Maranhão passaria a receber de royalties mais do que o Rio de Janeiro.

De qualquer maneira vamos lutar. Os representantes do Rio e do Espírito Santo na comissão já foram escolhidos. São eles: Anthony Garotinho (PR), Leonardo Picciani (PMDB), Hugo Leal (PSC) e um deputado a ser indicado pelo PT, isso pelo Rio de Janeiro. O Espírito Santo indicou a deputada Rose de Freitas, vice-presidente da Câmara.