*Fonte: Jornal O Diário - 01/02/2012
REPRODUÇÃO DE NOTÍCIAS COTIDIANA, QUALIFICADA SOBRE PROCONS,DIREITO DO CONSUMIDOR E VIDA DIGITAL .
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Londres terá lata de lixo reciclável com conexão Wi-Fi
Já pensou em encontrar uma lata de lixo com conexão Wi-Fi nas ruas? No
Brasil, essa ideia parece muito distante, mas em Londres já é uma realidade.
A capital inglesa inovou e lançou uma lata de lixo tecnológica para produtos
recicláveis com duas telas de LCD, por meio das quais é possível ver notícias,
previsão do tempo, atualizações sobre as ações do mercado e informações sobre o
metrô de Londres.
O objetivo das latas de lixo é dar acesso à internet para toda a população
local e para os turistas durante os jogos. As latas, fabricadas pela Renew
Solution, também são a prova de bombas.
Elas deverão estar espalhadas pela cidade até o início das Olimpíadas, em
junho. Antes mesmo dos jogos começarem, 25 latas já estarão instaladas, com um
custo total de 47 mil dólares.
A ideia foi bem recebida por empresários e prefeituras de outras metrópoles
mundiais. Por isso, é provável que Tóquio e Nova York adotem a tecnologia em
breve.
Além do acesso à internet, a lata de lixo pode atrair as pessoas a jogar o
lixo em seu devido lugar e, para completar, reciclar! Já pensou as olímpiadas no
Rio, em 2016, equipadas com latas de lixo tecnológicas?
*Fonte:http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/reciclagem/londres-tera-lata-de-lixo-reciclavel-com-conexao-wi-fi/
Logística Reversa de telefones celulares e suas baterias
No Brasil são 224 milhões de usuários de
telefones celulares, colocando o país entre os campeões de uso da
telefonia celular. No Estado do Rio de Janeiro,
Campos, proporcionalmente, tem o maior número de usuários. Conforme
pesquisa da ANATEL são 130 usuários para acada grupo de 100, o que
significa que milhares de campistas usam dua linhas.
O aparelho que é um bem quando perde a utilidade deixa de ser bem e
se transforma em resíduo (lixo). O que fazer com esse tipo de lixo que quando
jogado no ambiente (rios, lixões etc) é extremamente nocivo, pois possui
componentes químicos altamente poluentes?
FAÇA A COISA CERTA! ENTREGUE SEU CELULAR OU BATERIA EM
UM DOS ENDEREÇOS , SEGUINTES:
- CONCELL - Rua Gesteira Passos, 34 - Centro - Telefone:
3211-4107/2735-1804
- CELL CENTER - Av. Alberto Torres, 17 - Centro - Telefone:
2733-4107
- VIVO - Av. Rui Barbosa, 1001 - Centro e Parque Centro Shopping
- CLARO - Rua Sladanha Marinho, 416, loja 103 - Centro -
Telefone: 3052-9836
- OI - Rua Tenente Coronel Cardoso, 445, lojas 1 e 2 - Centro -
Telefone: 2723-0000 (próximo ao prédio da antiga Telemar)
Faça a diferença para a limpeza e o ambiente da sua cidade!
Se você gostou desta orientação de responsabilidade socioambiental, replique no seu e-mail!
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Logística Reversa de Pilhas Alcalinas e Outras Inservíveis em Campos
Foi-se o tempo que todo tipo de residuo que tinhamos em casa
ou na empresa podia-se descartar tudo em um saco de lixo comum.Pela nova
legislação ,alguns residuos obrigatoriamente devem retornar ao
comerciante,fabricante e importador,e que denomina-se LOGÍSTICA REVERSA.E
o caso das pilhas e baterias alcalinas.No exercicio da cidadania ,cada munÍcipe
deve fazer a devolução na loja onde comprou .Em Campos ,a SSP identificou
os seguintes estabelecimentos que após receber estes residuos,posteriormente destinam
para as indústrias de ,que destinam para a cadeia da reciclagem em São Paulo.
- Eletrônica Real - Rua Boa Morte esquina com Rua Gil de Góis - telefone (22) 27240260
- Eletrônica São Salvador - Rua Dr. Gesteira Passos, nº 38,
Centro - telefone (22) 27330576
- Agência Correios Campos dos Goytacazes - Praça Santíssimo
Salvador, nº 53 - Centro - telefone (22) 27331641
- Banco Santander - todas as agências de Campos dos
Goytacazes
- Supermercardo Wal-Mart.Av. Nilo Peçanha,s/nº
- Agência da AMPLA-Rua Gov. Teotônio ferreira de Araújo,Centro.
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Lâmpadas Fluorescentes
Sr. (a) Munícipe,
A Prefeitura de Campos tem o dever de coletar o seu
lixo doméstico. No entanto, nem todo o lixo da nossa casa ou empresa é resíduo
domiciliar. Pilhas, baterias de equipamentos eletrônicos, inclusive bateria de
telefone celular e o próprio telefone celular, pneus e também, lâmpadas
fluorescentes são classificados como lixo especial.
No caso das lâmpadas
fluorescentes, você munícipe, que tem a preocupação com o meio ambiente e a
responsabilidade na gestão deste tipo de resíduo, deve adotar as seguintes
atitudes, de acordo com a Lei Estadual 5.131/2007, Decreto Regulamentar
41.752/2009 e Lei Federal 12.305/2010:
1 - Deverá se dirigir com sua lâmpada inservível e entregar na loja
onde foi adquirida;
2 - Nas lojas que comercializam lâmpadas fluorescentes, em geral, a
mesmas, por força de lei deverão ter caixas para armazená-las. Caso haja
dificuldade ou recusa da loja em receber as lâmpadas, manter contato com a
Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que é o órgão responsável pela
fiscalização ou com a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, através do
Disque Limpeza (22-2726 4809).
A Secretaria Municipal de Serviços Públicos informa
também, que com base na lei, lâmpadas fluorescentes que forem disponibilizadas
para coleta terão sua coleta recusada e posterior adoção de medidas por parte
do órgão público.
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Novo Disque Entulho: Saiba o que é e o que fazer com seu entulho e outros resíduos
Pelo telefone do Disque Limpeza (2726 4809) você solicita o serviço de coleta de PEQUENOS VOLUMES de entulhos e demais resíduos de sua residência OU APARTAMENTO..
A - ENTULHO de pequenas obras residenciais: deverão estar obrigatoriamente acondicionados em sacos plásticos de até 20 litros e serão removidos no máximo 150 (cento e cinquenta) sacos por residência.
B - GALHADAS de pequenas podas: deverão ser formados conjuntos de galhos, de comprimento máximo de 1,5 metros, amarrados através de barbantes ou outro material (para facilitar o manuseio pelo gari) e serão removidos no máximo 12 conjuntos de amarrados por residência.
C - TELHAS (pequenas) ou TIJOLOS: unidades inteiras (unidades quebradas devem ser consideradas como entulho) deverão estar agrupadas de forma a facilitar o carregamento e serão removidos no máximo 150 unidades de telhas e/ou de tijolos por residência.
D - BENS INSERVÍVEIS: somente serão removidos no máximo 6 itens por residência com suas respectivas quantidades, exceto para os bens de grande peso ou volume (geladeira, freezer, cofre, sofá, armário, etc), que a remoção fica limitada a 2 itens por residência.
Em caso de necessidade de nova solicitação de serviço, o mesmo só poderá ser realizado 15 (quinze) dias após o serviço.
Caso o cidadão não queira aguardar este prazo ou ainda, se o material a ser removido estiver fora das condições estabelecidas nesta Portaria, o serviço deverá ser contratado junto a carroceiro, que deverá transportar e destinar a carga de resíduos (entulho, terra, galhada e etc.) para um dos ENTULHÓDROMOS existentes. Em caso de contratação de caminhoneiro avulso e/ou empresas privadas, o mesmo deverá transportar e destinar a carga de resíduos (entulho, terra, galhada e etc) para o aterro de inertes localizado na Av. Santo Amaro, s/nº, no Distrito Industrial da CODIN, subdistrito de Guarus.
Todo entulho e demais resíduos só será coletado se estiver armazenado dentro da residência E/OU GARAGEM OU ÁREA DE SERVIÇO DO PRÉDIO.
Se você gostou desta orientação de responsabilidade socioambiental, replique no seu e-mail.
email: zacaalbuquerque@gmail.com
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Relacionamento:Saiba mais sobre a limpeza pública
Saiba mais sobre
o universo da limpeza em Campos dos Goytacazes,no Brasil e no mundo.
VEJA:
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Site da Secretaria:smsp.campos.rj.gov.br
Veja vídeos interessantes sobre limpeza,
campanhas e etc.:http://www.youtube.com/limpezapublicacampos
E-mail do Secretário Zacarias
Albuquerque:
zacaalbuquerque@gmail.com ou zacariasalbuquerque@campos.rj.gov.br
E-mail do Diretor de Fiscalização de
Serviços Concedidos, Jamil Barreto: jamilbarretossp@gmail.com
E-mail do Diretor de Parques e Jardins, Rubenildo Barcellos: rubenildobarcellos@yahoo.com.br
E-mail do Diretor de Parques e Jardins, Rubenildo Barcellos: rubenildobarcellos@yahoo.com.br
Limpeza pública será mantida no carnaval em Farol
Marcela Araújo
A coleta de lixo continuará todos os dias, como acontece durante o verão Foto: Jônatas Manhães
Os serviços de limpeza pública serão mantidos na praia do
Farol de São Tomé, durante o carnaval. Os funcionários estarão em toda a
extensão da praia campista, para manter a limpeza. A coleta de lixo continuará
todos os dias, como acontece durante o verão.
- Nós preparamos um
cronograma especial para o Farol, principalmente no período de carnaval -
ressaltou o secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque.
Localidades – Durante o carnaval, a programação
da Secretaria de Serviços Públicos continuará, de acordo com o calendário anual
do município, informou Zacarias.
*Fonte: Site da PMCG
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Coleta de lixo: Tirando o atrazo de ontem .
Operação extra para recolhimento do lixo em algumas áreas
da sede do município,cuja coleta ficou atrazada com a paralisação
de alguns garis no dia de ontem.
Hoje, coleta em toda Guarús,ocorre dentro da normalidade.
Ressalto, que os garis do turno noturno,trabalharam até as 6 h. da manhã de hoje(recebem hora extra por este trabalho),mas o volume da segunda-feira é o maior da semana,cuja média bate até 350 mil quilos,e não foi possível coletar TUDO.
da sede do município,cuja coleta ficou atrazada com a paralisação
de alguns garis no dia de ontem.
Hoje, coleta em toda Guarús,ocorre dentro da normalidade.
Ressalto, que os garis do turno noturno,trabalharam até as 6 h. da manhã de hoje(recebem hora extra por este trabalho),mas o volume da segunda-feira é o maior da semana,cuja média bate até 350 mil quilos,e não foi possível coletar TUDO.
Parlamentares de subcomissões da Rio+20 dizem temer ‘fracasso’
Parlamentares de subcomissões do Congresso criadas para acompanhar a
organização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável,
a Rio+20, dizem temer o fracasso do encontro devido, segundo eles, à
possibilidade de ausência dos principais líderes mundiais. A conferência está
prevista para o período entre 20 e 22 de junho, no Rio de Janeiro.
Para esses senadores e deputados, o foco da agenda internacional estará
voltado para a crise econômica e para as eleições em países como Estados Unidos
e França, o que dificultaria a presença de líderes mundiais em um evento
internacional voltado para o desenvolvimento sustentável.
“Creio que o encontro caminha para ser um grande fracasso. Não está havendo
interesse dos grandes países em enviar os grandes líderes mundiais. Estou em
contato com muitas pessoas no exterior e percebo que a reunião não está sendo
levada a sério”, disse o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que preside duas
subcomissões no Senado sobre a conferência.
Para o senador, “o governo está trabalhando bem nas instalações [da Rio+20],
mas não vejo envolvimento e esforço do governo brasileiro para trazer os líderes
estrangeiros – me parece que o governo não se atentou para esta situação”.
O deputado Sarney Filho (PV-MA), que preside na Câmara uma subcomissão
destinada a acompanhar os trabalhos da Rio+20, disse que “tem procedência essa
preocupação” do senador Cristovam Buarque. “Enfraquece muito se os líderes não
vierem”, afirmou.
Para o deputado, 2012 é um ano “difícil”, com uma conjuntura internacional
complicada por causa da crise europeia e das eleições nos Estados Unidos.
Segundo ele, esses fatores podem tirar o foco da Rio+20.
“Falta visão do governo brasileiro de mostrar que este é o grande encontro
para discutir uma nova forma de desenvolvimento para o mundo”, disse Sarney
Filho.
Para evitar o esvaziamento da conferência, o deputado disse esperar que a
presidente Dilma Rousseff faça um “corpo-a-corpo” para trazer os líderes
internacionais.
De acordo com o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), relator da Subcomissão
Especial Rio+20 na Câmara, “a grande dúvida é se haverá a presença dos grandes
líderes mundiais e isso depende de um trabalho pessoal da presidente Dilma”.
Segundo ele, “a crise econômica mundial acaba tendo um peso” em relação à
presença de líderes internacionais no Brasil durante a conferência.
Expectativa – Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, a
preocupação dos parlamentares é prematura. A assessoria afirma que a presidente
Dilma tem feito convites a líderes estrangeiros, reiterado a importância do
evento durante as viagens ao exterior e que por isso não faz sentido afirmar que
o governo não está empenhado em trazer líderes estrangeiros para a cúpula.
De acordo com a assessoria, a expectativa do governo brasileiro é alta e
espera-se um grande número de chefes de Estado na Rio+20, embora no momento
ainda não seja possível determinar esse número. A assessoria afirma que é do
maior interesse da presidente que os líderes estrangeiros compareçam.
O Ministério de Relações Exteriores conta com a presença de 100 a 120 chefes
de Estado para a Rio+20.
“Não sabemos se virão, mas estamos nos preparando para recebê-los”, disse o
secretário José Solla, do Itamaraty, que trabalha na logística da reunião sobre
desenvolvimento sustentável das Nações Unidas. Ele deu a declaração durante a
Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 17), em Durban, na África do
Sul, em dezembro de 2011.
Comparação – O deputado federal Alfredo Sirkis (PV-RJ), que
preside a Subcomissão Especial Rio+20, disse que o encontro não terá a mesma
relevância da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o
Desenvolvimento, a Eco 92, também realizada no Rio há 20 anos.
“De fato existe o recall da Eco 92, que foi um evento espetacular. Estiveram
presentes o [presidente dos Estados Unidos] George Bush, o Mikhail Gorbatchev, o
[então presidente de Cuba] Fidel Castro. Os olhos do mundo estavam voltados para
o Rio. Foi um evento global. Hoje, a situação é diferente. É um desafio fazer
com que a Rio+20 faça jus ao legado da Eco 92”, afirmou Sirkis.
Sirkis destacou a provável ausência do presidente dos Estados Unidos na
Rio+20. “O Barack Obama não vem. É ano eleitoral nos Estados Unidos e qualquer
coisa que ele faça por aqui será utilizada pelos republicanos. E os líderes na
Europa estão voltados para a crise”, disse Sirkis.
“Há a possibilidade de ser um evento significativo, mas vai depender da
capacidade do governo”, afirmou. Para Sirkis, os avanços obtidos na conferência
devem ser limitados. “Não vai ter nada de muito espetacular, pode ser um sucesso
como fator de mobilização”, afirmou.
Sirkis disse que está em estudo a criação de eventos paralelos à conferência,
com a presença de personalidades internacionais para dar uma “turbinada” na
Rio+20. Entre as opções, está a proposta de um evento com a presença de Gilberto
Gil, Sting e Bono Vox, entre outros artistas.
Código Florestal – Os parlamentares que acompanham a
organização da Rio+20 também consideram a aprovação do Código Florestal um sinal
negativo para o mundo meses antes da realização da conferência.
“O que o Senado aprovou, com pequenas modificações, foi um retrocesso. Se a
presidente Dilma não vetar determinados artigos, vai comprometer a posição de
liderança do Brasil [na Rio+20]“, disse Sarney Filho.
A votação do Código Florestal na Câmara está marcada para 6 e 7 de março. O
relatório do ex-deputado e atual ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB-SP),
foi aprovado na Casa e sofreu alterações no Senado. Por isso, a proposta voltará
a ser apreciada pelos deputados, que já anunciaram a intenção de fazer “pequenas
alterações” no texto.
O deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), relator de uma das subcomissões
de acompanhamento da Rio+20, afirmou que a aprovação do Código Florestal
compromete a posição brasileira na conferência. “[O Brasil] vai para uma
conferência onde os países vão cobrar isso”, disse. “Isso é uma cobrança certa”,
completou.
Em relação ao eventual êxito da conferência, Tripoli disse que o veto da
presidente a alguns pontos do Código Florestal “ajudaria bastante” a melhorar a
posição brasileira no encontro.
Segundo Cristovam Buarque, a “aprovação do Código Florestal é um sinal
negativo para o mundo. Ficamos muito atrás do que era necessário ao tentar
conciliar interesses. O texto é um Frankenstein que buscou atender a todos e não
atende a ninguém”.
Para Eduardo Azeredo, o Código Florestal não prejudica a imagem do Brasil.
“Não chega a esse ponto. Não é uma polêmica que vai atrapalhar a participação do
Brasil”, afirmou.
(Fonte: Sandro Lima/ G1)
Fernando de Noronha exporta lixo
Material não tratado no arquipélago tem que seguir para o continente, mas a quantidade retirada foi menor nos últimos três anos
Sem aterro
sanitário, todo o lixo não tratado de Fernando de Noronha (PE) segue sempre o
mesmo rumo: o do continente. Só que nos últimos três anos, essa transferência
tem sido menor que a quantidade produzida por turistas e moradores do
arquipélago. Resultado: uma operação de emergência teve que ser montada para
retirar esse acúmulo.
Todo ano cerca de 700 turistas se juntam aos 3,4 mil moradores e produzem
sete toneladas de lixo por dia. Apenas um barco pequeno fazia a retirada mensal
dos resíduos e sempre sobrava lixo no local. “Estou aqui há 25 anos, e nunca vi
tanto lixo acumulado nesse território”, conta Airton Rodrigues, presidente da
Associação de Moradores.
Toneladas de lixo
começaram a ser descarregadas ontem no Porto de Suape, no litoral Sul de
Pernambuco. A operação – que custará ao governo do Estado R$ 2,2 milhões – vai
durar três dias. Um alívio para quem vive na ilha. “Eu acho que em breve a gente
vai estar descarregado do lixo de anos passados”, diz o engenheiro de pesca
Leonardo Veras.
É tanto lixo que a pequena usina local de compostagem e tratamento não deu
conta do volume. A sujeira invadiu a estrada e, a céu aberto, contrastava com as
belezas do arquipélago, considerado patrimônio natural da humanidade.
A partir de fevereiro, dois barcos devem fazer o transporte dos resíduos, uma
vez por mês, ao custo de R$ 90 mil. Mas a solução definitiva deve vir com a
contratação de uma empresa transportadora. A licitação já foi feita, mas ainda
está sendo analisada pelo Tribunal de Contas de Pernambuco.
Também está previsto um programa de educação ambiental para que moradores e
turistas ajudem a preservar um dos locais mais belos do planeta.
*Fonte: Terra da Gente, com info G1/ JN
Ih, sujou! Limpeza Pública atrasa coleta e secretário foi ao Programa
Ururau
A polícia chegou a ser acionada para controlar a manifestação
Você teve problemas para que retirassem seu lixo das ruas nesta segunda-feira (13/02)? Pois é, muitos tiveram. É que funcionários da empresa Vital Engenharia Ambiental, que executam a coleta de lixo, limpeza e capina de ruas, em Campos, fizeram uma manifestação em frente à sede da empresa na manhã desta segunda-feira (13/02), ameaçando paralisar os serviços caso suas reivindicações por melhores salários e condições de trabalho não fossem atendidas.
Recebemos em nossos estúdios o Secretário de limpeza pública, Zacarias Albuquerque, que explicou o que houve e se existe alguma possibilidade de parada total ou não das atividades de coleta de lixo em Campos.
Dentre as reivindicações, os trabalhadores pedem aumento de 60% no salário que atualmente é de R$ 642; salário família, aumento no vale-alimentação que atualmente é de R$ 5,50 por dia, regularização das horas extras, dentre outras questões como o abastecimento de água para o pessoal que faz a capina nas ruas que, segundo os manifestantes, receberiam um galão de cinco litros, para dividir entre cerca de 20 pessoas.
O gerente da empresa, Alexandre Pereira, disse que a manifestação dos trabalhadores é ilegal já que a data base deles seria a partir de julho, e que somente então os trabalhadores poderiam reivindicar direitos salariais, bem como horas extras e vale-alimentação e que ele teria se comprometido a atender questões referentes a condições de trabalho.
“Eu fique sabendo dessa manifestação nesta manhã, e ela é totalmente ilegal, por que a data base deles é a partir de junho, então eles só podem reivindicar alguma coisa, com a representação deles. O sindicato já esteve aqui, conversou com eles, mas eles preferiram não ouvir o conselho do sindicato em paralisar imediatamente o movimento. Eu já conversei com eles, o que eles reivindicaram eu já prontifiquei a atender, mas infelizmente, nós vamos ter que esperar para ver se eles vão continuar com a posição deles para tomarmos as atitudes cabíveis,” esclareceu o gerente.
VEJA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA
A polícia chegou a ser acionada para controlar a manifestação.
O secretário de limpeza pública, Zacarias Albuquerque, disse que mutirões de limpeza que seriam realizados em alguns bairros de Guarus foram comprometidos, assim como o sérvio de coleta de lixo.
“Foi meio dia de serviços, como mutirões de limpeza no Novo Eldorado, Parque Nova Campos, Jardim Ceasa, Rua Hipólito Sardinha e Francisco Lamego, entre outros, que foi perdido pela manhã e terá que ser feito à tarde, além da coleta de lixo que vai ficar atrasada.” Lamentou o secretário.
*Fonte: Informativo De Olho na Cidade -Site Ururau
Londrina oferece local para descarte de eletrodomésticos
A partir desta segunda-feira (23), os londrinenses poderão descartar
materiais industrializados da linha branca e produtos eletrônicos diretamente na
Central de Logística Reversa, localizada na Avenida Fernando César Coimbra, s/n,
no Parque Industrial Cacique, zona oeste da cidade.
A central vai atender a população das 12h às 18h. Os interessados em oferecer
o destino correto, por exemplo, às geladeiras, microondas, fogões, rádios e
computadores deverão ir pessoalmente à Central de Logística Reversa.
É mais uma ação para retirar lixo nas vias públicas e evitar ambientes para o
desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue. Anteriormente, a
Central só recebia o material coletado pela CMTU nos ecopontos.
De acordo com o diretor de operações da CMTU, Luciano Borrozzino, é dever dos
fabricantes recolher os produtos que os clientes não estão mais usando e querem
se desfazer. "A lei 12.305/2010 institui a Política Nacional de Resíduos
Sólidos, onde ficam os fabricantes responsáveis pelo descarte correto de seus
produtos. Londrina saiu na frente porque é a primeira cidade do Brasil a
instalar uma central pública de resíduos sólidos", disse Borrozzino.
Com
a abertura da central ao público, a CMTU pretende minimizar o descarte irregular
de equipamentos eletrônicos e da linha branca e dar o destino correto aos
produtos. O barracão de armazenagem é totalmente coberto, o que assegura a não
exposição dos materiais as mudanças do tempo, como as chuvas.
A Central
foi implantada dia 11 de novembro de 2011 e está instalada no antigo barracão do
Instituto Brasileiro do Café (IBC), doado ao Município. O local conta com 28 mil
metros quadrados, onde são catalogados e armazenados os resíduos recolhidos.
Depois de classificados por fabricante, a central entra em contato com as
associações de fabricantes que ficam encarregadas de recolher seus produtos e
dar a destinação correta.
Para aqueles que quiserem se
desfazer de restos de materiais de construção civil podem entregar até um metro
cúbico nos Ecopontos espalhados pela cidade. Neles, a população pode fazer
também o descarte correto de móveis de madeira, sofás e restos de podas de
árvores e grama. Os pneus poderão ser entregues na Avenida Leste/Oeste, 1.605,
onde serão encaminhados á reciclagem.
*Fonte:http://londrina.odiario.com/londrina/noticia/534384/londrina-oferece-local-para-descarte-de-eletrodomesticos/
Lixo acumulado por vários pontos da cidade
Depois de uma manhã inteira de braços cruzados os
trabalhadores da Vital Engenharia Ambiental, responsável pela coleta de lixo em
Campos, deixaram o lixo se acumular em vários bairros e localidades. No maior
condomínio da cidade, o Recanto das Palmeiras, o lixo de mais de três mil
pessoas estão amontoados e causando transtornos como mau cheiro.
Na manhã desta terça-feira, a equipe da Folha
da Manhã esteve no Parque Aurora, no prolongamento da avenida Nossa Senhora do
Carmo, onde os lixos acumulados em vários pontos da mesma rua, causam mau cheiro
e indignação nos moradores. Para a dona de casa Cláudia Nábias, o local está
ficando insuportável devido a grande quantidade de lixo ao longo da rua. “Nesse
local, em frente à pracinha e ao supermercado, acho que é uma das piores
condições. Eu não vejo um gari aqui por perto para poder nos ajudar.”, disse
Cláudia.
14/02/2012 - 9h12
*Fonte: Folha da Manhã
NOTA DO SECRETÁRIO: A coleta noturna foi finalizada as 6 h da manhã de hoje e algumas rotas não teve o lixo coletado.Mas durante dia de hoje a concessionária comprometeu-se em enviar alguns caminhões da reserva técnica.
Hoje a coleta é realizada em todos os bairros de Guarús até a Grande Travessão ,sem problemas de atrazo.
NOTA DO SECRETÁRIO: A coleta noturna foi finalizada as 6 h da manhã de hoje e algumas rotas não teve o lixo coletado.Mas durante dia de hoje a concessionária comprometeu-se em enviar alguns caminhões da reserva técnica.
Hoje a coleta é realizada em todos os bairros de Guarús até a Grande Travessão ,sem problemas de atrazo.
Funcionários da Vital Engenharia cruzam os braços pela manhã em Campos
13/02/2012
Fotos: Carlos Grevi
Empresa é responsável pela limpeza pública e capina das ruas de Campos
Funcionários da empresa Vital Engenharia Ambiental, que executam a coleta de lixo, limpeza e capina de ruas, em Campos, fizeram uma manifestação em frente à sede da empresa na manhã desta segunda-feira (13/02), ameaçando paralisar os serviços caso suas reivindicações por melhores salários e condições de trabalho não fossem atendidas.
Dentre as reivindicações, os trabalhadores pedem aumento de 60% no salário que atualmente é de R$ 642; salário família, aumento no vale-alimentação que atualmente é de R$ 5,50 por dia, regularização das horas extras, dentre outras questões como o abastecimento de água para o pessoal que faz a capina nas ruas que, segundo os manifestantes, receberiam um galão de cinco litros, para dividir entre cerca de 20 pessoas.
O gerente da empresa, Alexandre Pereira, disse que a manifestação dos trabalhadores é ilegal já que a data base deles seria a partir de julho, e que somente então os trabalhadores poderiam reivindicar direitos salariais, bem como horas extras e vale-alimentação e que ele teria se comprometido a atender questões referentes a condições de trabalho.
“Eu fique sabendo dessa manifestação hoje pela manhã, e ela é totalmente ilegal, por que a data base deles é a partir de junho, então eles só podem reivindicar alguma coisa, com a representação deles. O sindicato já esteve aqui, conversou com eles, mas eles preferiram não ouvir o conselho do sindicato em paralisar imediatamente o movimento. Eu já conversei com eles, o que eles reivindicaram eu já prontifiquei a atender, mas infelizmente, nós vamos ter que esperar para ver se eles vão continuar com a posição deles para tomarmos as atitudes cabíveis,” esclareceu o gerente.
A polícia chegou a ser acionada para controlar a manifestação.
O secretário de limpeza pública, Zacarias Albuquerque, disse que mutirões de limpeza que seriam realizados em alguns bairros de Guarus foram comprometidos, assim como o sérvio de coleta de lixo.
“Foi meio dia de serviços, como mutirões de limpeza no Novo Eldorado, Parque Nova Campos, Jardim Ceasa, Rua Hipólito Sardinha e Francisco Lamego, entre outros, que foi perdido pela manhã e terá que ser feito à tarde, além da coleta de lixo que vai ficar atrasada.” Lamentou o secretário.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Adidas lança programa Pegada Sustentável, em São Paulo
A Adidas, indústria de artigos esportivos,
lançou ontem, (24/01/2012), o programa voluntário Pegada Sustentável. A ideia do
programa, segundo a empresa, pioneiro no Brasil, é minimizar os impactos
ambientais a partir do descarte consciente e da reciclagem de calçados
esportivos usados. Os calçados doados serão desmontados e os resíduos
provenientes deles irão se transformar em combustível para alimentar fornos de
cimento – o processo seguirá as normas da legislação ambiental
brasileira.
Inicialmente, o descarte será realizado nas 7 lojas e 11 outlets da Adidas na Grande São Paulo, mas deve ser ampliado até o restante do país a partir de março. Para participar, basta levar seu calçado usado – de qualquer marca – até uma das lojas incluídas no programa e assinar um termo de doação do calçado para fins de reciclagem. Os que doarem seus calçados ganharão um brinde da Adidas. O Pegada Sustentável é apenas o começo, diz Fernando Basualdo, diretor-geral da Adidas no Brasil: “Não vamos parar por aí, estamos desenvolvendo um programa mais abrangente visando a Copa 2014.”
Inicialmente, o descarte será realizado nas 7 lojas e 11 outlets da Adidas na Grande São Paulo, mas deve ser ampliado até o restante do país a partir de março. Para participar, basta levar seu calçado usado – de qualquer marca – até uma das lojas incluídas no programa e assinar um termo de doação do calçado para fins de reciclagem. Os que doarem seus calçados ganharão um brinde da Adidas. O Pegada Sustentável é apenas o começo, diz Fernando Basualdo, diretor-geral da Adidas no Brasil: “Não vamos parar por aí, estamos desenvolvendo um programa mais abrangente visando a Copa 2014.”
Licitação verde
A estratégia de promover pregões eletrônicos para a compra compartilhada de
produtos com critérios ambientais ganha escala na administração pública, levando
o mercado a adaptar-se a novos padrões nas licitações. Após experiência pioneira
no ano passado, um grupo com mais de dez instituições federais do Rio de Janeiro
prepara atualmente um novo leilão on-line destinado à aquisição coletiva de no
mínimo 48 itens - do papel reciclado aos cartuchos de impressoras e copos de
cafezinho mais amigáveis ao meio ambiente. "O desafio é conciliar preço e
qualidade, além de garantir o abastecimento e a abrangência na competitividade",
diz Jorge Peçanha, da Fundação Oswaldo Cruz, que coordena o grupo.
"Queremos derrubar o mito de que o produto sustentável é
necessariamente mais caro que o convencional", completa Renato Cader, um dos
idealizadores do sistema compartilhado quando dirigia o setor de compras do
Jardim Botânico do Rio. "Devido ao maior poder de compra do trabalho conjunto, o
primeiro leilão gerou em média uma economia de 50% em relação aos preços
identificados na pesquisa prévia de mercado", informa Cader. Ele hoje dirige a
Agência Nacional do Cinema, membro de uma rede de 38 instituições públicas que
se articulam para a adoção dos novos critérios nas licitações.
O
trabalho, diz, envolve romper barreiras legais, técnicas e até culturais. E há
questões complexas a resolver, como a especificação dos produtos e a maior
adesão dos fornecedores. No pregão anterior metade dos itens não foi atendida -
situação que, segundo Cader, pode ser vencida com uma política mais efetiva e a
maior escala de compras públicas.
"O projeto é estender a
licitação compartilhada para a administração federal em Brasília neste ano",
revela Delfino Natal de Souza, secretário de logística e tecnologia de
informação do Ministério do Planejamento (MP), lembrando que já existe
instrumento legal para que as licitações não se restrinjam ao critério do menor
preço. A Instrução Normativa 01, do MP, de janeiro de 2010, abre essa
possibilidade para 216 órgãos federais em todo o país. "A tendência é a cultura
de compra sustentável chegar também às estatais, que têm legislação própria",
afirma Souza.
O Acórdão 1152/2011 do Tribunal de Contas da União
prevê a questão ambiental como uma vantagem nas licitações para além da
isonomia. Isso significa, segundo analistas, que órgãos públicos estão sujeitos
a autorias e punição no caso de descuido com a sustentabilidade.
Nos últimos dois anos, foram realizados mais de 2,1 mil
processos licitatórios com quesitos de sustentabilidade no setor federal,
somando R$ 21 milhões na aquisição de bens e serviços. "Em 2012, a expectativa é
atingir o dobro a partir da maior conscientização e capacitação dos gestores
públicos", prevê o secretário. No total, as compras públicas representam entre
10% e 15% do PIB, algo em torno de R$ 360 bilhões ao ano, o que demonstra o
expressivo poder de influência ainda a ser explorado para induzir o mercado a
práticas sustentáveis.
"Para mudar a escala dos números e vencer
a última resistência dos gestores públicos é necessário consolidar o suporte
jurídico, transformando a instrução normativa em lei", analisa Samyra Crespo,
secretária de articulação institucional do Ministério do Meio Ambiente. Uma das
medidas, segundo ela, será mexer na Lei 8.666, das licitações, que permite
diferentes interpretações e tornam as compras coletivas do governo sujeitas à
impugnação.
"Sem clareza na legislação, muitos órgãos públicos
preferem fazer o tradicional para não correr o risco de paralisar projetos e
obras", explica Samyra. Ela informa que outro desafio é fazer a agenda de
sustentabilidade da administração pública sair do papel, como é o caso do
programa Esplanada Sustentável, que hoje tem a adesão formal de apenas 16 dos 37
ministérios. Até 2016, o plano é capacitar mil servidores por ano para a adoção
de critérios ambientais nas licitações.
Diante do desafio
ambiental, funcionários públicos começam a lidar com questões novas, como
emissões de carbono e ciclo de vida dos produtos - desde a matéria-prima até o
descarte. "O cenário atual é bastante positivo, em função da política nacional
sobre mudanças climáticas e da nova legislação sobre resíduos, que têm as
licitações sustentáveis como ferramenta", analisa Luciana Betiol, da Fundação
Getúlio Vargas.
O poder de compra dos governos é chave também no
debate internacional, porque a adoção de normas ambientais envolve questões de
competitividade e pode servir como barreira comercial. No documento nacional
preparatório para a Rio+20, a reunião sobre economia verde que a ONU realizará
em junho no Rio de Janeiro, o Brasil mostrou-se disposto a apoiar um pacto
global para compras governamentais.
Nas transações
internacionais, o mecanismo pode induzir a redução de poluição nos países
exportadores. O tema é abordado em recente estudo da pesquisadora Adriana de
Moura, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ela cita que, na
média, as compras públicas sustentáveis reduzem em 25% as emissões de carbono
nos países europeus do grupo Green-7 (Áustria, Dinamarca, Finlândia, Alemanha,
Holanda, Suécia e Reino Unido).
Em São Paulo, o governo estadual
criou um selo verde para diferenciar produtos no catálogo de compras públicas.
No total de 124 mil itens, 500 têm o emblema ambiental e correspondem a 5% do
consumo total, que soma R$ 25 bilhões ao ano. "A adesão dos setores do governo é
crescente e já impacta o mercado", avalia Denize Cavalcanti, da Secretaria do
Meio Ambiente.
Ao seguir a política estadual, a Sabesp
substituiu veículos por frota bi-combustível e passou a comprar equipamentos de
baixo consumo energético e sem metais tóxicos como chumbo, cádmio e mercúrio. A
empresa, responsável por gastos de R$ 2 bilhões em obras, começou a utilizar
entulho reciclado na construção de adutoras. "Como efeito cascata o mercado está
aderindo à tecnologia", revela Marcelo Morgado, assessor de meio ambiente.
As federações de indústrias do Rio de Janeiro e São Paulo e a iniciativa
privada vão financiar um megaprojeto para promover projetos sustentáveis de
cidades do mundo todo durante a Conferência das Nações Unidas para o
Desenvolvimento Sustentável, Rio +20, que acontece em junho na capital
fluminense. A ideia é que representantes municipais do planeta apresentem suas
inovações tecnológicas e troquem experiências para alavancar um desenvolvimento
que respeite o meio ambiente.
A reunião para tratar dos últimos detalhes da iniciativa foi fechada para a
imprensa e ocorreu no Palácio do Itamaraty, Centro, na presença do ministro das
Relações Exteriores, Antonio Patriota, com representantes da prefeitura do Rio,
da Fundação Roberto Marinho e dos presidentes da Federação das Indústrias do Rio
e de São Paulo (Firjan e Fiesp), Paulo Skaf e Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira.
De acordo com Patriota, o local servirá de convergência para os diferentes
setores da sociedade debaterem formas de conciliar o desenvolvimento social, com
o econômico e o ambiental.
“Nosso lema é desenvolver, incluir e conservar, e o Brasil tem muito a
oferecer nessas três áreas. E esse espaço pode ser um local privilegiado para
ilustrarmos o que está sendo feito, levantarmos questões para o futuro, além de
ser uma construção provisória que coloca em evidência a beleza do Rio de
Janeiro”, declarou o ministro.
O Forte de Copacabana foi o local escolhido para abrigar o projeto que está
sendo mantido em sigilo até seu lançamento em março. A maquete do enorme
edifício que foi apresentada no encontro deve começar a sair do papel em meados
de março.
O presidente da Firjan explicou que a contribuição das indústrias para o
evento será a de demonstrar ao mundo a competência brasileira de pensar o
futuro.
“Precisamos trabalhar para o desenvolvimento sustentável e isso não é
incompatível com a produção. É preciso estimular práticas de produção antenadas
com o novo mundo”, declarou Eduardo Eugenio.
Após a reunião, o ministro Patriota viajou para a Suíça onde participará do
Fórum Econômico Mundial, iniciado na quarta-feira (25), em Davos. De acordo com
o ministro, a Rio+20 será o tema central a ser abordado pelo Brasil no
Fórum.
A Rio+20 está marcada para ocorrer em junho, na capital fluminense, e deve
reunir mais de 150 chefes de Estado para discutir formas de promover o
desenvolvimento sustentável. A reunião acontece exatamente 20 anos depois da
conferência Eco92, também promovida pela ONU, no Rio, para debater meios de
desenvolvimento sem degradar o meio ambiente.
(Fonte: Flávia Villela/
Agência Brasil)
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