| Aumenta a poluição do Rio Parnaíba em Teresina
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Apesar de belo, a situação do Rio Parnaíba é preocupante.
O número de esgotos clandestinos e dejetos encontrados no Rio Parnaíba deixam população e o poder público em alerta extremo. Além da poluição da água do Rio, outro fator que preocupa bastante é a erosão e assoreamento do Rio.
Segundo o instrutor naval, Genoíno Cavalcante, uma intervenção deve ser feita no Rio Parnaíba.
“Há uma necessidade de conter o rio Parnaíba em todo o seu perímetro urbano”,disse Genoíno Cavalcante.
Para a Ordem dos Advogados do Brasil, o desequilíbrio do Rio Parnaíba precisa ser denunciado para o Ministério do Meio Ambiente.
“Além da denúncia, a fiscalização dos esgotos clandestinos ligados ao Rio deve ser efetivada”, disse Astrogildo Assunção, da comissão da OAB/PI.
Uma amostra da água do Rio Poti foi coletava ao vivo, no Programa Agora.
Essa amostra foi examinada por Rejane Miranda, gerente de controle de qualidade da água, para avaliar os níveis de oxigênio encontrados na água. Segundo ela, quanto menor for o nível de oxigênio, maior é a poluição.
“A água do Rio Poti é totalmente imprópria para consumo humano. É importante que as pessoas evitem tomar banho no rio e consumei peixes do Poti, para que não sejam contaminadas”, concluiu Rejane Miranda.
Fonte: Meio Norte
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O maior projeto de energia renovável híbrido em meio urbano acaba de ser inaugurado na Jamaica. O sistema foi instalado no telhado de um grande escritório local de advocacia e conta com uma tecnologia capaz de produzir eletricidade a partir do sol e dos ventos.
A empresa responsável pelo projeto é a Windstream, que dá o mesmo nome a sua tecnologia. De acordo com a fabricante, foram instaladas 50 unidades do Windstream SolarMill no escritório. A estrutura será capaz de gerar mais de 106 mil kWh de energia renovável anualmente, sendo 25 kW provenientes dos ventos e outros 55 kW do sol.
Apesar de o valor total do investimento não ter sido informado, a empresa garante que o retorno acontece em até quatro anos. Além disso, a expectativa é de que durante a vida útil do sistema, em média 25 anos, o escritório chegue a economizar US$ 2 milhões, através da redução dos custos com energia.
A tecnologia aplicada no SolarMill utiliza uma turbina eólica em eixo vertical, ao mesmo tempo em que possui painéis solares. Tudo isso está conectado a um painel eletrônico inteligente e um sistema de armazenamento, que permite o funcionamento independente das redes de transmissão.
A empresa teve início nos Estados Unidos, mas já expandiu para outros continentes, fornecendo a tecnologia para Turquia, Gana, Libéria, Nova Zelândia, Tanzânia, Américas e Europa.