segunda-feira, 9 de junho de 2014

12 dicas para usar frutas cítricas na limpeza doméstica

12 dicas para usar frutas cítricas na limpeza doméstica
09  Abril de 2014 


As frutas cítricas, principalmente o limão e a laranja, podem ser grandes aliados na hora da limpeza doméstica. Com o auxílio de outros itens simples, como o vinagre e o bicarbonato de sódio, é possível substituir boa parte dos produtos de limpeza industrializados. O site TreeHugger deu algumas dicas e o CicloVivo separou 12 delas. Veja quais são.
1. Spray multiuso
Essa solução é muito simples. Para fazê-la, basta colocar no mesmo recipiente cascas de frutas cítricas e vinagre. Deixe a mistura descansar por duas semanas. Tire as cascas e acrescente água ao vinagre, em proporção 1:1. Ele está pronto para o uso e pode ser aplicado em superfícies de pedra, porcelana, mármore, granito, laminado e cerâmica. Também é possível adicionar canela ou casca de  abacaxi para variar o aroma.
2. Sabão de limpeza
Misture: 2 colheres de sopa de suco de limão espremido na hora, ½ colher de chá de sabão líquido, ½ colher de sabão em pó (de sódio), 1 colher de chá de borato de sódio (bórax) e 2 xícaras de água quente. Após dissolver tudo, coloque a solução em um frasco e ela está pronta para o uso.
3. Limão e água, utilizados na mesma proporção, podem ser aplicados sobre as manchas na área da axila em camisas.
4. O suco de limão também pode ser usado para tirar manchas de tinta das roupas. O ideal é aplica-lo logo que a mancha acontece e depois lavar a peça em água fria.
5. Mofo e manchas de ferrugem nas roupas também não resistem a uma boa mistura de limão com sal. Deixe a roupa secar ao sol e repita até que a peça esteja limpa.
6. Colocar uma xícara de café de suco de limão fresco na máquina de lavar roupa durante o ciclo normal de lavagem remove manchas e deixa o branco ainda mais iluminado.
7. Misturar o suco de limão com o bicarbonato de sódio resulta em um alvejante natural e muito eficiente.
8. Turbinar o detergente
Colocar uma colher de chá de suco de limão no detergente líquido o deixa muito mais potente contra a gordura.
9. Ariar panela
Esfregar a metade do limão sobre a panela ou usar um pano encharcado em suco de limão ajudam a dar brilho e reduz o esforço na hora da lavagem.
10. Bom ar
Misture limão e água para fazer um spray refrescante. Espalhe a solução pela casa.
11. Limpar o micro-ondas
Alguns alimentos tendem a deixar um cheiro forte no forno micro-ondas. Esse problema pode ser facilmente resolvido se você colocar para esquentar meio limão em um pote de água por três minutos na potência alta.
12. Polidor de Móveis
Misture ½ copo de suco de limão em 1 copo de azeite de oliva. Essa solução pode ser usada para dar brilho em móveis e em pisos de madeira.
CICLO VIVO

domingo, 8 de junho de 2014

Dia Nacional da Mata Atlântica comemorado em Lagoa de Cima

Dia Nacional da Mata Atlântica comemorado em Lagoa de Cima

No dia em que se comemora o Dia Nacional da Mata Atlântica, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente iniciou as comemorações com palestras para os alunos da Escola Municipal Ponta de Palha e o plantio de árvores nativas e frutíferas às margens da Lagoa de Cima, com a participação de técnicos da secretaria e integrantes do Grupamento Ambiental.

Os alunos da Escola Ponta da Palha ouviram uma palestra da técnica Isaura Mota e em seguida, participaram do plantio de vinte árvores das mais diversas espécies, como embaúba, ingá e aroeira, entre outras. “Na palestra, falamos sobre a importância da preservação da Mata Atlântica, que é um conceito de ecossistema que está presente em 17 estados, do Piauí ao Rio Grande do Sul, englobando ainda Goiás e Mato Grosso”, destacou o secretário de Meio Ambiente, Zacarias Albuquerque.

A Mata Atlântica, que em 1500 representava 15% do território nacional, hoje não ultrapassa os 7%, em função do desmatamento. Em Campos, quatro pontos importantes de preservação ficam localizados no Imbé, Morro do Itaoca, Assentamento Zumbi dos Palmares, no Parque Bom Jesus e Mata de Angra, no Parque Prazeres. 

- Unidades de Conservação foram criadas para preservar estes locais e têm feito um trabalho importante. Na Mata de Angra, que ainda não conta com uma unidade, ainda este ano ela vai ser criada, com previsão para agosto - anunciou Zacarias.

Sete das principais bacias hidrográficas do país ficam localizadas na área da Mata Atlântica, entre elas, a do Rio Paraíba do Sul. O secretário de Meio Ambiente lembra ainda que na Mata Atlântica podem ser encontradas 20 mil espécies de plantas, sendo que 8 mil delas só podem ser encontradas nestas áreas.

Por: Eduardo Ribeiro - Foto: Rodolfo Lins -  27/05/2014 

Sensor informa pelo celular quando a planta precisa de água

Sensor informa pelo celular quando a planta precisa de água
 Abril de 2014 


O PlantLink é a tecnologia ideal para quem tem plantas em casa, mas não entende muito de jardinagem e nunca tem certeza se a quantidade de água colocada é a ideal. Através de um sensor, o sistema verifica as condições do solo e informa o usuário.
O funcionamento é muito simples. Ao adquirir uma dessas tecnologias, a pessoa recebe dois sensores, um que é usado diretamente na terra onde foi feito o plantio e outro que funciona como uma base para receber e transmitir as informações.
Além de afundar o sensor na terra, é necessário que o usuário se cadastre no aplicativo da empresa. As informações que devem ser disponibilizadas estão relacionadas às plantas. O banco de dados do sistema já possui 50 mil espécies cadastradas. Ao informar o tipo de planta em que o sensor será usado, o aplicativo consegue mensurar a quantidade de água ideal para que ela cresça saudável.
A partir daí, todas as vezes que o usuário se conectar ao PlantLink, ele passa a receber notificações sobre as condições de sua planta. Além disso, essas informações também podem ser enviadas por e-mail, alertas no celular ou mensagens em SMS.

Imagens: Divulgação
Este não é o primeiro sensor deste tipo a ser criado. A diferença é que esta tecnologia já está disponível e pode ser adquirida através do site.
Redação CicloVivo

Avião solar é preparado para dar volta ao mundo

Avião solar é preparado para dar volta ao mundo
 Abril de 2014 • 


Após o Solar Impulse, avião movido somente a energia solar, quebrar oito recordes mundiais e ser o primeiro avião solar a viajar entre dois continentes durante a noite, a empresa suíça prepara voos ainda mais altos. Com o Solar Impulse 2 recém-lançado, o objetivo agora é dar a volta ao mundo.
A missão é liderada pelos pilotos Bertrand Piccard e André Borchberg, que irão revezar a direção da aeronave. A equipe planeja fazer dez voos, alguns deles durando até cinco dias consecutivos. Toda a missão deve levar cinco meses, iniciando em março de 2015.
O Golfo Pérsico centralizará a equipe de apoio e será a base para os voos, as outras localizações de paradas ainda não estão definidas, pois a equipe ainda aguarda o apoio das cidades e aeroportos.

Imagem: Divulgação
O Solar Impulse 2 possui 72 metros de envergadura, maior que um Boeing 747, por exemplo. Além disso, ele é coberto por 17.248 células solares de silício monocristalino, que possuem apenas 135 mícrons de espessura. Toda a energia solar captada será armazenada em baterias e lítio, para abastecer o avião durante as noites. A aeronave possui quatro motores e a velocidade mínima é de 35 km/h. Em momento algum será utilizado combustível extra, somente o sol deverá prover a energia necessária para a missão.

Imagem: Divulgação
Os dois pilotos viajarão juntos, esse é um dos desafios. Pois, eles terão que se manter em uma cabine muito pequena por muito tempo. O único espaço disponível para eles serão os assentos multiuso, que funcionam como poltrona reclinável e banheiro. Este assento especial também permite que os pilotos realizem alguns exercícios físicos.

sábado, 7 de junho de 2014

5 lugares em que você se sentirá pequeno diante da natureza

 5 lugares em que você se sentirá pequeno diante da natureza
Maio de 2014 •


Quem mora nas grandes cidades pode nunca ter tido a oportunidade de observar de perto as exuberantes paisagens em meio à natureza. Grandes florestas, parques, árvores, montanhas. Não importa exatamente qual o local, mas é interessante vivenciar ao menos uma vez na vida a imensidão do mundo e como somos pequenos diante de tantas maravilhas.
- Uluru, Austrália

Corey Leopold/cc
Batizado de Patrimônio Mundial pela UNESCO, a pedra é considerada sagrada pelos aborígenes e está localizada no Parque Nacional de Uluru-Kata Tjuta. Possui inúmeras fendas, cisternas, cavernas rochosas e pinturas antigas.
- Preikestolen, Noruega

Aconcagua/cc
Uma falésia de 604 metros cujo topo mede aproximadamente 25 por 25 metros. É preciso fazer uma caminhada de, no máximo, três horas para chegar à formação rochosa acima das águas do Fiorde de Lyse.
- Salar de Uyuni, Bolívia

Luca Galuzzi/cc
Considerado o maior deserto de sal do mundo, é também um dos cenários mais bonitos da natureza. Localizado no sudoeste da Bolívia, a 3.650 metros de altitude, a área tem profundidade estimada de 120 metros.
- Half Dome, Estados Unidos

Pogo/Pixabay
A cúpula de granito localizada no Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia está a mais de 1444 metros acima do nível do Vale de Yosemite.
- Great Ocean Road, Austrália

Diliff/cc
Tida como Patrimônio Nacional Australiana, a estrada Great Ocean Road é considerada uma atração turística. Por ela, é possível atravessar florestas tropicais, praias e falésias compostas de calcário e arenito.
A lista foi selecionada pelo site Matador Network. Para ver todos os lugares, confira aqui.
Redação CicloVivo

sexta-feira, 6 de junho de 2014

USP destrói raro Cerrado em São Paulo onde seria construído "Museu Vivo"

USP destrói raro Cerrado em São Paulo onde seria construído "Museu Vivo"
 Maio de 2014 • 


Um polêmico conjunto de obras para o “Parque dos Museus” e o novo Centro de Convenções teve início há três anos na Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (USP). O problema é que o local escolhido abrigava uma extensa mancha de vegetação próxima à Faculdade de Veterinária, o que provocou diversos protestos.
Em nota, a USP prestou esclarecimentos sobre o corte de árvores em que uma das justificativas afirma que diversas das árvores eram exóticas, ou seja, de origem estrangeira, e muitas também invasoras, veja aqui. O que não se sabia ou não se levou em consideração foi a existência de uma área nos fundos do terreno, e mais escondida da visão do público, que abrigava uma vegetação ancestral e praticamente extinta na cidade de São Paulo: os Campos-Cerrados.
Essa formação nativa, de grande biodiversidade, já existiu em profusão na metrópole, a ponto de nomear bairros como “Campo Belo” e “Perdizes”. Entretanto, foi desaparecendo do território da cidade e da vista de seus habitantes.
Descoberta a existência dessa rara vegetação em profusão nas margens da grande escavação, a Reitoria da Universidade foi alertada. Cientes do fato, não houve outra saída a não ser paralisar as obras e divulgar que a área seria preservada, com a criação de um “Museu Vivo do Cerrado na capital” nos entornos da obra que conservavam a vegetação. A inauguração do monumento foi prometida para o dia sete de dezembro de 2011, fato que não se cumpriu.
A vegetação de cerrado que foi removida das obras para transplante não aguentou e a maioria perdeu-se, mas o entorno da obra continuou com as raríssimas plantas típicas dos antigos “Campos de Piratininga” e agora supostamente asseguradas pela criação do “Museu Vivo”. Nessa área, a vegetação típica de Cerrado encontra-se em alguns trechos misturada com uma planta invasora nativa, a samambaia-do-campo, que pode ser facilmente manejada para o retorno dos Campos Cerrados típicos.
Em 2012, o Jornal USP Destaques, um boletim de imprensa da Reitoria da USP, trouxe uma notícia animadora: declarava através da portaria n° 5.648 de 05 de junho de 2012 assinada pelo Reitor João Grandino Rodas, a preservação de duas áreas no Campus da capital, uma área de 10.000 m² (supostamente os campos cerrados em volta da obra como prometido) e outra, de mesmo tamanho com também campos-cerrados. No entanto, as obras prosseguiram e acabaram destruindo outras parcelas importantes de campos cerrados, incluindo uma (foto abaixo) com um excelente grau de conservação e que não encontrava semelhança a nenhuma outra área natural de campos-cerrados na malha urbana paulistana.
Espécies de plantas nativas totalmente ligadas a história da cidade e que sobreviveram a poucas dezenas de exemplares na metrópole, como o arbusto frutífero araçá-do-campo, que nomeou o antigo “Caminho do Araçá” e depois “Cemitério do Araçá” e a língua-de-tucano, uma bela planta que o Padre Anchieta utilizava para fazer alparcatas, e muitas outras, começaram a sofrer diretamente o impacto das obras, e foram arrancadas ou esmagadas. (Clique aqui para conhecer as plantas dessa vegetação, suas flores e frutos.)
O cenário atual mostra que cerca de 40% da vegetação “relíquia” de campos cerrados que haviam sobrevivido foram totalmente arrasadas e receberam o plantio de mudas de árvores em desenho geométrico (aparente e absurda “compensação ambiental” em cima de uma vegetação raríssima). Outra extensa parte virou o refeitório e chuveiros dos funcionários da obra. Espécies nativas e material genético únicos na cidade de São Paulo foram perdidos e não se sabe que destino terão os outros 60% da área de campos cerrados que restaram.

À esquerda, desenho de 2011 do artista Daniel Caballero retratando o aspecto dos campos cerrados da USP, que já foi exposto no MASP. Ao lado, o mesmo local retratado hoje, 2014, com um enorme barracão e aterro sobre a vegetação em extinção.

Vista de satélite da área em três tempos. A seta mostra os campos cerrados, e no interior da linha amarela, o que sobrou e deveria ser o museu-vivo, prometido pela USP.
Cenas da obra em 2014 – Ampla destruição (40%) do raríssimo cerrado nativo por tratores e sua substituição por mudas de compensação ambiental (que nada tem a ver com a vegetação original) e um enorme barracão sobre a área anteriormente mais preservada.

À esquerda: Vegetação nativa com elementos de cerrado e a devastação para o plantio de árvores que não tem nada a ver com o bioma. À direita: Setas mostram os raros muricis-do-cerrado tentando rebrotar após devastação.
Na década de 1940, o Professor Aylthon Brandão Joly publicou em seu doutorado na USP um estudo dos “Campos do Butantã” (de onde a vegetação dos atuais entornos da obra são remanescentes) com várias fotos das espécies que considerou na época mais importantes e significativas. Não é coincidência que são as mesmas e atualmente raras espécies hoje totalmente esquecidas e largadas no canteiro de obras.
É fundamental que a atual gestão da USP tenha a sensibilidade de imediatamente cercar toda a área proposta e cumprir a promessa pública feita em 2011 de transformá-la em um “Museu Vivo” da História, Botânica e Cultura da cidade de São Paulo e também recuperar os trechos arrasados para a “compensação ambiental” e construção do galpão.
Por Ricardo Cardim

Casa sustentável é construída em apenas seis semanas, e por R$ 18 mil



Casa simples de ser feita com um resultado completo
Foto: Steve Areen/Reprodução da internet
Casa simples de ser feita com um resultado completo - Steve Areen/Reprodução da internet

RIO — Já imaginou largar tudo e ir viver na Tailândia? Para o ex-comissário de bordo americano Steve Areen, o sonho se tornou uma realidade. Ele deixou a vida de ponte área para construir seu lar doce lar numa fazenda de mangas orgânicas na Ásia. Construir, literalmente! Com algumas dicas básicas de como erguer uma casa e dois ajudantes, Areen fez uma Dome House, uma espécie de residência a partir de cúpulas. Para isso, ele usou tijolos e concreto fabricados na região.
O tempo de obra foi de apenas seis semanas e o custo total de US$ 8 mil, segundo o site Inhabitat. Em reais, o valor seria de R$ 18 mil, uma quantia baixa para uma residência agradável, com quarto, sala, cozinha e banheiro (considerando os custos médios no Brasil). O site ressalta que, por lá, construções com tamanho inferior a 500 metros quadrados não precisam de licença, e isso também ajudou a agilizar o processo.

Esta é a residência que o americano fez para si próprio mas, como o projeto deu certo, Areen planeja construir outras casas deste modelo em seu país, os Estados Unidos, sempre usando matéria-prima dos arredores da obra. Confira a Dome House na nossa fotogaleria.
A casa é naturalmente resfriada e iluminada. À noite, usa energia gerada por fontes convencionais. Entre os detalhes que chamam a atenção, estão os cantinhos formados pelas janelas arredondadas e o paisagismo interno.


Read more: http://oglobo.globo.com/economia/imoveis/casa-sustentavel-construida-em-apenas-seis-semanas-por-18-mil-11903349#ixzz33QaFt3Nw

quinta-feira, 5 de junho de 2014

El Niño está chegando?

El Niño chegando está? José Eduardo Mendonça - /05/2014 

el-nino
Fenômeno PODE LeVar um aumento SEM precedente de Temperatura
El Niño  E Definido Como "Uma Interação oceano-atmosfera climática de grande escala Ligado a hum AQUECIMENTO periódico de Temperaturas de superficie sem centro e centro-leste do Pacífico Equatorial. "Palavras do Em OUTRAS, Águas Quentes Mais nenhum Pacífico Opaco perturbam OS Padrões Normais DO TEMPO EM de Todos os Continentes.
O Último ocorreu los 2004, e as antes DESTE Ó de 1997 causou devastações, Como enchentes Históricas nenhuma Peru EO ciclone Linda, na Costa do México, o Mais forte JÁ Registrado há Leste do Pacífico. Disso de Além, o ritmo extremo disseminou Doenças transmitidas POR mosquitos na África. OUTROS countries passaram POR secas.
Agora o El Niño parece Estar chegando de novo. Temperaturas de superficie Acima da MÉDIA estao ocorrendo na costa oeste da América do Sul. Modelos indicam UMA possibilidade de 75% de o Evento Acontecer nenhuma semestre Segundo, o Opaco poderia trazer seca extrema na Austrália UO fortes Chuvas nenhum sul dos ESTADOS UNIDOS.
O debate sobre a  Mudanca do Clima  Traz hum significado Adicional de para uma Questão, o Porque como Temperaturas Globais subiriam um hum NIVEL SEM precedentes. Podera MESMO serviços inaugurada UMA nova era de AQUECIMENTO Rápido, Dando uma munição ambientalistas lutam Opaco los Meio a politica UMA polarização fazer Problema.
Durante una Década, Cientistas fazem clima enfrentaram hum Desafio de convencimento Público. Embora como Temperaturas Atmosféricas estejam altas Mais Opaco em Qualquer Momento nsa ultimos 4.000 Anos, Os Aumentos de Temperaturas de superficie parecem ter desacelerado from 1989.
O planeta ficou Mais Quente na Década Ultima, mas OS CETICOS que usaram o clima Chamado hiato, UO pausa, parágrafo questionar a exatidão dos modelos do Clima, Que pareciam Prever AQUECIMENTO Mais Significativo é que o that that ocorreu ATÉ ágora, lembra o  New York Times .
Foto: TOPEX / Poseidon / NASA

Oriente Médio ganha projeto de cidade autossustentável

Oriente do Médio Ganha Projeto de Cidade autossustentável
 Março de 2014 •


Desenvolvido Pelo Escritório de Arquitetura italiano Luca Curci, o Projeto " Cidades Orgânicas "revelação UMA Série de Construções los Perfeita sintonia com a Natureza. Com Objetivo de CRIAR UMA Nova Cidade Sustentável e funcional n º s Emirados Árabes Unidos, o Projeto abriga Empresas, Residências, Hotéis, áreas verdes e parques de Geração de Energia Renovável. Disso de Além, uma proposal Inovadora Localidade: Não FICA apenas los terra firme, estendendo-se o parágrafo also março

De Os Arquitetos Italianos desenvolveram O Conceito Para O Litoral DOS Emirados Árabes Unidos Como UMA Maneira de Adaptação da Vida Urbana parágrafos proximos OS Anos. ASSIM, o Projeto lev los Conta como CONDIÇÔES Climáticas fazer local, Opaco permitem Amplo Aproveitamento das Fontes Renováveis ​​de Energia, Como um ea energia solar intensa Incidência Ocorrência de fortes Ventos na Região. Os Arquitetos priorizaram o Fácil Acesso à Região POR Diversos Meios de Transporte, facilitando a Mobilidade na "Cidade Orgânica".

O Projeto Arquitetônico temperatura capacity parágrafo 150 mil Habitantes e FOI dividido los Dois grupos: los terra firme, FICAM OS EDIFICIOS Ecológicos, e, sem mar, como Construções ganharam nomo de "Luas", Cujo Acesso E Feito POR Embarcações e Helicópteros, ou, AINDA, pelas pontes Opaco FAZEM Conexão com o Continente. Com projeto Arrojado, ESTAS Estruturas Flutuantes deverão impulsionar uma Atividade turística na área, POIs, alem de abrigarem Residências, also concentrarão Hotéis, parques e MUSEUS.

Segundo o site de  Inhabitat , como "Cidades orgânicas" Tem uma Missão de promover a Evolução e Adaptação do Espaço Urbano, AO MESMO ritmo los Opaco colaboram parágrafo Que OS Habitantes tenham UMA Vida Ativa sociais e sadia. Como Estruturas los terra firme e como "luas" Flutuantes tiveram Como Inspiração formatos Encontrados na Natureza e Causam o Menor Impacto Possível parágrafo o Meio Ambiente.
Redação CicloVivo

ANA autoriza Redução de Vazão nenhum rio Paraíba do Sul ATÉ 30 de junho

ANA autoriza Redução de Vazão nenhum rio Paraíba do Sul ATÉ 30 de junho


A Agência Nacional de Águas (ANA) publicou, no dia Último 2 de junho, no Diário Oficial da União a  Resolução n º 700/2014  Que autoriza a Redução Temporária da Vazão Mínima afluente à barragem de Santa Cecília, no rio Paraíba do Sul, de 190 m3 / s de para ATÉ 173 m3 / s. A autorização vale Ate O dia 30 de junho de 2014. A MEDIDA FOI solicitada Pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e analisada e deliberada favoravelmente Pelo Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap).

A Operação de para Redução de Vazão de 190m ³ / s de para ATÉ 173m ³ / s Será, será Feita de forma gradual e acompanhada de Avaliações Periódicas dos Impactos Opaco A MEDIDA ocasionará sobre OS Diversos OSU, inclusive o Abastecimento, Por Parte da ANA, ONS e do Governo fazer Estado do Rio de Janeiro, e Aberta à Participação das Empresas responsáveis ​​Pela Gestão dos Reservatórios e fazer Apoio fazer CEIVAP e Comitê da Bacia do Hidrográfica do Rio Guandu.

A Resolução considerou a necessidade de Preservar o Estoque de de Água available nn Reservatórios equivalentes do Rio Paraíba do Sul (soma dos Reservatórios de Paraibuna, Santa Branca, Jaguari e Funil) enfrentam um Atual e desfavorável situacao hidrometeorológica Pela quali Passa um Bacia com Baixos níveis de Chuvas e Vazão, Combinados COM volumes armazenados Baixos nsa Reservatórios. Em 1 º de junho, o armazenamento Equivalente was de 33,8%.

Embora a Resolução autorizarão a Prática de vazões afluentes de ATÉ 173 m³ / s à de Santa Cecília, em vazões efetivamente a Serem praticadas dependerão das CONDIÇÔES fazer Sistema, de forma a garantir a Segurança hídrica e sistema operacional OSU Múltiplos.

Fonte:  Agência Nacional de Águas.


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Transpor água do Rio Paraíba do Sul não resolve problema de SP, diz ONG

Transpor água do Rio Paraíba do Sul não resolve problema de SP, diz ONG


A coordenadora da Rede das Águas da ONG SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, disse nesta quarta-feira (19) que a transposição da água do Rio Paraíba do Sul para o Sistema Cantareira, conforme solicitou o governador Geraldo Alckmin, não resolveria o problema da escassez.
Para ela, é um método arriscado e um assunto que “não deve ser discutido no gabinete da presidente, mas sim com os integrantes das bacias hidrográficas”.
Cantareira, que está em estado crítico devido à escassez das chuvas.
A medida depende da autorização Agência Nacional de Águas (ANA).
“Imagino que seja uma outorga emergencial, com tempo para começar e tempo para parar. Se for isso, é até compreensível, pois estamos em um estado de calamidade pública. Desta forma, uma região tem que socorrer a outra", explica.
"Mas isso não pode ser tratado com normalidade, porque o Paraíba do Sul também tem nível baixo por conta das atividades que acontecem lá, como extração de areia e plantações de eucalipto. É como uma colcha que, se puxarmos, ficará pequena para todo mundo”.
Represa localizada na cidade de Vargem (SP), nesta quinta-feira (13).  O índice que mede o volume de água armazenado no Sistema Cantareira registrou novo recorde negativo. (Foto: Luis Moura/Estadão Conteúdo)Represa localizada na cidade de Vargem (SP), do
Sistema Cantareira (Foto: Luis Moura/Estadão
Conteúdo)
Toda essa discussão, segundo ela, faz com que o Brasil e a Região Metropolitana de São Paulo sejam vistos por organizações internacionais como um dos locais que, no futuro, terá alto potencial de conflito pelo uso da água.
“Essa disputa entre Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Minas Gerais faz com que cada gota da água seja preciosa”, explica.
Sobre a viabilidade do projeto de transposição do Paraíba do Sul para o Sistema Cantareira – que receberia investimentos para construção de canais e túneis para passagem da água – Malu Ribeiro disse que é preciso avaliar a viabilidade do projeto com um estudo de impacto ambiental.
"O ideal para que isso possa ser é que a decisao seja tomada pelos comitês de bacias e pela sociedade em geral", complementou.
Rios brasileiros
Estudo divulgado nesta quarta-feira pela SOS Mata Atlântica analisou a qualidade de 96 rios, córregos e lagos de 7 estados das regiões Sul e Sudeste e aponta que 40% desses cursos d'água tiveram qualidade ruim e péssima.
Apenas 11% dos rios e mananciais mostraram boa qualidade – todos eles localizados em áreas protegidas e que contam com matas ciliares preservadas.
As principais fontes de poluição e contaminação, segundo a ONG, são decorrentes da falta de tratamento de esgoto doméstico, produtos químicos lançados nas redes públicas e da poluição proveniente do lixo.

Tornado se torna incontornável

Super Novas

Tornado se torna incontornável

Pesquisa afirma que, graças ao aquecimento global, esses fenômenos climáticos devem se tornar mais frequentes daqui para a frente

por Carol Castro
Em maio deste ano, um tornado violento passeou por 40 minutos pelo Estado de Oklahoma, nos Estados Unidos. Com ventos de até 320 km/h e mais de 3 km de diâmetro, o tornado varreu a cidade de Moore e matou 50 pessoas. A cada ano, mais de mil tornados atingem o país, principalmente na primavera, causando prejuízos de bilhões de dólares. E a expectativa é de que esses números aumentem. Pode pôr na conta do aquecimento global.

A previsão é de pesquisadores da Universidade Stanford, na Califórinia, que usaram um software para avaliar a relação entre o aumento da temperatura e a incidência de ventos fortes. Segundo a pesquisa, até o fim do século 21, os dias de tempestades fortes vão aumentar até 30% - até 40% durante a primavera do Hemisfério Norte. E os tornados, nos EUA e no mundo, tendem a aumentar junto.

Isso porque o aumento da temperatura fornece o principal combustível das tempestades fortes: a energia potencial convectiva disponível (CAPE). Ela é criada quando o ar da atmosfera mais baixa se aquece e sobe, carregando umidade. Mas, para que a tempestade ganhe força mesmo, ainda é preciso que ocorra o cisalhamento (uma rápida variação na velocidade e/ou direção do vento).

Eis a importância da pesquisa: ela demonstrou que, ao contrário do que se pensava, o aquecimento global não diminui o cisalhamento, mas favorece o seu aumento em dias de alto CAPE. Nesses dias mais quentes, a umidade e o vento, as duas crias do aquecimento global, se juntam e causam as grandes tempestades - que costumam anteceder a chegada de grandes tornados.
Em marcha lenta ou prestes a acelerar, o aquecimento global prossegue. Resta torcer para que os tornados errem o alvo.

Imagem: Wikimediacommons.org

Qual a diferença entre reciclar e reutilizar?

Qual a diferença entre reciclar e reutilizar?

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ReutilizarJogar algo que pode ser recriado diretamente no lixo esvazia as chances de se aproveitar todas as possibilidades de um mesmo objeto. Móveis podem ganhar novas roupagens e funções, porcelanas repletas de parafina podem iluminar o ambiente como velas estilizadas, folhas de rascunho podem virar cadernos e blocos de anotação… aproveite a internet, ótima ferramenta para encontrar boas ideias de reutilização e reaproveitamento. Buscar novos significados para os pertences é um excelente convite à criatividade e ajuda a diminuir a demanda de consumo que alimenta as cadeias produtivas, polui o meio ambiente e prejudica a sociedade (veja dez objetos que não merecem terminar no lixo e inspire-se).
ReciclarColocar objetos em um novo ciclo de produção: eis o que se faz ao “re-ciclar”. Diferentes técnicas de reciclagem constituem um mercado que gera empregos, economiza energia e origina matérias-primas para fabricação de outros bens – o que é mais econômico e sustentável do que começar o ciclo do zero, com recursos extraídos primariamente da natureza. A coleta seletiva doméstica tem um papel importante nisso tudo. Em casa, duas lixeiras são o suficiente: uma para os resíduos orgânicos – como cascas de frutas e restos de verduras que pode ser transformados em adubo por meio de compostagem no quintal – e outra para os secos (veja post sobre como fazer adubo com o lixo orgânico que você produz em casa).
Quando os resíduos são separados corretamente, o índice de aproveitamento passa de 70%. Exigir programas de reciclagem dos governos locais também é essencial para que o objetivo final seja de fato atingido. Uma pesquisa do Ipea apontou que apenas 8% dos município brasileiros têm estrutura para reciclagem. O alumínio é o campeão no País, com índice de 90%. Isso se deve ao alto valor de mercado de sua sucata, associado ao elevado gasto de energia necessário para a produção de alumínio metálico. Para o restante dos materiais, à exceção das embalagens longa vida, os índices de reciclagem variam entre 45% e 55% (saiba mais sobre a reciclagem de embalagens longa vida neste post)
O que também é importante:
Reduzir
A primeira atitude do consumo responsável é questionar a real necessidade de determinada aquisição, seja de produtos, seja de serviços. Escolher aqueles que duram mais ou são reutilizáveis e abolir a compra por impulso evita desperdícios e diminui a quantidade de resíduos gerados. Não é de hoje que a literatura usa o jogo de palavras para rimar e distinguir os verbos “ser” e “ter”. Gente que experimenta a simplicidade no cotidiano sabe que ter menos pode ser mais prazeroso. Um bom começo é reduzir o uso de embalagens, preferir produtos a granel àqueles embalados em isopor e plástico, evitar o “troca-troca” de celulares e computadores e repensar a quantidade de brinquedos que abarrotam os quartos das crianças. Palavra de ordem por uma vida menos superlativa e mais bem vivida.
RecusarPara uma sociedade com menos resíduos muitas vezes é necessário – e possível – dizer não. Por exemplo: recusar o excesso das famigeradas sacolinhas plásticas no supermercado é um bom começo. É hábito colocar até mesmo compras minúsculas em sacolas plásticas desproporcionais, completamente dispensáveis (por exemplo, ao comprar cartela de remédios na farmácia ou um chocolate na padaria).
RedesenharEmpresas e indústrias também devem entrar no jogo e investir em projetos inteligentes que alterem a forma como suas mercadorias são produzidas. Processos que consomem menos água e materiais, embalagens e produtos mais fáceis de serem reciclados e esforços para uma gestão adequada de resíduos são pontos importantes.
RepararUma forma de reagir à cultura do descartável é investir no conserto de objetos quebrados em vez de comprar novos – exigentes de muita energia e matéria-prima extraídas de um planeta que já acenou sua finitude.
*Partes do texto originalmente publicadas na revista Página 22.
Com informações do Portal Brasil