sexta-feira, 30 de agosto de 2013

ACIDENTE AMBIENTAL NO ESTADO DO RIO DEJANEIRO:QUEM CHAMAR !

ACIDENTE AMBIENTAL

Acidente Ambiental
Plantão 24 horas:
INEA:  
Telefones: (21) 2334-7910 / 7911 / 8596-8770 - Fax: (21) 2334-7912.

CORPO DE BOMBEIROS (Grupamento de Operações com Produtos Perigosos – GOPP): 
Telefones: (21) 2777-0624 / 2777-3654 / 2777-4217 / 2777-0544.

DEFESA CIVIL ESTADUAL
Telefones: (21) 2333-7788 / 2333-7766 / 2333-7777.

POLICIA RODOVIÁRIA FEDERAL  (acidentes rodoviários): 
Telefones: (21) 2471-0909 / 3503-9093 / 3503-9090.

CAPITANIA DOS PORTOS (acidentes aquaviários ou marítimos): 
Telefones: (21) 2104-5320 / 2233-8412.

fonte:SITE DO INEA

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Petrobras anuncia plantio de 7 milhões de árvores no Rio

Petrobras anuncia plantio de 7 milhões de árvores no Rio



A Petrobras assinou, na última terça-feira (13), compromisso para antecipar o plantio de sete milhões de árvores nativas da Mata Atlântica no entorno do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, até as Olimpíadas do Rio, em 2016.
O acordo foi firmado no Palácio Guanabara, sede do governo do estado. O plantio estava previsto para ter início no segundo semestre de 2014, mas foi antecipado para o mês que vem. Foi assinado também um convênio entre a Petrobras, a Secretaria de Estado do Ambiente e a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca para a elaboração do Plano de Estruturação Territorial da Região Leste Fluminense.
Segundo o diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Consenza, o plano definirá prioridades de investimentos na região de influência do Comperj, projetos socioambientais e de estruturação urbana no território de 15 municípios. "O projeto muito nos orgulha e temos a certeza de que levaremos desenvolvimento para a região de forma sustentável. Temos que buscar o desenvolvimento com tecnologia, mas não podemos abrir mão dos recursos ambientais que as regiões nos oferecem", afirmou Consenza.
O governador Sérgio Cabral chamou a atenção para que os prefeitos dos municípios localizados próximos ao Comperj se articulem para oferecer serviços de qualidade à população que vive no entorno do Complexo. "Não adianta nada fazermos um investimento como este e não injetarmos recursos nos municípios. Temos que investir cada vez mais em transporte, saúde e educação de qualidade para que, de fato, o Comperj possa trazer algo de novo. Nós temos estudos e mapeamentos em áreas que precisam de saneamento e vamos dar prioridade a elas”, disse o governador.
Considerado um dos principais empreendimentos da Petrobras, o complexo industrial, onde serão produzidos derivados de petróleo e petroquímicos, tem cerca de 45 quilômetros quadrados. A implantação do Comperj faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal. As obras começaram em 2008, com orçamento inicial de R$ 8,4 bilhões, custeados pela Petrobras e governos federal e estadual. Cerca de 60% das obras estão concluídas. O término está previsto para 2016.

Livros esclarecem sobre novidades do Direito Ambiental

Livros esclarecem sobre novidades do Direito Ambiental

Novo Código Florestal, Lei de Crimes Ambientais, Decreto 6.514/2008... Tem dúvidas a respeito das leis brasileiras de proteção ao meio ambiente? Ao lado de colegas da profissão, o advogado e consultor ambiental Édis Milaré lança edições atualizadas de quatro livros para tentar esclarecê-las

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Débora Spitzcovsky

Divulgação


É quase unânime a opinião de que a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, mais conhecida como Rio92, mudou a forma como o mundo se relaciona com o meio ambiente. Desde o evento, a preocupação sobre o impacto das atitudes humanas na natureza aumentou muito e, com ela, o interesse a respeito de como as Leis podem ajudar a impedir a destruição ambiental. 



Para auxiliar especialistas e leigos nas consultas ao Direito Ambiental, o advogado Édis Milaré, que é expert no assunto, lança novas edições de quatro livros seus sobre o tema. 



Escritas em parceria com outros colegas da profissão, as obras trazem informações completas e atualizadas a respeito de assuntos como o Código Florestal Brasileiro, aLei de Crimes Ambientais e o Decreto 6.514/2008, que regulamenta as infrações e sanções administrativas ambientais. 



Os quatro livros são: 
Novo Código Florestal, escrita em parceria com o jurista Paulo Affonso Leme Machado, em sua 2ª edição; 
Manual de Direito Público e Privado, com Maximilianus Cláudio Américo Fuhrer, em sua 19ª edição; 
Direito Penal Ambiental, com Fernando José da Costa e Paulo José da Costa Júnior, em sua 2ª edição, e 
Direito do Ambiente - A gestão ambiental em foco, em sua 8ª edição. 



As obras serão relançadas em 08/08, na cidade de São Paulo, na Livraria da Vila da Alameda Lorena. O evento acontece a partir das 18h30, com direito a sessão de autógrafos.

Aquecimento global nos torna mais violentos?

Aquecimento global nos torna mais violentos?


Estudo associa mudanças no clima ao aumento da agressividade entre as pessoas e diz que incidência de guerra e distúrbios civis pode aumentar em até 56% nas próximas décadas

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Vanessa Barbosa
Exame.com - 06/08/2013

ЯAFIK ♋ BERLIN/Creative Commons

Megatempestades, enchentes, ciclones, degelo dos polos, secas extremas, insegurança alimentar. À extensa lista de efeitos relacionados ao aquecimento global, adicione mais um: a raiva. Um estudo publicado na revista Science diz que a medida que as temperaturas globais aumentam, o nosso temperamento também esquenta.


Os pesquisadores da UC Berkeley analisaram a relação entre o clima e a ocorrência de guerras a partir de registros históricos, que remontam a 10.000 aC, e estatísticas contemporâneas, baseando-se em mais de 60 trabalhos de áreas tão diversas como geografia, criminologia, arqueologia e economia.



A conclusão foi de que a incidência de guerra e distúrbios civis pode aumentar entre 28% e 56% até 2050. De acordo com o estudo, o aquecimento torna regiões vulneráveis do mundo mais suscetíveis a problemas relacionados com o clima, o que estimularia o deslocamento de pessoas para áreas vizinhas, levando a conflitos.



Isso se aplicaria também a episódios de confronto interpessoais. Homicídios, assaltos, estupros, violência domésticas, tudo isso pode aumentar em até 16%, segundo o estudo. Os pesquisadores dizem que as pessoas ficam mais mal humoradas e violentas, mesmo durante pequenas elevações de temperatura ou breves períodos chuvosos.



Mais estudos, entretanto, são necessários para confirmar os resultados e explicar o porquê de tal correlação existir, dizem os cientistas. As razões subjacentes poderiam decorrer tanto do aumento de dificuldades econômicas (com colheitas devastadas por secas e escassez de água, por exemplo) quanto de efeitos fisiológicos causados pelas mudanças climáticas.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Crimes ambientais:DENUNCIE !


Inea não identifica responsável por mancha de óleo na Baía de Guanabara

Inea não identifica responsável por mancha de óleo na Baía de Guanabara
15 de Agosto de 2013 • Atualizado às 09h00


A mancha de óleo na Baía de Guanabara, localizada nas proximidades do Aeroporto Santos Dumont e do terminal de barcas de Niterói, se dissipou impedindo identificar a origem do vazamento. Segundo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a mancha de óleo foi constatada na última segunda-feira (12) já em processo de evaporação. Ela estava bastante misturada com a água, impossibilitando a mensuração da quantidade derramada, informou o Inea.
A presidenta do órgão, Marilene Ramos, disse que uma amostra de combustível usado pela CCR Barcas, que opera o trajeto de barcas entre o Rio e Niterói, foi recolhido a fim de comparação de material, em casos de vazamentos. “Foi feita uma vistoria de barco, e não há mais mancha, ela já se decompôs. Foi feita uma inspeção nas barcas para avaliar se eventualmente o vazamento era de lá, mas nada foi encontrado. De toda forma, foi retirada uma amostra do óleo usado pelas barcas para o caso de algum novo episódio, seja comparado”, explicou.
A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (CPRJ) informou, em nota, ter enviado uma equipe para as áreas onde estavam as manchas de óleo, mas elas tinham se dissipado, impossibilitando a coleta de amostras para identificar o eventual agente poluidor. Ainda de acordo com a CPRJ, um procedimento administrativo está sendo adotado para ampliar as informações e aprimorar a identificação de novas providências relacionadas à preservação do ambiente.
A última mancha vista na Baía de Guanabara foi no dia três de julho, perto do Morro do Pão de Açúcar. Na época, a exemplo do que ocorreu desta vez, nenhum responsável pelo vazamento foi identificado.

Batalhão da Maré, idealizado por Garotinho, foi um marco na segurança pública do Rio de Janeiro

19/08/2013 16:18
Batalhão da PM na Linha Vermelha, no complexo da Maré
Batalhão da PM na Linha Vermelha, no complexo da Maré


Em 2003, quando eu era secretário de Segurança do governo Rosinha, inauguramos o novo quartel do 22º Batalhão da PM, no Complexo da Maré. A minha idéia era colocar um batalhão na Linha Vermelha por onde vem grande parte do trânsito da Baixada em direção ao Rio de Janeiro e por onde passam os turistas que chegam ao aeroporto Tom Jobim.

Para quem não é do Rio de Janeiro, o batalhão fica no meio da Linha Vermelha e próximo ao acesso à Linha Amarela, duas das principais vias do Rio de Janeiro, numa área cercada por favelas, e por onde passam as pessoas que chegam ao aeroporto internacional.

Vocês já pensaram se não houvesse esse batalhão naquela via?

O Batalhão tinha câmeras - digo que tinha, porque hoje não funcionam mais - que monitoravam não só a Linha Vermelha como o movimento nos fundos e nas laterais onde fica a comunidade. E as câmeras eram ligadas ao Centro de Comando e Controle da secretaria de Segurança Pública, que também foi criado por mim.

Na época houve quem achasse um absurdo levar um batalhão para uma área cercada de comunidades. Mas eu já tinha feito isso com a nova sede do BOPE, no morro Tavares Bastos, aliás, a única área que realmente foi pacificada inteiramente até hoje, e nem tráfico formiguinha tem.

Hoje, o governo Cabral quer instalar o BOPE também no complexo da Maré, e as delegacias especializadas no Jacarezinho. Ou seja, eu estava certo, embora a imprensa só tenha me criticado. 

Como vídeos 'fofos' podem condenar animais à extinção


Como vídeos 'fofos' podem condenar animais à extinção

Estudo associa a proliferação na internet de vídeos domésticos feitos com lóris, primatas ameaçados de extinção, ao aumento da exposição da espécie ao tráfico

Vanessa Barbosa Exame.com 

Reprodução/Youtube


Vídeos de gatos, cachorros e outros animais de estimação são um hit na internet. Mas quando a atração passa a ser uma espécie exótica ameaçada de extinção, a imagem "fofa" pode ser letal. É o que indica um novo estudo publicado na revista científica Plos One, que associa a proliferação de vídeos domésticos feitos com animais em risco de extinção ao aumento da exposição dessas espécies ao comércio ilegal.



Exemplo disso é o vídeo publicado no Youtube em 2009 que mostra um "lóris-preguiçoso" (Nycticebus), chamado Sonya, recebendo carinhos na barriga. O vídeo, que baliza o estudo, foi compartilhado centenas de vezes, reproduzido em sites e replicado até por celebridades em redes sociais.



De acordo com o estudo, a fama online tem um lado sombrio: ela amplia a percepção pública dessa espécie de primata em extinção como pets de estimação ideais, o que promove ainda mais o comércio ilegal - ainda que de maneira indireta.



Outros vídeos similares com lóris-preguiçosos, que se tornaram virais na rede, também ajudam a introduzir esses primatas a uma grande parte da sociedade que normalmente não entraria em contato com eles.



A pesquisa ressalta que apesar do Youtube ser, em parte, policiado pelo público - é possível, por exemplo, denunciar vídeos como "abuso animal" -, nenhuma opção está disponível para os telespectadores denunciarem materiais que retratem animais criados ilegalmente.



"Com essa capacidade de atingir o público, os recursos da Web 2.0, como o YouTube estão entre os meios mais poderosos para aumentar a conscientização da conservação. [...] Ao mesmo tempo, as imagens apresentadas pelos meios de comunicação podem ter efeitos nocivos se os espectadores não sabem o contexto", diz o texto.



E o contexto em questão é brutal. Os primatas são transportados por centenas de quilômetros de seus habitats naturais na China, Vietnã, Laos e Camboja, para serem vendidos, por menos de U$ 15, em feira clandestinas. Eles são transportados em condições precárias, que podem afetá-los fisicamente, e têm os dentes arrancados para se tornarem aptos para posse.



Os pesquisadores analisaram a repercussão do vídeo ao longo de 33 meses. Nos meses iniciais, um quarto dos comentaristas manifestaram interesse em ter um lóris como um animal de estimação, mas a medida que a fatos sobre sua conservação eecologia se tornaram mais disseminados na mídia e por outros comentaristas, este interesse caiu significativamente, sublinha a pesquisa.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Por que São Caetano do Sul é a nº1 do Brasil em IDH

Por que São Caetano do Sul é a nº1 do Brasil em IDH

Índice de Desenvolvimento Humano da cidade do ABC paulista é o maior do Brasil, mostra ONU. Ter a renda mais elevada do país foi essencial para alcançar tal posição

  
Saulo Pereira Guimarães Exame.com 

Lukaaz/Creative Commons


São Caetano do Sul (SP) mais uma vez liderou o ranking das cidades mais desenvolvidas do Brasil, divulgado hoje pelo Pnud, órgão das Nações Unidas para o desenvolvimento, em parceria com o Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e a Fundação João Pinheiro. É a terceira vez que o levantamento, intitulado IDHM, é lançado. E é a terceira vez que a cidade do ABC paulista aparace em primeiro. 



A cidade alcançou pontuação de 0,862 na avaliação realizada pela ONU com dados do IBGE, referentes ao Censo 2010. Embora a pesquisa nacional use padrões ligeiramente diferentes daqueles aplicados no exterior pela ONU, o IDHM de São Caetano do Sul hoje é maior que o de países como Grécia (0,860) e Chile (0,819).



A escala do IDH vai de 0 a 1, com indicadores positivos em educação, longevidade e renda per capita correspondendo a valores maiores. As cidades brasileiras já haviam sido avaliadas em levantamentos feitos em 1991 e 2000.



RENDA PER CAPITA
Embora esteja em segundo lugar em relação à educação e em 19ª no quesito longevidade da população, o dinheiro de São Caetano justifica sua avaliação como maior IDH do país. De acordo com o levantamento divulgado hoje, a renda per capita média da cidade de cerca de 145 mil habitantes supera 2 mil reais.



O valor é mais de 20 vezes maior do que o a renda per capita de Marajá do Sena (MA), cidade mais mal-avaliada do país em relação a renda per capita. O fortalecimento da área de serviços sem descuidos em relação à presença industrial é apresentado pelos administradores municipais como uma das razões para cerca de 45% da população de São Caetano se encontrar hoje na classe B.



EDUCAÇÃO E LONGEVIDADE
Além da economia, São Caetano também apresenta bons números em relação à educação. Embora Águas de São Pedro (SP) apresente as melhores estatísticas da área no país, São Caetano está na vice-liderança dos indicadores. A cidade investe cerca 35% do seu orçamento na formação educacional e conta hoje com mais de 100 escolas, um centro de formação de professores e uma universidade municipal. 



Entretanto, problemas como a contratação emergencial de professores ainda fazem parte do cotidiano do município. Apesar dos ótimos indicadores, cerca de 4% das crianças de 5 a 6 anos não estão na escola. Na faixa que vai dos 18 aos 20 anos, a porcentagem cresce para mais de 30%.



Hoje, a expectativa de vida em São Caetano do Sul gira em torno de 78 anos. Dos três indicadores que influenciam no IDH, a longevidade é o quesito em que a cidade tem o pior desempenho - a ponto de ficar fora da lista dos 15 municípios do país com melhores indicadores no quesito. Ainda assim, consta no site da prefeitura de São Caetano do Sul a existência de quatro centros voltados para atender a terceira idade.

BLITZ RETIRA CARCAÇAS DE EMBARCAÇÕES DO CANAL DE SÃO LOURENÇO

BLITZ RETIRA CARCAÇAS DE EMBARCAÇÕES DO CANAL DE SÃO LOURENÇO
20/ 08/ 2013
Quando: Quarta-feira (21/8); às 10h

Ponto de encontro: Centro Integrado de Pesca Artesanal (Cipar); na Av. do Contorno, 3.500, Barreto, Niterói

Como chegar: Seguir pela Niterói-Manilha até passar pela Leroy Merlin, retornando no primeiro viaduto em direção ao Rio; saindo da estrada à direita em frente ao Leroy Merlin

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e o ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, participam nesta quarta-feira de ação ambiental para retirada de mais embarcações do Canal de São Lourenço, em Niterói.

A ação conjunta faz parte de uma das doze iniciativas do Plano Guanabara Limpa, da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), para a melhoria da qualidade das águas da Baía da Guanabara.

Antigo problema ambiental, essas carcaças prejudicam o tráfego marítimo no canal, que fica entre a Ilha da Conceição e o litoral de Niterói, no Barreto. Além disso, causam poluição ambiental, na medida em que diversos materiais vão se degradando em contato com o mar.

Do passivo ambiental de 52 embarcações abandonadas no Canal de São Lourenço, 28 já foram retiradas – o equivalente a 100 toneladas de entulhos em aço e madeira. Desse total, oito embarcações foram retiradas pelo Inea e outras 20, pela iniciativa privada, após serem arrematadas em leilão.

Recentemente, o Ministério da Marinha exigiu que outras quatro carcaças de embarcações fossem removidas do canal pelos proprietários. Até outubro, será realizado novo leilão para venda do restante do material submerso.

O Canal de São Lourenço passará então por processo de dragagem, viabilizando a volta do funcionamento do Centro Integrado de Pescar Artesanal (Cipar), em Niterói.

Exposição em SP retrata mudanças na Amazônia em 25 anos

Exposição em SP retrata mudanças na Amazônia em 25 anos


Após o sucesso na cidade do Rio de Janeiro, chega a São Paulo, a exposição itinerante "Retorno à Amazônia" apresentada pela Veolia Water Brasil. Trata-se de uma expedição que teve início com o lendário Jacques Cousteau, o Rei dos Mares, em 1982, e percorreu toda a extensão de 6.800 quilômetros da Amazônia. A mostra é uma realização da Editora Cultura Sub e da Ocean Futures Society.
Há 30 anos, Jacques Cousteau, seu filho Jean Michel Cousteau e uma equipe de mais de 50 pessoas, faziam a primeira expedição na Amazônia como nunca havia sido explorada: por terra, água e ar. Vinte e cinco anos depois, seu herdeiro revisitou a grande floresta com os seus filhos e grande parte da equipe que fez a expedição em 1982, com um novo objetivo: em 25 anos, o que mudou na floresta? Essa e outras respostas estarão ilustradas nessa exposição, onde cada detalhe será desvendado em 30 telas ilustradas com as imagens feitas pela fotógrafa Carrie Vonderhaar e um painel informativo assinado por Jean Michel Cousteau curador da exposição.

Jean Michel Cousteau é Presidente da Ocean Futures Society, navegou durante décadas ao lado do seu pai e viajou ao redor do mundo se reunindo com líderes e formadores de opinião a fim de apoiar o fortalecimento e alianças pela proteção ambiental. Produziu mais de 75 filmes, ganhou vários prêmios, entre eles: Emmy, Peabody, 7 d'Or e CableACE.
"O foco dessa expedição foi observar as mudanças ocorridas na região e se as previsões feitas anteriormente se confirmaram. Infelizmente muita coisa ficou pior que o previsto, principalmente, com relação à quantidade de peixes e ao desmatamento. A exposição tem o objetivo de esclarecer as perguntas feitas por Jacques Cousteau, mostrar a beleza dessa região extremamente rica e chamar a responsabilidade para a preservação do meio ambiente", explica Ana Carolina Xavier, diretora da Editora Cultura Sub.

Além da exposição, toda essa experiência e imagens serão retratadas no primeiro livro de arte fotográfica a prova d'água, até o final do ano, pela Editora Cultura Sub. O conteúdo, de aproximadamente 250 páginas, será impresso em vitopaper, tecnologia 100% brasileira, único papel que utiliza uma mistura de vários tipos de plásticos reciclados, pós-consumo e pode ser reciclado infinitas vezes sem perder a textura e cor original.

A exposição e o livro "Retorno à Amazônia" são iniciativas da Editora Cultura Sub, com o patrocínio da Veolia Water Brasil, Cle Brasil, Grupo Bemol e apoio do Ministério da Cultura.
A exposição está no Espaço Cultural BM&FBOVESPA, localizado na Praça Antônio Prado, 48, no Centro de São Paulo. As imagens ficarão expostas até o dia 11 de outubro de 2013 e pode ser conferida de segunda a sexta das 9h às 18h. Entrada gratuita.


Temperaturas no Brasil podem subir 6°C até o fim do século

Temperaturas no Brasil podem subir 6°C até o fim do século.


Um estudo nacional elaborado por 345 pesquisadores apontou que a temperatura média no Brasil vai aumentar entre 3°C e 6°C até o fim do século. O relatório, que analisou detalhadamente cada região do país, revela que o norte e o nordeste vão enfrentar mais períodos de seca, enquanto, no sudeste e na região sul, o aumento das precipitações deverá colaborar para a ocorrência de mais enchentes.
Os dados também consideram os locais em que são registrados os maiores índices de emissões de gases poluentes na atmosfera, e fazem parte do primeiro relatório de avaliação nacional do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, que deverá ser divulgado na íntegra apenas em setembro. O estudo foi compilado por pesquisadores de diversas áreas.
Para elaborar o documento, especialistas se dividiram em três grupos e analisaram os biomas de cada região. Assim, concluíram que o cenário será de secas na Caatinga e na Amazônia, devido à redução das chuvas em 40% nestas áreas. Já nos pampas e na Mata Atlântica, as precipitações serão até 30% mais frequentes.
Produzido em etapas, o estudo levou em conta uma série de pesquisas científicas publicadas desde 2007: o primeiro grupo considerou os dados sobre as mudanças climáticas no Brasil, o segundo analisou os impactos no meio ambiente e o terceiro grupo pesquisou as formas de mitigação de gases efeito-estufa no país.
O estudo foi elaborado nos mesmos padrões do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), grupo da ONU que faz as avaliações sobre alterações do clima em escala global. O relatório é um dos primeiros a utilizar regras globais para detalhar o cenário climático exclusivamente brasileiro até 2100.
Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo