terça-feira, 3 de abril de 2012

Luminária sustentável com design pernambucano


O casamento do design com a eficiência energética teve como fruto uma luminária que segue os princípios da sustentabilidade, com baixo custo de manutenção e resistência para uso público. Foto e ilustração: Alberes Vasconcelos



O caminho da eficiência energética é rico em trilhas e inventores. O programa de design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), por exemplo, tratou de criar o curso Light Design, ministrado por 2 professores: um abordava o tema pela ótica da eficiência energética e outro tratava dos desafios do desenho industrial. As aulas influenciaram Alberes Vasconcelos, designer, a desenvolver e executar uma proposta de luminária pública, que fosse ao mesmo tempo viável e sustentável.



O modelo de Alberes utiliza lâmpadas LED que acendem com energia gerada por placas fotovoltaicas, montadas em uma estrutura de aço. “O material permitiu chegar ao melhor custo-benefício”, disse o designer. O protótipo desenvolvido possui uma placa fotovoltaica de 70W que capta a luminosidade do sol e a transforma em energia, armazenada, então, em uma bateria. As doze lâmpadas de LED ligadas à bateria são acionadas de forma automática, por um sensor. 



O designer fez 50 entrevistas para entender os fatores que afetam a escolha de um poste de iluminação pública. Custo e a manutenção do equipamento surgiram nas respostas como fatores sempre importantes, e Alberes procurou satisfazer essas exigências. “As vantagens desse modelo estão na resistência de sua estrutura e na capacidade de embutir a placa solar fotovoltaica, protegendo-a”, afirma. As lâmpadas possuem garantia de 20 anos de uso e a vida útil das baterias é de 4 a 5 anos. A fiação é oculta. O resultado é uma iluminação eficiente com materiais resistentes ao tempo.



Quanto ao custo, que em geral assusta quando se trata de LEDs e energia solar, o designer argumenta que está caindo, e rápido. Uma placa que hoje custa R$800, há 5 anos custava R$ 3 mil. A lâmpada LED de 20W custa, agora, R$25, contra R$ 150 ou R$ 200 faz pouco tempo. “O investimento volta ao longo do uso, com a economia de instalação e de consumo de energia elétrica”. O protótipo foi construído com mão de obra voluntária por técnicos da UFPE e teve custo total de R$ 3.291,54.


Lixão vira ameaça para 278 prefeitos




Quase um terço dos administradores de municípios mineiros podem responder a processo criminal por não destinar resíduos corretamente. Ultimato ocorre após 10 anos de negociação


Publicação: 25/03/2012 06:59 Atualização: 25/03/2012 08:11

Divinópolis é uma das cidades no alvo do Ministério Público ((NANDO OLIVEIRA/ESP. EM/D. A PRESS) 
)
Divinópolis é uma das cidades no alvo do Ministério Público

Depois de mais de 10 anos de negociações, incontáveis prazos – o último ano passado – e outros tantos adiamentos, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) resolveu enfim encerrar a conversa e jogar duro com prefeitos mineiros que insistem em manter lixões em seus municípios. A novidade desse ultimato é que o governo acionou o Ministério Público (MP) para enquadrar pessoalmente gestores municipais que não resolverem o problema. Entre os responsáveis pelas 853 prefeituras do estado, quase um terço (278) corre o risco de ser punido criminalmente. A saída para escapar do processo pode ser aderir a consórcios para a construção de aterros sanitários. O problema é que, além de atrasada, a solução já chega tecnicamente defasada, inserida em um modelo que está perto do colapso.

Quando o assunto é a falta de aterro sanitário, os números do estado beiram o absurdo. Menos da metade da população mineira (47%), ou 9,2 milhões de habitantes de zona urbana, é atendida por unidades regularizadas de deposição final de resíduos. Nessa conta entram 136 usinas de triagem e compostagem e apenas 80 municípios com aterros apropriados. A maioria absoluta convive com descarte a céu aberto (278) ou com o “quebra-galho” que atende pela classificação de “aterro controlado” (são 359), cuja diferença para o lixão é separada por uma linha tênue: enquanto o primeiro recebe camada de material inerte que recobre o lixo a cada fim de jornada, o outro é um terreno aberto.

Em 2001, mais de 800 cidades mineiras não davam destino correto aos detritos. A meta do programa Minas sem lixões era que, até o fim de 2011, o número caísse para 172, com 80% do estado livre da sujeira. Mas os prefeitos não cumpriram o dever de casa. De acordo com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), vinculada à Semad, importantes municípios, como Montes Claros (Norte de Minas), Governador Valadares (Leste) e Divinópolis (Centro-Oeste), que juntos têm população de quase 1 milhão de habitantes, estão entre os exemplos dessa realidade. Todas respondem a ações do MP.

“Não é mais possível suportar essa situação. Estamos tentando resolver desde 2001 e o estado já fez tudo o que podia. Falta vontade política e pressão popular. Vários municípios com mais de 20 mil habitantes deveriam ter dado uma solução até setembro de 2010. Muitos deles já foram multados”, afirma o gerente de Resíduos Sólidos Urbanos da Feam, Francisco da Fonseca. Pelas regras do programa Minas sem lixões, as cidades poderiam implantar aterros controlados de forma paliativa e, posteriormente, a estrutura correta.

Mas é fácil constatar que muitos ainda são lixões mal disfarçados. Prova disso é a lista da Feam, fechada em 15 de dezembro do ano passado, por técnicos que fazem a fiscalização in loco. “Alguns adotam o aterro controlado, mas não fazem a gestão correta e há um retrocesso. Outros não tomam cuidados essenciais e, por isso, a classificação não muda”, alerta Fonseca. Para pôr fim à novela, a aposta é mudar a forma de cobrar providências: há até três anos, o MP entrava com ações contra o município, ganhava, mas sem resultado. Agora, as ações são dirigidas à pessoa do prefeito.

Editado pelo Blog

TRT-RS manda Walmart indenizar por dano existencial



A rede de supermercados Walmart deve indenizar em R$ 24,7 mil uma trabalhadora que sofreu dano existencial. Durante mais de oito anos, ela foi submetida a jornadas de trabalho com duração entre 12 e 13 horas diárias, com intervalo de apenas 30 minutos e uma folga semanal. A determinação é da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul, em sessão de julgamento que aconteceu no dia 14 de março.
Para os desembargadores do TRT-RS, a jornada excessiva causou danos ao convívio familiar, à saúde e aos projetos de vida da empregada, gerando prejuízo a sua existência. O TRT gaúcho reformou sentença da juíza Lina Gorczevski, da Vara do Trabalho de Alvorada, município da Região Metropolitana de Porto Alegre.
Ao julgar o caso em primeira instância, ela afirmou que a submissão à jornada bastante extensa durante o contrato de trabalho não gera, por si só, dano moral existencial. A juíza ressaltou, na sentença, que o cumprimento de jornada superior ao contratado gera direito à reparação apenas na esfera patrimonial. Por isso, negou a pretensão da trabalhadora neste aspecto.
Descontente com a decisão, a autora interpôs recurso ao TRT. Ela sustentou que a rede varejista prejudica a saúde física e mental dos seus empregados, tanto no Brasil como no exterior, ao exigir o cumprimento de jornadas excessivas de trabalho, sem pagamento de horas extras. Segundo a defesa da trabalhadora, ficou demonstrado que a duração do trabalho contrariou previsão constitucional do direito ao lazer, ao convívio social com a família, à saúde e à dignidade, dentre outras garantias fundamentais.
Projeto de vida e prejuízos
Ao analisar o recurso, o relator do acórdão na 1ª Turma, desembargador José Felipe Ledur, explicou que o dano existencial, segundo o jurista Hidemberg Alves da Frota, é uma espécie de dano imaterial que se apresenta sob duas formas: o dano ao projeto de vida, que afeta o desenvolvimento pessoal, profissional e familiar, influenciando nas escolhas e no destino da pessoa; e o dano à vida de relações, que prejudica o conjunto de relações interpessoais nos mais diversos ambientes e contextos.

Nas relações de trabalho, ressaltou o julgador, o dano existencial ocorre quando o trabalhador sofre prejuízo na sua vida fora do serviço, em razão de condutas ilícitas praticadas pelo empregador. ‘‘O trabalho prestado em jornadas que excedem habitualmente o limite legal de duas horas extras diárias, tido como parâmetro tolerável, representa afronta aos direitos fundamentais e aviltamento da trabalhadora’’, afirmou ele.
De acordo com o relator, ao submeter a trabalhadora por vários anos a jornadas excessivas, a empresa, ‘‘em conduta que revela ilicitude, converteu o extraordinário em ordinário, interferindo indevidamente na esfera existencial da sua empregada, fato que dispensa demonstração. Seu proceder contraria decisão jurídico-objetiva de valor que emana dos direitos fundamentais do trabalho’’. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-RS.
Clique aqui para ler o acórdão.
Fonte:www.conjur.com.br

Paulinho Vilhena diz que colhe lixo da praia



O ator diz que é ligado às questões de preservação da natureza muito antes do assunto virar moda

Paulinho Vilhena diz que colhe lixo da praia - Ag.NewsSurfista por paixão e ator por profissão e amor, Paulinho Vilhena sempre esteve ligado às causas da natureza e à preservação do meio ambiente:
“Eu sempre vivi na praia. Nasci em Santos e cresci curtindo o mar, não só aqui no litoral de São Paulo, mas em todos os lugares. Por isso, sempre fui ligado com esse lance de preservação, muito antes do assunto virar moda, como é hoje em dia”, diz Paulinho.
Para o ator, a preocupação com a preservação do planeta já devia ter começado há muito tempo, e principalmente a conscientização das pessoas, que, muitas vezes, perdem a noção das coisas e das atitudes.
“Eu sempre vou à praia, mas para praticar esportes, surfar, então dificilmente eu levo alguma comida, alguma coisa assim. Mas quando acontece de comer alguma coisa, sempre tenho uma sacolinha no bolso da bermuda para jogar o lixo e na saída colocar em um latão. Mas têm pessoas que vão à praia e não cuidam, saem jogando qualquer coisa por onde passam. Isso é lamentável”, afirma o ator.
Paulinho disse ainda que se revolta mesmo quando vê a praia toda suja e percebe que é por causa de alguns frequentadores que não têm a menor educação ambiental.
“Eu saio pegando tudo. Vou colocando no bolso, na bermuda, seguro nas mãos até encontrar um lixo para colocar as coisas. Até quando entro no mar, fico louco quando vejo sujeira e pego mesmo. Quando saio da água, muitas vezes, meu bolso está cheio de lixo”, lamenta o ator.
Para Paulinho, as pessoas precisam, de uma vez por todas, colocar na cabeça que por mais que a praia tenha serviço público de limpeza, que tenha alguém que vá lá e passe o trator, pegue o lixo, deixe a areia razoavelmente limpa, tem coisas que vão para o mar e que sujam demais a praia.
“É uma questão de educação mesmo, de pensar como se age dentro da sua casa. Coisas miúdas, como pontas de cigarro, por exemplo, a limpeza geral dificilmente consegue pegar e isso vai ficando lá, jogado, poluindo tudo”, diz Paulinho, com tristeza.
*Fonte: O Fuxico


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Novo Disque Entulho: Saiba o que é e o que fazer com seu entulho e outros resíduos




Pelo telefone do Disque Limpeza (2726 4809) você solicita o serviço de coleta de PEQUENOS VOLUMES de entulhos e demais resíduos de sua residência OU APARTAMENTO..

A - ENTULHO de pequenas obras residenciais: deverão estar obrigatoriamente acondicionados em sacos plásticos de até 20 litros e serão removidos no máximo 150 (cento e cinquenta) sacos por residência.

B - GALHADAS de pequenas podas: deverão ser formados conjuntos de galhos, de comprimento máximo de 1,5 metros, amarrados através de barbantes ou outro material (para facilitar o manuseio pelo gari) e serão removidos no máximo 12 conjuntos de amarrados por residência.

C - TELHAS (pequenas) ou TIJOLOS: unidades inteiras (unidades quebradas devem ser consideradas como entulho) deverão estar agrupadas de forma a facilitar o carregamento e serão removidos no máximo 150 unidades de telhas e/ou de tijolos por residência.

D - BENS INSERVÍVEIS: somente serão removidos no máximo 6 itens por residência com suas respectivas quantidades, exceto para os bens de grande peso ou volume (geladeira, freezer, cofre, sofá, armário, etc), que a remoção fica limitada a 2 itens por residência. 

Em caso de necessidade de nova solicitação de serviço, o mesmo só poderá ser realizado 15 (quinze) dias após o serviço.

Caso o cidadão não queira aguardar este prazo ou ainda, se o material a ser removido estiver fora das condições estabelecidas nesta Portaria, o serviço deverá ser contratado junto a carroceiro, que deverá transportar e destinar a carga de resíduos (entulho, terra, galhada e etc.) para um dos ENTULHÓDROMOS existentes. Em caso de contratação de caminhoneiro avulso e/ou empresas privadas, o mesmo deverá transportar e destinar a carga de resíduos (entulho, terra, galhada e etc) para o aterro de inertes localizado na Av. Santo Amaro, s/nº, no Distrito Industrial da CODIN, subdistrito de Guarus.

Todo entulho e demais resíduos só será coletado se estiver armazenado dentro da residência E/OU GARAGEM OU ÁREA DE SERVIÇO DO PRÉDIO.

Se você gostou desta orientação de responsabilidade socioambiental, replique no seu e-mail.
email: zacaalbuquerque@gmail.com
twiter:@zacariasalbuquerque

Impressionado com Cepop, Alexandre Pires levanta o público



Por Thábata Ferreira

Alexandre ficou impressionado com a estrutura do Cepop Foto: Gerson Gomes

Muito impressionado com a estrutura que encontrou, o cantor Alexandre Pires se apresentou neste sábado (31) no maior palco fixo da América Latina e já pensa em, no futuro, gravar um show no Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop). Com muitos sucessos, o cantor fechou com chave de ouro a programação da festa de elevação de 177 anos de vila à categoria de cidade de Campos. O conhecido “mineirinho” animou o público com hits como “Tira ela de mim”, “Sissi”, “Depois do prazer” , “A Deus eu peço”e “Mineirinho”.  A festa, que durou quatro dias, terminou por volta de 01h40 da manhã em um clima de total alegria, tranquilidade, paz e segurança.

Mais uma noite de arquibancadas cheias, inclusive durante o desfile da Escola de Samba União da Ilha, que antecedeu ao grande show. A área de dispersão, onde está localizado o palco, ficou lotada assim como os camarotes e arquibancadas próximas ao palco. 

- Fiquei extremamente impressionado com a estrutura que encontrei aqui em Campos. O espaço ficou, realmente, muito bom. Logo quando cheguei, pude perceber a grandiosidade da estrutura e fico muito feliz e honrado de estar cantando para vocês, que são nossa fonte de inspiração - , declarou. 

No fechamento da programação da festa de inauguração do Centro de Eventos e de aniversário da cidade, a Prefeita Rosinha Garotinho diz que é uma emoção muito grande ver o lugar que  idealizou, virando uma referência em eventos na cidade.

 - Quando nós inauguramos o Cepop no primeiro dia, imaginei que as pessoas iam descobrir o espaço, aos poucos e idealizei este local lotado. Foi rápida a descoberta pela população. Prova disso foi a presença maciça das pessoas ontem. Hoje, fechamos a programação com chave de ouro com Alexandre Pires  e este espaço ainda vai render muitos bons frutos – ressalta.

Novo Álbum - São 22 anos de carreira e o cantor se prepara para seu novo DVD que será lançado no próximo dia 11 de abril. Segundo Alexandre Pires, seu trabalho vai inovar mais uma vez apresentando hits eletrônicos com DJ’s no palco. Em seu novo álbum o cantor recebe artistas como Cláudia Leitte, Fernando e Sorocaba, Xuxa, além de sua mãe, que também fará uma participação especial.

*Fonte: Site da PMCG


Pimp my carroça 2012


Publique
o selo
no seu blog


Débora Spitzcovsky - 28/03/2012 às 12:56

Parodiando os programas de TV americanos que tunam carros, o grafiteiro Mundano está lançando o projeto Pimp My Carroça, que vai tunar o principal instrumento de trabalho doscatadores de recicláveis. O objetivo? A partir da arte, tirar essas pessoas da invisibilidadee dar mais prestígio ao importante papel que têm na sociedade – sabia que 90% de todos os resíduos de São Paulo destinados à reciclagem são coletados pelos catadores?
A intenção do projeto é ousada: “pimpar” dezenas de carroças, em um só dia, pouco antes da Rio+20, em uma espécie de pit stop que acontecerá em São Paulo. Os catadores serão orientados a levar suas carroças ao local da iniciativa – que ainda será definido – e, então, a equipe do Pimp My Carroça dará um trato no carrinho. Ele passará por uma reforma estrutural, ganhará itens de segurança – como retrovisores, buzinas e faixas refletivas – e, por fim, será grafitado por reconhecidos profissionais, com frases enviadas pelo público.
Os carroceiros não vão ficar fora dessa e também receberão uma “tunada” no pit stop do Pimp My Carroça. Eles ganharão camiseta do projeto, um “rango” caprichado e, ainda, passarão por um clínico geral e um oftalmologista, além de conversar com um especialista em dependência química.
No fim do dia, quando todos as carroças já estiverem “pimpadas”, acontecerá aCarroceata, uma exposição ambulante com os carrinhos e catadores que participaram do projeto. Curtiu o Pimp My Carroça? Então, ajude-o no Catarse (saiba mais em: Catarse: financie seus projetos colaborativamente). Para conseguir financiamento, a galera do projeto precisa arrecadar R$ 38.200 no site, via crowdfunding, até 10/05. E você pode doar aqui quantias a partir de R$ 15. Vai participar?
Para ajudar a decidir, assista, abaixo, ao vídeo do Pimp My Carroça.  
Imagem: Divulgação/Pimp My Carroça

domingo, 1 de abril de 2012

10 jeitos de usar casca de ovo



SIMPLES ASSIM

Composta basicamente de cálcio, a "embalagem" desse alimento serve para proteger a parte interna, onde se desenvolve o embrião. Em vez de jogar a casquinha fora depois de preparar o ovo, guarde-a para utilizá-la no jardim, na limpeza, na cozinha e até na decoração

Mariana Viktor
Máxima - 02/2012

CONFIRA A SEGUIR DEZ DICAS INUSITADAS DESSA MARAVILHA DA NATUREZA! 

1. Mosaico diferente 
Se você gosta de fazer arte em casa, esmague cascas de ovos - antes lave-as e seque-as no forno - em pedacinhos pequenos e cole-os na tampa de uma caixa de madeira, formando um grande mosaico. Depois, é só colorir tudo com tinta plástica. 

2. Decoração de festa 
Que tal pintar ovos e recheá-los com confete de chocolate para dar como lembrança de Páscoa, aniversário, chá de bebê...? Fure uma das extremidades da casca com agulha e, com cuidado, abra uma pequena tampa na outra ponta. Assopre pelo buraco menor para que a clara e a gema saiam pela abertura do outro lado. Higienize o interior com água e sabão e seque a casca no forno. Daí é só preencher com os confetes, fechar a abertura com papel de seda e decorar com canetinha colorida, tinta, glitter... 

3. Controle de pragas 
Para impedir que lesmas e lagartas ataquem seus vasos, espalhe cascas de ovos esmagadas na terra, ao redor das plantinhas. O cálcio do invólucro do ovo mudará rapidamente o pH (índice de acidez) do solo, tornando-o menos ácido e afastando os bichinhos. Assim você evita o uso de pesticidas químicos! 

4. Café menos ácido 
Duas substâncias presentes nos grãos - o ácido clorogênico lactonas e o fenil indane - provocam acidez, que muitas vezes ataca estômagos mais sensíveis. Para neutralizá-la, use o pH alcalino da casca do ovo. Basta colocar uma casca (limpa) no filtro da cafeteira. A bebida não perde o sabor. 

5. Abrasivo ecológico 
Pense em quantas palhas de aço vão para o lixo diariamente e poluem o planeta. Pois cascas de ovos limpas e esmagadas substituem com eficiência esse produto na hora de limpar panelas e frigideiras. Basta colocar um punhado na esponja já ensaboada. 

6. Sementeiras práticas 
Se você gosta de ter à mão temperos frescos, experimente usar a casca de ovo como sementeira no seu jardim. Preencha metade de várias cascas com terra, coloque dentro a semente desejada e plante-as. Como as cascas são biodegradáveis (ao contrário dos potes plásticos), a muda fica em contato direto com o solo depois para crescer. 

7. Terra superfértil! 
A compostagem (decomposição de resíduos orgânicos, como restos de vegetais e legumes crus, que depois são transformados em nutrientes para a terra) é o método mais eficiente para reduzir o lixo doméstico. As cascas de ovos degeneram-se rapidamente numa pilha de compostagem, contribuindo com cálcio e outros minerais valiosos para o solo. Suas plantinhas ficarão mais fortes e bonitas!  

8. Moldes para gelatina 
Torne mágica a hora da sobremesa. Fure uma das extremidades da casca do ovo com agulha e, cuidadosamente, abra uma pequena abertura na outra ponta. Assopre o buraquinho menor para que a clara e a gema saiam do outro lado. Limpe o interior com água e sabão e seque a casca no forno. Agora preencha-a com o líquido da gelatina e feche o furinho menor com esparadrapo. Coloque o "recipiente" em pé na caixa de ovo e leve à geladeira para a gelatina endurecer. Retire o esparadrapo antes de servir (as crianças devem quebrar o "ovo" na hora de comer). 

9. Lâminas afiadas 
De tempos em tempos, triture algumas cascas de ovo (lave-as e coloque-as no forno para secar) no liquidificador. O atrito delas com as lâminas deixa o metal afiado. E não jogue fora o pó que se formou - guarde-o num vidro em temperatura ambiente. Rico em cálcio, ele pode ser misturado na farinha de bolos e pães (basta uma pitada) para complementar a necessidade do mineral na alimentação. 

10. Alívio para picadas 
Se você ou alguém da família passa o verão sofrendo com a alergia causada por picadas de mosquito, tenha sempre à mão esta receitinha natural, que alivia a vermelhidão e a coceira. Lave, seque e esmague a casca de ovo e deixe-a de molho por 2 dias num pequeno frasco de vinagre de maçã. Passe a solução na área afetada três ou mais vezes ao dia. Durante o molho no vinagre, forma-se o sal acetato de cálcio que, ao cristalizar, esquenta a pele trazendo sensação de conforto.

Fonte: Planeta Sustentável

Material recolhido em lixão vira obra de arte em Avenida Brasil



Inspirado no aterro sanitário de Gramacho, cenário e casa de Lucinda reúnem vários objetos criativos e feitos manualmente

20/03/12 às 13h58 - Atualizado em 20/03/12 às 13h58
O acabamento da casa de Lucinda é todo feito com latinha de refrigerante (Foto: Avenida Brasil / TV Globo)O acabamento da casa de Lucinda é todo feito com latinha de refrigerante (Foto: Avenida Brasil / TV Globo)
Inspirado no aterro sanitário de Gramacho, o lixão de Avenida Brasil reúne matéria prima para quem tem criatividade e inspiração. A locação será palco de muitos conflitos, brigas e relações de amizade e amor. Um misto de sentimentos que também pode ser visto na decoração do cenário.
Enquanto a casa de Nilo (José de Abreu) tem um aspecto pesado, inspirado no jeito rude e nas maldades de seu feitor, do outro lado, o enfeitado lar de Lucinda (Vera Holtz) representa bem o jeito bondoso da mãezona que faz de tudo para alegrar a rotina árdua de suas crianças.
Feito com uma caixa de leite reaproveitada, o trenzinho diverte as crianças (Foto: Avenida Brasil / TV Globo)Feito com caixa de leite reaproveitada, o trenzinho
diverte as crianças (Foto: Avenida Brasil / TV Globo
)
Todo o material que está no lixão não é perecível e foi lavado. As casas e favelinhas também foram feitas com material reciclado. Junto com a Marie Salles (figurinista da trama), encomendei peças para a composição do cenário e do figurino. Trabalhamos muito com lata, ferro e pet de todos os tipos. Desde a embalagem de doces a garrafas de plástico. Foi um trabalho muito rico, semelhante ao de uma novela de época”, explica a produtora de arte Ana Maria de Magalhães.
Sempre bem-humorada, Lucinda arruma um jeito de ver a vida de forma colorida e transforma o lixo em obra de arte. Latas, garrafas, tampinhas. Todo material reciclável é reaproveitado pela equipe da produção de arte. Jornais velhos são transformados em uma divertida cortina. O abajur reúne o fundo de latinhas de refrigerante.
Feita em lata, a santa de Lucinda ficou linda, uma obra-de-arte (Foto: Avenida Brasil / TV Globo)Feita em lata, a santa de Lucinda ficou linda, uma
obra de arte (Foto: Avenida Brasil / TV Globo)
Em cada cantinho da casa os objetos ganham um toque especial e se tornam um universo acolhedor para a criançada. Outra peça que chama atenção é a santa feita pelo designer Cristiano Raimundo de Souza. Encomendada para a novela, levou três meses para ficar pronta e foi feita manualmente com uma bandeja, embalagens de desodorante e latas.
“O universo está lírico. Utilizamos muitos materiais produzidos por artistas plásticos que trabalham com materiais do lixão de Gramacho, como flores feitas com ferro. Acho que foi o cenário que mais deu certo. Esse lixão vai dar o que falar”, aposta a produtora de arte.
Clique aqui e veja belas imagens do Lixão de Avenida Brasil. Ficou curioso para conhecer os outros cenários da novela