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sábado, 12 de dezembro de 2015


O tempo está se esgotando para Eduardo Cunha (Charge de Aroeira, do jornal O Dia)
O tempo está se esgotando para Eduardo Cunha (Charge de Aroeira, do jornal O Dia)


Muita gente está intrigada com a demora para o acatamento da denúncia contra Eduardo Cunha pelo Supremo Tribunal Federal. As provas contra ele são contundentes, fartas, incontestáveis. Elas dão veracidade às delações premiadas de Fernando Baiano, Julio Camargo e de mais três de investigados da Lava Jato que afirmam que Eduardo Cunha levou propina do esquema de corrupção da PETROBRAS. Entre as provas estão cópias do passaporte de Eduardo Cunha no banco suíço, assinaturas de próprio punho nas contas onde estão depositados os milhões que ele diz que não são seus, e ainda transferências dessas contas para outras contas, a fim de cobrir gastos da esposa e da filha no exterior. Tudo documentado pelo Ministério Público da Suíça, onde Eduardo Cunha já vinha sendo acusado de cometer crime. Por que será que o STF está tendo tanta cautela em acatar o pedido do MPF e transformar Cunha em réu?

O Brasil decente não consegue entender que hajam dois critérios: um para Delcídio, outro para Cunha. Um pode ter dito bravatas ao insinuar conversas com ministros do Supremo, e também ao prometer ajuda a quem poderia incriminá-lo (Cerveró). Está preso. Cunha além das provas trazidas da Suíça visivelmente fez da presidência da Câmara uma trincheira para impedir que a investigação contra ele no Conselho de Ética se aprofunde. Não precisa ser deputado, juiz ou ministro do STF para ver isso. Basta assistir as sessões do Conselho de Ética para perceber que há uma manobra para proteger Cunha de qualquer investigação, passando por cima da Constituição, do Regimento Interno da Câmara, do regulamento do conselho, de tudo. Quem conhece Cunha, e eu conheço bem porque o demiti da presidência da Companhia Estadual de Habitação (CEHAB) sabe que ele não tem limites, e será capaz de fazer as maiores loucuras para não cair nas mãos do juiz Sérgio Moro.

A nação espera uma decisão do STF rápida, dentro da lei, para reafirmar que ninguém está acima da lei, nem mesmo o "poderoso chefão" Eduardo Cunha. 
FONTE BLOG DO GAROTINHO

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