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sábado, 31 de março de 2012

QUE MARAVILHA !


que ligado
Para visitar as Cataratas do Iguaçu é preciso ir à cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná

Boa notícia: as Cataratas do Iguaçu estão entre as Sete Novas Maravilhas da Natureza
Júlia Moióli Recreio- 22/03/2012
A disputa foi acirrada! Outros 439 concorrentes estavam na competição, mas não teve para ninguém: as Cataratas do Iguaçu foram reconhecidas como uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza. 

Realizado pela fundação suíça New 7 Wonders (Novas 7 Maravilhas), o processo de eleição teve várias etapas, até a votação pela internet, com centenas de milhões de votos. 

SHOW DAS ÁGUAS 
Para os brasileiros, as Cataratas do Iguaçu são uma maravilha faz tempo! Mas há curiosidades sobre o lugar que nem todo mundo conhece. Você sabia que elas não ficam só no Brasil? Uma parte está no Paraná e outra na Argentina. E Iguaçu quer dizer "água grande" na língua tupi-guarani. 

A maravilha reúne 275 quedas-d’água, com alturas que vão de 40 metros a 80 metros. O volume de água varia conforme a época do ano e é maior entre outubro e março, meses em que chove mais. E não é só a vista que vale a pena: o som das águas caindo também é irado! 

VEM MAIS POR AÍ! Outros lugares já são Maravilhas da Natureza ou estão prestes a serem confirmados na lista: 

CONFIRMADOS 
Ilha de Jeju (Coreia do Sul):
 ilha vulcânica onde fica a maior montanha da Coreia.

Rio subterrâneo de Puerto Princesa (Filipinas): passa por uma caverna cheia de estalactites e estalagmites (formações minerais que são típicas de cavernas). 

ESPERAM A CONFIRMAÇÃO 
Baía de Halong (Vietnã):
 com ilhas de vários tamanhos, tem cavernas gigantes e diversas espécies de peixes e moluscos. 

Floresta Amazônica (Brasil e outros países da América do Sul): representa mais da metade das florestas tropicais do mundo. 

Montanha da Mesa (África do Sul): tem 6 milhões de anos e o topo achatado. Lá existem 1 470 espécies de flores. 

Parque Natural de Komodo (Indonésia): foi fundado em 1980 para proteger o dragão-de komodo e hoje também é o lar de outras espécies.

Hora do Planeta 2012: apague as luzes em 31/03



CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL


Que tal ficar no escuro por 60 minutos para mostrar que você se preocupa e faz sua parte contra o aquecimento global? Essa é a ideia da campanha Hora do Planeta, que é promovida há cinco anos pela ONG WWF e, em 2012, convida a população mundial a apagar as luzes por uma hora, no dia 31/03, a partir das 20h30. Vai aderir?


A data para a mobilização mundial Hora do Planeta 2012* já está definida: será no sábado, 31/03, das 20h30 às 21h30. Promovida pelo quinto ano consecutivo pela ONG internacionalWWF, a ação convida pessoas de todos os cantos do planeta a ficar no escuro durante 60 minutos para mostrar que estão preocupadas e dispostas a fazer sua parte para combater o aquecimento global

Esta será a quarta vez que o Brasil participará, oficialmente, da Hora do Planeta. Nos outros anos, não só sociedade civil mas também governos e empresas nacionais aderiram à mobilização e símbolos importantes do país - como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e o Auditório do Ibirapuera, em São Paulo - foram apagados durante os sessenta minutos. 

Em 2012, a WWF pretende conseguir ainda mais adeptos para a iniciativa. No ano passado, 1 bilhão de pessoas participou da ação e, agora, a ONG internacional espera a adesão de cerca de 1,8 bilhão de cidadãos, de mais de 5250 cidades de 135 países de todos os cantos do planeta. Que tal aderir também? Apague as luzes da sua casa por uma hora no dia 31/03, a partir das 20h30, e, se possível, desligue também os aparelhos eletrônicos - como TV, computador e micro-ondas

E, claro, adquira o hábito de economizar energia no seu dia a dia e não só na Hora do Planeta. Para se inspirar, assista, abaixo, ao vídeo oficial da iniciativa (em inglês) para o ano de 2012. 



  *Hora do Planeta 2012 

Violação de segredo profissional é definido como crime



Proclama o artigo 133 da Constituição que “o advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei.”
Evidente que quando a Constituição alude, nesse mesmo artigo 133, à inviolabilidade do advogado “nos limites da lei” está se referindo ao Estatuto da Advocacia, Lei 8.906/1994.
Já a Lei 8.906/1994, por sua vez, prescreve no inciso XIX do seu artigo 7º ser direito do advogado “recusar-se a depor como testemunha em processo no qual funcionou ou deva funcionar, ou sobre fato relacionado com pessoa de quem seja ou foi advogado, mesmo quando autorizado ou solicitado pelo constituinte, bem como sobre fato que constitua sigilo profissional”.
Mais adiante, em seu artigo 34, inciso VII, estabelece com todas as letras o Estatuto da Advocacia que constitui infração disciplinar “violar, sem justa causa, sigilo profissional.”
O Código Penal, por sua vez, em seu artigo 154, define como crime a violação do segredo profissional nos seguintes termos: “revelar alguém, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem: pena — detenção, de três meses a um ano, ou multa.”
Como se pode verificar há amplo regramento que disciplina o direito/dever de sigilo, por parte do advogado, em relação a fatos de que tenha tomado conhecimento em virtude de sua atuação profissional.
Constituindo verdadeira infração disciplinar (e mesmo crime) a violação, sem justa causa, de sigilo profissional. Visto isso, parece-nos inadequada qualquer iniciativa que, alicerçada sob o nobre propósito de alterar a legislação de combate à lavagem de dinheiro, venha a arrolar — ainda que indireta e veladamente — a atividade da advocacia como uma daquelas sujeitas ao denominado “mecanismo de controle”, obrigando-se aos profissionais da Advocacia a delatar, sob pena de imposição de severas multas, seus clientes.
Assim sendo, e levando em conta que, por força do próprio artigo 133 da Constituição, o advogado é inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, “nos limites da lei”, e sendo essa lei precisamente o Estatuto da Advocacia que regula in totum a profissão do Advogado e que não admite (pelo contrário, censura), em linha com o Código Penal, a divulgação de fatos protegidos pelo sigilo profissional, toda e qualquer iniciativa parlamentar que venha, ao arrepio do Estatuto da Advocacia, amesquinhar ou infirmar o sagrado dever de sigilo encontrará óbice no texto constitucional, sendo de rigor afastar, por contrárias à Carta de 1988, tais iniciativas, por mais nobres que sejam ou pareçam seus propósitos.
Marcelo Knopfelmacher é advogado e diretor presidente do Movimento de Defesa da Advocacia (MDA).
Revista Consultor Jurídico, 30 de março de 2012

sexta-feira, 30 de março de 2012

Programação Semanal da Limpeza Pública



Edital abre processo seletivo para escolha de instituição que capacitará e treinará catadores




21/03/2012
Edital da Secretaria Municipais de Meio Ambiente (SMAC) publicado hoje, 21, no Diário oficial do Município, abre processo seletivo para escolha de instituição responsável pela execução da formação, capacitação, treinamento e assessoramento de autogestão das cooperativas de catadores de materiais recicláveis, beneficiadas com recursos previstos no Contrato 10.2.2030.1, assinado com o BNDES.


A entidade a ser selecionada vai ser responsável pela capacitação, treinamento e assessoramento de até 1.500 catadores.


Informações técnicas podem ser obtidas na SMAC, na Rua Afonso Cavalcanti, 455, 12º andar, das 10h às 17h, ou pelo telefone 2976-2015.

Fonte: http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?article-id=2674913


2012Mais de 60% das capitais brasileiras proíbem uso de sacolas plásticas em supermercados



Mais de 60% das capitais brasileiras – 17 das 27 capitais – aprovaram leis que proíbem ou que regulam o uso de sacolas plásticas em supermercados e outros estabelecimentos comerciais. Em pelo menos três capitais – Manaus, Fortaleza e Curitiba – há projetos tramitando na Câmara Municipal sobre o assunto. Entretanto, aprovar a lei não significa colocá-la em prática. Em diversas cidades há ações na Justiça para suspender a aplicação da norma.
Em Recife, a Justiça considerou inconstitucional a lei que obriga o fornecimento, por parte dos comerciantes, de sacolas oxibiodegradáveis (que contém um aditivo que causa degradação mais rápida). O argumento é que o município não pode legislar sobre matéria de meio ambiente. Essa competência, segundo a Constituição, cabe à União, aos estados e ao Distrito Federal.
O município de Recife recorreu da decisão. Se o pedido de recurso for acatado pelo Tribunal de Justiça local, a matéria seguirá para decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. Enquanto isso, a ação fica suspensa.
Na maior cidade do país, São Paulo, a Justiça também considerou a lei inconstitucional. Entretanto, foi assinado um acordo com a Associação Paulista de Supermercados para que, até 3 de abril, os estabelecimentos forneçam caixas de papelão gratuitamente ou sacolas biodegradáveis por R$ 0,19 e ecobags por R$ 1,80. A partir de 4 de abril, os consumidores deverão transportar suas compras em sacolas próprias.
O ideal, segundo o presidente do Instituto Sócioambiental dos Plásticos (Plastivida), Miguel Bahiense, é o uso racional das sacolas plásticas. Ele destacou que estudos mostram que sacolas plásticas têm melhor desempenho, inclusive no acondicionamento de lixo, do que outras embalagens.
“Num aterro sanitário 0,2% é sacola plástica, 65% são material orgânico. A saída é ter incineração, reciclagem energética. Dizer que as sacolas abarrotam os aterros sanitários é uma mentira deslavada”, disse. “É preciso ter sacolas resistentes e que seu uso envolva preservação ambiental e uso consciente”, completou.
Para a fundadora da Fundação Verde (Funverde), Ana Domingues, a solução é acabar com as sacolas plásticas e educar o consumidor a usar engradados ou sacolas retornáveis. Caixa de papelão, segundo ela, deve ser a última opção. “Já passou da hora de banir as sacolas. Não tem lógica usar um segundo pra fabricar um produto, usar por meia hora e demorar 500 anos para tirar do meio ambiente”, comentou.
Abandonar a sacola plástica tem sido a decisão de muitos consumidores, mesmo antes de leis regularem o assunto. A dona de casa Maria do Carmo Santos, por exemplo, diz que as sacolas retornáveis oferecem maior resistência, durabilidade e segurança para as suas compras. “Eu já abandonei o uso das sacolinhas de plástico há muito tempo. Elas poluem demais e sujam nossa casa. Eu até faço coleção dessas sacolas ecológicas que são lindas, práticas e duram muito mais do que as de plástico”, disse.
A dona de casa Graciana Maria de Jesus tem a mesma opinião. Para ela, as sacolas plásticas oferecidas no mercado não são de boa qualidade. “Essas sacolinhas de mercado não valem nada! Além de a gente passar raiva, porque rasgam com facilidade e nem para colocar no lixo servem. Comprei essa bolsa (ecobag) que dá para colocar mais produtos e para carregar é bem melhor”, disse. 

  (Fonte: Priscilla Mazenotti/ Agência Brasil)


Inauguração do CEPOP: Flash da SSP.

Secretário e equipe,durante a histórica inauguração.

Discurso da Prefeita no ato solene.
Prefeita e vice no desfile cívico-cultural do aniversário de Campos.


Onde tem gente,tem resíduos. 
Tem resíduo,tem limpeza pública.

Desfile da Secretaria de Serviços Públicos,fazendo encerramento da memorável noite.




LIXO: Rejeitado aqui, cobiçado lá fora


Enquanto reciclagem patina no Rio, países da Europa reaproveitam até 79% das embalagens
RIO - Se a reciclagem não deslancha no Rio, o panorama é bem diferente na Europa, onde há sistemas que funcionam com eficiência há mais de 20 anos. Dados do Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) mostram que a média de reciclagem de embalagens de papel, plástico, alumínio, vidro, madeira e metal nos 12 países mais populosos do bloco chegou a 60% em 2009 — última parcial divulgada.
A Bélgica lidera o ranking, gerando 1,64 milhão de toneladas dessas embalagens e reciclando 1,29 milhão, um aproveitamento de 79,07%. Holanda (74,86%), Alemanha (73,43%), República Tcheca (68,83%) e Itália (63,97%) completam a lista dos mais eficientes. Na outra ponta, Grécia (43,82%) e Romênia (40,47%) apresentam percentuais mais baixos.
A maior economia do mundo também atinge bons percentuais. Os Estados Unidos recuperaram 46,3% de suas embalagens em 2010, segundo dados da Agência de Proteção Ambiental. O país produz, anualmente, 200 milhões de toneladas de lixo (três vezes mais que o Brasil). As embalagens representam cerca de metade do volume total de resíduos. No Canadá, o retorno das embalagens é semelhante: 47%.
Portugal conseguiu erradicar lixões
Na Europa, a Alemanha foi a pioneira na implantação de um modelo de reaproveitamento de resíduos. Em 1972, foi editada a primeira lei, estabelecendo o monitoramento do lixo. Vinte anos depois, saía a ordenação sobre embalagens, as bases de um sistema chamado "Ponto Verde". O comércio foi obrigado a estimular os consumidores a utilizarem sistemas de recolhimento de embalagens. Os custos são pagos através da indústria e do comércio e transferidos para os preços.
Já Portugal vivia, em 1996, uma situação semelhante à do Estado do Rio: cada município contava com lixões a céu aberto (eram 341 ao todo) e não havia um sistema de coleta seletiva estruturado. Investimentos maciços da União Europeia e do governo português — de 1997 a 2006 foi aplicado 1,6 bilhão de euros — foram decisivos para mudar o panorama. O país erradicou os lixões e cumpre as metas estabelecidas pelo Parlamento Europeu.
Fonte:http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=116732

quinta-feira, 29 de março de 2012

Reciclagem de CPU(motor de computador) e impressora



As velhas atitudes em relação ao lixo, que provocam degradação do ambiente, compulsoriamente deverão ser mudadas. Foi-se o tempo que bastava depositar todo tipo de lixo em saco plástico, colocar no horário em frente da casa para coleta e a partir daí o problema seria da concessionária da coleta de lixo ou da prefeitura.

Com a Lei da Política nacional de Resíduos Sólidos a responsabilidade pela correta destinação dos diversos tipos de resíduos (lixo) é responsabilidade compartilhada entre as empresas, coletividade e poderes públicos. Os resíduos eletrônicos (TV, microondas, DVD, celular etc.) não podem ser destinados para a coleta de lixo, nem tão pouco descartados nas vias públicas ou áreas particulares, pois se constitui infração à legislação ambiental e de postura.
Em Campos dos Goytacazes, a Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Serviços Públicos viabilizou parceria com empresa de reciclagem e a partir do dia 19/08/2011, estamos recebendo, na sede desta Secretaria, TÃO SOMENTE CPU E IMPRESSORAS INSERVÍVEIS de pessoas físicas. Eventual descarte, em grande quantidade, de empresas deverá ser feito contato com a Secretaria Municipal de Serviços Públicos.
Em relação à telefones e baterias de celulares, o usuário final deve entregá-lo nas lojas das concessionárias (VIVO, TIM, OI, CLARO, NEXTEL). Outros bens que compõem o chamado lixo eletrônico orientamos guardá-los em casa até definição que será dada pelo Ministério do Meio Ambiente até março de 2012.

*Mais informações sobre o mundo da limpeza e outros:

Twitter: zacaalbuquerque@live.com

Em caso de Reclamações e sugestões, ligue para o Disque limpeza da Secretaria de Serviços Públicos - tel. 2726-4809.

Remédio no lixo, não!



Pouca gente sabe, mas medicamentos vencidos ou em desuso não podem ser descartados no lixo comum. Entenda por que e saiba como se desfazer deles de forma correta
Raul Andreucci
raul.andreucci@folhauniversal.com.br


Talvez você não saiba, mas os medicamentos com validade em dia, porém em desuso, ou já vencidos não devem ser descartados no lixo comum. E não se trata de preciosismo. As substâncias químicas que seguem para os aterros contaminam o solo e, consequentemente, o lençol freático, podendo um dia voltar à água que usamos em casa. Colocá-los entre os reciclados ou mandálos pela descarga também não são ações que resolvem o problema. O meio ambiente será intoxicado da mesma maneira.

Sem falar no risco de que outras pessoas, por algum motivo, vasculhem o lixo na rua antes do lixeiro e façam mau uso do remédio, como consumi-lo, repassá-lo ou até vendê-lo. "Em suma, temos aí um problema ambiental, de saúde pública e criminal. Uma hora, essa conta ia chegar", analisa José Francisco Agostini Roxo, diretor da BHS, maior incubadora da América do Sul e responsável por criar a instalação que recebe medicamentos em algumas farmácias e supermercados do País.

Mas não se culpe, leitor, por não saber como agir. De acordo com pesquisa de 5 anos atrás da Faculdade Oswaldo Cruz, de São Paulo, poucos brasileiros sabem o que fazer com os remédios. Segundo a responsável pelo estudo, a coordenadora do curso de Farmácia, Marisa Veiga, de lá pra cá, a situação não mudou muito, "porque nada foi feito de efetivo. Até outro dia a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) ainda recomendava que se jogasse na privada".

O debate no Brasil sobre qual a melhor maneira de se descartar este tipo de produto só esquentou a partir de 2009 e ainda está engatinhando. Discute-se em Brasília, num grupo comandado pela Anvisa, qual o melhor sistema para coleta, transporte e destinação final desses resíduos. Enquanto não há um sistema nacional, padronizado, começam a despontar alternativas em vários municípios brasileiros.
Fonte: Folha Univesal

Termina no próximo sábado o recadastramento biométrico em Jundiaí-SP



27 de março de 2012 - 17h23

Chega ao fim no próximo sábado, dia 31, o recadastramento biométrico em Jundiaí-SP. O eleitor que ainda não teve as digitais reconhecidas para votar nas eleições municipais de outubro pode agendar seu atendimento na própria central e esperar para ser atendido no mesmo dia. Quem não se recadastrar terá o título cancelado.

O coordenador da Central de Recadastramento Eleitoral, João Baptista Nalini, disse que ainda há muitas vagas para serem agendadas até sábado. Segundo ele, o movimento na Central está bastante fluido. Dos quase 270 mil eleitores previstos no município, quase 79% passaram pelo novo processo até agora, restando 21%.

Entretanto, em outras revisões como essa a Justiça Eleitoral tem observado que há uma abstenção de cerca de 20% do eleitorado, provavelmente aqueles que já não residem mais no município. A revisão, explica o juiz-assessor da Presidência do Tribunal Eleitoral, Marco Antonio Martin Vargas, “é um momento em que a Justiça Eleitoral faz uma depuração do cadastro, excluindo pessoas que se mudaram do município e não transferiram o domicílio eleitoral para a nova localidade”.

O eleitor deve comparecer à Central (Rua dos Bandeirantes, 103 – Centro), levando um documento com foto, comprovante de endereço entre julho de 2010 e abril de 2011 e título eleitoral, se tiver. O agendamento pode ser feito também pelo site do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (www.tre-sp.jus.br/ clicar no link “recadastramento biométrico – Jundiaí Agendamento) ou então no Poupatempo de Jundiaí, na Av. União dos Ferroviários, 1.760, Centro.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do TRE-SP


Centrais de reciclagem por meio de PPPs podem ser solução lucrativa para o aproveitamento de lixo no país



Pela sistemática defendida por especialistas, o modelo de centrais de reciclagem poderia ser implantado na maior parte do país, até 2014

19 de março de 2012 - O modelo das parcerias público-privadas (PPPs) pode viabilizar a reciclagem de lixo no país, diminuindo gastos para as prefeituras e gerando oportunidades para empresas. Pela sistemática defendida por especialistas, como o presidente do Instituo Brasil Ambiente, Sabetai Calderoni,o modelo de centrais de reciclagem poderia ser implantado na maior parte do país, até 2014. O prazo é o mesmo estipulado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos para o fim dos lixões.
Com as PPPs, as prefeituras cederiam apenas o terreno próximo às cidades, onde os resíduos seriam tratados em até 24 horas. As centrais seriam montadas e administradas pela iniciativa privada. “Você não vai eliminar totalmente os custos, mas vai criar uma sistemática de aproveitamento desses materiais e gerar receita, empregos, benefícios para a saúde publica e o meio ambiente. Se o governo não consegue se organizar para isso, transfira a questão para o setor privado, se desonere e crie vantagens para todos”, disse o economista.
A proposta é tratar todo o resíduo em até um dia, com isso, segundo Calderoni, não existe necessidade de grande distância dos centros, já que não há exposição da população aos riscos à saúde. “Você economiza cerca de 90% com transporte, evita poluição com tráfego e acidentes, e ainda você não paga para alguém receber em aterros e usa uma área pequena”, declarou.
Nas centrais de reciclagem, o lixo orgânico, que representa quase 60% do material domiciliar, seria tratado e separado. A parcela sólida poderia ser aproveitada energeticamente, assim como o lixo de banheiro (fraldas, absorventes e papel higiênico), ou usada como fertilizante. A outra metade do lixo orgânico domiciliar, que é composta por água, teria um tratamento específico. “Eu estou transportando, hoje, para longe [aterros], água, a um custo proibitivo, quando eu poderia, em um pátio, fazer com que essa água escorresse por uma canaleta, e tratasse essa água, sem que virasse chorume e causasse doenças quando lançadas em poços e rios”.
Calderoni ainda acrescenta que o entulho da construção civil poderia ser aproveitado em obras públicas. “Nem tudo é ferro e lage. Tem muita terra, madeira, carpete, móveis. São muitos materiais que podem ser transformados em energia elétrica, mas, também, na construção de boca-de-lobo, mesas e bancos para praças, vigas e colunas para túneis”.
Segundo o economista, com a determinação de extinção dos lixões até 2014, de acordo com a Política de Resíduos Sólidos, “vamos ter que recorrer ao aterro, que não pode receber material sem processamento prévio. Isso vai forçar a implantação de centrais de reciclagem”.
Mas a adesão ao modelo de centrais de reciclagem pode demorar mais do que o desejado pelo economista. As prefeituras ainda mantém contratos com aterros sanitários. Esses acordos costumam ter vigência de 15 a 20 anos e, dificilmente, são rompidos.
(Agência Brasil)

Reproduzido do site Último Instante

Posturas notifica 126 novos proprietários de terrenos



Maristela Cunha

Fiscais da Coordenadoria de Fiscalização de Posturas já realizaram este ano, mais 126 novas notificações entre proprietários de terrenos cujas áreas estão necessitando de limpeza e cercamento. Dos 350 terrenos que irão passar por  renotificação providenciada este ano pelo setor, um total de 156 imóveis já foram providenciadas. O prazo que é dado por lei de 30 dias para as providências necessárias de regularização do imóvel, está correndo e após este período dado pela Lei Municipal de nº 8.243/11, os proprietários desses terrenos que ainda se encontram de forma irregular dentro do município, receberão multas.
             
O coordenador de fiscalização do órgão público municipal, Major Francisco Balbi, disse que a multa pode variar de acordo com a situação da área encontrada pelos agentes. “O proprietário vai ser multado em valores que  vão de 20% do salário mínimo até três salários mínimos. O que vai determinar o valor é o estado de conservação do terreno, se há muito mato ou lixo. Após esse procedimento, a multa é publicada no Diário Oficial e encaminhada, por correspondência, para o dono ou entregue pessoalmente. O proprietário terá de 3 a 5 dias, dependendo do tamanho do terreno, para fazer a limpeza do local”, afirmou o coordenador de Fiscalização de Postura.

Não localizado - No entanto, existem casos em que a Coordenadoria de Fiscalização de Posturas não consegue localizar o proprietário e a limpeza do terreno é feita pela Secretaria de Serviços Públicos, para evitar que haja a proliferação dos focos de dengue e outros problemas em decorrência da sujeira ali encontrada. Para Balbi, o que tem existir é a conscientização por parte dos donos de terrenos. Eles precisam entender a importância de se preservar o local “ principalmente nos dias de hoje, em que a dengue tem se alastrado de forma surpreendente. Estamos fazendo uma campanha educativa, pedindo a ajuda de todos”, disse Balbi.
*Fonte: site da PMCG


quarta-feira, 28 de março de 2012

A encrenca do lixo

Produzir restos é algo que fazemos com tanta naturalidade que, às vezes, nem percebemos o quanto podemos prejudicar a natureza (ou preservá-la)Manoella Oliveira Planeta Sustentável

1. Uma sacola de supermercado dura cerca de 400 anos no meio ambiente.
Verdadeiro
Falso
2. O cheiro desagradável é o principal problema causado pelo lixo.
Verdadeiro
Falso
3. Papel molhado de café não pode ser reciclado.
Verdadeiro
Falso
4. Além da coleta da prefeitura, outro bom aliado na reciclagem podem ser os supermercados que já oferecem esse serviço.
Verdadeiro
Falso
5. Separar o lixo orgânico (restos de alimentos) do lixo seco (plástico, papel, alumínio e vidro) é um grande passo para facilitar o trabalho de quem faz a reciclagem, mesmo que o lixo seco esteja misturado.
Verdadeiro
Falso
6. O mundo digital dá um empurrãozinho na sustentabilidade, já que as pessoas deixam de gastar papel para ler textos na tela do computador ou do celular.
Verdadeiro
Falso
7. Existem tantas iniciativas de reciclagem que não precisamos nos preocupar se estamos produzindo muito lixo.
Verdadeiro
Falso
8. Todo lixo que geramos é reciclável.
Verdadeiro
Falso
9. Quando restos de sacolas, papéis e tampinhas de refrigerante vão parar em lugares inadequados, muitos bichinhos confundem o lixo com alimentos e morrem ao engolir materiais que não deveriam.
Verdadeiro
Falso
10. As latinhas de alumínio estão entre os itens que o Brasil recicla com maior sucesso. O índice ultrapassa 90%.
Verdadeiro
Falso
11. Muitas cidades brasileiras proibiram a distribuição de sacolas plásticas no supermercado para evitar que elas poluam o meio ambiente.
Verdadeiro
Falso
12. Como os hábitos das pessoas são difíceis de mudar, os governos estão investindo em tecnologia para resolver o problema do lixo sem a participação da sociedade.
Verdadeiro
Falso